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O grupo xiita Hezbollah pediu a suspensão das negociações previstas para esta terça-feira entre Líbano e Israel, de acordo com a agência AFP, em meio à escalada do conflito que já deixou mais de 2.089 mortos no território libanês desde o início de março, segundo o Ministério da Saúde do país. O apelo ocorre às vésperas de um encontro em Washington entre representantes dos dois países para discutir um possível cessar-fogo.
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Mesmo com a pressão contra o diálogo, o Benjamin Netanyahu mantém a ofensiva militar. O Exército israelense afirmou ter realizado cerca de 150 ataques contra alvos do Hezbollah no sul do Líbano nas últimas 24 horas, segundo informações divulgadas pelas Forças Armadas de Israel e pela presidência libanesa.
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De acordo com os militares israelenses, as operações tiveram como alvo estruturas estratégicas do grupo xiita, incluindo centros de comando e pontos de lançamento de armamentos. Em comunicado nas redes sociais, o Exército afirmou ter desmantelado células do Hezbollah “que tentavam realizar um ataque terrorista contra soldados israelitas”.
Prédio em Tiro, cidade no Líbano, é bombardeado por Israel depois do cessar-fogo temporário
Kawnat Haju/AFP
No terreno, a ofensiva continua a produzir vítimas. O Ministério da Saúde Pública do Líbano informou que, apenas nas últimas 24 horas, 34 pessoas morreram e 174 ficaram feridas em diferentes regiões do país. Desde o início da campanha de bombardeios, no começo de março, o número total de mortos chegou a mais de dois mil mortos, com 6.762 feridos.
Apesar da movimentação diplomática, Netanyahu indicou que não pretende recuar na estratégia militar. Ele voltou a defender a criação de uma “zona de segurança sólida e mais profunda” no sul do Líbano e afirmou que “os combates continuam”, mesmo com a abertura de diálogo entre os países.
Após visitar tropas em território libanês no domingo, Netanyahu declarou que a presença militar israelense deve ir além das cinco bases já mantidas na região desde novembro de 2024. Segundo ele, o objetivo é impedir novas ameaças à segurança israelense. “Estamos a falar de uma zona de segurança sólida e mais profunda que previna o perigo de invasão e neutralize a ameaça dos mísseis antitanque”, afirmou.
Socorristas se aproximam de prédio atingido por míssil israelense em Nabatieh, no sul do Líbano
Abbas Fakih / AFP
A área em questão corresponde a cerca de 8% do território libanês, abrangendo a faixa entre a fronteira de facto entre os países e o rio Litani.
As negociações foram articuladas após um primeiro contato telefônico entre autoridades dos dois países, mediado por seus embaixadores nos Estados Unidos. A presidência libanesa informou que o encontro deve tratar “o anúncio de um cessar-fogo e a data de início das negociações entre o Líbano e Israel”.
O embaixador israelense em Washington, Yechiel Leiter, confirmou o início de “negociações formais de paz na próxima terça-feira”, apesar de Israel não manter relações diplomáticas com o Líbano. Ele ressaltou, no entanto, que o governo israelense não pretende negociar diretamente com o Hezbollah.
O grupo xiita, aliado do Irã, segue fora das tratativas, embora continue sendo o principal ator armado no lado libanês do conflito. Entre a madrugada de domingo e a tarde desta segunda-feira, o Hezbollah reivindicou mais de 30 ataques contra alvos israelenses.
O cenário diplomático é ainda mais complexo devido às divergências sobre a abrangência de um cessar-fogo recente mediado por Estados Unidos e Irã. Enquanto Washington e Tel Aviv entendem que o acordo não inclui o Líbano, Teerã chegou a ameaçar abandonar negociações paralelas após discordâncias sobre o tema.
Do lado libanês, o presidente Josef Aoun afirmou que há uma janela de oportunidade para encerrar o conflito, mas condicionou o avanço das negociações a concessões mútuas.
“Existe agora uma oportunidade para alcançar uma solução sustentável, que é o que o Líbano deseja, mas isso não pode ser unilateral. Israel deve responder aos apelos libaneses, árabes e internacionais para cessar os ataques contra o Líbano e iniciar negociações”, declarou em comunicado divulgado pela presidência libanesa na segunda-feira, após reunião com o chanceler italiano.
Em reunião com o chanceler italiano, Antonio Tajani, Aoun reforçou a expectativa de que as hostilidades sejam interrompidas até terça-feira, abrindo caminho para um processo formal de paz.
O conflito se intensificou após a retomada dos ataques do Hezbollah em 2 de março, em resposta à ofensiva aérea lançada em 28 de fevereiro por Estados Unidos e Israel contra o Irã. Desde então, o cessar-fogo que vigorava desde novembro de 2024 foi rompido, em um cenário que mistura disputas regionais e tensões diretas entre os países envolvidos.
Mesmo proibido pelo governo libanês de realizar operações militares, o Hezbollah manteve ataques com projéteis e drones contra o norte de Israel e posições militares no sul do Líbano, ampliando o risco de escalada.
Netanyahu já afirmou reiteradamente que, caso o Líbano não consiga conter o grupo, Israel atuará diretamente para neutralizá-lo e disse ter instruído seu gabinete a iniciar conversas “diretas” com o país vizinho, com o objetivo de desarmar o Hezbollah e estabelecer relações pacíficas “o mais breve possível”.

