As autoridades capturaram na Colômbia o irmão de Adolfo “Fito” Macías, considerado o principal narcotraficante do Equador e extraditado para os Estados Unidos no ano passado. A informação foi divulgada nesta terça-feira pelo ministro do Interior do Equador, John Reimberg.
Javier Macías, conhecido pelo apelido de Javi, era procurado pela Justiça equatoriana por casos de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Segundo Reimberg, ele foi preso em uma operação conjunta entre as autoridades da Colômbia e do Equador.
O ministro afirmou nas redes sociais que Javier vivia em território colombiano “sob outra identidade” e que havia contra ele uma notificação vermelha da Interpol.
Adolfo “Fito” Macías liderava os Los Choneros, uma das organizações do narcotráfico mais antigas e poderosas do Equador. Ele foi extraditado para os Estados Unidos em julho de 2025, quase um mês após ser recapturado depois de fugir de uma prisão de segurança máxima no ano anterior.
Primeiro equatoriano extraditado aos Estados Unidos
Fito tornou-se o primeiro cidadão equatoriano extraditado após um referendo promovido pelo presidente Daniel Noboa para reformar a legislação do país em meio ao combate ao crime organizado.
Ele é julgado em um tribunal de Nova York por sete acusações, entre elas tráfico de drogas e tráfico de armas. As penas previstas variam de 20 anos de prisão à prisão perpétua.
Os Estados Unidos classificam os Los Choneros como uma organização “terrorista”. Segundo as autoridades americanas, o grupo mantém vínculos com o cartel mexicano de Sinaloa.
Pelo Equador passa cerca de 70% da cocaína proveniente da Colômbia e do Peru, os maiores produtores mundiais da droga.
Diversas organizações criminosas ligadas a cartéis internacionais disputam o controle das rotas do narcotráfico no país, em uma violência que elevou os índices de homicídio.
Antes considerado um dos países mais pacíficos da região, o Equador registrou em 2025 uma taxa de 51 assassinatos por 100 mil habitantes, o equivalente a um homicídio por hora, segundo o centro de análise de segurança InSight Crime.
Javier Macías, conhecido pelo apelido de Javi, era procurado pela Justiça equatoriana por casos de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Segundo Reimberg, ele foi preso em uma operação conjunta entre as autoridades da Colômbia e do Equador.
O ministro afirmou nas redes sociais que Javier vivia em território colombiano “sob outra identidade” e que havia contra ele uma notificação vermelha da Interpol.
Adolfo “Fito” Macías liderava os Los Choneros, uma das organizações do narcotráfico mais antigas e poderosas do Equador. Ele foi extraditado para os Estados Unidos em julho de 2025, quase um mês após ser recapturado depois de fugir de uma prisão de segurança máxima no ano anterior.
Primeiro equatoriano extraditado aos Estados Unidos
Fito tornou-se o primeiro cidadão equatoriano extraditado após um referendo promovido pelo presidente Daniel Noboa para reformar a legislação do país em meio ao combate ao crime organizado.
Ele é julgado em um tribunal de Nova York por sete acusações, entre elas tráfico de drogas e tráfico de armas. As penas previstas variam de 20 anos de prisão à prisão perpétua.
Os Estados Unidos classificam os Los Choneros como uma organização “terrorista”. Segundo as autoridades americanas, o grupo mantém vínculos com o cartel mexicano de Sinaloa.
Pelo Equador passa cerca de 70% da cocaína proveniente da Colômbia e do Peru, os maiores produtores mundiais da droga.
Diversas organizações criminosas ligadas a cartéis internacionais disputam o controle das rotas do narcotráfico no país, em uma violência que elevou os índices de homicídio.
Antes considerado um dos países mais pacíficos da região, o Equador registrou em 2025 uma taxa de 51 assassinatos por 100 mil habitantes, o equivalente a um homicídio por hora, segundo o centro de análise de segurança InSight Crime.










