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O Irã parece ter consertado diversas instalações de mísseis balísticos danificadas pelos bombardeios americanos e israelenses no ano passado, enquanto realizou apenas reparos limitados em centrais nucleares importantes, sugere uma análise de imagens de satélite realizada pelo New York Times. O ritmo desigual da reconstrução oferece pistas sobre as prioridades militares da nação persa, em meio à escalada de tensões na região com a concentração de forças americanas na região e as ameaças do presidente Donald Trump sobre uma nova ação contra o país. Se os EUA atacassem, o Irã provavelmente retaliaria com mísseis balísticos contra Israel e alvos americanos na região, dizem especialistas.
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EUA e Irã estão reunidos em Omã nesta sexta-feira, numa tentativa de evitar um novo conflito. O escopo das conversas não está de todo claro, mas os programas nuclear e de mísseis balísticos provavelmente estão entre os principais focos. Especialistas que acompanham o desenvolvimento dos dois programas corroboraram a análise do Times, que examinou imagens de cerca de 20 locais atingidos por Israel ou Washington durante o conflito de 12 dias em junho passado. O Times encontrou obras de construção em mais da metade deles.
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Os especialistas alertaram que a extensão total dos reparos permanece incerta, visto que as imagens de satélite oferecem apenas uma vislumbre aéreo das obras. Apesar disso, elas indicam que alguns foram feitos logo após os ataques a diversas instalações de mísseis, sugerindo que o Irã priorizou a produção dos artefatos bélicos no curto prazo.
“Ameaçar Israel e as bases e aliados dos EUA na região com ataques de mísseis é uma das poucas opções do Irã para dissuadir novos ataques às suas instalações nucleares”, escreveu John P. Caves III, consultor do Centro de Estudos de Armas de Destruição em Massa da Universidade de Defesa Nacional em Washington, em um e-mail.
Em contrapartida, especialistas afirmam que as imagens das principais instalações nucleares danificadas do Irã mostram apenas reparos parciais e esforços de fortificação, que ganharam ritmo apenas nos últimos meses. Autoridades ocidentais e israelenses encontraram poucos indícios de que o Irã tenha feito progressos significativos na reconstrução de suas capacidades de enriquecer combustível nuclear e fabricar uma ogiva nuclear.
Jornais em persa em uma banca de Teerã, em 27 de janeiro: “O Irã está pronto para uma grande resposta”, destaca um deles
Atta Kenare/AFP
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Reabastecendo o arsenal de mísseis
As imagens de satélite mostram que trabalhos de reparo foram realizados nos últimos meses em mais de dez instalações ligadas ao programa de mísseis, incluindo locais de produção. Avaliações de inteligência constataram que o Irã reconstruiu amplamente o programa desde os ataques de junho.
— A ênfase dada à reconstrução do programa de mísseis contrasta com o programa nuclear — disse Sam Lair, pesquisador associado do Centro James Martin para Estudos de Não Proliferação em Monterey, Califórnia.
Partes de um míssil Sayad 4-B exibidas durante um desfile militar em 2024
Atta Kenare / AFP
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Lair afirmou que a instalação de testes de mísseis de Shahroud parece ter sido reconstruída com particular rapidez e que acredita-se que tenha voltado a operar poucos meses após os ataques. Quando nevou no mês passado, ele observou que as estradas da instalação foram rapidamente limpas e a neve derreteu dos telhados, sugerindo que o local está ativo.
— Shahroud é a maior e mais nova fábrica de produção de mísseis de propelente sólido do Irã — disse o especialista. — Portanto, faz sentido que tenha recebido toda a atenção.
Reconstrução nuclear limitada
A Estratégia de Segurança Nacional da Casa Branca, publicada em novembro, afirma que os ataques “degradaram significativamente o programa nuclear do Irã”. Especialistas dizem que, apesar de alguns trabalhos visíveis, as três principais instalações iranianas — Isfahan, Natanz e Fordo — parecem inoperantes.
Desde dezembro, Teerã ergueu telhados em duas das instalações, o que dificulta determinar se alguma reconstrução está ocorrendo dentro das estruturas. Especialistas dizem que isso pode significar que o país está tentando recuperar capacidades sem ser observado de cima. Grande parte dos outros danos causados ​​em junho permanece visível na superfície.
