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Caças F-16AM Fighting Falcon da Força Aérea Portuguesa foram acionados nesta quarta-feira para interceptarem um avião cargueiro militar da Rússia, que voava perto do espaço aéreo da Estônia.
De acordo com o Comando Aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da qual integram tanto Portugal quanto Estônia, a operação aconteceu após uma aeronave russa do modelo Ilyushin II-76 ter se aproximado da área.
Questionada por O GLOBO, a Força Aérea de Portugal ainda não informou se a aeronave foi obrigada a pousar ou foi apenas escoltada até deixar a região.
A ação marca a primeira participação militar do país europeu desde o dia 31 de março, quando a Otan determinou o envio de F16 portugueses para patrulhar o espaço aéreo da Estônia a partir da Base Aérea de Amari, no norte do país báltico.
(*Esta matéria está em atualização)

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Um grande incêndio florestal atinge a zona de exclusão de Chernobyl, no norte da Ucrânia, após a queda de um drone, informaram nesta sexta-feira autoridades locais, que afirmam não ter detectado aumento nos níveis de radioatividade.
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“Um incêndio começou na quinta-feira no território da reserva de Chernobyl após a queda de um drone”, informou a administração da área que circunda, em um raio de 30 quilômetros, a usina nuclear acidentada de mesmo nome.
Segundo a administração da reserva, o fogo segue ativo e já afeta uma área de 1.100 hectares. Rajadas de vento e o terreno de difícil acesso vêm dificultando o trabalho das equipes de combate às chamas.
Imagens divulgadas pela administração da zona de exclusão mostram colunas densas de fumaça subindo sobre a floresta, além da circulação de caminhões de bombeiros e ambulâncias por estradas da região.
As autoridades não informaram se o drone que caiu era russo ou ucraniano. Os dois países trocam ataques com dezenas de drones quase diariamente desde o início da guerra.
“O nível de radiação na área afetada pelo incêndio permanece dentro dos limites normais”, assegurou a administração da reserva.
Os serviços de emergência da Ucrânia também informaram, em mensagem publicada no Telegram, que nenhum aumento da radioatividade foi detectado no país.
Área segue marcada pela pior catástrofe nuclear da história
A zona de exclusão de Chernobyl foi criada após a explosão, em abril de 1986, de um dos reatores da usina — acidente considerado a pior catástrofe nuclear da história.
Centenas de milhares de moradores foram evacuados da região, posteriormente transformada em reserva natural. Décadas depois, grande parte do território segue altamente contaminada.
Chernobyl voltou ao centro das atenções no início da guerra na Ucrânia. As forças russas ocuparam a usina no primeiro dia da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022, e permaneceram no local por cerca de um mês, antes de se retirarem após fracassarem na ofensiva para tomar Kiev.
A usina está localizada a cerca de 130 quilômetros da capital ucraniana e a aproximadamente 20 quilômetros da fronteira com Belarus.
Um vídeo que circula nas redes sociais desde o início desta semana mostra o momento em que um homem em um jet ski atinge uma baleia-cinzenta na costa de Vancouver, no Canadá, próximo à formação rochosa de Siwash Rock, no Stanley Park. O acidente aconteceu nesta segunda-feira (4) e mobilizou equipes de emergência e autoridades ambientais, que abriram investigação para apurar o estado do animal e a conduta do piloto.
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As imagens registradas por testemunhas mostram a baleia emergindo à superfície para expelir água segundos antes de ser atingida pela embarcação em alta velocidade. Ao passar sobre o dorso do animal, o jet ski, um modelo Sea-Doo, é lançado para o alto por alguns instantes antes de cair novamente no mar com força, arremessando o condutor para fora. Logo depois, a baleia volta a expelir água a poucos metros do homem, que aparece flutuando na água.
Assista:
O Serviço de Emergência de Saúde da Colúmbia Britânica confirmou que o piloto foi socorrido e levado ao hospital em estado grave, mas estável. Paralelamente, o Departamento de Pesca e Oceanos do Canadá (DFO, na sigla em inglês) e o Departamento de Polícia de Vancouver identificaram o condutor e iniciaram apuração sobre o caso.
