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O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que o cessar-fogo temporário com o Irã, obtido na terça-feira com mediação do Paquistão, não incluiu a interrupção dos ataques de Israel ao território do Líbano. A declaração do presidente ocorre após os militares israelenses anunciarem um ataque massivo contra supostos alvos do Hezbollah no país, o que motivou denúncias de violação ao acordo, segundo o Paquistão.
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— [O Líbano não foi incluído no acordo] por causa do Hezbollah. Eles não estavam incluídos no acordo. Isso também será resolvido — afirmou Trump em entrevista à rede americana PBS News, acrescentando ao ser questionado sobre a continuidade dos ataques israelenses no Líbano — Faz parte do acordo, todos sabem disso. É uma escaramuça à parte.
Mais cedo, o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, afirmou nesta quarta-feira que as Forças Armadas de Israel estão matando “civis inocentes” em áreas densamente povoadas do país, após o Exército israelense lançar um extenso ataque contra o que apontou como alvos ligados ao movimento libanês Hezbollah, aliado do Irã no “Eixo da Resistência”.
“Embora tenhamos saudado o acordo entre o Irã e os Estados Unidos e intensificado nossos esforços para alcançar um acordo de cessar-fogo no Líbano, Israel continua a intensificar seus ataques, que têm como alvo bairros residenciais densamente povoados e ceifado a vida de civis desarmados em todo o Líbano, particularmente na capital, Beirute, demonstrando total desrespeito pelos esforços regionais e internacionais para pôr fim à guerra, abandonando os princípios do direito internacional e do direito internacional humanitário, que nunca respeitou em primeiro lugar”, escreveu o premier em uma publicação na rede social X.
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A crítica do premier foi endereçada pouco após as Forças Armadas de Israel anunciarem uma ação que descreveram como o “maior ataque coordenado” contra o Hezbollah nos últimos tempos. Em um comunicado oficial, os militares afirmaram que “em um período de 10 minutos e simultaneamente em várias zonas” cerca de 100 centros de comando e infraestruturas militares do grupo armado foram atingidas. Colunas de fumaça foram vistas nos céus de Beirute e da região metropolitana, no sul do país e no vale do Beeka, no leste.
— As FDI [Forças de Defesa de Israel, nome oficial das Forças Armadas] executaram um ataque surpresa contra centenas de terroristas do Hezbollah em centros de comando por todo o Líbano. Este é o maior golpe sofrido pelo Hezbollah desde a Operação Pagers — disse o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, fazendo referência à operação de inteligência de 2024, em que dispositivos explosivos foram plantados em aparelhos de comunicação e detonados.
Em uma manifestação em separado, o porta-voz militar israelense Avichay Adraee justificou que os bombardeios alcançaram o sul de Beirute e outras zonas residenciais em razão do reposicionamento do Hezbollah nessas regiões — uma alegação que as Forças Armadas de Israel também repetem ao justificar ataques ao Hamas na Faixa de Gaza.
O Ministério da Saúde do Líbano classificou a nova onda de ataques como “uma perigosa escalada” da violência no conflito. A autoridade de saúde informou que foram contabilizados “dezenas de mortos e centenas de feridos” desde o ataque, enquanto organizações médicas emitiram apelos para que profissionais de todas as especialidades se apresentem aos hospitais para atender um grande número de feridos. Na véspera, o Ministério da Saúde havia divulgado que o número de mortos no país passou dos 1,5 mil desde a retomada das agressões.
Embora o governo libanês não tome parte no confronto entre Israel e Hezbollah, tendo condenado de forma pública as atividades militares do movimento xiita, os últimos ataques israelenses levaram a um maior grau de condenação nesta quarta-feira. O presidente Joseph Aoun criticou o rompimento de um cessar-fogo assinado em novembro de 2024 e a escala de “violações e descumprimentos cometidos com total impunidade” por Israel.
“Esses atos bárbaros de agressão – que não reconhecem nenhum direito e não respeitam nenhum acordo ou compromisso – demonstraram repetidamente um total desprezo por todas as leis e normas internacionais”, afirmou.
