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Pelo menos sete peregrinos morreram e nove pessoas ficaram feridas após um ônibus cair de uma estrada de montanha no centro do Nepal. O acidente ocorreu na noite de sábado (14), quando o veículo transportava devotos que retornavam de uma visita religiosa ao Templo Manakamana.
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Segundo autoridades locais, o ônibus descia uma ladeira próxima à vila de Shahid Lakhan quando saiu da pista em uma curva e despencou cerca de 150 metros por uma encosta, caindo em uma ravina. Mais de uma dúzia de pessoas estavam a bordo no momento da queda.
Vítimas eram peregrinos indianos
De acordo com o chefe de polícia local, Suraj Aryal, todos os mortos eram peregrinos que haviam visitado o templo hindu, considerado sagrado por devotos que acreditam que a deusa ali venerada pode realizar desejos. As vítimas eram duas mulheres e cinco homens, todos cidadãos da Índia.
O chefe distrital Bharat Bahadur BK informou que seis das vítimas tinham cerca de 50 anos e uma tinha 60. Elas foram identificadas como Muthu Kumar, 58, Anamalik, 58, Meenakshi, 59, Sivagami, 53, Vijayal, 57, Meena, 58, e Tamilarsi, 60.
Sete dos feridos também eram peregrinos. As outras duas vítimas hospitalizadas são o motorista do ônibus e seu ajudante.
Policiais e moradores da região participaram do resgate das vítimas presas aos destroços antes que os sobreviventes fossem levados a hospitais da região. As autoridades abriram uma investigação para apurar as causas do acidente.
Histórico recente de tragédias
O caso ocorre cerca de um mês após outro grave acidente envolvendo turistas no Nepal. Na ocasião, um ônibus caiu de uma altura de cerca de 200 metros às margens de um rio, deixando 19 mortos.
Entre as vítimas estava o turista britânico Dominic Stewart, de 23 anos. Segundo familiares, ele havia acabado de concluir o Circuito de Annapurna, uma popular rota de trekking nas montanhas do país, quando ocorreu o acidente.
Imagens de câmeras de segurança divulgadas na semana passada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e que passaram a circular nas redes sociais mostram o momento em que uma quadrilha invade uma joalheria na cidade de Fremont, no estado da Califórnia, e rouba cerca de US$ 1,7 milhão (aproximadamente R$ 9 milhões) em joias em apenas 70 segundos. O caso, ocorrido em 18 de junho de 2025, foi descrito pelas autoridades como um assalto “ao estilo da máfia”.
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Segundo informações publicadas pelo The Telegraph, as gravações mostram uma frota de veículos chegando em alta velocidade ao estacionamento da joalheria Kumar, antes de quase duas dezenas de suspeitos mascarados e encapuzados invadirem o estabelecimento de forma coordenada. Armados com martelos e picaretas, eles quebram vitrines e recolhem ouro, diamantes e outras peças. De acordo com os investigadores, mais de três quartos do estoque da loja foram levados durante a ação.
Confira:
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Guarda mantido refém durante o ataque
Durante o assalto, dois homens armados renderam o segurança do local, que foi mantido como refém até que o último integrante do grupo deixasse a loja. Em seguida, os suspeitos fugiram em vários carros, que partiram em direções diferentes, obrigando os policiais que atenderam à ocorrência a escolher apenas um veículo para perseguir.
Segundo documentos judiciais citados pelo East Bay Times, os agentes seguiram um Acura preto, dando início a uma perseguição por bairros residenciais de Fremont. Durante a fuga, o motorista teria trafegado na contramão, ignorado sinais de parada e alcançado velocidades próximas de 130 km/h.
O assalto aconteceu em junho de 2025
Divulgação/Departamento de Justiça dos Estados Unidos
A perseguição terminou após um acidente de carro, seguido de uma breve tentativa de fuga a pé. Quatro suspeitos, com idades entre 19 e 20 anos, foram presos no local.
