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A princesa consorte da Noruega, Mette-Marit, foi submetida com sucesso a um transplante de pulmão, anunciou nesta quarta-feira o Palácio Real.
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— Até o momento, o transplante pulmonar foi bem-sucedido — afirmou Arnt Fiane, chefe do departamento de cirurgia torácica do Hospital Nacional de Oslo.
A princesa, de 52 anos, foi diagnosticada em 2018 com uma forma rara de fibrose pulmonar, doença que pode exigir transplante quando o quadro clínico se agrava.
A informação sobre a cirurgia foi divulgada dois dias depois de um tribunal de Oslo condenar Marius Borg Høiby, filho de Mette-Marit de um relacionamento anterior, a quatro anos de prisão por dois estupros.
Nos últimos meses, o estado de saúde da princesa se deteriorou significativamente, levando à redução de seus compromissos oficiais.
Recuperação deve durar várias semanas
— Estamos muito felizes por tudo ter corrido bem até agora — disse Are Holm, chefe do serviço de pneumologia do Hospital Nacional: — Assim como todos os demais pacientes recém-transplantados, a princesa consorte permanecerá hospitalizada (…) por várias semanas. Trata-se de um procedimento padrão destinado a ajustar a medicação, lidar com possíveis complicações e garantir a reabilitação.
Segundo o Palácio Real, o príncipe herdeiro Haakon, marido de Mette-Marit e futuro rei da Noruega, reduzirá sua agenda de compromissos para permanecer ao lado da esposa durante o período de recuperação.

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Duas estudantes universitárias morreram após serem arrastadas para o mar pela maré crescente na região de Bonny Doon Beach, no condado de Santa Cruz, na Califórnia. As vítimas foram identificadas pelo Gabinete do Xerife local como Harshita Nair, de 21 anos, e Mahial Sran, de 20 anos, ambas moradoras de Fremont. As jovens haviam concluído juntas o ensino médio na Washington High School, em 2023, e estavam prestes a se formar na universidade em 2027.
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Segundo as autoridades, as duas estavam próximas a uma formação costeira conhecida como “buraco de fechadura” quando foram surpreendidas pelas ondas na quarta-feira (10). O local permite o acesso a uma faixa mais estreita de areia apenas durante períodos de maré baixa, tornando-se perigoso quando o nível do mar sobe. Em comunicado, o capitão Kyle Breton, do Corpo de Bombeiros Voluntários do Condado de Santa Cruz, afirmou que a área frequentemente pega visitantes desprevenidos.
— O que também estamos vendo é que as pessoas passam pelo buraco de fechadura para chegar à praia de Yellow Bank e ficam presas lá porque a maré sobe — explicou Breton em coletiva de imprensa.
Área registra resgates frequentes
Equipes do Corpo de Bombeiros de Santa Cruz e do Departamento de Parques Estaduais da Califórnia mobilizaram oito nadadores de resgate para localizar as estudantes. Uma delas foi encontrada nas proximidades de Yellow Bank Beach, enquanto a outra estava perto de Panther Beach. Ambas foram retiradas da água e encaminhadas a hospitais da região.
Harshita Nair morreu pouco depois do resgate. Mahial Sran permaneceu internada em estado crítico até sábado, quando teve a morte confirmada. Nair cursava estudos jurídicos na Universidade da Califórnia em Berkeley e pretendia atuar nas áreas jurídica e de serviço público. Já Sran estudava saúde pública e psicologia na Universidade Estadual de San José e participava de iniciativas voltadas ao apoio acadêmico e social de estudantes da área.
As praias de Bonny Doon e Yellow Bank são conhecidas pelas ondas íngremes e correntes intensas, fatores que aumentam o risco de acidentes. De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, uma ondulação de longo período atingia a costa no momento do incidente, favorecendo a formação de fortes correntes de retorno e ondas consideradas traiçoeiras.
