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Caças F-16AM Fighting Falcon da Força Aérea Portuguesa foram acionados nesta quarta-feira para interceptarem um avião cargueiro militar da Rússia, que voava perto do espaço aéreo da Estônia.
De acordo com o Comando Aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da qual integram tanto Portugal quanto Estônia, a operação aconteceu após uma aeronave russa do modelo Ilyushin II-76 ter se aproximado da área.
Questionada por O GLOBO, a Força Aérea de Portugal ainda não informou se a aeronave foi obrigada a pousar ou foi apenas escoltada até deixar a região.
A ação marca a primeira participação militar do país europeu desde o dia 31 de março, quando a Otan determinou o envio de F16 portugueses para patrulhar o espaço aéreo da Estônia a partir da Base Aérea de Amari, no norte do país báltico.
(*Esta matéria está em atualização)
O Irã derrubou um drone de fabricação israelense no sul do país após o anúncio do cessar-fogo com os Estados Unidos, informou a televisão estatal nesta quarta-feira.
AO VIVO: Trump e Irã confirmam acordo de cessar-fogo e suspendem ataques por duas semanas; acompanhe
O episódio ocorre em meio à trégua de duas semanas acordada entre os Estados Unidos e Israel, anunciada nesta terça-feira, poucas horas antes do prazo estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O incidente reforça a fragilidade do cessar-fogo, já colocada em dúvida por novos ataques registrados na região. O Kuwait afirmou ter sido alvo de “uma intensa onda de ataques iranianos”, enquanto os Emirados Árabes Unidos disseram que suas defesas aéreas atuaram contra mísseis e drones lançados a partir do Irã.
Autoridades iranianas, por sua vez, afirmaram que ofensivas contra países do Golfo ocorreram após bombardeios contra instalações petrolíferas na ilha de Lavan, classificadas como um “ataque covarde”.
A tensão também se mantém em outras frentes. Israel realizou bombardeios no sul do Líbano e afirmou que a trégua com o Irã não se aplica ao território libanês, onde continua em confronto com o Hezbollah.
Em meio à escalada, a Guarda Revolucionária declarou que “não confia” nas promessas dos Estados Unidos e que permanece “com o dedo no gatilho”, apesar da trégua.

Criada para apurar a atuação, expansão e o funcionamento de facções criminosas no Brasil, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, do Senado, não será prorrogada.

Segundo o relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), comunicou sua decisão de não estender os trabalhos do colegiado no início da tarde dessa terça-feira (7). Vieira pediu a prorrogação dos trabalhos da CPI por 60 dias.

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De acordo com Vieira, Alcolumbre justificou sua resolução de manter a data inicial de encerramento da comissão, no próximo dia 14, ao alegar que seria inadequado prorrogá-la às vésperas do início do calendário eleitoral deste ano.

“A decisão de Vossa Excelência foi pela não prorrogação. É meu dever registrar, publicamente, que entendo a decisão como um desserviço para o Brasil”, declarou Vieira, durante a sessão plenária do Senado dessa terça-feira (7), poucas horas após se reunir com Alcolumbre.

Vieira destacou que, com o fim dos trabalhos na próxima semana, a CPI não continuará a apuração dos “fatos de alta gravidade” que vinha investigando, como a “infiltração criminosa” em instâncias públicas de poder do estado do Rio de Janeiro e o caso do Banco Master.

“Este é, seguramente, o caso mais didático de infiltração pela corrupção nos Poderes da República”, acrescentou o relator, ao se referir ao caso Master e aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais.

Segundo ele, o Banco Master não era um banco, e sim uma organização criminosa. “[Era] um grupo que misturava lavagem de dinheiro, estelionato, corrupção, golpes financeiros, fraudes diversas, comandadas pelo presidente do banco, e que atendeu e prestou serviço a muita gente importante desse país, nos três Poderes”, acrescentou Vieira.

“Temos, ao mesmo tempo, a criminalidade violenta ocupando o território brasileiro, cada vez mais expulsando, dominando, constrangendo brasileiros e brasileiras. E temos aqui, nos escritórios, gabinetes de Brasília e da Faria Lima [em São Paulo], em todos os centros onde se tenha recurso e poder, a infiltração pela corrupção”, concluiu o senador.

