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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou neste sábado ataques contra o movimento libanês Hezbollah, alegando que o grupo teria violado o frágil acordo de cessar-fogo alcançado pelo Estado judeu e pelo Líbano, com mediação dos EUA — e estendido pelo presidente americano, Donald Trump, na quinta-feira. Ao menos seis pessoas morreram no Líbano neste sábado.
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“[Netanyahu] ordenou às FDI [Forças Armadas de Israel] que atacassem com força alvos do Hezbollah no Líbano”, afirmou um comunicado emitido pelo gabinete do premier, citando um relatório do Exército, que denunciou violações do cessar-fogo por parte do grupo libanês.
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Os militares alegaram que dois projéteis foram lançados do Líbano em direção a Israel, denunciando o caso como “uma flagrante violação dos entendimentos sobre o cessar-fogo” por parte do Hezbollah. O grupo paramilitar, que condenou publicamente os diálogos do governo de Beirute com o governo israelense, anunciou ter atacado um veículo do Exército israelense no sul do Líbano, em represália a um ataque rival.
O frágil cessar-fogo fez cessar os bombardeios israelenses em grande escala das últimas semanas, mas as hostilidades nunca pararam de fato, com uma violência persistente de menor intensidade se mantendo. Desde o dia 2 de março, os ataques israelenses mataram pelo menos 2.496 pessoas no Líbano, segundo as autoridades libanesas.
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Em um anúncio neste sábado, o Ministério da Saúde do Líbano afirmou que seis pessoas morreram em ataques israelenses no sul do país. Quatro pessoas morreram em Yohmor al Shaqif, onde dois ataques atingiram um caminhão e uma motocicleta. O Exército israelense afirmou que “eliminou” três combatentes do Hezbollah que viajavam em “um veículo carregado de armas”, assim como outro que se deslocava em uma motocicleta, e outros dois integrantes armados do grupo em outro local.
Pouco depois, o ministério libanês anunciou que “um bombardeio aéreo do inimigo israelense contra a localidade de Safad al Battikh, no distrito de Bint Jbeil, deixou um total de duas pessoas mortas e 17 feridas”. A agência nacional de notícias libanesa NNA reportou bombardeios de artilharia israelense em várias localidades do sul do Líbano neste sábado.
Também reportou uma “explosão violenta” em Khiam, uma cidade situada a leste da fronteira entre Líbano e Israel, onde, anteriormente, a agência havia destacado que o Exército israelense vinha destruindo casas “sistematicamente”. Um correspondente da AFP viu uma enorme nuvem de fumaça se erguendo sobre a cidade.
Trégua limitada
A continuidade da violência e a aceitação relutante dos termos pelas partes, dizem analistas, sugerem que o acordo está aquém de um verdadeiro cessar-fogo e évulnerável a se desfazer completamente.
— Isso não é tanto um cessar-fogo, mas sim uma desescalada limitada — disse David Wood, analista sênior sobre o Líbano no International Crisis Group, uma organização de pesquisa voltada à prevenção de conflitos.
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De acordo com os termos da trégua, conforme publicados pelo Departamento de Estado dos EUA após o anúncio inicial em meados de abril, Israel tem o direito de agir em legítima defesa “contra ataques planejados, iminentes ou em curso”. As forças israelenses têm citado isso como justificativa para continuar realizando ataques.
Nos últimos dias, esses ataques têm se concentrado no sul, reduto do Hezbollah, onde o grupo há muito exerce controle de fato e conta com amplo apoio. As forças israelenses bombardearam intensamente a região durante a guerra e agora ocupam uma faixa considerável de território ali, onde realizam demolições em larga escala. (Com AFP e NYT)

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Após passar por uma cirurgia no ombro, o ex-presidente Jair Bolsonaro está em observação na unidade de terapia intensiva. Bolsonaro foi internado na manhã desta sexta-feira (1º), no hospital DF Star, em Brasília, para realizar o procedimento. 

No boletim médico divulgado por volta das 14h, a equipe médica informou que Bolsonaro foi submetido a cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita. A operação ocorreu sem intercorrências.

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“No momento, encontra-se internado em unidade de internação para controle de dor e observação clínica” diz o boletim.