Baleia vinha sendo observada há dias
Segundo Paul Cottrell, coordenador de mamíferos marinhos do DFO, uma equipe de especialistas esteve na região nesta terça-feira para avaliar a baleia, que vinha sendo vista há vários dias se alimentando próxima à costa da Baía Inglesa. De acordo com ele, não foram identificados sinais aparentes de ferimentos.
Imagens circulam nas redes sociais
Reprodução/Redes Sociais
“Não conseguimos ver nenhum ferimento, e o animal parecia estar se comportando normalmente e se alimentando”, afirmou Cottrell. Na terça-feira, a baleia foi vista seguindo para noroeste, deixando a Baía Inglesa, e, na quarta-feira, já não foi mais localizada. O DFO acredita que ela tenha retomado sua rota migratória em direção ao oeste.
As normas canadenses de proteção a mamíferos marinhos determinam que embarcações mantenham distância mínima de 100 metros de baleias-cinzentas e de 200 metros quando elas estiverem acompanhadas de filhotes. O DFO é responsável por fiscalizar o cumprimento dessas regras. O porta-voz da polícia de Vancouver, agente Darren Wong, afirmou que a corporação trabalha em conjunto com o órgão federal, mas disse que ainda era cedo para confirmar se o condutor ferido poderá responder criminalmente pelo episódio.
Um casal da Califórnia foi multado em US$ 915.135 (cerca de R$ 4,5 milhões) após derrubar ilegalmente 38 árvores em um terreno localizado na encosta de Oakland, nos Estados Unidos. A decisão foi tomada nesta semana pelo Conselho Municipal da cidade, após anos de disputas administrativas e tentativas frustradas dos proprietários de reverter a penalidade.
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Segundo a imprensa local, Matthew Bernard e Lynn Warner compraram, em 2019, um terreno atrás do tradicional Claremont Hotel and Club, em North Oakland. Segundo o jornal local Oaklandside, em 2021 funcionários da prefeitura identificaram que o casal havia iniciado o corte de árvores sem as licções exigidas pela legislação municipal de proteção arbórea. Mesmo após sucessivos avisos, Bernard teria continuado com a remoção, inclusive de exemplares que, segundo relatos, estavam em propriedades vizinhas.
As autoridades afirmaram ter reunido ampla documentação sobre o caso, incluindo fotografias de pessoas realizando o corte no terreno, além de boletins de ocorrência registrados pela polícia após chamados relacionados ao desmatamento. Posteriormente, quando o casal tentou solicitar, em 2025, autorização para construir uma casa unifamiliar no local, a prefeitura emitiu uma notificação formal informando a violação da lei de preservação de árvores da cidade.
Valor das árvores e disputa no conselho
A equipe técnica da prefeitura calculou individualmente o valor de cada árvore removida. Os custos variaram de US$ 750 por uma pequena ameixeira até US$ 95 mil por um antigo carvalho-vivo, considerado de alto valor ambiental. A soma total resultou na multa de mais de US$ 915 mil, uma das mais expressivas já aplicadas sob essa legislação municipal.
Bernard e Warner solicitaram audiências junto ao Conselho Municipal de Oakland, direito previsto para contestação desse tipo de penalidade. No entanto, as tentativas não avançaram: em dezembro de 2025 e novamente em abril de 2026, o conselho não conseguiu chegar a uma decisão definitiva. Em 14 de abril, uma proposta para aplicar a multa máxima foi rejeitada após três vereadores votarem contra, enquanto a ausência de um membro acabou contabilizada como voto contrário.
Durante a defesa, Bernard afirmou que tentou seguir o processo de licenciamento e contestou o número de árvores removidas. Segundo ele, algumas já estavam doentes ou haviam caído antes da compra do terreno ou durante tempestades. “Discordamos da afirmação de que 38 árvores foram removidas. Algumas árvores caíram antes da nossa compra, outras caíram durante tempestades”, declarou. O casal também pediu que a multa fosse anulada com a promessa de replantar novas árvores após a futura construção da residência.
A decisão final, porém, foi influenciada pela mobilização de defensores ambientais e moradores, que enviaram e-mails aos vereadores e participaram da reunião pública em defesa da punição. Eles argumentaram que a ausência de sanção abriria precedente para novos casos de desmatamento irregular. Embora o vereador Carroll Fife tenha tentado reduzir a multa para US$ 300 mil, alegando necessidade de uma solução mais “equitativa”, prevaleceu o entendimento de que a legislação deveria ser aplicada integralmente. A vereadora Janani Ramachandran afirmou que Oakland precisava ser “cristalina” sobre violações legais: “Para qualquer pessoa que queira entrar em nossa cidade, destruí-la e violar nossas leis, pensando que sairá impune: vocês serão multados”.