Imagem de satélite fornecida pela Maxar Technologies mostra danos na instalação de enriquecimento de Fordo, no Irã, após os bombardeios dos EUA, em 22 de junho de 2025
Maxar Technologies via The New York Times
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No complexo nuclear de Natanz, a cerca de 225 quilômetros ao sul de Teerã, considerado o principal centro de enriquecimento de urânio do país, os danos visíveis no início de dezembro foram cobertos por uma estrutura de telhado branca. O prédio danificado foi identificado como a instalação piloto de enriquecimento de combustível pelo Instituto para Ciência e Segurança Internacional, um grupo privado em Washington que monitora a proliferação nuclear.
No complexo nuclear de Isfahan, ataques destruíram vários edifícios acima do solo, incluindo instalações de conversão de urânio. Uma imagem de dezembro mostra edifícios destruídos que parecem ter sido cobertos.
A menos de um quilômetro e meio da instalação acima do solo de Isfahan, novas barreiras foram instaladas em uma das entradas de um complexo de túneis em uma montanha próxima, que alguns especialistas acreditam que possa abrigar uma instalação secreta de enriquecimento. E em um novo local subterrâneo a menos de três quilômetros de Natanz, conhecido como Montanha da Picareta, as entradas dos túneis foram reforçadas nos últimos meses.
Usina de Natanz (acima à esquerda), usina de Fordo (acima à direita), reator de água pesada de Arak (abaixo à esquerda) e usina de conversão de Isfahan (abaixo à esquerda), em imagens antes dos ataques americanos e israelenses de 2025
AFP/Reprodução
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Joseph Rodgers, pesquisador do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), com sede em Washington, que monitora o programa nuclear do Irã, disse que, até recentemente, grande parte da atividade observada em torno dos locais nucleares parecia estar voltada principalmente para a avaliação e estabilização de danos, como a remoção de destroços e o preenchimento de crateras.
— Não vimos nenhum esforço intensivo de recuperação para tentar retirar equipamentos dessas instalações — disse ele, acrescentando que uma repressão do governo iraniano contra suspeitos de espionagem após os ataques de junho também interrompeu as atividades do programa nuclear.
O pesquisador alertou, porém, que o Irã ainda possui um estoque de urânio enriquecido — combustível mais próximo de ser transformado em material para bombas. A inteligência americana e israelense sugere que o urânio enriquecido enterrado nos três locais atingidos em junho permanece no local, aparentemente enterrado e intacto.
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O Instituto para Ciência e Segurança Internacional afirmou em um relatório na semana passada que detectou um aumento na atividade no complexo nuclear de Isfahan nos últimos dias, mais recentemente o fechamento das entradas dos túneis com terra fresca.
David Albright, presidente do instituto, disse que o acúmulo de terra provavelmente se deve à “antecipação a um ataque, o que implicaria que há algo valioso ali”, possivelmente urânio enriquecido. Albright disse que não está claro o que o Irã está fazendo.
— Crescem as suspeitas de que eles estejam reconstituindo um programa para poder construir armas nucleares — disse o presidente do instituto. — [Mas] Não acreditamos que seja urgente ou iminente de forma alguma.
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Outro acontecimento significativo é visível no complexo militar de Parchin, a sudeste de Teerã, onde o Irã testou explosivos de alta potência que podem ser usados ​​como detonadores para ogivas nucleares. Imagens dos últimos meses mostram que uma grande câmara cilíndrica com cerca de 45 metros de comprimento parece ter sido construída recentemente na instalação.
O local não foi atacado em junho, mas foi alvo de Israel em 2024. Também foi fortificado com defesas como artilharia antiaérea, de acordo com um relatório recente do Instituto para Ciência e Segurança Internacional.
“Embora o propósito pretendido da nova instalação não possa ser determinado pelas imagens, a nova construção indica sua importância estratégica”, afirmou o relatório sobre a nova câmara.
Novos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estaods Unidos mostram mais de 20 fotos do corpo de Jeffrey Epstein, financista acusado de tráfico sexual e pedofilia encontrado morto na cela em que cumpria pena, em Nova York, no ano de 2019. Na época, o tribunal considerou a morte um suicídio, mas teorias de conspiração proliferaram.
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Fotografias inéditas que mostram Epstein morto, sem camisa, vestido apenas com calças laranja de presidiário, com a mandíbula amarrada e sinais visíveis de ferimentos no pescoço. As imagens são chocantes e mostram o cadáver em uma maca enquanto outra pessoa usando luvas cirúrgicas pressiona seu peito numa aparente tentativa de reanimá-lo.