Em janeiro deste ano, um júri federal indiciou Afatupetaiki Faasisila, 20, de San Bruno; Jose Herrada-Aragon, 20, de Concord; Andres Palestino, 19, de Concord; e Tom Parker Donegan, 19, de Fairfield, sob acusação de roubo que afeta o comércio interestadual. Segundo os promotores, Donegan teria dirigido um dos veículos de fuga usados no crime.
De acordo com as autoridades, joias roubadas foram recuperadas ao longo da rota da fuga e dentro do carro abandonado, que havia sido registrado como furtado. Investigadores também avaliam possíveis conexões entre o assalto em Fremont e outro roubo ocorrido três meses depois em San Ramon, também na Califórnia, no qual joias avaliadas em valor semelhante foram levadas.
A acusação foi anunciada pelo procurador federal Craig H. Missakian e pelo agente especial do Federal Bureau of Investigation (FBI) em San Francisco, Sanjay Virmani. O caso é resultado de uma investigação conjunta entre o FBI e o Departamento de Polícia de Fremont.
Os réus são considerados inocentes até que a culpa seja comprovada em tribunal. Caso condenados, podem enfrentar pena máxima de até 20 anos de prisão e multa de US$ 250 mil.
Relatórios de inteligência dos Estados Unidos sobre a sucessão do poder no Irã indicavam que o falecido líder supremo, Ali Khamenei, tinha dúvidas sobre a possibilidade de seu filho, Mojtaba, assumir o comando do país. Os dados foram compartilhados com o presidente Donald Trump e um pequeno círculo de pessoas ao seu redor. As informações foram divulgadas pela CBS News.
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O cargo de líder supremo é a posição de maior autoridade dentro do sistema político iraniano. De acordo com as fontes citadas, Ali Khamenei desconfiava da capacidade do filho de governar. Entre os motivos apontados estavam a percepção de que ele seria pouco inteligente e não teria qualificação para exercer a liderança do país.
As informações também indicavam que o líder iraniano sabia que o filho enfrentava “problemas” em sua vida pessoal. As fontes incluem pessoas dentro do governo, integrantes da comunidade de inteligência e pessoas próximas ao presidente.
Escolha como novo líder supremo
Apesar dessas avaliações atribuídas ao pai, Mojtaba Khamenei foi escolhido como novo líder supremo do Irã. A decisão ocorreu no fim de semana passado e foi tomada por um conselho de clérigos religiosos do país.
O novo líder tem 56 anos e atuou durante anos como assessor próximo de Ali Khamenei. A escolha ocorreu após a morte do líder anterior. Ali Khamenei morreu em um ataque de míssil israelense no início da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel na guerra contra o Irã. A morte ocorreu cerca de oito dias antes da escolha do novo líder supremo.
Há também a indicação de que Mojtaba Khamenei teria sido ferido no mesmo ataque que matou o pai, pois teria permanecido no círculo mais próximo do líder iraniano no momento da ofensiva.
Informações discutidas por autoridades americanas
Os relatórios de inteligência sobre Mojtaba Khamenei foram compartilhados com várias autoridades dos Estados Unidos, incluindo Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e outros altos funcionários do governo. O tema foi tratado como assunto de segurança nacional e estratégia internacional.
Em conversas privadas, Trump afirmou não saber se as informações recebidas sobre Mojtaba são realmente relevantes. O presidente também disse acreditar que o Irã está essencialmente sem liderança neste momento, diante da possibilidade de que Mojtaba Khamenei possa estar morto.
Na avaliação da Casa Branca, o poder no Irã estaria sendo exercido pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. Isso representaria uma mudança significativa na estrutura de poder do país, que funciona como uma ditadura teocrática desde a Revolução de 1979.
CIA, Casa Branca e vice-presidente foram procurados para comentar as informações, mas todos se recusaram a fazer declarações.