O serviço local de resgate marítimo informou que este foi o quinto atendimento realizado em apenas um mês em um trecho de cerca de 1,6 quilômetro entre Yellow Bank e Bonny Doon. Após o acidente, autoridades reforçaram orientações de segurança para frequentadores das praias, incluindo manter distância de estruturas à beira-mar e evitar virar as costas para o oceano.
O Ministério Público de Portugal acusou formalmente o advogado Paulo Abreu dos Santos pela prática de 7.986 crimes sexuais envolvendo crianças. O suspeito exerceu funções públicas de destaque no governo português entre os anos de 2022 e 2024, período em que atuou como adjunto (assessor) da ex-ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro.
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O caso, divulgado pela CNN Portugal, consta detalhadamente em um despacho de acusação de 38 páginas emitido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (Diap) de Lisboa.
Do volume total de infrações atribuídas ao ex-assessor, a maioria — 7.095 crimes — refere-se à posse e ao compartilhamento de imagens e vídeos de abusos sexuais e pornografia de menores na internet.
As investigações apontam, no entanto, para condutas ainda mais graves cometidas diretamente pelo réu: outras 889 acusações dizem respeito a registros em foto e vídeo gravados pelo próprio Paulo Abreu dos Santos. O material envolvia um menino de 10 anos, que o advogado teria conhecido nas dependências de um templo religioso.
Além da captação ilícita das mídias, o despacho formalizado pela procuradora Felismina Carvalho Franco imputa ao acusado dois crimes de abusos sexuais consumados contra a mesma criança. De acordo com as autoridades, os abusos ocorreram no interior do próprio espaço de culto onde ambos se conheceram.
Peso das acusações
7.095 crimes: Relacionados à posse e ao compartilhamento de material pornográfico infantil e abusos.
889 crimes: Relativos a imagens e vídeos gravados pessoalmente pelo acusado.
2 crimes: Abusos sexuais diretos praticados contra uma vítima de 10 anos no espaço de culto.
O rastreamento da atividade digital de Santos revela que o advogado começou a utilizar os aplicativos de mensagens Viber, Signal e Telegram no ano de 2021 com a finalidade expressa de acessar conteúdos de pedofilia. Ele participava ativamente de ao menos 13 grupos de conversa dedicados ao tema, entre os quais constavam canais com nomenclaturas explícitas como “kids boys only” e “vídeos de chicos” — “apenas meninos” e “vídeos de meninos”, em tradução para o português.
A derrocada do ex-adjunto governamental teve início em 2024, quando suas atividades digitais foram detectadas por agências de monitoramento das autoridades norte-americanas. Após o alerta internacional, foi instaurada de imediato uma investigação em território português, conduzida de forma célere pela Polícia Judiciária (PJ).
Em janeiro de 2025, a PJ deflagrou uma operação de buscas focada na residência de Paulo Abreu dos Santos, localizada na região de Corroios, no município de Seixal. Na ocasião, o advogado foi preso em flagrante. Durante as diligências em sua casa, os policiais apreenderam um acervo digital massivo, composto por mais de oito mil conteúdos caracterizados como pornografia de menores.
A análise técnica dos vídeos apreendidos pela Polícia Judiciária permitiu concluir que a maior parte das vítimas retratadas nas mídias era de nacionalidade estrangeira. A única exceção identificada e confirmada em solo nacional foi justamente o menino de 10 anos filmado e abusado pelo próprio réu. O trabalho minucioso de inteligência da PJ viabilizou a descoberta da identidade da vítima e comprovou de forma inequívoca o envolvimento direto de Santos nos abusos sofridos pelo menor.
Paulo Abreu dos Santos permanece preso preventivamente desde a sua captura em flagrante. Com a conclusão das investigações e a apresentação da denúncia dos quase oito mil crimes pela procuradora Felismina Carvalho Franco, a previsão das autoridades jurídicas de Lisboa é de que o ex-assessor do Ministério da Justiça seja levado a julgamento até o final deste ano.