A equipe médica que acompanha o ex-presidente é formada pelo ortopedista Alexandre Firmino Paniago – cirurgião de ombro; Claudio Birolini – cirurgião geral; Leandro Echenique e Brasil Caiado – cardiologistas e Allisson B. Barcelos Borges – diretor geral do hospital.

A autorização da cirurgia foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após uma manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Os exames e o relatório fisioterapêutico anexados ao processo indicavam a necessidade da cirurgia para reparação de lesões na região do ombro.

Por decisão do ministro, de 24 de março, Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária, após deixar o mesmo hospital privado da capital federal, onde esteve internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana.

O ex-presidente foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro de 2025, a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que não está satisfeito com a nova proposta do Irã para iniciar negociações pelo fim da guerra no Oriente Médio e expressou dúvidas sobre a capacidade do país de aceitar um acordo. As tratativas entre os dois lados permanecem paralisadas em meio a um cessar-fogo que já dura várias semanas. A agência estatal iraniana Irna afirmou horas antes que o Irã enviou uma proposta de negociação aos EUA por meio de mediadores do Paquistão. No mesmo dia, o chefe do Poder Judiciário iraniano, Gholamhossein Mohseni Ejei, afirmou que Teerã está aberto a dialogar com Washington, mas não aceitará “imposições” sob ameaça.
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— Neste momento, não estou satisfeito com o que eles estão oferecendo — declarou Trump a repórteres.
Ele não especificou exatamente o que, no último documento iraniano, ele não poderia aceitar e sugeriu que as autoridades em Teerã talvez nunca cheguem a um acordo negociado para o fim da guerra.
— Eles fizeram progressos, mas não tenho certeza se algum dia chegarão lá — afirmou o presidente americano no gramado sul da Casa Branca, descrevendo uma “tremenda discórdia” entre os líderes iranianos. — Há dois ou três grupos, talvez quatro, e é uma liderança muito fragmentada. E, dito isso, todos querem fazer um acordo, mas estão todos em desordem.
Nesta sexta-feira, os Estados Unidos sancionaram três empresas de câmbio iranianas em uma tentativa de atingir o “sistema financeiro” de Teerã. O Departamento do Tesouro americano também alertou que pretende impor sanções futuras ao sistema de pedágio planejado pelo Irã para a travessia do Estreito de Ormuz, uma importante via navegável para o comércio global de petróleo e gás natural liquefeito. O estreito está bloqueado pelo Irã desde o começo do conflito, iniciado por ataques aéreos dos EUA e de Israel no final de fevereiro.
O número de navios comerciais de todas as categorias presentes no Golfo chegava a 913 em 29 de abril, dois meses após o início da guerra no Irã e do bloqueio do Estreito de Ormuz, segundo a empresa especializada em rastreamento marítimo AXSMarine. Apesar do bloqueio, algumas embarcações conseguiram sair: seu número no Golfo, que era de 1.114 na manhã de 28 de fevereiro, dia dos primeiros bombardeios dos EUA e de Israel contra o Irã, diminuiu 18%, de acordo com a contagem.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o agravamento das consequências econômicas do fechamento do Estreito de Ormuz. O bloqueio dessa via marítima vital está “estrangulando a economia mundial”, advertiu.
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Segundo a agência estatal Irna, Esmail Baghai, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, enfatizou em uma entrevista na televisão na quinta-feira que o fim da guerra e a paz duradoura são a prioridade de Teerã nas negociações com os EUA.