Alcolumbre, que presidia a sessão Plenária, não se manifestou sobre as declarações de Vieira.

Entre buzinas e sirenes, uma cena digna de comédia urbana chamou atenção nas redes sociais nesta quarta-feira (8): uma avestruz correndo livremente por uma avenida em Pequim, na China, enquanto viaturas policiais tentavam alcançá-la.
Cena inusitada: avestruz foge, invade rodovia e corre 10 km entre carros na Tailândia
O episódio ocorreu na Zona de Desenvolvimento Econômico de Yizhuang, no sudeste da capital chinesa. Vídeos que circulam nas redes mostram a ave correndo em alta velocidade pela via, seguida de perto por diversos veículos da polícia, que tentavam cercá-la para evitar acidentes.
Assista:
Avestruz foge de residência e corre em via movimentada de Pequim
Segundo a mídia local, o animal era criado por um morador da região e conseguiu escapar, embora não tenham sido detalhadas as circunstâncias da fuga. Após a perseguição, a avestruz foi capturada com sucesso pelas autoridades, sem registro de feridos.
Avestruz foge de residência e corre em via movimentada de Pequim
AFP
Sequência de fugas chama atenção
O caso em Pequim acontece poucos dias após um episódio semelhante ganhar repercussão internacional na Tailândia. Na ocasião, uma avestruz de cinco meses percorreu cerca de 10 quilômetros pela rodovia Pattaya-Rayong, correndo ao lado de carros em movimento e surpreendendo motoristas.
Assim como no caso chinês, a ave também foi resgatada sem ferimentos, após mobilizar moradores e gerar preocupação momentânea no trânsito. Apesar do risco potencial, não houve registro de acidentes.
A sucessão de episódios tem alimentado a viralização de vídeos envolvendo avestruzes em fuga, transformando cenas inusitadas em fenômenos nas redes, ainda que, para autoridades locais, o foco continue sendo evitar riscos em vias movimentadas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta quarta-feira, impor tarifas de 50% a todos os países que fornecem armas ao Irã.
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— O país que fornecer armas militares ao Irã estará imediatamente sujeito a uma tarifa de 50% sobre todos os produtos que vender aos Estados Unidos, com efeito imediato. Não haverá exclusões ou isenções — disse Trump em sua plataforma Truth Social.
Ele também afirmou em outra publicação que seu governo está “negociando o alívio de tarifas e sanções com o Irã”, horas depois de anunciar um cessar-fogo de duas semanas com Teerã, que concordou em reabrir temporariamente o Estreito de Ormuz.
EUA trabalhará ‘com o Irã’ para extrair material nuclear enterrado
O presidente disse também que o Irã deixará de enriquecer urânio e que ambos os países trabalharão juntos para “remover” o material nuclear enterrado em grande profundidade após o ataque aéreo americano do ano passado.
— Os Estados Unidos trabalharão estreitamente com o Irã, que, segundo nossa avaliação, passou por uma mudança de regime que será muito produtiva — escreveu Trump na Truth Social, horas depois de anunciar um cessar-fogo temporário na guerra.
— Não haverá enriquecimento de urânio e os Estados Unidos, trabalhando com o Irã, irão desenterrar e remover toda a ‘poeira’ nuclear enterrada em profundidade — acrescentou.
Acordo de cessar-fogo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concordou com um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, ele anunciou a medida nas redes sociais na última terça-feira, com a condição de que o Irã reabra imediatamente o Estreito de Ormuz para o trânsito seguro de qualquer embarcação.
O Irã aceitou a proposta após intensos esforços diplomáticos paquistaneses e uma intervenção de última hora da China, um aliado fundamental, que pediu ao regime iraniano que demonstrasse flexibilidade e reduzisse as tensões, e em meio a crescentes preocupações com a devastação econômica causada pelos danos à infraestrutura crítica, segundo três autoridades iranianas. Elas afirmaram que o cessar-fogo foi aprovado pelo novo líder supremo, o aiatolá Mojtaba Khamenei.
Israel também vai fazer parte do cessar-fogo de duas semanas anunciado por Trump, disse um alto funcionário da Casa Branca à CNN. O funcionário revelou que o governo israelense concordou em suspender sua campanha de bombardeios enquanto as negociações continuam.
Dezenas de pessoas morreram e centenas ficaram feridas nos ataques realizados por Israel contra o Líbano após a trégua com o Irã, segundo informou o Ministério da Saúde libanês. Os bombardeios atingiram diferentes áreas do país.