Essas imagens estão entre os milhões de documentos divulgados na última sexta-feira pelo Departamento de Justiça dos EUA, na mais recente liberação dos arquivos de Epstein.
Tentativa de ressuscitar Epstein
Reprodução/BBC
Entre os arquivos está o documento contendo o último testamento do ex-financista, assinado dois dias antes de sua morte. Epstein queria que toda a sua fortuna, aproximadamente US$ 100 milhões, fosse para sua então namorada, Karyna Shuliak, a quem ele também planejava dar um diamante de 33 quilates.
O arquivo, chamado “1953 Trust”, em referência ao seu ano de nascimento, menciona outras 40 pessoas como possíveis beneficiárias de sua fortuna.
O milionário condenado por crimes sexuais foi encontrado morto em sua cela em 10 de agosto de 2019. Ele estava detido no Centro Correcional Metropolitano de Nova York, acusado de tráfico sexual e conspiração para julgamento.
O relatório recém-divulgado pelo FBI, intitulado “Investigação sobre a Morte de Jeffrey Epstein “, parece ser uma investigação conduzida pelo escritório da agência em Nova York. O relatório de 23 páginas está marcado como “não classificado” em todas as páginas.
Jeffrey Epstein foi condenado por abuso sexual
Divulgação / AFP
Os documentos sem censura, analisados ​​pela BBC Verify, que optou por não exibir as fotos em detalhes, mostram closes do pescoço de Epstein e sinais visíveis de ferimentos. Eles também contêm dados da autópsia e um relatório psicológico sobre sua saúde mental nos dias que antecederam seu suicídio.
Diversas fotos mostram Epstein deitado em uma maca enquanto paramédicos tentam reanimá-lo. Elas são datadas de 10 de agosto de 2019 e correspondem às 6h49 da manhã, horário local, cerca de 16 minutos depois de ele ter sido encontrado inconsciente em sua cela. O local onde as fotos foram tiradas é desconhecido, mas Epstein foi levado a um hospital próximo às 6h39 da manhã, onde foi declarado morto, o que sugere que as fotos foram tiradas lá.
Outras três fotos contêm anotações indicando que foram tiradas em um hospital. Elas mostram um close de seu rosto e uma lesão visível em seu pescoço. O nome de Epstein aparece em todas as fotos, mas seu primeiro nome está grafado incorretamente como “Jeffery” em vez de “Jeffrey” em algumas imagens.
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A BBC Verify realizou buscas reversas de imagens das fotos recentemente divulgadas do corpo de Epstein e não encontrou nenhuma versão anterior publicada online antes de 30 de janeiro. Material adicional corroborando o caso também foi encontrado nos arquivos, incluindo um relatório de autópsia de 89 páginas sobre Epstein, arquivado pelo Departamento de Justiça e pelo Gabinete do Médico Legista Chefe (OCME) em Nova York, e e-mails do escritório do FBI em Nova York contendo as mesmas imagens editadas.
Como morreu o financista?
Partes do relatório da autópsia de Epstein, elaborado pelo OCME (Escritório do Médico Legista Chefe), também constam no relatório, incluindo exames de imagem que mostram duas fraturas na cartilagem tireoide do pescoço de Epstein.
O relatório do FBI inclui um cronograma de seis páginas sobre a detenção de Epstein no Centro Correcional Metropolitano de Nova York, desde sua prisão por acusações federais de tráfico sexual em 6 de julho de 2019 até sua morte.
O documento revela que Epstein foi colocado sob vigilância para prevenção de suicídio após uma tentativa de suicídio em 23 de julho de 2019. Epstein acusou seu companheiro de cela, Nicholas Tartaglione, um ex-policial acusado de assassinato, de tentar matá-lo naquela ocasião.
Em uma consulta com um psicólogo no dia seguinte, Epstein afirmou que não tinha interesse em cometer suicídio e que seria uma loucura tirar a própria vida, segundo o documento. Em 25 de julho, ele declarou que estava “muito empenhado em lutar pelo meu caso; tenho uma vida e quero vivê-la novamente”, de acordo com o relatório do psicólogo.
Outros documentos divulgados pelo Departamento de Justiça mostram que o diretor da prisão havia desaconselhado manter Epstein sozinho e enfatizado a necessidade de “verificações a cada 30 minutos” em sua cela e “rondas sem aviso prévio”.
