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A Justiça de Wisconsin, nos Estados Unidos, marcou para 14 de maio a próxima audiência de Joshua Kannin, de 39 anos, acusado de negligência infantil pelas mortes dos três filhos durante um incêndio na casa da família, ocorrido no Dia de Ação de Graças do ano passado, em Kenosha. A denúncia criminal foi formalizada após a investigação concluir que ele deixou as crianças para trás ao fugir da residência em chamas.
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Kannin responde pelas mortes de Rylee, de 10 anos, Connor, de 9, e Alena, de 7. Segundo a acusação, ele teria abandonado os filhos dentro da casa enquanto saía correndo após perceber o incêndio. À polícia, ele afirmou que “entrou em pânico” ao ver as chamas e saiu pela porta da frente para pedir ajuda.
De acordo com a denúncia, policiais de Kenosha chegaram ao local em 27 de novembro após receberem chamadas informando que a residência estava “completamente em chamas”. Kannin foi encontrado do lado de fora, vestindo apenas roupa íntima e pedindo socorro. Durante o resgate, Alena foi localizada no segundo andar, enquanto Connor e Rylee estavam no primeiro.
Os três irmãos foram retirados da casa, mas Connor e Rylee morreram ainda no local. Alena chegou a ser hospitalizada com queimaduras em cerca de 80% do corpo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu posteriormente.
Falta de detectores de fumaça
Em depoimento, Kannin disse que havia fumado um cigarro antes de dormir e que acordou durante a madrugada sem saber se foi por causa da fumaça ou do “latido do gato”. Ele relatou ter visto um “pequeno incêndio no chão da cozinha” e afirmou que, naquele momento, pensou apenas que precisava de ajuda.
Segundo ele, pediu para que os filhos saíssem da casa e tentou retornar ao imóvel, mas recuou por causa da fumaça intensa. “Eu mal tinha dado dois passos para dentro e já tive que voltar”, disse aos investigadores, acrescentando que abrir a porta teria piorado a propagação do fogo.
Durante a vistoria, bombeiros constataram que não havia detectores de fumaça instalados na residência. Kannin afirmou que retirou um dos aparelhos porque ele apresentava falhas e disparava sem motivo, o que considerava um “incômodo”.
Jourdan Feasby, mãe das crianças e ex-esposa de Kannin, afirmou à emissora TMJ4 que havia alertado diversas vezes sobre a ausência dos alarmes. Segundo ela, também avisou a mãe dele e o proprietário do imóvel. À CBS58, descreveu a casa como “nojenta” e disse que a rotina no local era de abandono.
Feasby classificou a acusação como um sentimento “agridoce” e afirmou que continua buscando justiça, apesar de as mortes terem sido registradas oficialmente como acidentais. “Eu morri com eles naquele dia”, declarou. “Tem sido um verdadeiro inferno para mim e para minha família. Estou literalmente vivendo o meu pior pesadelo.”
Com 2,51 metros de altura, o turco Sultan Kösen mantém há 17 anos o título de homem vivo mais alto do planeta, segundo o Guinness World Records. Nascido em uma pequena vila rural no sudeste da Turquia, ele construiu uma trajetória marcada por uma condição rara de saúde que alterou completamente sua vida.
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A história do turco voltou ao centro das atenções após o anúncio de um documentário britânico que acompanha uma nova medição oficial de sua altura, além de exames médicos e a possível disputa com outros candidatos ao recorde.
Kösen nasceu em 10 de dezembro de 1982, em Alibey, na província de Mardin, próximo à fronteira com a Síria. Filho de agricultores e integrante de uma família de estatura considerada comum, ele só começou a apresentar crescimento fora do padrão a partir dos 10 anos. O quadro foi causado por gigantismo e acromegalia, doenças associadas a um tumor na glândula pituitária, responsável pela produção de hormônios de crescimento.
O avanço contínuo fez com que ele deixasse a escola ainda jovem, passando a trabalhar no campo para ajudar no sustento da família. A altura extrema também trouxe limitações físicas: hoje, ele precisa de muletas ou bengalas para se locomover, devido ao impacto do peso e da estrutura corporal sobre o sistema ósseo.
Do campo ao recorde mundial
O reconhecimento internacional veio em fevereiro de 2009, quando Kösen foi oficialmente medido e superou o então recordista, o chinês Bao Xishun. Na época, ele tinha pouco mais de 2,46 metros. O crescimento continuou até 2011, quando atingiu os atuais 2,51 metros — processo interrompido após tratamento médico realizado nos Estados Unidos.
Além do título principal, Kösen também entrou para o Guinness por possuir as maiores mãos entre pessoas vivas, com 28,5 centímetros do punho à ponta dos dedos. Ele já chegou a deter ainda o recorde de maiores pés, posteriormente superado por outro participante.
A notoriedade levou o turco a viajar pelo mundo em eventos e participações públicas, acumulando visitas a mais de uma centena de países. A exposição internacional, no entanto, convive com desafios cotidianos, como dores crônicas e dificuldades de adaptação a estruturas e objetos projetados para pessoas de estatura média.
Na vida pessoal, Kösen se casou em 2013 com a síria Merve Dibo, em uma cerimônia que reuniu cerca de 1.500 convidados. O relacionamento chegou ao fim em 2021. Entre os motivos apontados está a dificuldade de comunicação, já que o casal falava idiomas diferentes.
Casos como o de Kösen são extremamente raros. Estima-se que pouco mais de dez pessoas na história tenham ultrapassado os 2,40 metros de altura, o que mantém o turco como uma figura singular tanto na medicina quanto nos registros mundiais.
Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Marcos Pollon responde a dois processos no Conselho de Ética