Uma menina de cinco anos sobreviveu após permanecer por mais de 24 horas presa em um veículo destruído em um grave acidente no estado do Colorado, nos Estados Unidos, que matou seus pais. O caso aconteceu nas proximidades da rodovia US 160 e mobilizou equipes de resgate e autoridades locais no fim de semana.
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Segundo informações divulgadas pela Patrulha Rodoviária do Colorado e pelo jornal local Durango Herald, o caminhão em que estavam Kayce Griffin, seus pais, Klariza Tarango, de 24 anos, e Devante Griffin, de 25, capotou na manhã de sexta-feira. O veículo, no entanto, não era visível da estrada e só foi localizado no sábado, após um motorista que passava pela região perceber os destroços e acionar a polícia.
As autoridades informaram que o acidente envolveu apenas aquele veículo e acreditam que ele tenha ocorrido por volta das 6h da manhã de sexta-feira. Quando os socorristas chegaram ao local, Klariza e Devante já estavam mortos. A menina foi encontrada com ferimentos leves e levada a um hospital da região. Posteriormente, ela recebeu alta e ficou sob os cuidados do avô.
Tragédia e milagre
Em nota publicada nas redes sociais, o Corpo de Bombeiros de Upper Pine River classificou o episódio como “uma tragédia e um milagre” pela sobrevivência da criança. A corporação afirmou que a perda “pesa não apenas para as equipes de resgate, mas também para a família e para toda a comunidade”, além de manifestar condolências aos parentes das vítimas.
A legista do condado de La Plata, Jann Smith, informou ao Durango Herald que nenhum dos adultos usava cinto de segurança no momento do acidente. A Patrulha Rodoviária do Colorado afirmou ainda que excesso de velocidade e uso de substâncias ilícitas foram descartados como fatores contribuintes e que não há previsão de apresentação de acusações no caso. A causa exata do capotamento, porém, ainda segue sob investigação.
Após a tragédia, familiares criaram páginas no GoFundMe para arrecadar recursos destinados às despesas funerárias e aos custos médicos da criança. Lequette Reed, mãe de Devante, escreveu que a família está “devastada e arrasada” com a perda repentina. Segundo outra campanha de arrecadação, o casal também deixa uma segunda filha, Karenza, de dois anos. Um memorial com uma cruz foi instalado no local do acidente.
As autoridades japonesas confirmaram nesta sexta-feira a primeira morte causada por ataque de urso no país em 2026, enquanto a polícia investiga outros dois casos que também podem ter sido provocados pelos animais.
A vítima confirmada é uma mulher de 55 anos, que morreu em 21 de abril na província de Iwate, no norte do Japão, informou um funcionário do Ministério do Meio Ambiente.
Segundo a imprensa local, a polícia apura ainda duas outras mortes suspeitas ligadas a ataques de urso, em meio ao aumento da presença desses animais em áreas próximas a centros urbanos.
Na quinta-feira, um corpo foi encontrado em outra área da província de Iwate. Já na terça-feira, outro cadáver foi localizado em uma floresta na província de Yamagata.
A polícia confirmou à AFP a morte de duas pessoas nesses episódios, mas afirmou que as causas ainda não foram oficialmente determinadas.
Escassez de alimento amplia risco
Especialistas apontam que a falta de alimento natural — especialmente bolotas, parte importante da dieta dos ursos — tem levado os animais, nos últimos anos, a avançar para áreas habitadas em busca de comida.
O fenômeno aumentou a preocupação das autoridades japonesas, sobretudo após a escalada de ataques fatais registrada recentemente.
Em 2025, o Japão enfrentou uma onda recorde de ataques de urso, com 13 mortes confirmadas — o maior número já registrado no país.
A Venezuela reconheceu nesta quinta-feira a morte do preso político Víctor Hugo Quero Navas, nove meses após seu falecimento e depois de mais de um ano de desaparecimento forçado denunciado por sua família, segundo informou o Ministério dos Serviços Penitenciários.