Com embarque previsto para a próxima quinta-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitará Espanha, Alemanha e Portugal. Entre os objetivos da viagem, está ampliar apoio à candidatura de Michelle Bachelet ao cargo de Secretária-Geral das Nações Unidas.

De acordo com a assessora especial do Itamaraty, embaixadora Vanessa Dolce de Faria, a comitiva contará com 15 ministros, além de presidentes de órgãos como Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Fundação Oswaldo Cruz e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

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O primeiro destino será Barcelona, na Espanha, dias 17 e 18 de abril, a convite do presidente espanhol, Pedro Sánchez. Na sequência, Alemanhã, nos dias 19 e 20, onde participará da Hannover Messe – a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo.

A viagem se encerrará dia 21, com uma rápida visita de Estado a Portugal.

Espanha

Lula chegará a Barcelona na noite do dia 16, para participar, ao longo do dia 17, da 1ª Cúpula Brasil-Espanha, no Palácio de Pedralbes. Ele será recepcionado pelo primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, com quem terá se reunirá.

Secretário de Europa e América do Norte, o embaixador Roberto Abdalla adianta que as expectativas são de que, durante a cúpula, as convergências entre Brasil e Espanha sejam ampliadas em temas como multilateralismo, direito internacional e solução pacífica de conflitos.

Por volta do meio-dia, o presidente brasileiro participará de uma reunião plenária com ministros dos dois países. Em, seguida, uma série de atos será assinada e, na sequência, será feita declaração conjunta à imprensa.

À noite, Lula participará de um jantar oferecido pelo presidente espanhol aos líderes do Fórum de Defesa da Democracia – que terá, na Catalunha, sua 4ª reunião de Alto Nível.

A reunião terá como foco questões relacionadas a multilateralismo, o que inclui a sucessão da Secretaria Geral da ONU; desigualdades, com o Brasil defendendo incluir na declaração final aspectos relacionados à violência política e digital de gênero; e combate à desinformação.

De acordo com a embaixadora Vanessa de Faria, a expectativa é de que a viagem à Espanha “coroe um processo de aproximação [entre os dois países] iniciado em 2023”, com atos e acordos visando avanços em áreas como igualdade de gênero, economia social solidária, saúde, cultura, empreendedorismo, serviços aéreos, telecomunicações, ciência e tecnologia.

Alemanha

Lula embarcará para a Alemanha na manhã do dia 19, onde ficará até o dia 20. Em Hannover, terá uma reunião privada com o chanceler alemão Friedrich Merz.

No dia 20, Lula participará, a partir das 8h, da abertura oficial da feira Hannover Messe 2026, onde abrirá o estande do Brasil.

O presidente brasileiro participará também de encontro com empresários e de uma comissão mista envolvendo autoridades ministeriais do Brasil e da Alemanha, segundo informou o chefe da Divisão de Programas de Promoção Comercial e Investimentos do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Henrique Moscardo.

A expectativa da diplomacia brasileira é de que, ao final da visita à Alemanha, sejam assinados 10 acordos envolvendo os dois países.

Os acordos abrangem temas como defesa, mudanças climáticas, infraestrutura, inteligência artificial, inovações energéticas, bioeconomia, desenvolvimento sustentável, desenvolvimento de aplicativos e pesquisas nas áreas oceânicas e do cerrado brasileiro.