Irã e EUA realizaram apenas uma rodada de conversas após a instauração, em abril, de uma frágil trégua, depois de quase 40 dias de conflito. A Casa Branca, no entanto, tem sustentado que o cessar-fogo em vigor representa o fim das hostilidades. O governo Trump argumenta que não há confrontos desde 7 de abril, o que, na prática, encerraria o conflito do ponto de vista legal.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta semana retomar as operações contra o Irã. Trump deveria ser informado por comandantes militares sobre as opções disponíveis, segundo o site Axios.
Ejei insistiu que Washington não obteve “nada” com essa guerra, acrescentando que Teerã não vai “se intimidar” nas negociações. Em uma mensagem escrita divulgada na quinta-feira, o líder supremo iraniano, o aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou que os EUA sofreram uma “derrota vergonhosa” no conflito. Ele acrescentou que os iranianos manterão sua capacidade nuclear e de mísseis como parte de seu “patrimônio nacional”.
Apesar da trégua, o impasse nas negociações mantém o cenário instável. Sem avanço em um acordo, cresce o risco de retomada dos confrontos, diante da troca de ameaças e da pressão econômica exercida por Washington sobre Teerã.
O brasileiro Thiago Ávila e o espanhol-palestino Saif Abu Keshek, detidos na quinta-feira juntamente com ao menos 175 ativistas enquanto viajavam para Gaza a bordo de uma flotilha humanitária, serão interrogados em Israel, anunciaram as autoridades israelenses nesta sexta-feira. Segundo a organização da flotilha, 179 pessoas que estavam a bordo de 21 barcos foram detidas. Na quinta-feira, eles chegaram a afirmar que 211 pessoas haviam sido presas. A maioria dos ativistas do grupo, que inicialmente era composta por mais de cinquenta embarcações, desembarcou hoje na ilha grega de Creta, em cuja costa foram interceptados na quinta-feira pelas forças israelenses.
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Segundo um jornalista da AFP, os ativistas presos, em sua maioria cidadãos de países europeus, embarcaram em quatro ônibus no porto de Atherinolakkos, no sudeste de Creta. Escoltados pela guarda costeira grega, eles seguiriam para Heraklion, a capital da ilha, de acordo com a mídia local. Enquanto isso, os navios da flotilha que não foram interceptados na quinta-feira estão a caminho da cidade cretense de Ierapetra.
Entre os que desembarcaram em Creta, segundo um comunicado do Ministério das Relações Exteriores de Israel, não estão o ativista brasileiro Thiago Ávila, membro do comitê organizador da Flotilha Global Sumud, nem o hispano-palestino Saif Abu Keshek.
Em um comunicado, o ministério israelense afirmou que Thiago Ávila é “suspeito de atividade ilegal”, sem fornecer mais detalhes, e Abu Keshek é “suspeito de ligação com uma organização terrorista”. Ambos “serão levados a Israel para interrogatório”, acrescentou o Ministério das Relações Exteriores.
— Todos os ativistas da flotilha estão agora na Grécia, com exceção de Saif Abu Keshek e Thiago Ávila — declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Oren Marmorstein, sem especificar o paradeiro deles.
Thiago Ávila participou da flotilha humanitária “Nossa América”, que chegou a Havana no final de março, em solidariedade ao governo cubano, afetado pelo bloqueio energético imposto pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump. Acompanhado pela ativista sueca Greta Thunberg e pela ex-prefeita de Barcelona, ​​Ada Colau, Ávila também participou, no ano passado, de outra flotilha com destino a Gaza, que também foi interceptada por Israel.
Além dele, outros dois brasileiros também foram detidos por Israel. São eles Amanda Coelho Marzall, conhecida como Mandi Coelho, militante pelo PSTU, parte da liga internacional dos trabalhadores e pré-candidata ao cargo de deputada federal por São Paulo, e Leandro Lanfredi de Andrade, petroleiro da Petrobras Transporte, diretor do SindiPetro-RJ e da Federação Nacional de Petroleiros.
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O governo espanhol exigiu a “libertação imediata” de Abu Keshek nesta sexta-feira e prometeu fornecer-lhe “proteção total”.