Quero, de 51 anos, havia sido excluído da anistia promovida pelo governo venezuelano, de acordo com sua defesa. Sua mãe, Carmen Navas, afirmou ter procurado o filho de forma incessante, sem conseguir vê-lo durante todo o período de detenção.
Na tarde desta quinta-feira, Carmen, de 81 anos, foi levada por autoridades do Ministério dos Serviços Penitenciários ao local onde seu filho foi enterrado, no Parque Memorial Jardim La Puerta, cemitério em Caracas, constatou um jornalista da AFP.
Após depositar flores sobre o local apontado como sendo onde estariam os restos mortais de Quero, a mãe pediu a realização de um exame de DNA para confirmar a identidade do corpo.
Segundo o Ministério dos Serviços Penitenciários, Quero morreu em 24 de julho de 2025, perto da meia-noite, “por insuficiência respiratória”, após ser transferido para o Hospital Militar Dr. Carlos Arvelo, em Caracas, “ao apresentar hemorragia digestiva superior e síndrome febril aguda”.
O Ministério Público venezuelano anunciou “o início de uma investigação penal”, segundo comunicado divulgado na noite desta quinta-feira.
“Como parte da investigação, foi determinada a exumação com prontidão do cadáver”, acrescentou o MP.
Família contesta versão oficial
No local indicado como sepultura, um punhado de pedras e uma chapa de ferro enferrujada fincada em um terreno vazio são os únicos indícios da presença dos restos mortais. Em uma inscrição impressa em computador aparece o nome completo de Quero ao lado do de uma mulher.
A data de morte registrada no local é 27 de julho de 2025 — diferente de 24 de julho, data informada oficialmente pelo ministério.
Ativistas de direitos humanos denunciaram em janeiro que havia na Venezuela cerca de 200 pessoas em situação de “desaparecimento forçado”.
Desde então, 776 presos políticos foram libertados no país, segundo a ONG Foro Penal. Desse total, 186 deixaram a prisão após a promulgação da Lei de Anistia, em fevereiro.
‘É um caso gravíssimo’, diz ONG
Segundo o Ministério dos Serviços Penitenciários, Quero “não forneceu dados sobre filiação e nenhum familiar se apresentou para solicitar visita formal”.
Familiares de presos políticos, porém, relatam frequentemente meses sem qualquer informação oficial sobre o paradeiro de parentes detidos, percorrendo presídios em busca de notícias.
“O privado de liberdade, estando sob tutela do Estado e diante da ausência de seus familiares, foi formalmente sepultado na data de 30 de julho de 2025 em cumprimento aos protocolos legais”, acrescentou o ministério.
Comerciante, Quero foi preso em 3 de janeiro de 2025 e acusado de supostos crimes de terrorismo.
— É um caso gravíssimo — afirmou à AFP Alfredo Romero, diretor da ONG Foro Penal: — O próprio comunicado do Ministério dos Serviços Penitenciários é por si só indignante, porque indica que ele não havia informado sobre vínculos de filiação e que ninguém foi visitá-lo […] A mãe passava muito tempo procurando por ele e ninguém lhe dizia nada.
O advogado Eduardo Torres, defensor de direitos humanos e ex-preso político, afirmou que desaparecimento forçado e violação do direito à vida configuram crimes contra a humanidade.
— Infelizmente ele estava morto, como já nos haviam dito vários de seus companheiros de prisão — disse Torres à AFP.
Segundo levantamento do Foro Penal, 19 presos políticos morreram sob custódia do Estado venezuelano desde 2014. A organização calcula que havia 454 presos políticos no país no fim de abril.
Três excursionistas, entre eles dois estrangeiros, morreram nesta sexta-feira após a erupção de um vulcão na ilha indonésia de Halmahera, no leste do país, informou a polícia local. A explosão lançou uma enorme nuvem de cinzas no ar e desencadeou uma operação de busca em área montanhosa de difícil acesso.
— Há três mortos; dois estrangeiros e um morador da ilha de Ternate — afirmou Erlichson Pasaribu, chefe da polícia da província de Halmahera do Norte, à emissora Kompas TV, sem informar, até o momento, as nacionalidades das vítimas estrangeiras.
Segundo as autoridades, sete pessoas conseguiram descer da montanha sem ferimentos graves, enquanto outras 10 continuavam desaparecidas até a última atualização. A área onde estavam havia sido declarada de acesso proibido para visitantes no mês passado, depois que cientistas detectaram aumento da atividade vulcânica.