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Colunas de fumaça foram vistas em diferentes pontos da cidade e da região metropolitana, de acordo com imagens da AFPTV. Jornalistas da AFP relataram cenas de pânico nas ruas da capital após as explosões.
As Forças Armadas israelenses (IDF, na sigla em inglês) confirmaram, ainda, o bombardeio de mais de cem alvos do grupo armado pró-Irã em diversos pontos do país ao longo de pouco menos de dez minutos, de acordo com informações da agência internacional Associated Press.
O IDF afirmou, ainda, que tem como alvos estruturas de ataque aéreo, centros de comando e de inteligência do Hezbollah.
‘Alerta elevado’
O Exército israelense indicou nesta quarta-feira ter suspendido seus ataques contra o Irã após completar uma série de bombardeios noturnos, mas destacou que permanece em alerta para responder a qualquer eventual violação do cessar-fogo anunciado por Washington.
“Seguindo as diretrizes do comando político, o Exército cessou o fogo na campanha contra o Irã e se mantém em estado de alerta elevado, pronto para responder a qualquer violação” da trégua, indicaram as forças armadas em um comunicado.
“Na madrugada de quarta-feira, [as forças armadas israelenses] executaram uma ampla onda de ataques contra pontos de lançamento de mísseis” em diferentes locais do Irã, acrescentou o texto.
Nesta terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o cessar-fogo de duas semanas com apoio de Irã e Israel, a poucas horas do fim do ultimato para a reabertura do Estreito de Ormuz, enquanto negociações mais amplas seguem previstas.
A trégua, mediada pelo Paquistão, contrasta com declarações anteriores do republicano, que chegou a ameaçar a destruição de “toda uma civilização”, gerando críticas internacionais e questionamentos legais.
Organismos como ONU e Anistia Internacional classificaram a retórica como potencial violação do direito internacional humanitário, enquanto aliados e opositores nos EUA também reagiram com preocupação.
Apesar da pausa, o conflito já atingiu infraestruturas civis estratégicas, elevando o risco de escalada regional e até de incidente nuclear, segundo agências internacionais.
Sob pressão interna e externa, tanto Washington quanto Teerã tentam capitalizar a trégua, ainda que as exigências para um acordo definitivo indiquem um caminho prolongado para o fim da guerra.
O acordo de cessar-fogo obtido por EUA e Irã com mediação do Paquistão, a poucas horas do fim do prazo dado pelo presidente americano, Donald Trump, para um ataque que prometeu fulminar a nação persa em uma noite, começou a ser aplicado nesta quarta-feira, com a passagem dos primeiros navios pelo Estreito de Ormuz. A reabertura da rota por onde passa 20% da produção mundial de petróleo era um aspecto central das negociações entre Teerã e Washington, realizadas sob pressões e ameaças de aprofundamento do conflito. Apesar das partes citarem uma trégua temporária, novos ataques foram registrados na região nesta quarta — em um lembrete de que a instabilidade regional ainda não está resolvida.
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O presidente americano anunciou na noite de terça-feira, em uma publicação na Truth Social, que havia concordado com um cessar-fogo de duas semanas com o Irã, em troca de uma reabertura “completa, imediata e segura” do Estreito de Ormuz. O prazo da trégua, acrescentou Trump, deverá ser usado para concluir negociações de um acordo mais amplo para encerrar as hostilidades — o que possivelmente se estenda para questões estratégicas como o programa nuclear iraniano.
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Autoridades do Irã também confirmaram a trégua, com o ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi detalhando que se os ataques ao país parassem, seria concedida passagem segura aos navios em Ormuz, em coordenação com as Forças Armadas iranianas. Estimativas apontam que cerca de mil navios estão retidos na região.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, anunciou que a trégua começaria imediatamente nesta quarta. Apesar disso, novas ações militares foram registradas pela região. Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar e Kuwait denunciaram ter sido atacados por drones iranianos, enquanto a mídia estatal iraniana denunciou que uma refinaria do país na Ilha de Lavan teria sido atacada horas após o anúncio do cessar-fogo. O Iraque também registrou novos ataques ao seu território após o começo da trégua, mas não houve informação imediata sobre a autoria.