Portugal

Lula deixa Hannover na manhã do dia 21, com destino a Lisboa. A visita se inicia com um encontro com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, no Palácio de São Bento.

Depois, no Palácio de Belém, Lula se encontrará com o presidente de Portugal, António José Seguro.

Após os dois encontros, o presidente brasileiro retornará a Brasília.

Alguns países se recusaram a receber hipopótamos do falecido barão da cocaína Pablo Escobar devido a uma mutação genética, uma das medidas, juntamente com a esterilização e o sacrifício de exemplares, de um plano lançado pela Colômbia para conter sua reprodução descontrolada. As tentativas de realocar espécimes do rio Magdalena não tiveram sucesso devido a uma mutação genética nos hipopótamos, disse a ministra do Meio Ambiente, Irene Vélez, nesta segunda-feira (13).
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— Há uma mutação genética importante, por isso alguns países se recusam (a aceitá-los) — disse Vélez à BluRadio, após anunciar o início do plano de abate de cerca de 80 hipopótamos.
— Acreditamos que tem a ver com a pobreza genética (dos animais) — acrescentou a ministra.
Na Colômbia há cerca de 200 hipopótamos, segundo o Ministério do Meio Ambiente. Eles são considerados uma espécie invasora e desestabilizam os ecossistemas nativos. Sem controle, estima-se que a população de hipopótamos possa chegar a 500 até 2030, segundo o ministério.
Descendentes de um pequeno rebanho introduzido por Pablo Escobar, esses hipopótamos vivem na natureza, em um lago próximo ao parque temático Hacienda Nápoles, antigo zoológico particular do narcotraficante, em Doradal, Colômbia
Raul Arboleda / AFP
Os hipopótamos colombianos apresentam malformações devido à endogamia, como uma registrada em sua boca, segundo Vélez.
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Esses animais chegaram ao país por um capricho de Escobar, que, em 1980, introduziu quatro exemplares em sua fazenda no Magdalena Medio (centro-norte), que foi transformada em um zoológico particular repleto de espécies exóticas.
As campanhas de sacrifício e esterilização são difíceis e caras. A morte de cada animal custa cerca de US$ 14 mil (aproximadamente R$ 70,3 mil) e as autoridades vão iniciá-las no segundo semestre de 2026. As esterilizações chegam a custar cerca de US$ 10 mil (R$ 50.238) cada uma e envolvem riscos como a morte dos veterinários ou dos animais devido a uma reação alérgica à anestesia.
Durante as trocas de farpas entre o presidente americano, Donald Trump, e o Papa Leão XIV, que também é nascido nos Estados Unidos, houve uma citação ao irmão mais velho do pontífice, Louis Prevost. Trump disse que prefere o irmão, que é seguidor do MAGA, movimento “Make America Great Again”, ligado ao mandatário da Casa Branca.
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Logo que Robert Francis Prevost foi eleito Papa, há quase um ano, a postura de Louis já foi destacada pela imprensa americana e global. Na ocasião, ele chegou a apagar alguns dos posts que fizera no Facebook, com discursos ofensivos a nomes como o de Nancy Pelosi, ex-presidente da câmara dos EUA e uma das líderes do Partido Democrata, considerado pelo jornal The New York Times como vulgares e sexistas. Entre as mensagens apagadas, haveria ainda afirmações de que os eleitores de Joe Biden teriam alguma “doença mental” e ataques homofóbicas ao marido de Pelosi, Paul, sugerindo que ele seria gay, algo que foi amplamente espalhado pela direita, em 2022.
O The New York Times classifica Louis como um homem de “família americana que pratica atos tipicamente americanos”. Aos 74 anos, ele vive em Port Charlotte, na Flórida, e tem o hábito de dançar com um grupo de amigos em um bar semanalmente, sendo apreciador de música country e rock.
Louis Prevost, Robert Prevost e John Prevost, durante entrevista à ABC
Reprodução
Em entrevista ao programa “Piers Morgan Uncensored”, Louis chegou a dizer que o irmão mais novo, o Papa Leão XIV, seria bem mais liberal que ele, embora não o considerasse um “woke”, termo que passou a ser usado como sinônimo de políticas liberais ou de esquerda, no país. Chegou a confirmar as publicações polêmicas feita nas redes sociais e afirmou que “pegaria mais leve” se já fosse irmão de um pontífice, naquela altura. Ao entrevistador, também se classificou como um “MAGA”.
Ao falar do irmão na entrevista, Louis lembrou como ele era um pacificador que preferia brincar de padre enquanto outras crianças fingiam ser cowboys ou ladrões de banco. Algo que esteve no centro do embate com Trump, já que a discussão começou com o Papa pedindo pela paz no Oriente Médio e também no Sudão.