As autoridades capturaram na Colômbia o irmão de Adolfo “Fito” Macías, considerado o principal narcotraficante do Equador e extraditado para os Estados Unidos no ano passado. A informação foi divulgada nesta terça-feira pelo ministro do Interior do Equador, John Reimberg.
Javier Macías, conhecido pelo apelido de Javi, era procurado pela Justiça equatoriana por casos de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Segundo Reimberg, ele foi preso em uma operação conjunta entre as autoridades da Colômbia e do Equador.
O ministro afirmou nas redes sociais que Javier vivia em território colombiano “sob outra identidade” e que havia contra ele uma notificação vermelha da Interpol.
Adolfo “Fito” Macías liderava os Los Choneros, uma das organizações do narcotráfico mais antigas e poderosas do Equador. Ele foi extraditado para os Estados Unidos em julho de 2025, quase um mês após ser recapturado depois de fugir de uma prisão de segurança máxima no ano anterior.
Primeiro equatoriano extraditado aos Estados Unidos
Fito tornou-se o primeiro cidadão equatoriano extraditado após um referendo promovido pelo presidente Daniel Noboa para reformar a legislação do país em meio ao combate ao crime organizado.
Ele é julgado em um tribunal de Nova York por sete acusações, entre elas tráfico de drogas e tráfico de armas. As penas previstas variam de 20 anos de prisão à prisão perpétua.
Os Estados Unidos classificam os Los Choneros como uma organização “terrorista”. Segundo as autoridades americanas, o grupo mantém vínculos com o cartel mexicano de Sinaloa.
Pelo Equador passa cerca de 70% da cocaína proveniente da Colômbia e do Peru, os maiores produtores mundiais da droga.
Diversas organizações criminosas ligadas a cartéis internacionais disputam o controle das rotas do narcotráfico no país, em uma violência que elevou os índices de homicídio.
Antes considerado um dos países mais pacíficos da região, o Equador registrou em 2025 uma taxa de 51 assassinatos por 100 mil habitantes, o equivalente a um homicídio por hora, segundo o centro de análise de segurança InSight Crime.
Um asteroide de grande porte fará sua maior aproximação da Terra em mais de 400 anos no dia 27 de junho, sábado. O objeto, identificado como 152637 (1997 NC1), tem cerca de 900 metros de diâmetro — podendo chegar a 1,5 km, segundo diferentes modelos da Nasa — e foi classificado pelo Minor Planet Center como um asteroide potencialmente perigoso.
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Apesar da classificação, não há risco de colisão com o planeta. A aproximação ocorrerá a cerca de 0,017 unidades astronômicas, o equivalente a aproximadamente 6,8 distâncias da Lua, ou cerca de 2,5 milhões de quilômetros da Terra.
Descoberto em 1997 pelo programa Neat, no Havaí, o objeto será monitorado de perto por redes internacionais de observação. A Nasa pretende aproveitar o evento para refinar medições sobre o tamanho, composição e comportamento orbital do asteroide, já que os dados atuais são considerados inconsistentes.
A passagem de 2026 será usada também para observações por radar, com transmissão a partir da antena DSS-26 da rede de espaço profundo, e recepção pela DSS-13. A expectativa é obter sinais fortes o suficiente para reconstruções parciais da forma e rotação do asteroide.
O objeto deve atingir magnitude 10 durante o pico de aproximação, o que o torna visível com pequenos telescópios e, em condições favoráveis, até com binóculos. A visibilidade, no entanto, pode ser afetada pela luminosidade da Lua no período.
Astrônomos destacam que encontros desse porte são raros. Aproximações de asteroides dessa escala ocorrem, em média, uma vez por década. O evento de 2026 será o mais próximo do objeto desde pelo menos o ano 1600, com nova passagem semelhante prevista apenas em 2133.
