O papa Leão XIV falou sobre o uso indevido da inteligência artificial durante encontro com o clero da Diocese de Roma, realizado nesta quinta-feira na Sala Paulo VI. Ao responder perguntas de presbíteros, ele classificou a exploração de IA como um “armadilhas da internet”.
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Robert Prevost advertiu contra a “tentação de preparar as homilias com Inteligência Artificial”:
— Como todos os músculos do corpo, se não os usamos, se não os movemos, eles morrem, o cérebro precisa ser usado, então também nossa inteligência precisa ser exercitada um pouco para não perder essa capacidade — afirmou.
Ele também afirmou que “fazer uma verdadeira homilia é compartilhar a fé” e a IA “nunca será capaz de compartilhar a fé”. Outro alerta do Pontífice é quanto à presença dos sacerdotes nas redes sociais e a sedução do “eu”:
— Eu tenho tantos seguidores, tantos likes, porque veem o que estou dizendo… Não é você: se não estamos transmitindo a mensagem de Jesus Cristo talvez estejamos errando, e é preciso refletir muito bem, com muita humildade, para ver quem somos e o que estamos fazendo — disse aos padres.
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Para o papa, a internet pode oferecer armadilhas. Ele reconhece que há bons frutos colhidos nas redes sociais, como “o breviário que também carrego no celular”. Na ocasião, Leão também falou sobre o diálogo com a juventude, serviço em comunidade, fraternidade sacerdotal e o que ele nomeou de “inveja clerical”, “uma das pandemias do clero em nível universal”.
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