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados reúne-se, nesta terça-feira (28), para votar os pareceres das representações 24/25 e 26/25, em desfavor do deputado Marcos Pollon (PL-MS).

Pollon é acusado de suposto procedimento incompatível com o decoro parlamentar durante a ocupação do Plenário, em agosto do ano passado.

As representações foram apresentadas pela Mesa Diretora da Câmara.

A reunião será realizada às 14h30, no plenário 11.

O suposto “pulso” da Terra, um fenômeno sísmico registrado a cada 26 segundos, voltou a ganhar repercussão nas redes sociais nos últimos dias, impulsionado por conteúdos que tratam o tema como uma descoberta recente. No entanto, trata-se de um enigma conhecido pela ciência há mais de seis décadas e que, apesar de amplamente estudado, ainda não tem uma explicação conclusiva.
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Descrito pela primeira vez no início dos anos 1960 pelo geofísico Jack Oliver, então ligado à Columbia University, o fenômeno é classificado como um “microtremor” — vibrações extremamente sutis da crosta terrestre, imperceptíveis para humanos, mas detectáveis por estações sismológicas ao redor do mundo. Desde então, medições confirmaram que o padrão se repete de forma regular, como um metrônomo natural.
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Origem ainda em debate
Estudos posteriores localizaram a origem mais provável desses sinais no Golfo da Guiné, na costa oeste da África, especialmente na região conhecida como Bight of Bonny. A partir dessa identificação, diferentes hipóteses passaram a ser consideradas.
Uma das teorias mais aceitas aponta para a interação entre ondas oceânicas e a plataforma continental. Nesse cenário, o impacto constante das ondas em uma área específica do fundo do mar funcionaria como uma espécie de “ressonância”, gerando vibrações que se propagam pela crosta terrestre. A comparação feita por pesquisadores é com instrumentos de percussão: determinadas formas e estruturas podem produzir frequências regulares quando submetidas a impactos repetitivos.
Outra linha de investigação sugere relação com atividade vulcânica próxima à ilha de São Tomé, também no Golfo da Guiné. A hipótese ganhou força pela proximidade geográfica entre o ponto de origem dos tremores e formações vulcânicas conhecidas, além de registros semelhantes de microtremores associados a vulcões em outras regiões, como no Japão.
Mais recentemente, estudos publicados em periódicos científicos indicam uma terceira possibilidade: a circulação de fluidos em fissuras subterrâneas no fundo oceânico. Nesse modelo, a pressão acumulada em sedimentos ricos em água seria liberada periodicamente, gerando os tremores em intervalos regulares.
Fenômeno conhecido
Apesar das diferentes explicações propostas, nenhuma delas foi comprovada de forma definitiva. Segundo o geólogo Lars Eivind Augland, da Universidade de Oslo, o fenômeno chama atenção justamente pela regularidade incomum.
— É notável que esses tremores ocorram de maneira tão constante por tantas décadas — afirmou.
Ainda assim, o chamado “pulso da Terra” nunca esteve entre as prioridades da pesquisa sísmica global. Eventos de maior impacto, como terremotos e atividades tectônicas com potencial destrutivo, acabam concentrando mais recursos e atenção da comunidade científica.
A redescoberta do sinal em 2005, com o uso de dados digitais mais avançados por pesquisadores da Universidade do Colorado, trouxe novo interesse ao tema, mas não foi suficiente para solucionar o enigma.
O parque temático Dollywood, no Tennessee, informou, no fim de semana, o desaparecimento de três águias-carecas mantidas no Santuário Eagle Mountain após fortes tempestades atingirem a região e comprometerem a estrutura do viveiro onde os animais viviam. As aves, chamadas Rockland, Caesar e Wesley, escaparam depois que uma árvore caiu sobre o local, segundo a Fundação American Eagle (AEF), responsável pelo cuidado dos animais.