Declarações públicas de Trump
O tema também foi mencionado por Trump em entrevista à Fox News. Na ocasião, ele afirmou que “a liderança deles acabou”.
“A segunda liderança deles acabou. Agora a terceira liderança está em apuros, e essa não é uma pessoa que o pai sequer queria”.
Trump fez críticas diretas a Mojtaba Khamenei, chamando-o de “peso leve” e afirmando que seria um líder “inaceitável” para o Irã. Ele ainda sugeriu que gostaria de algum tipo de supervisão sobre o próximo líder iraniano, indicando a possibilidade de influência externa sobre a liderança do país.
Recompensa por informações
O governo federal dos Estados Unidos ofereceu até 10 milhões de dólares por informações sobre o paradeiro de Mojtaba Khamenei e de outros nove altos funcionários iranianos.
Mojtaba Khamenei é o terceiro líder supremo do Irã desde a Revolução Islâmica de 1979. Ele sucede o pai, Ali Khamenei, e o aiatolá Ruhollah Khomeini.
A sucessão chama atenção por representar a passagem de poder de pai para filho, algo que contrasta com a própria Revolução Islâmica, que derrubou uma monarquia hereditária, sistema no qual o poder costuma ser transmitido dessa forma.
Os Estados Unidos estão em guerra com o Irã há mais de duas semanas e dizem buscar destruir o regime iraniano.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, declarou que Mojtaba Khamenei está “ferido e provavelmente desfigurado”. O vice-presidente JD Vance também afirmou que houve um ataque aparente que o deixou ferido. Apesar dessas declarações, o estado de saúde do novo líder não está claro e não há confirmação pública precisa sobre sua condição física atual.
Uma jovem de 21 anos foi condenada na última sexta-feira (13) a um ano de prisão por abusar de uma menina de dois anos que estava sob seus cuidados no estado da Virgínia, nos Estados Unidos. A sentença foi proferida pelo juiz do Tribunal do Circuito de Bedford, após um caso que chocou autoridades locais pela quantidade de provas em vídeo mostrando agressões e negligência contra a criança.
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Carly Rae Webb era babá da menina e havia sido considerada uma pessoa de confiança pela família. Em outubro de 2025, ela se declarou culpada de cinco das 17 acusações apresentadas contra ela, enquanto o tribunal também a considerou culpada das outras 12. Na decisão anunciada na sexta-feira, o juiz determinou pena formal de cinco anos por crime grave de abuso infantil e mais quatro anos por contravenções de agressão. No entanto, as penas foram estabelecidas para serem cumpridas simultaneamente e quase totalmente suspensas, restando um ano efetivo de prisão, seguido de três anos de liberdade condicional.
Durante a audiência, Updike afirmou que, em seus 47 anos como magistrado, nunca havia visto um caso de abuso infantil com tantas evidências registradas por câmeras de segurança. Parte das acusações restantes acabou sendo arquivada formalmente pelo tribunal.
Vídeos revelaram rotina de maus-tratos
As gravações mostraram a criança sendo mantida em um berço por períodos de até nove horas sem receber comida ou água. Em algumas ocasiões, Webb aparece descartando refeições preparadas pela mãe da menina. Segundo os promotores, houve momentos em que a criança ficou até 21 horas seguidas sem se alimentar.
Em um dos episódios apresentados no tribunal, a menina foi colocada na cama às 20h e permaneceu sem comida ou bebida até cerca de 16h do dia seguinte, quando os pais retornaram do trabalho.
Os vídeos também registraram agressões físicas e verbais. De acordo com relatos apresentados pela promotoria e reportagens da WDBJ e do The News & Advance, Webb foi filmada chutando e batendo na criança, gritando em seu rosto, chamando-a de insultos e colocando-a dentro de uma caixa enquanto fingia atirar nela com uma arma de brinquedo. Em outras cenas, ela aparece comendo na frente da menina que chorava de fome.