O companheiro de cela de Epstein foi liberto um dia antes de sua morte. Na noite de 9 de agosto, os guardas prisionais também não realizaram as rondas programadas para as 3h e 5h da manhã, de acordo com os registros da prisão, e o sistema de câmeras da unidade também estava fora de serviço. Seu corpo foi descoberto durante uma ronda matinal realizada por funcionários.
Uma segunda versão, editada do mesmo relatório do FBI, com apenas 17 páginas, também foi divulgada como parte dos arquivos de Epstein. Ela não inclui o relatório do psicólogo nem a cronologia da prisão, e as imagens no arquivo foram censuradas. Não está claro por que ambas as versões, editada e não editada, do relatório foram incluídas nos arquivos.
Durante séculos, a arqueologia acadêmica rejeitou a hipótese de uma civilização avançada muito anterior às sociedades conhecidas. Agora, um pesquisador independente afirma ter identificado “evidências revolucionárias” de uma civilização perdida que teria espalhado um código simbólico global — baseado em geometria, iconografia e arquitetura — para preservar conhecimento antes de eventos catastróficos.
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Em entrevista ao Daily Mail, Matthew LaCroix disse que sua investigação foi impulsionada por uma descoberta recente no Egito e conecta símbolos encontrados em diferentes continentes, com datação estimada entre 38 mil e 40 mil anos atrás. Segundo ele, essa civilização acompanhava ciclos cósmicos, antecipava desastres globais e registrava ensinamentos sobre as origens humanas, a estrutura do universo e a existência divina em monumentos e sítios sagrados.
LaCroix afirma ter identificado padrões recorrentes — formas gigantes em T, reentrâncias de três níveis e pirâmides escalonadas — esculpidos em pedras antigas ao redor do mundo. Para ele, a repetição desses motivos em culturas geograficamente distantes indicaria uma origem comum, e não desenvolvimento independente.
— Esses símbolos específicos, construídos em diferentes proporções e encontrados em pedras antigas ao redor do mundo, não deveriam existir; nenhuma cultura deveria ter qualquer tipo de compartilhamento entre plataformas, afirmou.
De acordo com o pesquisador, os símbolos aparecem desde a região do Lago Van, no leste da Turquia, até sítios da América do Sul e do Camboja. Ele aponta a área do Lago Van como a origem do sistema global, em um sítio que chama de Ionis, que teria preservado o “projeto original” posteriormente levado a lugares como Gizé e Tiwanaku.
Um dos artefatos centrais citados por LaCroix é o relevo de Kefkalesi, uma escultura em basalto que, segundo ele, espelharia a mesma iconografia vista no Egito e na América do Sul. Entre os elementos recorrentes estariam as formas em T, a pirâmide escalonada com três “portas” e a figura do leão — interpretado por LaCroix como um símbolo de “guardião” dentro do suposto código.
A hipótese, no entanto, é fortemente contestada por arqueólogos. Especialistas afirmam que os sítios da região do Lago Van são atribuídos ao período urartiano, de poucos milhares de anos atrás, e que não há evidências de uma civilização global anterior à Era do Gelo. Além disso, nenhum estudo revisado por pares sustenta a datação proposta por LaCroix.
A polícia alemã deteve um menino de 12 anos por suspeita de envolvimento no assassinato de um adolescente de 14 na cidade de Dormagen, na Alemanha. O corpo da vítima, identificada como Yosef, um jovem eritreu, foi encontrado em um lago da região. As investigações estão em andamento.
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Segundo o site alemão Bild, os investigadores acreditam que o crime foi planejado e executado por uma única pessoa. O corpo do adolescente de 14 anos foi encontrado na semana passada, e apresentava cortes e marcas de ferimentos possivelmente causados por faca.
Yosef foi visto com vida pela última vez por volta do meio-dia de 28 de janeiro. Às 17h, o corpo foi encontrado por uma pessoa que passava pela localidade. Relatos de repórteres que conversaram com a mãe do adolescente apontam que ele teria saído apenas rapidamente para ir ao clube local de tiro esportivo.
No trabalho investigativo, peritos buscaram e preservaram cuidadosamente vestígios no local onde o corpo foi encontrado, tanto durante a noite quanto no dia seguinte. Até aquele momento, não havia indícios de motivação racista ou de extrema direita, conforme afirmou a promotora responsável.
Anteriormente, os investigadores já tratavam o caso como possível homicídio e haviam solicitado ajuda da população.
O Ministério Público de Düsseldorf e a cidade de Dormagen ofereceram recompensas de 5 mil euros cada por informações decisivas sobre o caso.