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A águia-careca, também conhecida como águia-americana, é uma das aves mais simbólicas dos Estados Unidos e representa oficialmente o país desde o século XVIII, estampando o selo presidencial e diversos emblemas nacionais.
O parque, que pertence ao grupo Herschend em parceria com a cantora de música country Dolly Parton, está localizado na região metropolitana de Knoxville e é uma das atrações turísticas mais conhecidas do Tennessee. O espaço foi criado em homenagem à artista, um dos maiores nomes da música country americana, e abriga aves que, em muitos casos, não podem ser devolvidas à natureza por causa de ferimentos permanentes.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Lori Moore, CEO da fundação, afirmou que equipes estão em campo tentando localizar as águias, mas reforçou o pedido de apoio da população. Segundo ela, três aves foram vistas fora do viveiro e conseguiram alçar voo, enquanto uma quarta foi encontrada e recebeu atendimento veterinário.
Confira:
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— Temos equipes rastreando ativamente esses animais, mas ainda precisamos da ajuda do público. Fiquem atentos ao céu — disse Moore. Em entrevista à emissora WBIR, ela destacou o vínculo da instituição com as aves resgatadas. “Temos um carinho especial por elas, principalmente por aquelas que sabemos que não podem ser reintroduzidas na natureza. Elas dependem de nós para continuar sendo cuidadas”, afirmou.
Como identificar as aves
A fundação explicou que as águias podem ser reconhecidas por anilhas de identificação laranja ou preta presas às patas, além de características físicas específicas causadas por lesões anteriores.
Wesley, uma fêmea, usa uma anilha preta e apresenta uma lesão crônica no ombro, o que faz com que suas asas fiquem desalinhadas. Segundo a AEF, por causa da limitação de voo, há grande chance de que ela ainda esteja nas proximidades de Dollywood.
Caesar possui uma anilha laranja com a inscrição “SE” e sofreu uma lesão traumática provocada por linha de pesca, que resultou na amputação parcial de uma das asas. Já Rockland tem uma fratura cicatrizada na perna direita e uma deformidade no osso ulnar direito, o que encurta uma das asas e limita sua capacidade de voo. Ele usa uma anilha laranja com as letras “SK”.
A fundação orienta que qualquer pessoa que avistar uma das aves mantenha distância e entre em contato diretamente com a entidade por meio de sua página oficial no Facebook, sem tentar se aproximar ou capturá-las.
O desaparecimento ocorre em meio a uma onda de tempo severo que atinge o centro dos Estados Unidos. Segundo a AccuWeather, mais de 30 tornados e mais de 230 registros de granizo foram reportados na última semana, colocando o Tennessee entre os 12 estados sob maior risco climático.
No último dia 16, interrupções no fornecimento de energia foram registradas no centro do estado, enquanto equipes de emergência atuavam na remoção de árvores caídas, fios elétricos danificados e destroços nas estradas, informou a emissora WSMV. O oeste do Tennessee também esteve sob alerta de tornado, com previsão de ventos fortes e novas tempestades atingindo a região, além do sul de Kentucky.

Morreu nessa segunda-feira (27), no Rio, aos 42 anos, a vereadora Luciana Novaes (PT), que teve sua trajetória marcada aos 19 anos por uma bala perdida, quando cursava enfermagem na Universidade Estácio de Sá, no campus Rio Comprido, na zona norte, em 2003. Ela sobreviveu ao diagnóstico de apenas 1% de chance de vida, mas ficou tetraplégica.