A promotora adjunta do condado de Bedford, Stacey Stickney, afirmou que a babá “submeteu o bebê a um inferno dia após dia, semana após semana, mês após mês”.
Depoimentos emocionados da família
Durante o julgamento, os pais da criança relataram o impacto das imagens. O pai afirmou que ficou chocado ao assistir às gravações registradas pelas câmeras instaladas na casa. “Quando vi os vídeos, não consegui acreditar. Graças a Deus tínhamos as câmeras”, declarou.
A mãe da menina disse que a filha tinha entre 19 meses e quase dois anos quando sofreu os abusos. Dirigindo-se diretamente à ré, afirmou: “Minha filhinha era muito mais forte do que você”.
Antes da sentença, Webb falou brevemente ao tribunal e disse estar envergonhada pelo que fez. “Eu falhei completamente com ela nessa responsabilidade. Foi terrível. Eu estava totalmente errada”, declarou, chorando.
O advogado de defesa, Chris Kowalzcuk, contestou parte das expressões usadas na audiência e afirmou que sua cliente “não é um monstro”, descrevendo-a como uma jovem imatura que não queria exercer a função de babá naquele momento.
Restrições impostas pela Justiça
Ao justificar a decisão, o juiz destacou que a duração dos abusos foi um fator agravante do caso. Embora as diretrizes de sentença previssem entre um dia e seis meses de prisão, ele optou por uma punição mais severa dentro das possibilidades legais.
Pelos termos da decisão, Webb deverá manter bom comportamento por nove anos para que o restante da pena permaneça suspenso. Ela também está proibida de manter qualquer contato com a vítima ou sua família e não poderá exercer funções de cuidadora de menores.
Após a audiência, a promotora Stickney afirmou que o Ministério Público conduziu o caso com rigor desde o início e considerou que a decisão judicial representou uma resposta adequada à gravidade das acusações.
Um incidente relacionado a um drone provocou nesta segunda-feira um incêndio em um depósito de combustível perto do aeroporto de Dubai, afetando o tráfego aéreo.
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A Dubai Airports informou que os voos estavam sendo retomados gradualmente no que, antes do conflito, era o aeroporto com maior tráfego internacional do mundo, depois que um “incidente relacionado a um drone” provocou um incêndio em um depósito de combustível nas proximidades.
Assim como muitos outros aeroportos da região, o de Dubai tem sido alvo de ataques em várias ocasiões desde que o Irã iniciou sua campanha no Golfo, em resposta aos ataques dos Estados Unidos e de Israel.
As autoridades informaram que o incêndio foi controlado e não houve feridos.
Troca de acusações
O ataque ao aeroporto ocorreu um dia depois de o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmar em uma entrevista que, no ataque contra a ilha iraniana de Khark — fundamental para sua indústria petrolífera —, foguetes foram lançados a partir dos Emirados Árabes Unidos.
As autoridades emiradenses negaram a acusação.
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AFP
Os Emirados Árabes Unidos informaram sete mortos desde o início da guerra, entre eles cinco civis e dois militares, que morreram em um acidente de helicóptero atribuído a uma falha técnica.
Evacuação no aeroporto
Uma testemunha presente no aeroporto de Dubai disse à AFP que os passageiros que aguardavam seus voos foram evacuados por várias horas para um andar inferior após o ataque.
“Foram semanas difíceis, em que explosões foram ouvidas com frequência, mas os ataques iranianos me perseguiram nas minhas últimas horas antes de conseguir voar de volta para casa”, acrescentou essa testemunha.
A companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos, Emirates, informou que previa operar um “programa limitado” de voos a partir das 10h00 no horário de Dubai (06h00 GMT), e que alguns voos foram cancelados.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o braço de um bebê fica preso na porta de um elevador em um prédio residencial na cidade de Pune, no oeste da Índia. As imagens, captadas por câmeras de segurança do condomínio, registram o desespero de moradores que se mobilizam para ajudar a criança.