A agência indonésia de mitigação de desastres, BNPB, informou ainda que cinco montanhistas ficaram feridos na erupção.
Resgate é dificultado por terreno e novos estrondos
As equipes de resgate “continuam realizando buscas e evacuações de montanhistas na área montanhosa à medida que a atividade vulcânica aumenta”, disse o porta-voz Abdul Muhari em comunicado.
De acordo com Erlichson Pasaribu, a operação ocorre em terreno acidentado, onde veículos só conseguem avançar até determinado ponto da encosta.
— O restante do caminho, as vítimas precisam ser transportadas em maca. E ainda se ouvem estrondos da erupção. Isso atrasa nossa evacuação — afirmou.
Lana Saria, diretora da Agência Geológica do governo, informou que a erupção, registrada durante a madrugada, foi acompanhada por um “ruído estrondoso” e por uma espessa coluna de fumaça que se elevou a cerca de 10 quilômetros acima do cume do monte Dukono, com potencial de afetar populações vizinhas.
A Indonésia está localizada no chamado Anel de Fogo do Pacífico, região marcada por intensa atividade sísmica e vulcânica devido ao encontro de placas tectônicas. O país abriga quase 130 vulcões ativos.
Atualmente, o monte Dukono está no terceiro nível mais alto do sistema de alerta vulcânico de quatro níveis da Indonésia.
Desde dezembro, o Centro de Vulcanologia e Mitigação de Riscos Geológicos (PVMBG) recomendava que turistas e montanhistas não se aproximassem a menos de 4 quilômetros da cratera Malupang Warirang.
Segundo a polícia, os excursionistas ignoraram os avisos instalados na entrada da trilha.
Um casal britânico de 20 anos foi preso, ao final de abril, no Aeroporto de Istambul, na Turquia, suspeito de tentar embarcar com 19,2 quilos de maconha escondidos em malas despachadas. Segundo autoridades alfandegárias turcas, a droga estava dividida em 17 pacotes selados a vácuo e tinha valor estimado em £ 280 mil, cerca de R$ 2 milhões. Holly Cooper, de Coseley, e Taylor Johnson, de Wednesbury, ambos da região de West Midlands, aguardam julgamento e podem ser condenados a até 30 anos de prisão.
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Imagens divulgadas, nesta semana, por agentes alfandegários mostram o momento em que os dois são retirados de um voo da Turkish Airlines com destino a Londres, no dia 26 de abril. De acordo com a Diretoria de Inteligência Aduaneira do Aeroporto de Istambul, o casal foi identificado após uma análise de risco envolvendo passageiros com passaporte britânico. Eles haviam saído da Tailândia e fizeram conexão na Turquia porque a rota seria mais barata do que um voo direto entre Bangkok e o Reino Unido.
Durante a inspeção, investigadores pediram que os dois recolhessem suas bagagens na esteira e os levaram para uma sala reservada na área internacional de desembarque. Em uma das malas, com 24 quilos, os agentes encontraram diversos pacotes pretos embalados a vácuo, cobertos por uma toalha cinza. Após a abertura de uma das embalagens, foi localizada uma substância vegetal verde que, segundo teste preliminar, foi identificada como cannabis. Em nota, uma fonte ligada à investigação afirmou que os pacotes continham “fragmentos de plantas verdes que, com base no odor e na cor, suspeitam ser cannabis”.
Prisão e investigação
Segundo reportagem exclusiv do The Sun, após a apreensão, Holly e Taylor foram separados e colocados em celas distintas antes de serem formalmente presos por um tribunal turco. Eles permanecem em presídios diferentes enquanto promotores constroem o caso. Peritos forenses e especialistas em impressões digitais analisam os 17 pacotes para identificar quem manuseou a droga, enquanto os celulares dos suspeitos também foram apreendidos para investigação.
Familiares afirmam que os jovens foram aliciados por uma quadrilha internacional de tráfico de drogas. Um amigo da família disse à imprensa britânica que eles seriam “bons jovens” explorados por criminosos maiores. Segundo essa fonte, Taylor teria inclusive sido agredido dentro da prisão superlotada onde está detido. A Turquia mantém uma das legislações antidrogas mais rígidas do mundo, com penas mínimas de dez anos para casos de tráfico internacional.