A causa da morte não foi divulgada. A parlamentar enfrentava problemas de saúde desde o fim do ano passado, quando foi internada em estado grave. 

Após o incidente em 2003, Luciana não só superou as dificuldades, como se adaptou à nova vida e voltou a estudar. Formou-se em serviço social e concluiu pós-graduação em gestão governamental. Em 2016, elegeu-se vereadora pela Câmara Municipal do Rio. Foi campeã de leis aprovadas em primeiro mandato.

Em 2020, no auge da pandemia, não conseguiu fazer campanha na rua por ser do grupo de risco, mas mesmo assim, teve 16 mil votos, ficando como primeira suplente.

Em 2022, concorreu ao cargo de deputada federal e obteve mais de 31 mil votos, ficando com a segunda suplência, do PT no Rio e Janeiro. Em 2023, retornou à Câmara Municipal do Rio.

Legado

Ao tomar conhecimento do protocolo de morte cerebral da vereadora, o presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Carlo Caiado (PSD), manifestou profundo pesar pelo falecimento da parlamentar, uma mulher que transformou a própria dor em propósito e fez de sua trajetória um exemplo permanente de luta.

Ao longo de sua atuação, deixou um legado de quase 200 leis, sempre voltadas para a inclusão, a defesa das pessoas com deficiência, dos idosos e da população em situação de vulnerabilidade. 