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De acordo com informações do portal de notícias indiano Punekar News, o incidente ocorreu em 7 de março, em um condomínio localizado no estado de Maharashtra. No vídeo, é possível ver quando o bebê tenta estender a mão para fora do elevador no instante em que as portas começam a se fechar. Com o movimento do mecanismo, o braço da criança acaba ficando preso.
Confira:
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Moradores tentam libertar a criança
Ainda segundo o Punekar News, a criança entra em pânico e começa a gritar, enquanto as pessoas que estavam no elevador tentam impedir que o equipamento se mova e buscam abrir as portas manualmente. A movimentação chama a atenção de outros moradores, que correm até o local para ajudar.
Nas imagens, várias pessoas se aproximam do elevador e tentam forçar a abertura da porta com as mãos, enquanto outros pedem socorro. O clima de tensão dura cerca de dois minutos, até que o bebê consegue finalmente retirar o braço.
Imagens do momento do acidente circulam nas redes sociais
Reprodução/X
Moradores relataram posteriormente que a criança não sofreu ferimentos graves. O episódio causou forte comoção entre os residentes do prédio, que demonstraram alívio após o desfecho.
Após o incidente, moradores solicitaram à administração do condomínio uma inspeção completa no sistema de elevadores do edifício para verificar se todos os dispositivos de segurança estão funcionando corretamente.
O acidente com um avião militar de reabastecimento dos Estados Unidos no oeste do Iraque matou seis integrantes da Força Aérea americana, entre eles duas mulheres. A aeronave caiu na quinta-feira (12) durante uma missão de combate em apoio às operações americanas relacionadas ao conflito com o Irã, segundo o Comando Central dos EUA.
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Entre as vítimas estão a capitã Ariana Savino, de 31 anos, natural do estado de Washington, e a sargento técnica Ashley Pruitt, de 34 anos, de Bardstown, no Kentucky. Ambas integravam a tripulação do KC-135 Stratotanker, modelo utilizado para reabastecer bombardeiros e caças em pleno voo e garantir a continuidade das operações aéreas.
Homenagens e relatos das famílias
Savino servia na 6ª Ala de Reabastecimento Aéreo, baseada na Base Aérea de MacDill, na Flórida. Em comunicado à imprensa, familiares afirmaram encontrar algum consolo no fato de que ela morreu “fazendo o que mais amava: voar”. Segundo o texto, a capitã “iluminava qualquer lugar por onde passava” e era conhecida por sua energia e entusiasmo.
Formada pelo programa de Treinamento de Oficiais da Reserva da Força Aérea da Universidade Central de Washington, Savino ingressou na ativa em 2017 e foi promovida a capitã em 2021. Ao longo da carreira, acumulou mais de 300 horas de voo em combate e atuou em bases na Geórgia e no Mississippi. A família destacou ainda que ela buscava inspirar jovens — especialmente mulheres e minorias — a seguir carreira na aviação. Parentes planejam criar uma bolsa de estudos na área para manter o legado da militar.
A morte de Ashley Pruitt também provocou comoção. A sargento técnica, mãe de uma menina de três anos, deixou, segundo pessoas próximas, “um vazio inimaginável para sua família, amigos e colegas da Força Aérea”.
Os outros quatro militares mortos foram identificados como o major John A. Klinner, de 33 anos; o capitão Seth R. Koval, de 38; o capitão Curtis J. Angst, de 30; e o sargento técnico Tyler H. Simmons, de 28.
Circunstâncias do acidente
De acordo com autoridades americanas, o avião caiu em “espaço aéreo amigo” após um incidente envolvendo uma segunda aeronave militar dos EUA, que conseguiu pousar em segurança. Um grupo iraniano chegou a reivindicar responsabilidade pela queda, mas o governo americano afirmou que se tratou de um acidente.
O episódio elevou para 13 o número de militares dos Estados Unidos mortos no atual conflito envolvendo o Irã. Até agora, pelo menos quatro aeronaves americanas foram perdidas.