— Mas ele sabe que eu sou quem eu sou — disse Louis Prevost sobre o irmão mais novo. — Ele está bem ciente das minhas posições. Sabe que provavelmente não vou mudar, e acho que não vou, a não ser para, como você disse, baixar o tom.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, classificou nesta segunda-feira como “inaceitáveis” as críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Papa Leão XIV. O primeiro Pontífice nascido nos EUA, que lidera os 1,4 bilhão de católicos do mundo, manifestou-se contra a guerra no Irã, iniciada por Washington e Israel, condenando a “violência absurda e desumana” desencadeada pelos combates.
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“Considero inaceitáveis as palavras do presidente Trump sobre o Santo Padre. O Papa é o chefe da Igreja católica e é justo e normal que ele peça a paz e condene todas as formas de guerra”, afirmou Meloni, em comunicado.
Na madrugada desta segunda-feira, o presidente americano teceu críticas ao Pontífice em uma longa publicação no Truth Social.
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“Leão deveria ser grato porque, como todos sabem, ele foi uma surpresa chocante. Ele não estava em nenhuma lista para ser Papa e só foi colocado lá pela Igreja porque era americano, e acharam que essa seria a melhor forma de lidar com o presidente Donald J. Trump”, escreveu. “Se eu não estivesse na Casa Branca, Leão não estaria no Vaticano”, acrescentou.
Horas antes, no domingo, Trump disse a repórteres que não é um “grande fã” do Papa Leão XIV.
— Não sou um grande fã do Papa Leão. Ele é uma pessoa muito liberal e não acredita em acabar com o crime — disse Trump na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, acusando o Pontífice de “brincar com um país que quer uma arma nuclear”.
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Trump acusou o Papa de “brincar com um país que quer uma arma nuclear”, em referência ao Irã. O país, porém, sempre negou que seu programa atômico tenha outro objetivo que não o uso civil.
Também nesta segunda, em resposta aos comentários do presidente americano, o Papa disse que não tem “nenhum medo da administração Trump, nem de falar abertamente a mensagem do Evangelho, que é o que acredito ser minha missão aqui”.
A caminho da Argélia, o Papa foi perguntado diretamente sobre as críticas que recebeu de Trump na Truth Social, rede social criada por ele em 2022.
— É irônico, o próprio nome da plataforma. Não preciso dizer mais nada — afirmou, referenciando-se à plataforma, que pode ser traduzido como “rede social da verdade”.
Leão XIV, apesar da troca de farpas, disse não ter intenção de engajar na disputa com Trump.
— Não quero entrar em um debate com ele — disse à agência Reuters ao cumprimentar jornalistas no avião.
Uma mulher foi condenada nesta segunda-feira a cumprir pena comunitária no Reino Unido após aplicar um golpe vendendo ingressos falsos para shows da banda Oasis, enganando amigos e conhecidos e causando prejuízo de cerca de £4 mil (aproximadamente R$ 27 mil).
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Em grupos de Whasapp, Rosie Slater oferecia o preço de £130 (R$ 878) por ingresso em maio de 2025, e algumas pessoas enviaram o dinheiro diretamente para ela e reservaram quartos de hotel não reembolsáveis para as datas da turnê. Ela confessou a fraude em dezembro do mesmo ano.
De acordo com a decisão judicial, a fraude começou com uma mentira que se expandiu e passou a envolver diversas vítimas, explorando relações de confiança para convencer compradores de que os ingressos eram legítimos.
A Justiça determinou uma ordem comunitária de 12 meses, em vez de prisão, levando em conta a necessidade de reabilitação, apesar do impacto financeiro e emocional causado. Slater foi condenada a pagar uma multa de £ 40 (cerca de 270), uma taxa de compensação às vítimas de £ 114 e £ 85 em custas judiciais. Ela também terá que ressarcir integralmente as vítimas no valor de £ 776,98, elevando o total a ser pago para £ 1.015,98 (cerca de R$ 6,8 mil).
Outro caso recente envolveu fraude de ingressos para shows da banda. Em 2025, fãs do Oasis perderam mais de £2 milhões (R$ 13 milhões) em fraudes semelhantes, muitas delas iniciadas em plataformas digitais.
Segundo investigações, os criminosos costumam oferecer ingressos a preços atrativos ou alegar acesso privilegiado, pressionando as vítimas a realizar pagamentos rápidos — muitas vezes por transferência bancária, sem possibilidade de reembolso.

