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Os preços do petróleo voltaram a disparar nesta segunda-feira (20) nos mercados asiáticos diante da escalada de tensões no Oriente Médio. Apesar disso, não parecem ter afetando as bolsas asiáticas, que operaram em alta.
O preço do West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano de petróleo bruto, subia 5,3%, para 88,31 dólares o barril, enquanto o Brent do Mar do Norte, referência mundial, avançava 4,8%, para 94,67 dólares.
O WTI chegou a subir mais de 8% durante a manhã de segunda-feira, antes de moderar a alta. Enquanto isso, as bolsas asiáticas se mantiveram em terreno positivo, acompanhando os fortes ganhos da semana passada em Wall Street.
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Impasse sobre Ormuz torna públicas as divisões internas no Irã e põe em xeque futuro das negociações de paz
As bolsas de Tóquio, Seul e Taipei retomaram o avanço das ações de tecnologia que caracterizou os mercados antes do início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Também houve altas nas bolsas de Hong Kong, Xangai, Wellington e Manila.
O Irã prometeu na segunda-feira “responder em breve” à apreensão, pela Marinha dos Estados Unidos, de um de seus cargueiros que tentava driblar o bloqueio aos portos iranianos imposto pelos EUA.
O Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o transporte de petróleo e gás, está praticamente fechado desde o início da guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irã.
O analista Chris Weston, da Pepperstone, afirmou em nota que a apreensão do cargueiro iraniano e a ameaça de retaliação por parte de Teerã devem impactar os mercados. “Com os fluxos por Ormuz paralisados, os operadores reavaliam as probabilidades e o cronograma para uma normalização logística, ajustando suas posições após as suposições mais otimistas feitas na semana passada”, indicou.
Os preços do petróleo caíram na semana passada diante da perspectiva de que Estados Unidos e Irã retomariam as negociações para encerrar a guerra iniciada em 28 de fevereiro, mas Teerã descartou participar das conversas em Islamabad devido ao bloqueio de seus portos.
A recente missão Artemis II, dos Estados Unidos, reacendeu a nova corrida espacial do século XXI. No último sábado (18), a China anunciou que intensificará seu programa espacial, segundo informações divulgadas pela agência estatal chinesa Xinhua. Entre os planos da CNSA (Administração Espacial Nacional da China), está a cooperação tecnológica com outros países, entre eles, o Brasil. Em um dos comunicados, os chineses citam a CBERS (sigla em inglês para “China-Brazil Earth Resources Satellite”, que existe desde 1988), sem mencionar novos projetos. O Brasil, no entanto, também coopera com a Nasa, que utilizou um tecnologia desenvolvida pela USP na última missão lunar.
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“A cooperação espacial China-Brasil é amplamente considerada um modelo de cooperação Sul-Sul no setor de alta tecnologia, com a CNSA e a Agência Espacial Brasileira assinando múltiplos planos de cooperação”, ressalta o documento.
A resposta chinesa ocorre em meio ao avanço americano na exploração lunar e reforça o caráter competitivo e geopolítico da nova corrida espacial. Mas também vem às vésperas do Dia do Espaço da China, no próximo dia 24. Neste ano, a Conferência Espacial da China acontecerá de 23 a 25 de abril, tendo o Brasil como um dos convidados.
Veículo lançador chinês Longa Marcha 2F é lançado na missão Shenzhou 15, que levou 3 taikonautas à estação espacial Tiangong
You Li/The New York Times
Considerado ambicioso, o programa da China prevê, entre outros objetivos, o envio mais frequente de taikonautas (como são chamados os astronautas do país) ao espaço e a construção de uma base lunar até 2030. Pequim também tem ampliado sua capacidade tecnológica no setor. O país já conseguiu estabelecer comunicação com o lado oculto da Lua, um feito considerado complexo pela comunidade científica. A tripulação da Artemis II, por exemplo, ficou sem contato com a base por 40 minutos, ao contornar a Lua. Ela poderia, por exemplo, continuar em contato com a Terra, se usasse o satélite chinês para a comunicação.
Segundo Liu Yunfeng, vice-diretor do departamento de engenharia de sistemas da CNSA, o país realizou 92 missões de lançamento espacial em 2025, um aumento de 35% em relação ao ano anterior. Na última sexta, a China lançou o foguete Longa Marcha-4C que colocou em órbita um satélite destinado à detecção de gases de efeito estufa com alta precisão.