Mesmo com a aproximação considerada segura, a Nasa reforça o monitoramento contínuo de objetos próximos à órbita terrestre. Segundo a agência, não há atualmente nenhum asteroide conhecido com chance de impacto na Terra pelos próximos 100 anos.
O macarrão instantâneo é um dos alimentos mais populares do mundo e seu consumo continua em alta. Em 2024, foram consumidas 123,1 bilhões de porções globalmente, segundo dados da Associação Mundial de Macarrão Instantâneo (Wina). Embora a China concentre o maior volume de vendas, é o Vietnã que lidera quando o critério é a quantidade consumida por habitante.
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De acordo com o levantamento, os vietnamitas consomem, em média, 81 porções de macarrão instantâneo por pessoa ao ano. Na prática, isso significa que cada habitante do país come uma porção aproximadamente a cada quatro dias.
A segunda colocação pertence à Coreia do Sul, onde o consumo médio é de 79 porções por pessoa anualmente. A Tailândia aparece em terceiro lugar, com uma média de 58 porções por habitante ao ano. Mesmo distante dos líderes, o índice representa mais de uma porção consumida por semana por pessoa.
Os dados mostram que a Ásia domina o ranking de consumo per capita, refletindo a forte tradição do macarrão na culinária regional e a ampla oferta de versões adaptadas aos hábitos alimentares de cada país.
Países que mais consomem macarrão instantâneo por habitante
Vietnã – 81 porções por pessoa ao ano
Coreia do Sul – 79 porções por pessoa ao ano
Tailândia – 58 porções por pessoa ao ano
Já quando o critério é o volume total consumido, a liderança é da China e Hong Kong, que juntos registraram 43,8 bilhões de porções em 2024. O número representa mais de um terço de todo o consumo mundial.
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Reprodução/ Netflix
Na sequência aparecem Indonésia, com 14,5 bilhões de porções, e Índia, com 8,7 bilhões. Vietnã e Japão completam os cinco maiores mercados do planeta.
Países que mais consumiram macarrão instantâneo em volume total em 2024
China/Hong Kong – 43,8 bilhões de porções
Indonésia – 14,5 bilhões
Índia – 8,7 bilhões
Vietnã – 8,1 bilhões
Japão – 5,8 bilhões
As preferências também variam de acordo com a região. Enquanto os produtos vendidos em pacotes dominam a maior parte do mercado global, alguns países demonstram clara preferência pelas versões em copo. O destaque é o México, onde cerca de 85% das vendas são de macarrão instantâneo em copo. Em seguida aparecem a Costa Rica, com aproximadamente 79%, e o Chile, com cerca de 67%.
O Brasil aparece na 11ª posição do ranking mundial de consumo total, com 2,59 bilhões de porções consumidas em 2024, mantendo o macarrão instantâneo entre os alimentos industrializados mais populares do país.
A popularidade do produto impressiona não apenas pelos números, mas também pela velocidade com que se espalhou pelo mundo. Enquanto o macarrão tradicional, criado na China por volta do século VI, levou cerca de 1.300 anos para alcançar diferentes continentes, o macarrão instantâneo se tornou um fenômeno global em aproximadamente 40 anos após sua invenção.
Segundo a Wina, o sucesso está ligado à praticidade, ao baixo custo e à capacidade de adaptação aos sabores e costumes locais. Atualmente, o produto é consumido em dezenas de países e faz parte da rotina alimentar de milhões de pessoas em todos os continentes.
O Túnel do Toyo, oficialmente chamado Túnel Guillermo Gaviria Echeverri, tornou-se uma das maiores obras de infraestrutura da Colômbia e deverá ser o mais extenso da América Latina. Esse ambicioso projeto é realizado em parceria pelo Governo Nacional da Colômbia, pela Governadoria de Antioquia e pela Prefeitura de Medellín, com investimentos superiores a 2 trilhões de pesos colombianos (cerca de R$ 2,9 bilhões, na cotação atual).