Líderes internacionais e regionais, incluindo o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, pediram cautela e restrição de todas as partes envolvidas para que nenhum gesto de provocação rompesse o processo de paz.
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Incertezas no processo
Apesar do tímido começo da implementação, uma série de inconsistências sobre os termos tratados em público se revelam. As Forças Armadas de Israel lançaram novas ondas de ataque contra o Líbano, descritas como as mais poderosas dos últimos tempos, após o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmar que Beirute não estaria no escopo do acordo sobre o Irã. A versão apresentada pelo governo israelense contradiz o anúncio do premier do Paquistão, que citou nominalmente o “Líbano e outras regiões” como área de extensão da trégua. Os EUA garantiram que Israel concordou com os termos discutidos sob mediação paquistanesa.
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A situação do Líbano foi abordada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, nesta quarta-feira, que disse que o conflito no país deveria parar imediatamente. O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou que esperava que as negociações levassem ao fim das hostilidades — oficialmente, o governo libanês não entrou em guerra com Israel, que afirma atacar apenas o movimento Hezbollah, contudo, estima-se que mais de 1,5 mil pessoas tenham morrido no país desde o início do conflito.
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Próximos passos
O premier do Paquistão convocou EUA e Irã a enviarem delegações diplomáticas a Islamabad já nesta sexta-feira, a fim de dar continuidade às negociações. Fontes iranianas afirmaram que houve um sinal positivo por parte do governo em Teerã para prosseguir. A Casa Branca não confirmou oficialmente o comparecimento, mas o vice-presidente JD Vance anunciou, durante viagem à Hungria, que Trump estaria “impaciente” para avançar com as negociações — embora tenha destacado que o acordo ainda é frágil.
Antes do início da guerra entre a coalizão EUA-Israel contra o Irã, há 40 dias, negociadores de Teerã e de Washington participavam de tratativas diplomáticas mediadas por Omã, com foco na limitação dos programas de mísseis, nuclear e de alianças regionais do Irã. As conversas foram interrompidas após os primeiros bombardeios.
Ainda não está claro até que ponto as conversas pré-guerra serão retomadas e quanto os termos em discussão poderão avançar para superar antigas divergências — que voltaram a aparecer, em meio às declarações públicas desde o anúncio do cessar-fogo.
Em seu anúncio inicial, Trump afirmou ter recebido por meio dos mediadores um plano com 10 pontos do Irã, que chamou de “base viável para negociação”. Na manhã desta quarta-feira, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que os “princípios gerais” apresentados pelo país para continuidade das negociações foram aceitos.
Contudo, a mídia estatal iraniana descreveu termos distantes daqueles apresentados por Trump. Entre eles, estariam o reconhecimento do direito iraniano de enriquecer urânio — embora não mencione se a limites restritos a uso civil —, o fim das hostilidades no Irã, Iraque, Líbano e Iêmen, além do levantamento de sanções sobre o país e o descongelamento de fundos no país.
Em uma mensagem na Truth Social, Trump disse que “não haverá nenhum enriquecimento de urânio” na nação persa e que os dois países retirariam os estoques de material radioativo enriquecido do país, em troca de alívios de sanções e tarifários. (Com NYT e AFP)
Uma montanha-russa parou repentinamente a mais de 45 metros de altura e deixou cerca de 20 passageiros presos durante um passeio no parque Warner Bros. Movie World, na Austrália. Imagens do momento circulam nas redes sociais e mostram o resgate em meio ao calor de aproximadamente 30°C.
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O incidente ocorreu na terça-feira (7), quando a atração DC Rivals HyperCoaster apresentou uma falha ao iniciar uma subida íngreme, pouco antes de uma descida quase vertical. Sem entender o que havia acontecido, os ocupantes permaneceram imobilizados na estrutura metálica, sob forte exposição ao sol.
Resgate sob calor intenso