O Ministério da Previdência Social anunciou, nesta segunda-feira (13), a troca no comando do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A servidora Ana Cristina Viana Silveira assume a instituição no lugar de Gilberto Waller, que presidiu o INSS nos últimos 11 meses.

“Servidora de carreira, ela assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto”, informa o ministério em nota.

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Graduada em direito, Ana Cristina ingressou no INSS em 2003 como Analista do Seguro Social. Atualmente, ocupava o cargo de secretária executiva adjunta do Ministério da Previdência Social.

A trajetória inclui, ainda, a presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), de abril de 2023 até fevereiro de 2026. Segundo a pasta, durante a gestão de Ana Cristina, o setor dobrou a capacidade de análise de recursos.

“A escolha de uma servidora com visão sistêmica – que compreende o fluxo previdenciário desde o atendimento nas agências até a fase recursal – marca um novo momento para o Instituto, focado na redução do tempo de espera e qualidade do atendimento aos segurados”, destacou o ministério.

No comunicado, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, agradece a contribuição de Waller no período que esteve à frente do INSS e dá as boas-vindas à servidora Ana Cristina. Ele destaca a escolha de uma mulher para a alta cúpula do órgão, que já tem quatro diretoras.

“Ela tem o perfil ideal para iniciar esse novo momento e cumprir a determinação do presidente Lula, que é solucionar a fila e não deixar nenhum brasileiro para trás. Sua nomeação também entrega o comando do Instituto nas mãos de seus próprios servidores.”

O procurador federal Gilberto Waller assumiu o INSS no lugar de Alessandro Stefanutto, demitido do cargo após a Operação Sem Desconto da Polícia Federal revelar a existência de um esquema de fraudes no órgão entre 2019 e 2024, que descontou indevidamente contribuições de aposentados e pensionistas a entidades e organizações sociais.