O que acontece com 2.600 pratos de lagosta e filé nobre quando um jantar de gala é interrompido por tiros? Foi essa a pergunta que surgiu após o tradicional Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, realizado no sábado (25), em Washington, terminar em meio ao caos, depois que um homem armado invadiu um posto de controle do Serviço Secreto no Washington Hilton.
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A imprensa e integrantes da elite política americana ainda saboreavam a entrada, uma salada com ervilhas frescas, queijo burrata, pistaches torrados e vinagrete balsâmico envelhecido, quando disparos foram ouvidos no salão de baile do hotel. Os convidados se abaixaram e buscaram abrigo sob as mesas, enquanto o presidente Donald Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance e membros do gabinete eram retirados para uma área segura.
Segundo a presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca, Weijia Jiang, Trump queria que o evento continuasse, mas precisou seguir o protocolo de segurança. O jantar, no entanto, foi encerrado antes que o prato principal, 2.600 porções de chateaubriand (corte nobre de filé mignon) e lagosta do Maine, e a sobremesa, um chamado “Bolo da Ópera”, fossem servidos. O atirador foi preso e ninguém no salão principal ficou ferido.
A dúvida então passou a ser menos política e mais gastronômica: o que seria feito com tanta comida pronta? De acordo com um porta-voz do Washington Hilton, o hotel mantém a prática de doar alimentos não utilizados em grandes eventos para organizações comunitárias locais, e desta vez não foi diferente. Parte dos produtos restantes também foi compostada e enviada para fazendas para uso agrícola.
Nesta segunda-feira (27), Jiang informou na rede X que o bife e a lagosta foram liofilizados, processo que aumenta a durabilidade dos alimentos, antes de serem encaminhados a dois abrigos que acolhem mulheres e crianças vítimas de abuso. A revista Washingtonian foi a primeira a relatar o destino do chamado prato “surf and turf”, combinação clássica de carne e frutos do mar.
Confira:
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Já o vinho teve um destino menos institucional. Transmissões ao vivo e vídeos publicados nas redes mostraram alguns participantes deixando o evento com garrafas inteiras nas mãos, cena que rapidamente viralizou. O jantar deste ano teve ingressos vendidos a US$ 480 por pessoa, ou US$ 4.800 por uma mesa para dez convidados, restritos a membros da Associação de Correspondentes da Casa Branca, organização sem fins lucrativos que apoia jornalistas que cobrem a presidência americana.
Trump, que havia ignorado o evento durante seu primeiro mandato e não participou nas edições anteriores, compareceu pela primeira vez como presidente em exercício. De volta à Casa Branca, defendeu que o jantar fosse remarcado. “Vamos repetir a dose nos próximos 30 dias. E faremos algo maior, melhor e ainda mais agradável”, afirmou, aproveitando para voltar a defender a construção de um novo salão de baile na residência oficial.
Um homem armado abriu fogo em dois locais distintos no centro de Atenas nesta terça-feira, deixando várias pessoas feridas e desencadeando uma grande operação policial na capital da Grécia. Os ataques atingiram primeiro um escritório da seguridade social e, pouco depois, um prédio do Judiciário, em uma sequência de disparos cuja motivação ainda não foi esclarecida pelas autoridades.
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Segundo a imprensa grega, o suspeito tem 89 anos. Até a última atualização, forças de segurança mantinham buscas para localizá-lo.
O primeiro ataque ocorreu em um escritório do Fundo Nacional de Seguridade Social (EFKA), na região de Kerameikos, área central de Atenas. Armado com uma espingarda escondida sob um sobretudo, o homem entrou no prédio, subiu até o quarto andar e abriu fogo.
— Ele entrou, subiu até o quarto andar, levantou a espingarda, disse a um funcionário para se abaixar e atingiu outro — afirmou Alexandros Varveris, chefe do Fundo Nacional de Seguridade Social (EFKA).
O funcionário baleado foi atingido na perna. Policiais aplicaram um torniquete ainda no local antes de encaminhá-lo ao hospital.
Ataque seguiu para tribunal no centro da capital
Após deixar o prédio, o suspeito seguiu para um tribunal em outra área do centro de Atenas, onde voltou a atirar. Segundo a polícia, os disparos foram feitos no térreo do edifício e deixaram várias pessoas feridas.
Imagens exibidas pela emissora estatal ERT mostraram equipes de ambulância retirando vítimas do tribunal. Pelo menos três pessoas foram levadas para atendimento médico.
A polícia informou que a espingarda usada nos ataques foi localizada, mas o paradeiro do suspeito ainda era desconhecido. Segundo a ERT, antes de fugir, o atirador teria jogado envelopes com documentos no chão e afirmado que aqueles papéis explicavam as razões de suas ações.
Casos de violência armada são relativamente raros na Grécia. Embora a posse de armas de fogo seja permitida no país, a legislação local impõe regras rígidas para registro e circulação de armamentos.
A Polícia da Irlanda do Norte (PSNI) divulgou nesta segunda-feira (27) imagens do momento em que um carro-bomba explode em frente à delegacia de Dunmurry, em Belfast, em um ataque classificado pelas autoridades como “imprudente, perigoso e deliberado”, e que, segundo a corporação, provavelmente foi executado pelo grupo dissidente republicano conhecido como Novo IRA.
O vídeo, registrado por uma câmera corporal de um policial, mostra o agente atuando na evacuação da área ao redor da delegcia poucos segundos antes da explosão. Nas imagens, ele caminha pela rua enquanto moradores deixam suas casas, até que o veículo detona em um clarão seguido de um forte estrondo. O áudio da reação do policial foi censurado, mas é possível vê-lo se virar rapidamente e se afastar do local após a explosão.
Assista:
Segundo a investigação, um motorista de entregas foi sequestrado na região de Twinbrook, no oeste de Belfast, e obrigado a conduzir o veículo com o explosivo até a delegacia de Dunmurry. O ataque ocorreu na noite de sábado e mobilizou a retirada urgente de moradores da área residencial, incluindo dois bebês, levados para um local seguro por agentes que atuaram na operação.
A PSNI abriu uma investigação por tentativa de homicídio, conduzida por sua Unidade de Investigação de Terrorismo.
Segundo atentado em menos de um mês
Durante uma coletiva de imprensa no Parlamento de Belfast, o chefe de polícia da PSNI, Jon Boutcher, condenou o episódio e destacou que este foi o segundo ataque semelhante em menos de um mês.
“Começo condenando o ataque imprudente e perigoso em Dunmurry na noite de sábado. Este é o segundo ataque desse tipo em menos de um mês”, afirmou. Ele também ressaltou a atuação dos policiais que correram “em direção ao perigo” para garantir a retirada dos moradores e afirmou que o atentado “não vai conseguir absolutamente nada além de unificar a condenação de todos e levar à prisão e julgamento dos responsáveis”.
Boutcher também classificou os responsáveis como pessoas que demonstraram “total desrespeito” pela vida humana ao colocar um explosivo em uma área residencial.
O atentado acontece poucas semanas após uma tentativa semelhante de ataque com carro-bomba contra a delegacia de polícia de Lurgan, também na Irlanda do Norte. Embora aquele episódio não tenha causado explosão com a mesma dimensão registrada agora em Dunmurry, ele já havia elevado o alerta das autoridades sobre a atuação de grupos dissidentes republicanos na região.
Reação política e apelo por mais recursos
O ataque provocou condenação unânime entre líderes políticos de Stormont e também no Parlamento britânico.
A primeira-ministra da Irlanda do Norte, Michelle O’Neill, afirmou que o momento exige “forte condenação” e não “bobagens políticas”. Segundo ela, os grupos responsáveis “não têm lugar na sociedade” e qualquer pessoa com informações deve procurar a polícia.
A vice-primeira-ministra, Emma Little-Pengelly, também reforçou que “o terrorismo é sempre errado” e defendeu uma mensagem clara às gerações mais jovens de que esse tipo de violência “não faz parte do futuro” da região.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também condenou publicamente o atentado. Já o secretário de Estado britânico, Hilary Benn, atribuiu a ação a “um pequeno número de pessoas que não representam ninguém além de si mesmas”.
Além da resposta imediata ao atentado, a PSNI e representantes da Federação Policial voltaram a cobrar mais recursos para o policiamento e o combate ao terrorismo. Segundo a corporação, há um déficit de cerca de 700 policiais em relação à meta mínima de 7 mil agentes, o que, segundo lideranças da segurança pública, compromete a capacidade de resposta diante de ameaças como a registrada em Dunmurry.
Um turista alemão de 57 anos morreu após ser picado por uma cobra venenosa durante uma apresentação de encantador de serpentes em Hurghada, um dos principais destinos turísticos do Egito às margens do Mar Vermelho. O caso ocorreu no início de abril e está sendo investigado por promotores, segundo informações divulgadas, nesta segunda-feira (27), pela polícia da Baviera.
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De acordo com as autoridades alemãs, o homem estava de férias no país acompanhado de dois parentes e hospedado em um hotel da região quando assistiu ao espetáculo tradicional, no qual artistas simulam “hipnotizar” serpentes com o uso de instrumentos de sopro.
Segundo o relato policial, duas cobras faziam parte da apresentação e, inicialmente, estavam enroladas no pescoço de outros integrantes da plateia. Em seguida, o encantador permitiu que uma delas rastejasse para dentro da calça do turista alemão. Foi nesse momento que o animal o mordeu na perna.
A vítima apresentou sinais imediatos de envenenamento e precisou ser reanimada ainda no local. Depois, foi levada às pressas para um hospital, mas não resistiu e morreu pouco após dar entrada na unidade.
As autoridades da Baviera informaram que aguardam os resultados dos exames toxicológicos para esclarecer as circunstâncias da morte. Procuradas pela agência France-Presse (AFP), autoridades egípcias afirmaram não ter conhecimento do incidente.
Espetáculo tradicional e riscos
Apesar da crença popular, cobras utilizadas em apresentações de encantadores não são realmente hipnotizadas ou induzidas a “dançar” ao som da música. Especialistas explicam que o movimento observado nesses espetáculos é, na verdade, uma reação defensiva do animal diante da movimentação do instrumento e da proximidade do manipulador.
A prática, comum em regiões turísticas e mercados tradicionais de alguns países, frequentemente levanta debates sobre segurança e bem-estar animal, especialmente quando turistas são convidados a interagir diretamente com serpentes venenosas.
O episódio no Egito ocorreu poucos dias depois de outra morte envolvendo uma atração tradicional, desta vez no sul da Espanha.
Durante as festividades de San Marcos, na Andaluzia, o criador de touros Santiago Barrero San Roman, de 33 anos, morreu após ser atacado por um touro enfurecido na noite de sexta-feira.
Imagens registradas por testemunhas mostram Roman tentando se proteger atrás de uma barreira na Calle Palomeras, conhecida localmente como “rua do inferno” pela intensidade das corridas de touros realizadas no local. Ao ser alcançado pelo animal, ele ainda tentou se esconder atrás de um barril, mas acabou sendo lançado ao ar pelos chifres.
Na sequência, o touro o arrastou pela rua enquanto espectadores acompanhavam a cena. Alguns homens correram para tentar distrair o animal, enquanto outros puxavam a corda presa ao touro na tentativa de afastá-lo. Apesar dos esforços, Roman sofreu ferimentos fatais.

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