Funcionários do parque iniciaram uma operação para retirar os passageiros, precisando escalar a estrutura da montanha-russa e conduzir cada pessoa em segurança até o solo. A ação levou mais de duas horas. Parte dos visitantes recebeu guarda-chuvas enquanto aguardava a retirada.
Em nota, um porta-voz da Village Roadshow Theme Parks informou que a interrupção foi causada pela ativação de um sensor de segurança. Segundo a empresa, todos os passageiros permaneceram seguros durante o incidente, com comunicação constante mantida pela equipe. A operadora destacou ainda que os protocolos de segurança funcionaram conforme o previsto.
Considerada a mais alta do hemisfério sul, a DC Rivals HyperCoaster pode atingir até 115 km/h e alcançar cerca de 60 metros de altura. O caso ocorre semanas após outro incidente em parque de diversões, quando crianças precisaram ser resgatadas de um brinquedo após falha mecânica, reforçando a atenção sobre a segurança em atrações do tipo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que Washington está trabalhando com o Irã para retirar material nuclear enterrado em instalações atingidas por bombardeios, incluindo operações com aviões B-2. Segundo ele, o objetivo é impedir definitivamente o enriquecimento de urânio pelo país.
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Em publicação nas redes sociais, Trump declarou que os dois países atuariam em conjunto para remover o que chamou de “poeira nuclear” localizada em áreas subterrâneas. “Não haverá enriquecimento de urânio, e os Estados Unidos irão, trabalhando com o Irã, escavar e remover toda a ‘poeira’ nuclear profundamente enterrada (pelos bombardeiros B-2)”, escreveu.
Publicação de Donald Trump
Reprodução: Truth Social
O presidente acrescentou que o local atacado permanece sob vigilância desde a ofensiva. “Nada foi tocado desde a data do ataque”, afirmou.
Não está claro se Trump se referia aos bombardeios realizados em junho contra instalações nucleares iranianas ou a ataques mais recentes no contexto do atual conflito envolvendo o país.
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Trump também disse que negociações envolvendo tarifas e alívio de sanções fazem parte de um plano de paz mais amplo. “Estamos, e estaremos, discutindo alívio de tarifas e sanções com o Irã”, declarou.
Na véspera, o presidente havia afirmado que uma proposta iraniana de cessar-fogo com dez pontos era “viável”. Já nesta quarta-feira, sugeriu que diversos itens de seu próprio plano, com 15 pontos e anteriormente rejeitado por Teerã, teriam sido aceitos.
Apesar das declarações, o Irã não confirmou qualquer acordo com os Estados Unidos, nem reconheceu a intenção de cooperar na retirada do urânio enriquecido enterrado após os ataques. Trump também ameaçou impor tarifas de 50% a países que vendam armas ao Irã.
Uma apresentação artística com fogo terminou em momentos de pânico na cidade de Nantong, na China, após uma dançarina ser envolvida pelas chamas durante uma performance noturna, no ínicio do mês de abril. Vídeos que circulam nas redes sociais registram o instante em que o espetáculo, inicialmente coreografado, foge do controle.
A artista se apresentava em um parque de vida selvagem com um vestido longo vermelho, cuja barra era cercada por um anel de fogo. A coreografia previa movimentos próximos ao solo, com a dançarina ajoelhada e gesticulando entre as chamas, criando um efeito visual planejado.
Assista:
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Falha transforma espetáculo em emergência
As imagens mostram que, em determinado momento, o mecanismo que sustentava o aro em chamas não se desprende como previsto. O fogo se espalha rapidamente pelo figurino e atinge também o cabelo da dançarina. Em segundos, a apresentação se transforma em uma situação de risco.
Ainda em chamas, a mulher corre pela areia em direção ao rio Yangtzé, nas proximidades, e mergulha na água para conter o incêndio. Segundo informações locais, ela foi levada a um hospital e não sofreu ferimentos graves. A apresentação foi suspensa e está sob avaliação das autoridades responsáveis por segurança.
Em outro episódio que também ganhou repercussão nas redes, desta vez nos Estados Unidos, uma motocicleta explodiu após um acidente em uma rua residencial no Texas. O veículo pegou fogo depois de atingir o meio-fio, formando uma bola de chamas.
O motociclista e duas crianças que estavam próximas conseguiram fugir rapidamente. Um vizinho utilizou uma mangueira para ajudar a conter o incêndio. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

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