O Peru retomou nesta segunda-feira as eleições presidenciais iniciadas no domingo, depois que mais de 50 mil pessoas ficaram sem votar devido a problemas na distribuição de material eleitoral. A candidata de direita Keiko Fujimori, filha do ex-ditador condenado por violações de direitos humanos, Alberto Fujimori, é favorita para um segundo turno com 16,9% dos votos, segundo a contagem oficial com mais da metade das atas apuradas.
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Em uma jornada eleitoral que já se desenhava imprevisível pela quantidade de candidatos na disputa, as eleições presidenciais no Peru do último domingo foram marcadas por graves falhas de organização e atrasos prolongados que impediram ao menos 63 mil eleitores de depositarem seus votos nas urnas — muitas das quais sequer chegaram a ser abertas até o fechamento das seções eleitorais às 18h (20h em Brasília).
Falhas de organização e atrasos impediram ao menos 63 mil eleitores de depositarem seus votos nas urnas
ERNESTO BENAVIDES / AFP
Nesta segunda, as autoridades eleitorais estenderam os comícios por mais um dia, nos quais também são eleitos deputados e senadores, porque não conseguiram distribuir cédulas, urnas e outros materiais em 13 centros de votação no sul de Lima. Os eleitores afetados foram convocados nesta segunda-feira às 07h00 locais (09:00 no horário de Brasília). Assim como no dia anterior, também foram registrados atrasos.
— É uma perda de tempo e é incômodo. As autoridades são incompetentes — criticou Nancy Gómez, empregada doméstica de 56 anos, que votou na segunda-feira.
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A Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), organizadora das eleições, responsabilizou pelos incidentes uma empresa de transporte contratada para distribuir o material.
Disputa pelo segundo lugar
As projeções indicam que os 50 mil votos em disputa nesta segunda-feira não ameaçariam a ida de Fujimori ao segundo turno previsto para junho. Com 53% das atas contabilizadas em nível nacional, disputam a posição o ultraconservador Rafael López Aliaga (14,5%), seguido de perto pelo social-democrata Jorge Nieto (12,8%).
Nestas eleições, mais de 27 milhões de peruanos foram convocados às urnas para escolher também deputados e senadores pela primeira vez desde 1990, já que o país voltará a ter um parlamento bicameral em julho.
O atual presidente interino, José María Balcázar, não podia se candidatar à reeleição.
O bloqueio naval dos Estados Unidos contra o Irã entrou em vigor nesta segunda-feira, após o prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump para restringir o acesso marítimo a portos iranianos terminar às 11h (no horário de Brasília). A medida foi acompanhada por ameaças diretas do presidente americano, que afirmou que embarcações militares iranianas que se aproximarem da área serão “imediatamente eliminadas”.
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“Aviso: se qualquer um desses navios chegar perto do nosso BLOQUEIO, será imediatamente ELIMINADO”, escreveu Trump em publicação nas redes sociais pouco depois do horário previsto para o início do bloqueio. Em outra mensagem, acrescentou que os EUA utilizariam “o mesmo sistema de morte” empregado contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas no mar, classificando-o como “rápido e brutal”.
Segundo Trump, a Marinha iraniana já teria sido amplamente destruída. O líder americano afirmou que 158 navios foram “completamente obliterados”, ressaltando que o que ainda não foi atingido foi “o pequeno número do que eles chamam de ‘navios de ataque rápido’, porque não os considerávamos uma grande ameaça”, escreveu.
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O bloqueio do tráfego marítimo foi anunciado pelo republicano no domingo, após negociações entre EUA e Irã no Paquistão encerrarem sem acordo. As conversas haviam buscado estender um cessar-fogo frágil entre os dois países, em meio a um conflito de seis semanas que já deixou milhares de mortos na região. O impasse envolveu, entre outros pontos, o futuro do programa nuclear iraniano e o controle do Estreito de Ormuz.
O centro United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO), afiliado à Marinha Real britânica, informou que as restrições marítimas estavam sendo aplicadas a embarcações de qualquer bandeira que operem com portos iranianos, terminais de petróleo ou instalações costeiras. Segundo o aviso, as medidas abrangem toda a costa iraniana.
O Comando Central dos Estados Unidos já havia indicado anteriormente que o bloqueio seria aplicado “de forma imparcial” contra navios de todas as nações que entrem ou saiam de portos iranianos. Um aviso também indicou que embarcações poderiam ser interceptadas, desviadas ou capturadas. Navios neutros que não tenham feito escala no Irã não seriam impedidos, podendo, no entanto, ser revistados.
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O Irã classificou a ameaça como “ato de pirataria” e afirmou que atingirá todos os portos dentro e próximos ao Golfo Pérsico caso seus próprios centros de navegação sejam ameaçados. A segurança dos portos da região é “ou para todos ou para ninguém”, disseram as forças armadas iranianas em comunicado nesta segunda, sinalizando que o Irã está pronto para retomar ataques. O movimento aumentaria as tensões entre os EUA e a China, que compra quase todo o petróleo iraniano.