Imagens nas redes sociais mostram astronautas fazendo churrasco no espaço
Reprodução/Redes sociais/X
No mesmo dia, três taikonautas instalaram equipamentos de proteção contra detritos espaciais e inspecionaram os equipamentos extraveiculares da estação espacial chinesa em órbita. Zhang Lu, Wu Fei e Zhang Hongzhang estão há cinco meses em órbita, e a CNSA pretende prorrogar a missão Shenzhou-21 por mais um mês, para verificar tecnologias ligadas à permanência prolongada de astronautas em órbita.
— A China realizará missões tripuladas, incluindo Shenzhou-23, conduzirá testes de verificação de voo de vários foguetes reutilizáveis e promoverá o desenvolvimento de alta qualidade no setor espacial comercial —afirma Yunfeng.
Astronautas chineses que ficaram a deriva após colisão no espaço
Reprodução/Redes sociais/X
Em 2026, a China também pretende lançar o satélite SMILE (Solar wind Magnetosphere Ionosphere Link Explorer), em uma parceria tecnológica com a Europa. O objetivo da missão é estudar e revelar os “processos de interação e padrões de evolução entre o vento solar e a magnetosfera terrestre”.
No Brasil, a parceria com os chineses tem sido considerada estratégica não apenas para o avanço científico, mas também para outras aplicações práticas, como o monitoramento ambiental e o combate ao desmatamento.
Há duas semanas, pouco antes do fim de um dos vários prazos dados pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã reabrisse o Estreito de Ormuz, o republicano foi às suas redes sociais dizer que “toda uma civilização morrerá hoje”, na mais contundente ameaça ao regime em Teerã. Trump, mais uma vez, adiou o prazo e anunciou um cessar-fogo, o que não apagou a gravidade de suas palavras, consideradas por juristas como um crime de guerra por si só. O próximo ultimato vence na quarta-feira, enquanto os dois lados buscam um acordo de paz. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A pesquisadora Maria Piechowska, que trabalha no Instituto Polonês de Assuntos Internacionais (Pism, na sigla original), já se habituou a ser consultada sobre uma pergunta que muitos poloneses se fazem desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022: “Quanto tempo demorará para que o líder russo, Vladimir Putin, ordene um ataque a nosso país?” A resposta dada pela pesquisadora é sempre a mesma: “Temos de estar preparados.” Em teatros de Varsóvia, imagens de Putin aparecem ao lado de Adolf Hitler. Para Piechowska, não é exagero. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Na sexta-feira, o chanceler iraniano Abbas Araghchi anunciou na rede social X que o Estreito de Ormuz estava “completamente aberto”, em meio a sinais positivos sobre as negociações entre Teerã e Washington. Horas depois, a Guarda Revolucionária, que controla a passagem, “esclareceu” que havia restrições, e no sábado fechou novamente o estreito, ameaçando qualquer um que tentasse atravessá-lo. A distinção entre os discursos tornou públicas, mais uma vez, as divergências no regime, e jogou dúvidas sobre as negociações com os EUA, liderados por outro elemento disruptivo, Donald Trump. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Uma foto mostrando um soldado israelense vandalizando uma imagem de Jesus Cristo em um vilarejo cristão no sul do Líbano provocou reações contundentes e deu início a uma investigação do Exército de Israel sobre o incidente, classificado de “muito grave”.
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Na imagem, publicada na rede social X pelo jornalista libanês Younis Tirawi, a imagem de Jesus crucificado aparece invertida, com a cabeça no chão e os braços removidos da cruz, e um soldado israelense a acertando com uma marreta. A foto não tem data, mas foi tirada no vilarejo cristão de Debel, na região de Nabatiyeh, atingida por bombardeios e alvo de operações terrestres das tropas israelenses desde o mês passado, quando teve início a ofensiva de Israel.
— Nós certamente condenamos esse vergonhoso ato porque ele ofende nossos sentimentos religiosos e é um ataque às nossas crenças sagradas — disse Maroun Nassif, vice-administrador da vila, à rede CNN.
Horas depois da publicação, e de “atestar sua legitimidade”, o Exército de Israel disse se tratar de um soldado operando no sul do Líbano, lançando uma investigação imediata sobre o caso, classificado de “grande gravidade”, e declarando que “medidas apropriadas serão tomadas contra os envolvidos, de acordo com as conclusões”.