Yosef era originário da Eritreia e vivia desde 2018 em Dormagen, em uma acomodação municipal. Ele frequentava uma escola local, estava plenamente integrado à sociedade da cidade e participava de um clube de futebol.
“Yosef era um menino extremamente querido, muito valorizado não apenas no clube, mas em toda a comunidade. Seu sorriso radiante e seu espírito de equipe excepcional fizeram dele um membro valioso do nosso clube”, publicaram.
A repercussão do caso mobilizou a cidade. Cerca de 2 mil pessoas participaram, no fim de semana anterior, de uma marcha fúnebre em homenagem ao adolescente assassinado.
As operações militares dos Estados Unidos no Caribe e no Pacífico Leste, conduzidas sob o argumento de uma guerra contra o narcotráfico, já resultaram na morte de ao menos 128 pessoas desde setembro de 2025. O número foi atualizado após um novo ataque a uma embarcação no Pacífico Leste, no qual dois suspeitos de tráfico de drogas foram mortos, segundo as Forças Armadas norte-americanas.
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De acordo com comunicado do Comando Sul dos EUA, “informações de inteligência confirmaram que a embarcação estava navegando por rotas conhecidas de tráfico de drogas no Pacífico Leste e estava envolvida em operações de narcotráfico”. O órgão acrescentou que nenhum militar americano ficou ferido na ação.
Expansão das operações e questionamentos
Desde o início da campanha, as Forças Armadas dos EUA realizaram dezenas de ataques contra embarcações que, segundo Washington, seriam usadas para o contrabando de drogas com destino aos Estados Unidos. Autoridades norte-americanas afirmam estar em guerra contra supostos “narcoterroristas” que operariam a partir da Venezuela, mas não apresentaram provas definitivas que vinculem as embarcações atingidas ao tráfico.
A falta de evidências públicas alimentou um debate sobre a legalidade das operações, que inicialmente se concentravam no Caribe e, mais recentemente, se estenderam ao Pacífico. No fim de janeiro, outro ataque no Pacífico Oriental já havia resultado na morte de dois suspeitos, também classificados como traficantes.
Na semana passada, familiares de dois cidadãos de Trinidad e Tobago mortos no ano passado em uma dessas ações ingressaram com um processo por homicídio culposo contra o governo dos Estados Unidos. Trata-se da primeira ação judicial do tipo movida contra o governo Trump em razão dos ataques com mísseis realizados no Caribe e no Pacífico.
EUA e Irã iniciaram negociações diplomáticas indiretas em Mascate, capital de Omã, nesta sexta-feira, no primeiro contato de alto nível desde que Washington bombardeou o território iraniano em junho. O objetivo do novo processo de diálogo é discutir o programa nuclear e as capacidades militares do Irã, em uma tentativa de impedir um novo conflito diante de ameaças proferidas pelo presidente americano, Donald Trump.
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O processo começou com reuniões separadas lideradas pelo ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr bin Hamad al-Busaidi, respectivamente, com a delegação americana — chefiada pelo enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e o genro do presidente Donald Trump, Jared Kushner — e a parte iraniana — que é liderada pelo chanceler Abbas Araghchi. Em um comunicado, a diplomacia do mediador árabe afirmou que os encontros se concentraram “na preparação das condições adequadas para a retomada das negociações diplomáticas e técnicas”.
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Há mais de um mês, Trump ameaça atacar o Irã. A escalada começou quando o presidente americano alertou que atacaria a nação persa se regime matasse manifestantes pacíficos, enquanto protestos de massa antigovernamentais varriam o país. A repressão matou milhares de pessoas, segundo ONGs de direitos humanos, mas o republicano não voltou a falar sobre os protestos nas últimas semanas.
Enviando para a região o que descreveu como uma “Armada” — uma frota naval liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln —, Trump afirmou que atacaria o Irã “com rapidez e violência” se o país não aceitar três exigências: encerrar seu programa nuclear e descartar seu estoque de urânio, reduzir seu arsenal de mísseis balísticos e acabar com seu apoio a grupos militantes em toda a região. O Irã ameaçou uma retaliação feroz contra alvos militares dos EUA em toda a região e contra Israel, e diversas milícias apoiadas por Teerã prometeram se juntar ao combate.
Temendo que conversas sobre os mísseis e os aliados regionais do Irã causem retaliação imediata, outros países da região pressionaram para que a reunião se concentre no programa nuclear iraniano, disseram dois diplomatas do Oriente Médio. Alguns vizinhos do Irã propuseram limitar o país a capacidades mínimas de enriquecimento, provavelmente 3% ou menos.