“Diante das informações sobre a detenção e possível transferência de um cidadão espanhol, Saif Abu Keshek, membro da flotilha, para Israel”, o governo espanhol pede respeito aos “seus direitos” e “exige sua libertação imediata”, afirmou o ministério em comunicado à imprensa.
O Ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, “está em contato constante com seus homólogos em Israel e na Grécia para reunir todas as informações e exigir o respeito ao direito internacional e aos direitos” do ativista espanhol-palestino, declarou o ministério. A Espanha oferecerá “total proteção ao cidadão espanhol assim que ele puder chegar a território israelense, bem como aos demais espanhóis afetados” na flotilha, acrescentou.
O governo espanhol do primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez, expressou sua “mais veemente condenação” à captura da flotilha na quinta-feira. Sánchez é um dos críticos mais veementes na Europa da administração de Benjamin Netanyahu desde que Israel lançou sua ofensiva contra Gaza em resposta à ofensiva do Hamas em 7 de outubro de 2013.
Netanyahu elogiou a apreensão dos tripulantes da flotilha.
— Nenhum navio e nenhum apoiador do Hamas chegou ao nosso território, e nem mesmo às nossas águas territoriais — escreveu ele no X, acrescentando: — Eles continuarão a ver Gaza no YouTube.
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Mais de 50 barcos
Na quinta-feira, Israel informou que os ativistas a bordo de cerca de vinte barcos foram interceptados perto de Creta, no Mediterrâneo Oriental. As autoridades israelenses inicialmente disseram que os ativistas iriam para Israel. Mas, na quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, esclareceu que um acordo havia sido firmado com o governo grego para permitir que os passageiros da flotilha desembarcassem na costa grega.
A flotilha era composta por mais de 50 barcos que partiram nas últimas semanas de Marselha (França), Barcelona (Espanha) e Siracusa (Itália). A AFP confirmou, com base em informações fornecidas pelos organizadores, que as embarcações foram interceptadas na zona econômica exclusiva (ZEE) da Grécia.
O Ministério das Relações Exteriores da Grécia, no entanto, disse que a operação de Israel ocorreu em águas internacionais fora de Creta sem consulta prévia com Atenas, e pediu “contenção e respeito universal ao direito internacional”, acrescentando que não tinha jurisdição para intervir fora dos cenários de busca e resgate.
Ativistas da flotilha acusam o governo da Grécia de ajudar ou permitir que Israel realize a operação na costa do país.
— Você não pode fazer algo assim tão perto das águas nacionais de um país europeu — disse o jornalista italiano Alessandro Mantovani, que estava a bordo de um navio de flotilha que não foi apreendido, ao Haaretz.
Do outro lado, o porta-voz do governo grego, Pavlos Marinakis, disse na quinta-feira que a operação naval israelense não foi coordenada com seu país. Segundo ele, navios de guerra israelenses navegaram em águas internacionais a noroeste de Creta, fora das águas territoriais da Grécia. Ele alegou ainda que não houve consulta prévia com as autoridades gregas sobre a operação e que autoridades gregas “não podem intervir em águas internacionais que não sejam para fins de busca e resgate”.
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Marinakis acrescentou que um navio da guarda costeira grega respondeu a uma chamada de socorro que recebeu da flotilha e chegou imediatamente ao local. Além disso, ele revelou que as autoridades israelenses informaram às gregas, na manhã de quinta-feira, que os navios interceptados pelas forças israelenses permaneciam em águas internacionais e que os participantes da flotilha estavam seguros a bordo de navios israelenses.
— Os capitães da flotilha declararam que não estavam em perigo e que não estavam interessados na assistência das autoridades gregas — declarou.