A queda do KC-135 também afetou a capacidade operacional das forças americanas na região, já que esse tipo de aeronave é essencial para manter bombardeiros e caças em missão por longos períodos.
No domingo à noite, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, descreveu os seis tripulantes como “heróis americanos”. Apesar de o presidente Donald Trump ter afirmado na semana passada que a guerra “terminaria em breve”, dez caças F-35A da Força Aérea americana pousaram neste fim de semana na base aérea de Lakenheath, no Reino Unido, em escala rumo a bases militares dos EUA no Oriente Médio.
Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia discutirão nesta segunda-feira a ampliação da missão naval do bloco no mar Vermelho para ajudar a reabrir o estratégico estreito de Ormuz, informou a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.
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“Temos interesse em manter o estreito de Ormuz aberto (quase totalmente bloqueado ao tráfego marítimo, NDLR), e por isso estamos debatendo o que podemos fazer a esse respeito do lado europeu”, declarou antes do início de uma reunião em Bruxelas com os ministros das Relações Exteriores da UE.
Kallas mencionou várias possibilidades, entre elas recorrer à missão Aspides, atualmente mobilizada no mar Vermelho.
Mas, para isso, é necessário modificar o mandato atual dessa missão, originalmente concebida para proteger navios mercantes dos ataques dos rebeldes houthis, aliados do Irã, no mar Vermelho.
“Vamos discutir com os Estados-membros para ver se realmente é possível modificar o mandato dessa missão”, explicou Kallas. Mas acrescentou que o ponto mais relevante “é saber se os Estados-membros estão dispostos a utilizar efetivamente essa missão”.
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O presidente Donald Trump aumentou neste fim de semana a pressão sobre os aliados dos Estados Unidos e sobre a China para que enviem navios de guerra ao estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do tráfego mundial de petróleo e gás liquefeito, do qual dependem as economias asiáticas e europeias.
Trump também advertiu no domingo que a Otan enfrenta um futuro “muito ruim” se os aliados dos Estados Unidos não ajudarem a abrir o estreito.
A França havia proposto em 9 de março uma missão internacional “puramente defensiva” para reabrir o estreito, sem especificar se ela deveria ocorrer no âmbito da missão Aspides.
“Se quisermos garantir a segurança nessa região, o mais simples seria usar a operação que já temos no terreno e talvez ajustá-la um pouco”, indicou Kallas.
“Também se fala de uma coalizão de voluntários a esse respeito, mas precisamos ver igualmente o que permitiria reabrir mais rapidamente o estreito de Ormuz”, acrescentou.
Os 27 países do bloco europeu poderiam, assim, chegar a um acordo sobre “critérios” comuns, aceitáveis para os Estados Unidos, que seriam submetidos aos iranianos, explicou uma fonte diplomática.
Um incêndio atingiu um hospital público no estado de Odisha, no leste da Índia, e deixou dez mortos. Todas as vítimas eram pacientes internados na unidade de saúde no momento do incidente.
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Além das mortes, 11 funcionários do hospital sofreram queimaduras enquanto tentavam resgatar pacientes durante o incêndio. Eles recebem tratamento médico pelas lesões. A informação foi confirmada pelo ministro-chefe do estado, Mohan Charan Majhi.
O fogo é suspeito de ter sido causado por um curto-circuito elétrico, embora a causa ainda não tenha sido oficialmente confirmada. As chamas começaram na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do setor de cuidados de trauma do SCB Medical College and Hospital, localizado na cidade de Cuttack.
O incêndio teve início por volta de 02h30 da madrugada de segunda-feira no horário local, o que corresponde a 21h00 GMT de domingo.
Chamas atingiram outras áreas do hospital
Equipes do corpo de bombeiros foram acionadas e conseguiram controlar o incêndio após chegar ao hospital. Durante a emergência, pacientes foram transferidos para outros setores da própria unidade médica.