Jared Kushner (genro de Trump) e Steve Witkoff (enviado especial dos EUA) em foto com o chanceler de Omã, Badr bin Hamad al-Busaidi
Ministério das Relações Exteriores de Omã/AFP
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Isso seria suficiente para o Irã “salvar as aparências” diante da exigência de Trump de enriquecimento zero, disseram eles, mas na prática resultaria no mesmo efeito — mantendo distante do percentual de 90% necessário para a maioria das armas nucleares.
Três autoridades iranianas disseram que Teerã também estaria disposta a oferecer uma suspensão de longo prazo de seu programa nuclear. Em troca, esperariam que Washington suspendesse as sanções de longa data que contribuíram para a queda da economia iraniana.
Na quinta-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, antecipou que Washington pretende alcançar uma “capacidade nuclear zero” para o Irã, advertindo que Trump tem “muitas opções à sua disposição além da diplomacia”.
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Em uma declaração antes do início das negociações, Araghchi afirmou que o Irã está pronto para defender sua “soberania e segurança diante de qualquer aventureirismo ou exigências excessivas”. Também apontou que a diplomacia iraniana entra no processo “de olhos bem abertos”, com a memória dos ataques do ano passado em mente. Apesar disso, pontuou que o país participa das negociações “de boa-fé”.
“Os compromissos devem ser honrados. Igualdade, respeito mútuo e interesse recíproco não são apenas retórica; são essenciais e constituem os pilares de um acordo duradouro”, disse em uma declaração publicada no X.
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Alerta regional
Em janeiro, líderes regionais convenceram Trump a adiar planos de atacar o Irã. Enquanto ele ordenava um envio militar no final do mês, eles iniciaram uma nova rodada de diplomacia intensiva para realizar conversas que pudessem encerrar o impasse.
Os esforços para fazer os dois lados concordarem sobre o local do encontro — quanto mais sobre o que negociarão — têm sido tensos. Inicialmente, as conversas de sexta-feira seriam realizadas em Istambul e contariam com a presença de altos funcionários da Turquia, Egito, Catar e Arábia Saudita.
Autoridades iranianas desistiram desse plano, citando preocupações de que estivessem sendo encurraladas em uma negociação com toda a região. Em vez disso, foram planejadas as conversas menores em Omã.
Contudo, três autoridades regionais disseram que estão lutando para ver um caminho a seguir nas exigências dos EUA além da questão nuclear. O Irã é irredutível quanto a não fazer concessões em seus mísseis balísticos, vendo-os como fundamentais para sua defesa contra Israel no caso de ataques futuros, disseram as autoridades.
Duas dessas autoridades afirmaram que seria extremamente difícil concordar com um mecanismo para monitorar de forma eficaz se o Irã continua enviando dinheiro ou armas para milícias aliadas na região.
A guerra de 12 dias que Israel lançou contra o Irã em junho passado, que contou brevemente com a participação de aviões de guerra dos EUA, castigou as instalações nucleares e militares do Irã. Mas as autoridades israelenses ainda estão preocupadas com os mísseis de longo alcance de Teerã e têm pressionado repetidamente Washington por restrições.
Na quarta-feira, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que as conversas precisam incluir mísseis balísticos, as milícias aliadas do Irã e o tratamento do país com seu próprio povo “para que as negociações realmente levem a algo significativo”. (Com NYT e AFP)
Fevereiro marca um momento de despedida para os observadores do céu. Saturno, o icônico planeta dos anéis, deixa de ser visível no céu vespertino e desaparece gradualmente no clarão do Sol ao longo do mês. O fenômeno ocorre porque Saturno se aproxima visualmente do Sol no céu, entrando em conjunção e tornando-se impossível de ser observado a olho nu ou com telescópios.
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À medida que o planeta se põe cada vez mais cedo, sua luz acaba ofuscada pelo brilho solar no horizonte oeste. A conjunção marca um período de “invisibilidade” temporária: Saturno só voltará a aparecer semanas depois, desta vez no céu da manhã, pouco antes do nascer do Sol.
Para compensar a ausência do senhor dos anéis, Júpiter continua como o grande destaque astronômico do mês. O maior planeta do Sistema Solar permanece visível durante praticamente toda a noite, oferecendo excelentes condições para observação, especialmente com telescópios, que permitem ver suas principais luas e faixas atmosféricas.