A operação israelense também atraiu críticas internacionais. Em uma declaração conjunta, uma dúzia de países, incluindo Brasil, Espanha, Turquia e Paquistão, denunciaram as “flagrantes violações do direito internacional” por parte de Israel. Madri convocou o encarregado de negócios de Israel na Espanha.
O governo dos EUA apoiou Israel e criticou seus aliados europeus, de cujos territórios os barcos partiram, por apoiarem “essa manobra política inútil”. Os ativistas nesse comboio alegaram que queriam romper o bloqueio israelense à Faixa de Gaza e entregar ajuda humanitária ao território palestino, cujo acesso permanece fortemente restrito, apesar de um frágil cessar-fogo entre Israel e o movimento islâmico palestino Hamas, em vigor desde outubro.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel, na sexta-feira, classificou os ativistas como “provocadores profissionais” e os acusou de fazer o jogo do Hamas. O comunicado também afirmou que “a atividade humanitária na Faixa de Gaza está sendo gerenciada pelo Conselho de Paz”, uma organização promovida a critério do presidente dos EUA, Donald Trump, que assume poderes de resolução de conflitos.
A Flotilha Global Sumud declarou na quinta-feira, em comunicado à imprensa, que seus barcos foram abordados “por embarcações militares” e que seus ocupantes “apontaram lasers e armas de assalto semiautomáticas” e “ordenaram que os participantes se reunissem na proa dos barcos e se ajoelhassem”. Além disso, alegaram que as forças israelenses haviam desligado os motores e sistemas de navegação das embarcações, e que os ativistas haviam sido deixados no mar. O Ministério das Relações Exteriores de Israel negou essa alegação.
(Com AFP)
Nesta quinta-feira, veio à público a informação de que uma carta de teor possivelmente suicida atribuída a Jeffrey Epstein permanece sob sigilo há quase sete anos, guardada em um tribunal federal de Nova York. Segundo o New York Times, ela pode representar uma evidência relevante que ficou fora das investigações oficiais sobre sua morte.
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O documento teria sido encontrado em julho de 2019 por seu então colega de cela, Nicholas Tartaglione, após um episódio em que Epstein foi localizado inconsciente, com um pedaço de tecido enrolado no pescoço dentro de uma prisão em Manhattan. Ele sobreviveu àquele incidente, mas semanas depois foi encontrado morto na cela. A morte de Epstein, aos 66 anos, foi oficialmente classificada como suicídio pelo médico legista de Nova York.
Por que o bilhete ficou guardado?
O bilhete acabou sendo lacrado por um juiz federal no âmbito do processo criminal de Tartaglione, o que impediu a investigação da morte de Epstein de acessar o material. A imprensa não teve acesso ao documento, que também não faz parte dos “arquivos Epstein”.
O Departamento de Justiça afirmou ao New York Times que não localizou a carta em seus registros. Um porta-voz do tribunal recusou-se a comentar a existência de qualquer documento sigiloso. Segundo ele, esses registros são guardados em cofres do tribunal para sua segurança.
O que está escrito no bilhete?
Segundo Tartaglione, que já havia mencionado a existência do bilhete anteriormente, o texto incluía uma frase com tom de despedida e dizia “hora de dizer adeus”.
Uma cronologia presente nos autos judiciais descreve o caminho do documento dentro do sistema legal. Segundo esse registro, os advogados de Tartaglione conseguiram autenticar o bilhete entre o fim de 2019 e o início de 2020, embora os detalhes do processo não tenham sido divulgados. Caso seja comprovadamente de autoria de Epstein, o conteúdo pode ajudar a entender seu estado mental nas semanas anteriores à morte.
Na época, Epstein chegou a afirmar que havia sido atacado por Tartaglione e negou ter intenções suicidas. O ex-policial, que respondia por um quádruplo homicídio, sempre rejeitou a acusação. Registros do sistema prisional indicam que, dias depois, o próprio Epstein disse não ter problemas com o colega de cela e que se sentia seguro ao dividir o espaço com ele.