Apelos internacionais
A expectativa por uma contenção das hostilidades no Líbano cresceram na terça-feira, quando os EUA anunciaram que Israel havia concordado com os termos mediados pelo Paquistão para um cessar-fogo temporário de duas semanas com o Irã, viabilizando uma reabertura do Estreito de Ormuz. Os mediadores anunciaram ainda na noite de terça que a paralisação no conflito envolveria também “o Líbano e outras regiões”. O premier israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou que o Líbano fizesse parte de qualquer acordo.
Em meio à escalada de hostilidades, atores internacionais tentaram pressionar a liderança israelense por uma extensão da trégua ao Líbano — independente dos termos. O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quarta-feira que os confrontos entre as forças do Estado judeu e do Hezbollah deveriam parar imediatamente, acrescentando que “a situação é crítica” no país, e que “ataques” e a “ocupação do sul” libanês “não é a resposta correta”.
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, manteve contatos com a diplomacia israelense sobre a situação no Líbano nesta quarta-feira, anunciaram porta-vozes da pasta, detalhando que o ministro teria defendido que o Estado judeu agisse “apenas de acordo com o seu direito de autodefesa”.
O Irã denunciou ao Paquistão o caso do Líbano como uma violação de Israel ao cessar-fogo. Em um comunicado, a diplomacia iraniana afirmou que o ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi entrou em contato por telefone com os mediadores, denunciando tanto ataques ao próprio território iraniano quanto ao libanês.
(Com AFP)
A Marinha iraniana ameaçou destruir os navios que tentassem atravessar o Estreito de Ormuz sem a autorização de Teerã, acrescentando que a passagem estratégica continua limitada, de acordo com informações do The Wall Street Journal.
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Apesar da liberação, cerca de mil navios seguem retidos no Golfo Pérsico, segundo levantamento da empresa multinacional de notícias Euronews, e companhias de navegação demonstram cautela diante da possibilidade de retomada das operações, destacando a necessidade de regras claras antes de autorizar novas travessias.
À Associated Press, a dinamarquesa Maersk, segunda maior operadora de contêineres do mundo, afirmou que “o cessar-fogo pode criar oportunidades de trânsito, mas ainda não fornece total segurança marítima”. A empresa acrescentou, ainda, que precisa “entender todas as possíveis condições envolvidas” e está “trabalhando com urgência” para esclarecer como será a passagem de embarcações pelo estreito.
A alemã Hapag-Lloyd, que calcula perdas semanais de cerca de US$ 55 milhões (cerca de R$ 285 milhões), adotou tom semelhante. Também segundo a Associated Press, o CEO da empresa, Rolf Habben-Jansen, afirmou a clientes que ainda é cedo para medir o impacto da reabertura e alertou que a normalização completa das operações pode levar pelo menos seis semanas, mesmo que alguns navios consigam deixar o Golfo em breve.
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O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou que a passagem marítima está aberta, enquanto oficiais iranianos de alto escalão afirmam que o Irã deve conduzir a reabertura do Estreito de maneira restrita e controlada a partir desta sexta-feira, a depender de um resultado satisfatório na reunião marcada no Paquistão entre a República Islâmica e os Estados Unidos, segundo a Reuters, o que dá a entender que a passagem marítima ainda não foi reaberta.
Apesar das incertezas, sinais de retomada já começaram a surgir. Dois navios mercantes foram os primeiros a atravessar o estreito após o anúncio do cessar-fogo. O graneleiro grego NJ Earth cruzou a via às 08h44 (horário local), enquanto o Daytona Beach, de bandeira liberiana, realizou a travessia às 06h59, pouco depois de deixar o porto iraniano de Bandar Abbas, segundo dados da plataforma MarineTraffic.
Mapa do Estreito de Ormuz de acordo com plataforma de monitoração de navios MarineTraffic
Reprodução: MarineTraffic
Horas depois, o fluxo de embarcações aumentou no Estreito, com navios trafegando nos dois sentidos entre o Golfo Pérsico e o oceano.