Além da despedida de Saturno, fevereiro traz outros eventos astronômicos relevantes:
11 de fevereiro – Encontro em Escorpião
Durante a madrugada, a Lua minguante aparece na constelação do Escorpião, muito próxima de Antares, a gigante vermelha mais brilhante da constelação. O fenômeno pode ser observado a partir da 1h.
17 de fevereiro – Eclipse anular do Sol
Um eclipse solar anular ocorre quando a Lua não cobre totalmente o disco solar, formando o chamado “anel de fogo”. Desta vez, o espetáculo será visível apenas da Antártida.
19 de fevereiro – A hora de Mercúrio
Considerado o planeta mais difícil de observar a olho nu, Mercúrio atinge uma de suas melhores posições no céu ao se afastar do Sol. A recomendação é olhar para o horizonte oeste pouco antes do entardecer.
23 de fevereiro – A Lua visita as Plêiades
A Lua crescente se posiciona ao lado das Plêiades, um dos aglomerados estelares mais bonitos e facilmente visíveis sem instrumentos.
Uma mulher de Las Vegas acusa policiais de serem responsáveis pela morte de seu filho de três anos durante uma ação policial desencadeada por uma ocorrência de violência doméstica que evoluiu para uma situação de reféns. Raneka Pate, de 28 anos, afirma que tanto o menino, Kentre Baker, quanto o pai da criança, Quinton Baker, morreram após disparos feitos por agentes da polícia metropolitana da cidade.
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Segundo Pate, ela ligou para a emergência na madrugada desta terça-feira (3) após uma discussão doméstica. “Eu só chamo a polícia quando sinto que minha vida está em perigo, e eu senti que minha vida estava em perigo. Não só a minha vida, como a do meu filho também”, disse ela à emissora 8 News Now. A mãe relatou ainda ter pedido aos policiais que evitassem o uso de força letal, descrevendo Baker como “muito agitado”, conforme informou o canal Local 12.
Abordagem policial e versões conflitantes
De acordo com comunicado do Departamento de Polícia Metropolitana de Las Vegas (LVMPD), por volta de 1h da manhã Baker efetuou disparos no estacionamento do condomínio Parkside Villa Apartment Homes e, em seguida, entrou no prédio. A polícia afirmou que ele saiu do imóvel carregando o filho nos braços e apontando uma arma para a cabeça da criança, tendo ignorado ordens para se render pacificamente. Diante da aproximação, os agentes abriram fogo; pai e filho morreram.
A versão é contestada por Pate, que afirmou ao Las Vegas Review-Journal ter presenciado os últimos momentos dos dois. “Eu testemunhei os últimos momentos deles. E toda a minha família me foi tirada num instante”, declarou. Segundo ela, Baker teria deixado a arma dentro do apartamento e ambos foram atingidos por tiros disparados pelos policiais. A mãe também disse acreditar que o filho morreu ainda no estacionamento, antes da chegada dos paramédicos, e relatou que permaneceu detida dentro de uma viatura durante todo o episódio.
Baker morreu no local. Kentre foi levado ao Centro Médico da Universidade, onde teve a morte confirmada. A polícia sustenta que foi o pai quem atirou na criança, versão que Pate rejeita. “Eles estão tentando minimizar os danos, mas eles pagarão pela morte do meu filho”, afirmou ao Review-Journal. Ela também solicitou acesso às imagens das câmeras corporais dos agentes, segundo a emissora KSNV. “Eu sei o que vi”, disse.
Os policiais envolvidos no tiroteio foram identificados como Jonathon Lo, de 39 anos, integrante da corporação desde 2019, e Damon O’Donnell, de 26 anos, que ingressou em 2024. Ambos foram colocados em licença administrativa remunerada enquanto o LVMPD conduz a investigação interna sobre o caso.
Um respeitado cirurgião do estado do Texas, nos Estados Unidos, é acusado de manipular prontuários médicos de alguns de seus pacientes para torná-los inelegíveis a doações de órgãos, anunciaram promotores federais nesta quinta-feira. As investigações tiveram início há quase dois anos.
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A denúncia, apresentada no mês passado, acusa o cirurgião John Stevenson Bynon Jr., de 66 anos, de fazer declarações falsas nos prontuários médicos de cinco pacientes entre fevereiro de 2023 e março de 2024. Segundo o Escritório do Procurador dos Estados Unidos para o Distrito Sul do Texas, as informações teriam impedido que os pacientes recebessem doações de fígado por meses, sem que soubessem.