O bloqueio também eleva a pressão sobre o cessar-fogo entre os dois países, firmado há menos de uma semana. Autoridades iranianas acusaram os EUA de violar a trégua ao permitir que Israel continue a bombardear o Líbano. O Paquistão, que mediou o acordo, afirmou que todas as frentes regionais faziam parte do entendimento e disse que continuará tentando intermediar uma solução diplomática.
“O Paquistão continua comprometido em manter esse impulso pela paz e estabilidade”, disse o premier paquistanês, Shehbaz Sharif, nas redes sociais, indicando a continuidade dos esforços diplomáticos.
Já aliados dos EUA demonstraram cautela. O Reino Unido indicou que não participará do bloqueio, enquanto a ministra da Defesa da Espanha, Margarita Robles, disse que o bloqueio naval planejado “não faz sentido” e é “mais um episódio nesta espiral descendente para a qual fomos arrastados”. O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que França e Reino Unido sediarão uma conferência com países dispostos a participar de uma “missão multinacional pacífica” para garantir a segurança do estreito, mas que ela será “estritamente defensiva”.
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Os mercados reagiram à escalada. Os preços do petróleo subiram com o temor de restrições na oferta, enquanto as ações americanas abriram em leve queda. O aumento das tensões ocorre em uma via marítima estratégica por onde normalmente passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo.
Autoridades iranianas também alertaram para impactos econômicos. O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o cerco no Golfo elevará os preços da gasolina para os americanos, observando que o preço médio do galão nos EUA já supera US$ 4,12, acima dos níveis registrados antes do início da guerra.
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A geografia da região permitiu que o Irã utilizasse o Estreito como instrumento de pressão ao longo da guerra, impedindo seletivamente a passagem de embarcações pela via marítima e elevando os preços do petróleo no processo. Ao fechar o Estreito, Trump poderia cortar uma importante fonte de receita para o governo iraniano, embora isso também possa elevar ainda mais os preços do petróleo e do gás.
Isso porque um bloqueio de navios iranianos cortaria uma linha vital financeira para Teerã, que manteve as exportações de petróleo em níveis pré-guerra e arrecadou milhões de dólares extras com a alta dos preços do petróleo provocada pelo conflito. O bloqueio de Trump também poderia ter grande impacto sobre a China, parceiro comercial-chave da República Islâmica. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun, disse nesta segunda que a medida ameaça o comércio global e pediu que ambos os lados “permaneçam calmos”.
Enquanto EUA e Israel interromperam os bombardeios ao Irã — e Teerã, por sua vez, parou de disparar mísseis contra Estados do Golfo — Israel manteve sua invasão do Líbano para atingir o Hezbollah, grupo militante apoiado por Teerã. Nesta segunda-feira, o Exército israelense disse ter cercado Bint Jbeil, uma cidade em colina a cerca de 4 km da fronteira israelense, e que iniciará um ataque. O Hezbollah considera Bint Jbeil um de seus principais redutos e a chama de “capital da resistência”.
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A ofensiva de Israel no Líbano — que, segundo o governo libanês, já matou mais de 2 mil pessoas — foi um ponto de discórdia durante a negociação dos termos do cessar-fogo entre EUA e Irã. Conversas entre Israel e o governo libanês, que há anos promete desarmar o Hezbollah sem sucesso, devem ocorrer nesta semana.
Os desdobramentos em Ormuz e no Líbano ameaçam prolongar e ampliar a guerra, enquanto a escassez emergente de energia alimenta temores de uma crise inflacionária global. O acordo de cessar-fogo de duas semanas deve expirar em 22 de abril, caso o bloqueio americano não leve ao seu colapso antes disso. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que qualquer embarcação militar que tente se aproximar do Estreito “sob qualquer pretexto” será considerada uma violação do cessar-fogo, segundo a TV estatal iraniana.
Embora nenhum dos lados tenha se comprometido com uma segunda rodada de negociações, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, disse que os países chegaram a um entendimento sobre várias questões, mas persistem divergências “em dois ou três pontos-chave”. Um funcionário americano, que pediu anonimato, disse no domingo que estava claro para a equipe dos EUA que a delegação iraniana não compreendia o principal objetivo do governo Trump, que era garantir que a República Islâmica nunca tenha uma arma nuclear.
(Com Bloomberg e AFP)
A derrota do primero-ministro Viktor Orbán nas eleições de domingo representa um revés importante para o Kremlin, que por anos contou com a Hungria como um de seus principais aliados dentro da União Europeia. Ainda assim, a forte dependência energética do país em relação à Rússia impõe limites a uma ruptura imediata.