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Embora tenha enfrentado atrasos e outros contratempos ao longo da construção, a expectativa é que a obra seja concluída em meados de 2027, conforme previsto pelo Instituto Nacional de Vias (Invías).
Com aproximadamente 35 quilômetros de extensão, o túnel reduzirá o tempo de viagem entre Medellín e a região de Urabá, em Antioquia, de sete para quatro horas, criando um novo corredor estratégico de acesso ao mar do Caribe.
A infraestrutura inclui dois túneis principais com 9,73 e 9,4 quilômetros de extensão, além de 31 viadutos, 20 túneis menores e três entroncamentos rodoviários.
O Túnel do Toyo será o maior da América Latina, com mais de 35 quilômetrosa
Divulgação / Governo de Antioquia
Além disso, o túnel atravessa grande parte da Cordilheira Ocidental dos Andes, o que tornará o deslocamento entre as sub-regiões de Antioquia mais seguro, rápido e eficiente.
Durante a construção, foram empregadas tecnologias avançadas, incluindo sistemas de ventilação, drenagem, controle de gases e monitoramento ambiental. Da mesma forma, os engenheiros adotaram protocolos de proteção ambiental para preservar a fauna e a flora da região.
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O Túnel do Toyo deverá se tornar um dos corredores rodoviários mais importantes do país, conectando o Vale de Aburrá à região de Urabá, em Antioquia, e facilitando o acesso aos portos de Turbo e Necoclí.
Além de reduzir o tempo de deslocamento dos viajantes, o projeto também deverá impulsionar o transporte de cargas, aumentando a competitividade logística e fortalecendo a economia do departamento de Antioquia.
Outras localidades que também deverão ser beneficiadas após a conclusão da obra são Santa Fe de Antioquia, Dabeiba, Cañasgordas e Giraldo. A expectativa é que essas cidades registrem um crescimento significativo das atividades comerciais e turísticas.
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Os primeiros petroleiros carregados com petróleo iraniano cruzaram a linha de bloqueio dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz, informou o site TankerTrackers nesta quarta-feira, dois dias antes da assinatura de um acordo entre os dois países, cujos detalhes são escassos.
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“Pelo menos dois superpetroleiros da Companhia Nacional de Petroleiros Iranianos (NITC), chamados DIONA (9569695) e HERO2 (9362073), deixaram o perímetro de bloqueio da Marinha dos EUA com um total combinado de 3,8 milhões de barris de petróleo iraniano”, informou o site, que monitora carregamentos de petróleo bruto, na plataforma de mídia social X.
Posteriormente, o site relatou a passagem de um terceiro petroleiro iraniano.
“Estas são as primeiras exportações de petróleo bruto do Irã em dois meses”, observou o TankerTrackers.
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O site especificou que analisou os sinais do transponder dos navios, que foram comparados com imagens de satélite nesta terça-feira. O governo iraniano anunciou naquele dia o fim do bloqueio americano aos seus portos, às vésperas da assinatura de um acordo de paz com os Estados Unidos, agendada para sexta-feira.
A assinatura deste memorando de entendimento ocorrerá no hotel de montanha Burgenstock, na Suíça, e será o ponto de partida para dois meses de negociações, tendo como primeiro passo a tão aguardada reabertura do estratégico Estreito de Ormuz. Mas o otimismo quanto à possibilidade de um fim à guerra, iniciada em 28 de fevereiro com os bombardeios israelenses e americanos contra o Irã, foi atenuado por novos ataques israelenses no sul do Líbano.
Ainda assim, espera-se que as negociações para um acordo final comecem imediatamente após a assinatura na Suíça e devem incluir decisões sobre o programa nuclear iraniano, o levantamento das sanções internacionais contra Teerã e a reabertura de Ormuz.
Em circunstâncias normais, um quinto do petróleo mundial transita por essa passagem marítima estratégica, que tem sido restringida pelo Irã desde o início do conflito. Após uma queda acentuada nos últimos dias, o preço do petróleo Brent, referência global, caiu abaixo de US$ 80 o barril nesta terça-feira, pela primeira vez desde o início de março.