Um porta-voz do Foreign, Commonwealth & Development Office confirmou que o governo britânico presta assistência consular aos dois cidadãos e às suas famílias. O caso se soma a outros episódios recentes envolvendo britânicos presos por tráfico internacional após viagens à Tailândia, incluindo detenções nos Estados Unidos e na Geórgia, em investigações semelhantes sobre atuação de “mulas” do tráfico internacional.
Uma pequena ilhota no Loch Bhorgastail, na Ilha de Lewis, na Escócia, escondia sob sua superfície um vestígio monumental da pré-história europeia. Sob as águas rasas do lago, arqueólogos identificaram uma enorme estrutura circular de madeira com mais de 5 mil anos, construída entre 3800 e 3300 a.C., portanto, anterior a Stonehenge, e considerada uma das mais antigas estruturas artificiais da Europa Ocidental.
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A descoberta, anunciada por pesquisadores das universidades de Southampton e Reading e publicada em 27 de abril na revista Advances in Archaeological Practice, lança nova luz sobre a capacidade técnica e a organização social das comunidades neolíticas da região. O sítio, conhecido como crannog, desafia a visão tradicional de sociedades pré-históricas simples e isoladas.
Uma obra monumental sob a água
Durante a investigação, os cientistas encontraram uma plataforma circular de madeira com cerca de 23 metros de diâmetro. Sobre ela, galhos, arbustos e, posteriormente, grandes quantidades de pedra foram sendo acumulados ao longo do tempo, formando a aparência atual da ilha.
O estudo aponta ainda que a estrutura foi reutilizada durante as Idades do Bronze e do Ferro, indicando que o local permaneceu importante por milhares de anos. Uma antiga calçada de pedra submersa ligando a ilha ao continente reforça a hipótese de que o espaço tinha função social ou ritual, e não era apenas um ponto isolado.
Para chegar a essa conclusão, os arqueólogos precisaram superar um obstáculo técnico conhecido como “zona branca”, faixa de águas rasas onde métodos tradicionais de registro costumam falhar. A equipe desenvolveu um sistema com duas câmeras subaquáticas posicionadas a 29 centímetros de distância, permitindo captar imagens estereoscópicas detalhadas mesmo com baixa visibilidade.
Segundo Fraser Sturt, diretor do Instituto Marinho e Marítimo da Universidade de Southampton, a técnica permitiu um nível de precisão inédito. “A fotogrametria é muito eficaz em águas profundas, mas em áreas mais rasas surgem problemas devido aos sedimentos e à vegetação. Graças a esta técnica, conseguimos documentar o local com um nível de detalhe sem precedentes”, afirmou.
Cerâmica, alimentos e indícios de encontros coletivos
Ao redor e sobre a ilha, os pesquisadores também encontraram centenas de fragmentos de cerâmica neolítica, muitos deles com vestígios de alimentos. O material sugere que o crannog pode ter sido usado para banquetes, cerimônias ou encontros comunitários.
Para Stephanie Blankshein, pesquisadora principal do estudo, a escala da construção aponta para algo além de uma simples habitação. “Não sabemos exatamente por que esses crannogs foram construídos, mas o esforço envolvido e os materiais utilizados sugerem que eles tinham enorme valor simbólico ou social”, disse.
Com centenas de crannogs espalhados pelos lagos da Escócia e muitos ainda não escavados, os pesquisadores acreditam que a descoberta em Loch Bhorgastail pode mudar a compreensão sobre o início da transformação monumental da paisagem no período neolítico. Mais do que sobreviver, essas populações já planejavam e executavam obras de grande escala.
A Rússia anunciou na manhã desta sexta-feira (8) que destruiu 264 drones ucranianos desde o início do cessar-fogo unilateral de dois dias, que entrou em vigor à meia-noite, em comemoração à vitória sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.
“Entre meia-noite e 7h da manhã, horário de Moscou, os sistemas de defesa aérea em serviço interceptaram e destruíram 264 drones ucranianos”, escreveu o Ministério da Defesa em um comunicado na plataforma de mídia social russa Max.
Os drones foram interceptados em cerca de dez regiões, incluindo Moscou, segundo a mesma fonte.
Poucas horas antes, o prefeito da capital russa havia relatado em uma série de postagens nas redes sociais que 20 dessas aeronaves não tripuladas foram abatidas na cidade.

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