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O novo cenário coloca desafios para o premiê eleito, Peter Magyar, cujo partido, Tisza, conquistou ampla maioria no Parlamento. Parte de sua campanha foi construída sobre a promessa de reaproximar o país da União Europeia e da OTAN, além de adotar uma postura mais transparente em relação a Moscou.
Durante a campanha, Magyar afirmou que a Hungria não queria se tornar “a primeira colônia russo-americana”, em referência ao apoio recebido por Orbán tanto do ex-presidente Donald Trump quanto do líder russo Vladimir Putin. Ele também prometeu combater a corrupção e defender uma Hungria “livre e europeia”.
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“Qualquer pessoa que conheça a história da Hungria sabe que fomos atacados muitas vezes pela Rússia”, observou Magyar em entrevista ao The New York Times em 2024.
Apesar do discurso, o novo governo deve adotar uma abordagem pragmática. A Hungria importa mais de 80% de seu gás natural e petróleo da Rússia, herança dos 16 anos de Orbán no poder. Magyar afirmou que pretende diversificar as fontes de energia, mas indicou que o processo será gradual.
O líder da oposição, Peter Magyar, participando de um comício em Keszthely, na Hungria, no mês passado
Akos Stiller para o New York Times
Essa dependência tende a manter a influência de Moscou no país no curto e médio prazo. Ainda assim, a saída de Orbán do poder retira de Putin um aliado estratégico dentro da União Europeia, especialmente em um momento em que o bloco tem se mostrado mais coeso em relação à guerra na Ucrânia.
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Orbán foi um dos principais críticos internos da União Europeia e frequentemente bloqueou iniciativas do bloco, incluindo pacotes de sanções contra a Rússia e apoio financeiro à Ucrânia. Sua política energética, baseada na continuidade das compras de gás russo, também ajudou Moscou a preservar espaço econômico no continente.
Agora, analistas avaliam que o Kremlin deve ajustar sua estratégia. “O governo Orbán não era um aliado moral, nem um aliado espiritual. O governo Orbán era um aliado pragmático e corrupto”, disse Andras Racz, pesquisador sênior do Conselho Alemão de Relações Exteriores. “Se um aliado assim perde o poder, a Rússia geralmente está pronta para descartá-lo ou abandoná-lo à própria sorte.”
Segundo Racz, a vitória de Magyar foi suficientemente expressiva para forçar uma mudança de postura de Moscou. “que seria simplesmente irracional para o Kremlin não mudar de posição”.
Portão principal de uma refinaria de petróleo e gás perto de Szazhalombatta, na Hungria. O país depende fortemente da Rússia para suprir suas necessidades energéticas
Attila Kisbenedek/Agence France-Presse — Getty Images
Sinais dessa adaptação surgiram já no dia seguinte às eleições. “A Hungria fez a sua escolha. Respeitamos essa escolha”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. “Esperamos continuar os nossos contactos pragmáticos com a nova liderança da Hungria.”
Peskov acrescentou que a Rússia pretende manter uma relação positiva com Budapeste e destacou o papel do país como fornecedor energético. A Rússia é e continuará sendo “um dos fornecedores de energia mais confiáveis do mundo”, disse.
Apesar disso, Moscou teve atuação ativa no processo eleitoral, segundo analistas, buscando influenciar o resultado a favor de Orbán. Parte da retórica do ex-premiê, incluindo críticas ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, teria sido inspirada em narrativas da inteligência russa.
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Esses esforços, no entanto, foram enfraquecidos por vazamentos que expuseram a proximidade entre Orbán e autoridades russas, o que gerou reação nas ruas. Durante a campanha, apoiadores de Magyar chegaram a entoar slogans anti-Rússia em manifestações.
“Grande parte da Hungria votou em Tisza porque queria se livrar dessa dependência da Rússia”, disse Zselyke Csaky, do Centro para a Reforma Europeia. “Mas, uma vez que o governo comece e Tisza tenha mais clareza sobre o que essa relação significa, talvez tenha que tomar algumas decisões difíceis.”
Entre as mudanças mais imediatas, analistas apontam uma possível redução da influência russa na mídia e nos serviços de segurança húngaros. Também não está descartada a expulsão de diplomatas russos, ainda que de forma discreta.
No campo europeu, a expectativa é que a Hungria deixe de atuar como obstáculo a medidas de apoio à Ucrânia. Ainda assim, Magyar deve manter cautela, considerando as divisões internas e a dependência energética do país.
A diversificação deve começar pelo petróleo, considerado mais fácil de substituir. Já o gás natural e a energia nuclear representam desafios maiores. Um contrato de 15 anos assinado em 2021 com a Rússia dificulta mudanças rápidas, assim como a usina nuclear de Paks, que utiliza tecnologia e combustível russos.
Magyar afirmou que precisa avaliar detalhadamente os contratos firmados por Orbán antes de tomar decisões. A tendência, segundo analistas, é que o novo governo busque equilibrar fornecedores, em vez de romper totalmente com Moscou.
“Em termos de segurança energética, mudanças radicais e imediatas são muito, muito raras”, disse Racz. “Portanto, sim, a Rússia mantém certa influência.”

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