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Entre os atingidos estão parlamentares do Partido Social-Democrata (SPD), que integra o governo de coalizão com conservadores, e do partido de esquerda Die Linke, na oposição.
O ataque foi realizado por meio de phishing, técnica em que criminosos se passam por contatos confiáveis para induzir vítimas a fornecer dados sensíveis ou acessar links maliciosos.
“A dimensão do recente ataque ao Signal, como sabemos até agora, é extremamente preocupante. No momento, ninguém pode afirmar com certeza que a integridade das comunicações dos deputados permanece garantida”, afirmou à AFP o parlamentar ambientalista Konstantin von Notz, especialista em segurança nacional.
O Ministério Público Federal abriu investigação em fevereiro por “suspeita de espionagem”.
Além de políticos, o ataque também teve como alvo jornalistas, diplomatas e militares. O governo do conservador Friedrich Merz não detalhou a extensão do incidente.
Segundo o Ministério do Interior, a ofensiva começou em fevereiro, segue em andamento e “provavelmente está sendo realizada por um agente estatal”. A operação mira “políticos, forças armadas, diplomatas, assim como jornalistas investigativos”, disse uma porta-voz.
Por outro lado, a Chancelaria afirmou que as comunicações do governo federal estão protegidas.
— As comunicações do governo federal, do chanceler federal (Merz) e dos ministros federais estão protegidas — disse o porta-voz Sebastian Hille.
O governo alemão não atribuiu formalmente a autoria do ataque, mas o presidente da comissão de fiscalização parlamentar do Bundestag, Marc Henrichmann, apontou a Rússia como possível responsável.
— A recente tentativa de phishing lançada da Rússia contra políticos e jornalistas alemães é um sinal de alerta para todos nós — afirmou.