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na manhã desta sexta-feira (1º) no hospital DF Star, em Brasília, para passar por uma cirurgia no ombro. O procedimento, para tratar uma lesão no manguito rotador direito, deve durar três horas.

Há uma semana, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer favorável ao pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro para deixar a prisão domiciliar e fazer uma cirurgia no ombro.

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A autorização foi concedida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes – responsável pela execução penal do ex-presidente. 

Na manhã desta sexta-feira, a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, publicou em sua rede social, que, de acordo com o médico ortopedista que acompanha o ex-presidente, serão cerca de duas horas de preparação para o procedimento – quando será colocado um cateter de medicação – mais três horas para realização da cirurgia.

Prisão domiciliar

Por decisão do ministro Alexandre de Moraes, de 24 de março, Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária, após deixar o mesmo hospital privado da capital federal, onde esteve internado para tratar um quadro de pneumonia bacteriana.

O ex-presidente foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro de 2025, a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.

Antes da decisão que autorizou a prisão domiciliar, Bolsonaro cumpria pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. O local é conhecido como Papudinha.

A polícia britânica anunciou nesta sexta-feira a acusação formal de um homem de 45 anos pelo esfaqueamento de dois judeus no norte de Londres. As vítimas foram atacadas na quarta-feira, em plena luz do dia, em Golders Green, uma área da região norte da cidade com forte presença da comunidade judaica. Os dois homens, de 76 e 34 anos — identificados como Moshe Shine e Shloime Rand — foram socorridos após o ataque. Um dos feridos já recebeu alta, enquanto o outro permanece hospitalizado em estado estável. A Polícia Metropolitana classificou o caso como um incidente terrorista.
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O suspeito, Essa Suleiman, é um cidadão britânico nascido na Somália e que chegou ao Reino Unido ainda criança, no início dos anos 90.
Ele foi formalmente acusado de “duas tentativas de homicídio e posse de objeto perfurante em local público” pelo ataque em Golders Green, informou a polícia em comunicado.
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Suleiman compareceu à Justiça nesta sexta-feira e teve o caso encaminhado ao tribunal criminal Old Bailey. Ele permanece sob custódia e deve voltar a ser ouvido em 15 de maio.
Segundo a rede britânica BBC, ele também é acusado de tentar matar um terceiro homem, identificado como Ishmail Hussein, em um ataque com faca em um apartamento no bairro de Southwark, no sul de Londres, horas antes, no mesmo dia. Segundo a polícia, a vítima conhecia o agressor.
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Na quinta-feira, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, prometeu reforçar a segurança da comunidade judaica, enquanto o Ministério do Interior elevou o nível de ameaça terrorista do país para “grave”, o segundo mais alto em uma escala de cinco. Isso indica que um novo ataque é “muito provável nos próximos seis meses”.
A polícia contém manifestantes que seguram cartazes enquanto um carro (não visível na imagem) que transporta o primeiro-ministro britânico Keir Starmer passa, durante a sua visita a um centro de ambulâncias que presta assistência à comunidade judaica no bairro de Golders Green, no norte de Londres, em 30 de abril de 2026, um dia após dois homens terem sido esfaqueados num ataque
CARLOS JASSO / AFP
Cerca de 30 pessoas foram presas recentemente em investigações sobre incêndios criminosos contra locais ligados à comunidade judaica em Londres.
Representantes da comunidade judaica afirmam que o novo ataque intensificou o clima de insegurança. O diretor de assuntos públicos do Conselho de Liderança Judaica, Russell Langer, disse que a comunidade está “novamente abalada” e teme novos episódios de violência.
Um grupo até então pouco conhecido, “Harakat Ashab al Yamin al Islamiyya” (Hayi), descrito como pró-Irã, reivindicou vários desses ataques, além de outros ocorridos na Europa.
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Na quarta-feira, o grupo elogiou o ataque com faca em Golders Green e afirmou que a ação foi realizada por seus “lobos solitários”.
Em entrevista à BBC, Rand, que recebeu alta e se recupera em casa, relatou que foi esfaqueado no peito ao sair de uma sinagoga e classificou a sobrevivência como “um grande milagre”.
— Sinto que Deus me deu minha vida de volta — afirmou.
(Com AFP)
Um tubarão mako foi espancado até a morte no porto de Rabo de Peixe, na Ilha de São Miguel, nos Açores, em Portugal, na última quarta-feira. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o animal sendo retirado da água por uma corda presa à cauda, arrastado sobre pedras e atingido por golpes desferidos por homens no local.
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Atenção: imagens fortes.
Imagens fortes: tubarão é agredido até a morte nos Açores