Após visitar o local, o ministro-chefe Mohan Charan Majhi afirmou que o incêndio afetou não apenas a UTI de cuidados de trauma, onde o fogo começou, mas também uma UTI adjacente e enfermarias.
Segundo ele, profissionais de saúde e agentes de segurança “arriscaram suas vidas” durante as operações de resgate, entrando em áreas atingidas pelo fogo para retirar pacientes. Alguns desses trabalhadores ficaram feridos, e o governo determinou que recebam tratamento adequado.
Governo anuncia indenização e investigação
O governo estadual anunciou que as famílias das vítimas receberão compensação financeira. Além disso, Majhi ordenou a abertura de uma investigação judicial para apurar as causas do incêndio.
A investigação deverá identificar possíveis responsáveis pelo incidente. O ministro-chefe afirmou ainda que medidas rigorosas serão tomadas contra qualquer pessoa considerada responsável.
Incêndios em hospitais são recorrentes no país
Incêndios em hospitais são frequentemente registrados na Índia, muitos deles atribuídos a falhas elétricas. Casos recentes ilustram essa recorrência.
Em outubro do ano anterior, seis pacientes em estado crítico morreram após um incêndio na UTI de um hospital no estado de Rajasthan.
Em 2024, um incêndio na UTI neonatal de uma faculdade de medicina na cidade de Jhansi, no norte da Índia, causou a morte de pelo menos 10 recém-nascidos.
Em 2021, dois episódios semelhantes foram registrados. No hospital Vijay Vallabh, na cidade de Virar, no oeste do país, um incêndio em uma UTI matou 13 pacientes que estavam em tratamento contra Covid-19.
No mesmo ano, outro incêndio em uma unidade de cuidados para recém-nascidos no distrito de Bhandara, no estado de Maharashtra, deixou 10 bebês mortos.
O presidente Donald Trump advertiu no domingo que a Otan enfrenta um futuro “muito ruim” se os aliados dos Estados Unidos não ajudarem a abrir o estreito de Ormuz, rota fundamental para o transporte de petróleo e bloqueada pelo Irã em meio à guerra no Oriente Médio.
Em entrevista ao Financial Times, Trump afirmou que, assim como os Estados Unidos ajudaram a Ucrânia na guerra contra a Rússia, espera que países europeus contribuam para garantir a segurança no estreito. O fechamento da passagem marítima provocou alta nos preços dos combustíveis em todo o mundo.
“Se não houver resposta ou se for uma resposta negativa (ao pedido dos Estados Unidos, nota do editor), acho que será muito ruim para o futuro da Otan”, acrescentou.
Pressão sobre aliados e China
Trump também afirmou que sua visita à China, onde pretende se reunir com o presidente Xi Jinping, pode ser adiada enquanto tenta pressionar Pequim a colaborar na reabertura do estreito.
“Gostaríamos de saber antes disso. (Duas semanas é) muito tempo”, caso contrário “poderíamos adiar” a viagem, disse o presidente. Ele destacou que a China, assim como diversos países europeus, depende mais do fluxo de petróleo do Golfo do que os Estados Unidos.
“É lógico que aqueles que se beneficiam dessa via ajudem a garantir que nada de ruim aconteça ali”, declarou Trump.
Operação no Golfo
Questionado sobre que tipo de apoio espera dos aliados, Trump afirmou ao Financial Times que busca o envio de navios de desminagem, além de “pessoas que vão neutralizar alguns maus atores que estão ao longo da costa (iraniana)”.
O presidente também disse a jornalistas que viajavam com ele no Air Force One que Washington mantém conversas com “cerca de sete” países para obter ajuda na reabertura do estreito de Ormuz.
A incerteza sobre a duração da guerra contra o Irã tem abalado os mercados de petróleo. Nas últimas duas semanas, os preços do barril dispararam diante dos riscos de interrupção no abastecimento global.

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