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Deputados árabes do Parlamento israelense criticaram o incidente. Na rede social X, Ayman Odeh, disse que “vai esperar para ouvir do porta-voz da polícia a alegação de que ‘o soldado se sentiu ameaçado por Jesus’”. Ahmad Tibi, outro parlamentar palestino-israelense, perguntou se “esses racistas também aprenderam com Donald Trump a insultar Jesus e insultar o Papa Leão [XIV]”, referência às recentes imagens feitas por IA do presidente americano como Jesus Cristo, e às disputas verbais com o Pontífice.
De acordo com a imprensa libanesa, os ataques israelenses no sul do Líbano causaram estragos em outros locais de culto, como um mausoléu islâmico na região de Tiro, também danificado na guerra de 2024. Relatos de autoridades locais apontam que outros nove locais de importância religiosa no sul do país foram danificados ou destruídos.
Uma vereadora argentina apresentou, nesta semana, um projeto de lei à Assembleia Legislativa local para proibir o fumo de cigarros e o uso de cigarros eletrônicos em frente a escolas, casas de repouso e hospitais na capital da província de Buenos Aires. O projeto será analisado pelas comissões competentes e aprovado em breve.
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Florencia Barcia, representante do bloco La Libertad Avanza (LLA) na cidade de La Plata, afirmou em sua proposta que o objetivo é ampliar as áreas livres de fumo. A proposta de lei estipula que a medida se aplicará não apenas a cigarros tradicionais, mas também a cigarros eletrônicos.
“Fica proibido fumar nas calçadas adjacentes às entradas de hospitais, clínicas, centros de saúde e residências para idosos, 24 horas por dia, e nas calçadas adjacentes às entradas de escolas e centros educacionais de qualquer nível, incluindo instituições onde são realizados estágios docentes, enquanto estiverem em funcionamento”, diz o primeiro artigo da iniciativa apresentada ao órgão deliberativo na última quarta-feira.
Caso a iniciativa avance, o município local precisará definir as áreas abrangidas pela nova regulamentação. O município também deverá afixar placas indicando a proibição de fumar, com as especificações estabelecidas pela regulamentação e o número da respectiva portaria. Simultaneamente, as autoridades de cada estabelecimento deverão ser informadas para que possam comunicar a proibição de fumar aos funcionários e clientes nas calçadas em frente a esses locais.
O que diz a regulamentação
Na Argentina, a venda, importação e publicidade de vapes ou cigarros eletrônicos são proibidas pela ANMAT (Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica) desde 2011. No entanto, apesar dessa restrição legal, existe um mercado ativo, operando principalmente por meio de canais digitais e lojas físicas especializadas que funcionam sob diversos modelos.
Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, foram introduzidos no mercado em 2006 como uma alternativa ao fumo de cigarros tradicionais. O dispositivo produz um aerossol que é inalado, simulando o ato de fumar. Consiste em uma bateria, um atomizador e um cartucho contendo líquido aromatizado que pode ter altas concentrações de nicotina.
Existem inúmeros modelos de cigarros eletrônicos e líquidos recarregáveis ​​disponíveis em diferentes sabores e concentrações de nicotina. O líquido para cigarro eletrônico vem em um cartucho ou tanque recarregável, embora os cigarros eletrônicos descartáveis ​​estejam se tornando cada vez mais populares devido ao seu menor custo. Nenhum aromatizante foi aprovado para inalação.
Poucos dias antes do fim de duas semanas do cessar-fogo iniciado em 8 de abril entre EUA, Israel e o Irã, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou neste domingo que os EUA apreenderam à força um navio de bandeira iraniana que tentava escapar do bloqueio naval americano imposto no Estreito de Ormuz. Em uma postagem em uma rede social, o líder americano afirmou que a embarcação foi alertada a parar por um contratorpedeiro de míssil guiado da Marinha americana no Golfo de Omã, mas não o fez.
“Nosso navio da Marinha os deteve imediatamente, abrindo um buraco na sala de máquinas”, afirmou, afirmando que fuzileiros navais dos UA detêm a custódia do cargueiro, de nome Touska, e estão vendo o que está a bordo.