À época, Bynon era diretor de transplante de órgãos abdominais e diretor cirúrgico de transplante de fígado no Memorial Hermann-Texas Medical Center, em Houston, conforme o documento.
Dos cinco pacientes listados na denúncia, três morreram. Os outros dois receberam transplantes de fígado em hospitais diferentes.
Bynon compareceu na quinta-feira a um tribunal federal no centro de Houston, onde se declarou inocente de cinco acusações de fazer declarações falsas em assuntos de saúde, disse Samy Khalil, advogado do médico.
‘Pacientes vulneráveis’
Em comunicado, Khalil descreveu Bynon como um “bom, honesto e extraordinariamente talentoso cirurgião de transplantes de órgãos” que salvou milhares de vidas ao longo de sua carreira.
— Não se trata de um questionário verdadeiro ou falso; trata-se de filtrar ofertas de órgãos até que o paciente esteja medicamente apto a se submeter a uma cirurgia de transplante de órgão longa, complexa e arriscada — justifica o advogado: — Nenhum médico responsável permitiria que um paciente se submetesse a tal cirurgia antes do momento adequado e sem que ela fosse medicamente apropriada.
Agente especial interino responsável pelo escritório do FBI em Houston, Jason Hudson afirmou em comunicado que as supostas ações de Bynon manipularam “a chance de sobrevivência dos pacientes”.
— No fim, no centro deste caso estão pacientes vulneráveis que depositaram sua esperança de sobrevivência em um cirurgião de renome nacional que agora enfrenta acusações federais por manipular seus prontuários médicos — explica Hudson.
Segundo a denúncia, um dos pacientes, identificado apenas pelas iniciais C.C., foi incluído em uma lista de espera para transplante de fígado em março de 2023, enquanto estava sob os cuidados de Bynon. Promotores afirmam que o cirurgião alterou os prontuários médicos de C.C., tornando-o inelegível para receber uma oferta de órgão doado por aproximadamente 149 dias, mesmo enquanto continuava recebendo outros benefícios e serviços de saúde como se fosse elegível. C.C. morreu em fevereiro de 2024, ainda sob os cuidados de Bynon, diz o documento.
Outro paciente, identificado como R.O., foi incluído na lista de espera em fevereiro de 2023, mas permaneceu inelegível para receber uma oferta de órgão por 69 dias, segundo a denúncia. Promotores alegam que Bynon corrigiu suas declarações falsas nos prontuários médicos de R.O. em 22 de dezembro de 2023, restaurando sua elegibilidade. R.O. morreu horas após uma cirurgia malsucedida de transplante de fígado, quatro dias depois, afirma a acusação.
O Memorial Hermann-Texas Medical Center suspendeu seus programas de transplante de fígado e rim em abril de 2024, após surgirem as alegações contra o cirurgião. Posteriormente, a agência de notícias Associated Press informou que o hospital havia reativado o programa de transplantes um ano depois.
Em nota, promotores federais disseram que pacientes, familiares e outros integrantes das equipes médicas desconheciam que Bynon estaria alterando registros para torná-los inelegíveis a receber órgãos doados.
O julgamento está marcado para 6 de abril, segundo a defesa.
Se condenado, Bynon poderá enfrentar até cinco anos de prisão federal e multa máxima de US$ 250 mil por acusação, informaram os promotores.
Pelo menos 15 pessoas morreram e mais de 80 ficaram feridas após uma explosão em uma mesquita xiita em Islamabade, capital do Paquistão, nesta sexta-feira. O ataque ocorreu durante as orações semanais, segundo autoridades locais.
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De acordo com a polícia, a explosão atingiu a mesquita Khadija Tul Kubra Mosque, localizada na área de Tarlai Kalan, no sudeste da capital. Um alto funcionário da segurança afirmou à agência Agence France-Presse (AFP) que a detonação ocorreu logo após o término das orações de sexta-feira.
Veja como ficou o local:
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Segunod o periódico Al Jazeera, equipes de resgate e serviços de emergência foram acionados imediatamente e trabalharam no local para socorrer as vítimas e retirar feridos dos escombros. Imagens divulgadas por veículos locais mostram ambulâncias, policiais e bombeiros cercando a mesquita enquanto os primeiros atendimentos eram realizados.
Até o momento, as autoridades não informaram quem seria o responsável pelo ataque nem se houve prisões. A área foi isolada para perícia, e uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias da explosão.

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