A Organização Não Governamental (ONG) Animal solicitou ao Ministério Público português a investigação do caso e a responsabilização dos envolvidos. Segundo a ONG, as cenas são “muito chocantes” e incluem “indiferença perante o sofrimento e até gozo por parte dos indivíduos que mataram o animal”. O episódio também gerou manifestações públicas de repúdio por parte de representantes políticos da região autônoma dos Açores.
Os agressores não foram identificados. Ao portal português Notícias ao Minuto, o diretor regional de Políticas Marítimas do arquipélago, Rui Martins, afirmou que o episódio configura crime e informou que o caso já foi encaminhado às autoridades competentes.
“Fomos informados ontem durante a noite que estava um tubarão no porto de Rabo de Peixe. De imediato, um elemento da Inspeção Regional das Pescas e dos Usos Marítimos foi para o local, mas quando lá chegou o animal já estava morto”, disse. Martins reiterou que a espécie de tubarão vítima da agressão tem sua pesca e comercialização proibidas.
Rabo de Peixe fica na ilha de São Miguel e é uma das principais comunidades pesqueiras do arquipélago dos Açores. Nas redes sociais, internautas defenderam a necessidade de reforço do policiamento no local.
Uma ocorrência de violência doméstica terminou em uma explosão de grandes proporções na madrugada desta quinta-feira (30), no bairro do Queens, em Nova York, deixando policiais feridos, civis hospitalizados e um morto ainda não identificado. Imagens registradas por câmeras corporais dos agentes mostram o momento em que policiais do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) são lançados ao chão pela força da detonação, segundos após chegarem à residência.
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Segundo a polícia, a equipe foi acionada às 2h42 da manhã após uma denúncia de violência doméstica em uma casa da região. A pessoa que fez a ligação relatou que um homem de 50 anos, aparentando estar embriagado, havia chegado ao imóvel, entrado à força e ameaçado familiares.
Confira:
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Imagens de segurança da residência, divulgadas pelas autoridades, mostram o suspeito carregando uma faca e duas sacolas contendo uma substância ainda não identificada. De acordo com o NYPD, ele teria intimidado os moradores após entrar no imóvel.
A filha do suspeito e dois netos conseguiram fugir da casa antes da explosão, mas uma outra vítima permaneceu presa no local e não conseguiu sair imediatamente.
Cerca de 16 minutos após o primeiro chamado, quando os policiais já estavam na porta da frente da residência tentando contato, uma forte explosão ocorreu dentro da casa. As imagens mostram o impacto rompendo a entrada e arremessando violentamente os agentes para trás.
Apesar da explosão, o NYPD informou que os policiais se levantaram e retornaram imediatamente ao imóvel em chamas para verificar se ainda havia moradores presos. Registros posteriores mostram agentes ajudando várias pessoas a deixarem o prédio destruído, incluindo crianças em estado de choque.
Sete policiais e um sargento foram levados a hospitais da região com ferimentos como queimaduras e um corte na cabeça. Segundo a corporação, todos já receberam alta.
A comissária de polícia de Nova York, Jessica Tisch, classificou a atuação dos agentes como “heroica”. Em publicação na rede social X, ela afirmou que, mesmo feridos e sem saber o que ainda encontrariam no interior da casa, os policiais decidiram seguir em frente.
“Eles ficaram feridos. Tinham acabado de ser atirados ao chão por uma explosão. E naquele momento, sem ter uma ideia clara do que mais poderiam encontrar pela frente, eles tomaram a decisão de continuar avançando”, escreveu.
Além dos agentes, vários civis também foram levados ao hospital com ferimentos leves, segundo autoridades locais. A vítima que havia permanecido presa na residência conseguiu deixar o imóvel com segurança.
Investigação sobre a causa da explosão
Quase 300 bombeiros foram mobilizados para controlar o incêndio e evitar que as chamas atingissem imóveis vizinhos. Como medida de segurança, prédios próximos também precisaram ser evacuados.
Horas depois da explosão, equipes de resgate encontraram um corpo entre os escombros. A vítima ainda não foi identificada oficialmente. O homem de 50 anos apontado como principal suspeito permanece desaparecido.
De acordo com o NYPD, ele possuía três ordens de proteção já vencidas, emitidas por integrantes da própria família.
Diversas agências participam da investigação para determinar o que causou a explosão e se a substância levada pelo suspeito teve relação com o incidente. As autoridades informaram que as diligências continuam.
Um menino venezuelano de 10 anos compareceu sozinho, no final do mês de abril, a um tribunal de imigração em Houston, no Texas, após sua mãe ser detida por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês). Sem advogado e sem familiares próximos no país, Wilfredo Gomez passou a enfrentar de forma independente um processo de deportação para o Equador, país onde, segundo aliados da família, ele nunca esteve e não conhece ninguém.
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O caso ganhou repercussão nos Estados Unidos após o congressista democrata Joaquin Castro denunciar a situação nas redes sociais e cobrar a libertação da mãe do garoto, Nexoli, além da suspensão imediata da deportação.