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Mais cedo, Trump e autoridades iranianas deram declarações opostas sobre se haveria uma segunda rodada de negociações nesta semana no Paquistão para alcançar um acordo que ponha fim à guerra. Horas depois de republicano anunciar que autoridades americanas se dirigiram a Islamabad, capital paquistanesa, a mídia estatal do Irã informou que a República Islâmica ainda não havia concordado em manter um segundo encontro após o fracasso do primeiro, em 11 de abril — a reunião presencial de mais alto nível entre iranianos e americanos em décadas.
Os relatos conflitantes surgiram enquanto o Estreito de Hormuz, via por onde passam 20% da produção global de petróleo e gás, continuou praticamente fechado, no que foi caracterizado por Trump como uma “total violação do nosso cessar-fogo”, em uma postagem em sua rede Truth Social. No sábado, o Irã reverteu a reabertura da passagem em resposta à decisão de Washington de manter um bloqueio naval aos portos iranianos na região, algo que a República Islâmica também classifica como uma violação da trégua.
O anúncio americano de que o vice-presidente JD Vance iria liderar a delegação dos EUA, acompanhado dos enviados Steve Witkoff e Jared Kushner, surgiu com a retomada da ameaça de Trump de bombardear a infraestrutura civil do Irã, caso o estreito não seja reaberto e não haja extensão do cessar-fogo, que expira na próxima quarta-feira.
“Estamos oferecendo um ACORDO muito justo e razoável”, escreveu Trump na rede social. “Espero que o aceitem, porque, se não, os EUA vão destruir cada instalação elétrica, cada ponte, no Irã.”
O vice-presidente do Irã, Mohammad Reza Aref, criticou a postura dos Estados Unidos nas negociações que vêm acontecendo desde o a anúncio do cessar-fogo, feito no dia 7 de abril, entre os dois países. Em uma reunião com altos funcionários do governo, neste domingo (19), Aref teria chamado a posição americana de infantil e contraditória. Ele justificou, afirmando que os americanos teriam “implorado” por um cessar-fogo, quando estariam “sob pressão”, mas adotaram uma postura inflexível posteriormente. As declarações foram divulgadas pela agência estatal de notícias Irna.
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A três dias do fim do período estipulado para o cessar-fogo na região, o futuro ainda segue incerto no Oriente Médio. Enquanto enviados americanos viajam ao Paquistão para negociações com o Irã, o presidente Donald Trump ameaça ataques a centrais elétricas, caso não haja acordo. Já os iranianos mantém o Estreito de Ormuz fechado, contrariando o que seria uma exigência americana para o fim dos ataques.
Na mesma reunião citada, o vice-presidente Aref disse ainda que o Irã manterá suas conquistas de guerra, referindo-se ao Estreito de Ormuz e sua posição como rota estratégica, chamando ainda as sanções econômicas ao Irã de ineficazes. Aref ainda pediu apoio da população durante o conflito e elogiou os negociadores iranianos.
Neste domingo, o Irã também aprovou um pacote de apoio às indústrias danificadas na guerra, junto com medidas para aumentar as reservas agrícolas do país.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou neste domingo estar “horrorizado” com uma série de incêndios criminosos de caráter “antissemita” registrados em Londres nas últimas semanas.
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No sábado, um princípio de incêndio causou danos leves a uma sala da Kenton United Synagogue, em Harrow, que presta orientação de segurança a grupos judaicos. Não houve feridos.
“Estou horrorizado com as recentes tentativas de incêndios antissemitas no norte de Londres”, escreveu Starmer na rede X.
“Isso é algo abominável e não será tolerado. Ataques contra nossa comunidade judaica são ataques contra o Reino Unido”, acrescentou o líder trabalhista. “Não descansaremos até encontrar os responsáveis.”
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O rabino-chefe do Reino Unido, Ephraim Mirvis, já havia alertado para o fortalecimento de “uma campanha sustentada de violência e intimidação” contra a comunidade judaica no país.
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A polícia investiga múltiplos ataques incendiários, ou tentativas, contra propriedades judaicas na capital britânica no último mês.
Sobre o incidente mais recente, a Polícia Metropolitana de Londres informou que agentes em patrulha notaram danos na janela da sinagoga de Kenton na noite de sábado.
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“Ao inspecionar mais de perto, viram fumaça em uma sala e evidências de que uma garrafa com algum tipo de acelerante foi lançada pela janela”, disse a corporação em comunicado.
No fim de março, quatro ambulâncias pertencentes à comunidade judaica foram incendiadas em Golders Green, também no norte de Londres.

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