Ataque no Líbano
O acordo deve permitir que o Irã retome as vendas de petróleo e ponha fim ao conflito, segundo o Wall Street Journal, que citou fontes familiarizadas com o texto. A publicação acrescentou que as sanções às vendas de petróleo serão suspensas imediatamente após a assinatura, permitindo ao Irã acesso a serviços como bancários, de transporte e de seguros.
Apesar do anúncio do acordo, as forças armadas israelenses anunciaram que realizaram um ataque aéreo no sul do Líbano logo após “identificarem um veículo suspeito” perto de onde seus soldados estavam operando. Também anunciaram que suas forças interceptaram foguetes e atacaram um lançador de mísseis.
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O comando central iraniano alertou que Israel responderia “severamente” aos ataques, que, segundo a agência de notícias estatal libanesa, atingiram dois veículos e mataram quatro pessoas. O Irã insistiu que o acordo para pôr fim à guerra no Oriente Médio deve incluir o fim das hostilidades israelenses no Líbano, onde Israel luta contra o movimento pró-Irã Hezbollah. Israel afirma não ser parte do acordo.
Um alto funcionário americano, falando sob condição de anonimato, declarou que o pacto já foi assinado eletronicamente pelo presidente Donald Trump, pelo vice-presidente JD Vance, pelo vice-ministro das Relações Exteriores iraniano Majid Takht Ravanchi e pelo negociador-chefe da República Islâmica, Mohammad Bagher Qalibaf.
“Uma nova rodada de negociações entre o Irã e os Estados Unidos para chegar a um acordo final provavelmente começará na sexta-feira, em local ainda a ser definido”, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi.
O acordo é resultado de semanas de negociações mediadas pelo Paquistão e pelo Catar. Os Estados Unidos e Israel pressionam pela remoção do estoque de urânio altamente enriquecido do Irã, que acreditam ter sido enterrado após os ataques aéreos americanos do ano passado. O Irã defende seu direito de enriquecer urânio para fins civis.
Quando questionado na cúpula do G7 na França sobre a divulgação do memorando de entendimento com o Irã, Trump respondeu: “É um documento muito importante, e quero que seja divulgado. Provavelmente muito em breve.” Enquanto isso, o jornal conservador iraniano Van-e Emrooz saudou o texto como “um documento de rendição de Trump”. Mas o Ministro das Relações Exteriores, Araqchi, foi mais comedido.
“Temos um histórico de promessas quebradas, um histórico de acordos descumpridos. Tudo isso está em nossas mentes”, afirmou.
A declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump de que os EUA e o Irã haviam chegado a um acordo preliminar para acabar com as hostilidades atraiu otimismo cauteloso e frustração dos legisladores no Capitólio, onde até mesmo alguns republicanos estavam relutantes em elogiar um acordo cujos termos a administração ainda não divulgou. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Com o início da Copa do Mundo nos Estados Unidos, México e Canadá, uma ausência chamou a atenção: a da China. Apesar de ser o segundo país mais populoso do planeta, contar com cerca de 200 milhões de torcedores e investir desde a década de 1990 no futebol, a seleção masculina chinesa ficou fora do principal torneio da modalidade. Sua última participação foi em 2002, na Coreia do Sul e no Japão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O acordo firmado entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio abriu caminho para a reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo. Apesar do anúncio do presidente americano, Donald Trump, de que a via marítima estará “completamente aberta” a partir de sexta-feira, documentos citados por autoridades iranianas preveem um prazo de até 30 dias para a retomada da navegação na região. Ao mesmo tempo, empresas do setor e analistas afirmam que ainda há dúvidas sobre a segurança da passagem, a remoção de minas e a capacidade da República Islâmica de voltar a bloquear o tráfego no futuro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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