Segundo relato de Wilfredo à emissora Univision, a ida ao tribunal foi marcada por medo e insegurança.
— Eu estava com muito medo porque era a minha primeira vez no tribunal — afirmou o menino.
De acordo com informações da Fox San Antonio e da Chron, Nexoli foi detida em dezembro durante uma blitz policial em Houston e permanece presa desde então. Ela possui autorização de trabalho e, segundo Castro, tentava regularizar sua situação migratória enquanto mantinha um pedido de asilo em andamento junto com o filho.
Sem outros parentes nos Estados Unidos, a antiga chefe de Nexoli, Marife Mosquera, assumiu a tutela legal de Wilfredo. Foi ela quem recebeu uma notificação do Departamento de Segurança Interna informando que o governo federal havia iniciado o processo de deportação da criança.
Mosquera também relatou que foi informada de que, com a prisão da mãe, o processo migratório de Wilfredo passou a tramitar separadamente. Desde então, ela tenta obter mais informações junto às autoridades sobre o caso e busca assistência jurídica para o menino.
Impactos emocionais
Desde a detenção da mãe, Wilfredo tem apresentado sinais de abalo emocional. Segundo sua tutora, ele perdeu peso e seu desempenho escolar caiu.
Ao falar sobre a ausência de Nexoli, o menino destacou a mudança na rotina e no apoio emocional que recebia.
— Ela costumava me encorajar muito. Ela ainda me encoraja, mas não é a mesma coisa — disse à Univision.
A situação levou Joaquin Castro a fazer um apelo público ao Departamento de Segurança Interna. Em publicação na rede X, o parlamentar afirmou que o menino não deveria estar sendo tratado como um infrator.
“Wilfredo tem 10 anos. Na semana passada, ele se representou no tribunal de imigração. Sua mãe, Nexoli, foi detida em Houston e está presa, longe do filho, desde dezembro”, escreveu o congressista.
Castro afirmou ainda que o governo pretende deportar o garoto para o Equador, embora ele nunca tenha vivido no país.
“Ele deveria ser tratado como uma criança, não como um criminoso”, acrescentou.
A publicação foi compartilhada posteriormente por Aaron Reichlin-Melnick, pesquisador sênior do Conselho Americano de Imigração, que afirmou que situações como essa não são incomuns no sistema migratório americano.
“Dizer que uma criança de 10 anos se representou sozinha em um tribunal de imigração parece uma afirmação distópica, mas isso é relativamente comum em nosso sistema”, escreveu.
Ele também criticou medidas adotadas durante o governo de Donald Trump, afirmando que uma das primeiras ações da administração foi retirar financiamento da assistência jurídica gratuita para crianças imigrantes.
O Departamento de Segurança Interna ainda não havia se manifestado oficialmente sobre o caso até a publicação das reportagens locais.
O Irã enviou uma proposta de negociação aos Estados Unidos por meio de mediadores do Paquistão, informou a agência estatal Irna nesta sexta-feira. No mesmo dia, o chefe do Poder Judiciário iraniano, Gholamhossein Mohseni Ejei, afirmou que Teerã está aberto a dialogar com Washington, mas não aceitará “imposições” sob ameaça.
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— A República Islâmica nunca renunciou às negociações (…) mas, de fato, não aceitamos imposições — declarou em um vídeo publicado no site do Judiciário, Mizan Online.
— Não queremos a guerra; não queremos que ela continue — enfatizou. — [No entanto, o Irã] não vai, de forma alguma, abandonar seus princípios e valores diante desse inimigo malicioso, com o objetivo de evitar a guerra ou impedir sua continuidade — ponderou.
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Irã e EUA realizaram apenas uma rodada de conversas após a instauração, em abril, de uma frágil trégua, depois de quase 40 dias de conflito, iniciado com os bombardeios norte-americanos e israelenses em 28 de fevereiro.
A Casa Branca, no entanto, tem sustentado que o cessar-fogo em vigor representa o fim das hostilidades. O governo do presidente Donald Trump argumenta que não há confrontos desde 7 de abril, o que, na prática, encerraria o conflito do ponto de vista legal.
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Nos últimos dias, as negociações estagnaram, e os EUA impuseram um bloqueio naval aos portos iranianos. Teerã, por sua vez, mantém quase fechado o Estreito de Ormuz, rota fundamental para o transporte de hidrocarbonetos extraídos do Golfo.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta semana retomar as operações contra o Irã.
Trump deveria ser informado por comandantes militares sobre as opções disponíveis, segundo o site Axios.
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Ejei insistiu que Washington não obteve “nada” com essa guerra, acrescentando que Teerã não vai “se intimidar” nas negociações.
Em uma mensagem escrita divulgada na quinta-feira, o líder supremo iraniano, o aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou que os EUA sofreram uma “derrota vergonhosa” no conflito.
Ele acrescentou que os iranianos manterão sua capacidade nuclear e de mísseis como parte de seu “patrimônio nacional”.
Apesar da trégua, o impasse nas negociações mantém o cenário instável. Sem avanço em um acordo, cresce o risco de retomada dos confrontos, diante da troca de ameaças e da pressão econômica exercida por Washington sobre Teerã.

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