O ex-presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, não compareceu à reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, do Senado, nesta quarta-feira (8).

Convocado na condição de testemunha qualificada, por seu conhecimento técnico, Neto faltou ao depoimento após seus advogados comunicarem ao colegiado que a obrigatoriedade de sua presença violaria decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Esta é a terceira tentativa frustrada da comissão de ouvir o economista, que presidiu o BC entre 2019 e 2024. Segundo o presidente do colegiado, senador Fabiano Contarato (PT-ES), Neto foi, inicialmente convidado, depois, convocado, por ter condições de contribuir, de forma relevante, para os trabalhos da CPI, criada para apurar a atuação, expansão e o funcionamento de facções criminosas no Brasil.

A primeira tentativa da CPI de ouvir Neto ocorreu em 3 de março, quando o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), transformou a convocação em convite, tornando facultativa a participação do ex-presidente do BC na reunião.

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O colegiado insistiu no convite para que Neto participasse da reunião de 31 de março. Diante da recusa do economista, o colegiado aprovou, na mesma data, a convocação de Neto para a reunião de hoje – na qual os parlamentares estão ouvindo o depoimento do atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

A convocação, pela CPI, torna obrigatória a presença de qualquer pessoa. Os membros da comissão agora avaliam as medidas a serem tomadas em curto espaço de tempo, pois o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) decidiu não prorrogar os trabalhos da CPI, mantendo como limite o dia 14.
 

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, denunciou “violações do cessar-fogo” por parte de Israel em uma conversa por telefone com o comandante das Forças Armadas do Paquistão, país que mediou a frágil trégua entre Estados Unidos e Irã, informou um comunicado do ministério iraniano.
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Araghchi “discutiu as violações do cessar-fogo pelo regime sionista no Irã e no Líbano”, referindo-se a Israel, durante a conversa com o influente líder militar paquistanês, o marechal Asim Munir, segundo o comunicado.
Segundo a mídia estatal iraniana, autoridades também dizem ter derrubado um drone de fabricação israelense no sul do país, mesmo após o anúncio do cessar-fogo.
“Há alguns minutos, um drone Hermes 900 avançado foi interceptado e destruído no céu em Lar, província de Fars, por disparos do sistema moderno de defesa aeroespacial da Guarda Revolucionária”, diz o comunicado, divulgado pela rede Irib: “A entrada de qualquer tipo de aeronave do inimigo americano ou sionista no espaço aéreo do país, mesmo que não esteja realizando operações militares, é considerada uma violação do cessar-fogo e será respondida com firmeza”, acrescenta o comunicado.
Trégua precária
O episódio ocorre em meio à trégua de duas semanas acordada entre os Estados Unidos e Israel, anunciada nesta terça-feira, poucas horas antes do prazo estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O incidente reforça a fragilidade do cessar-fogo, já colocada em dúvida por novos ataques registrados na região. O Kuwait afirmou ter sido alvo de “uma intensa onda de ataques iranianos”, enquanto os Emirados Árabes Unidos disseram que suas defesas aéreas atuaram contra mísseis e drones lançados a partir do Irã.
Autoridades iranianas, por sua vez, afirmaram que ofensivas contra países do Golfo ocorreram após bombardeios contra instalações petrolíferas na ilha de Lavan, classificadas como um “ataque covarde”.
A tensão também se mantém em outras frentes. Israel realizou bombardeios no sul do Líbano e afirmou que a trégua com o Irã não se aplica ao território libanês, onde continua em confronto com o Hezbollah.
Em meio à escalada, a Guarda Revolucionária declarou que “não confia” nas promessas dos Estados Unidos e que permanece “com o dedo no gatilho”, apesar da trégua.
Um enviado pessoal do secretário-geral da ONU, António Guterres, chegou ao Irã no âmbito de uma visita regional destinada a apoiar os esforços para resolver o conflito iraniano em curso, afirmou um porta-voz das Nações Unidas num comunicado divulgado esta quarta-feira.
*Esta matéria está em atualização
O administrador da NASA, Jared Isaacman, afirmou que a busca por vida extraterrestre está no centro das missões da agência espacial americana e que as chances de encontrar evidências de que a humanidade não está sozinha no universo são “bastante altas”.
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Em entrevista ao programa Meet the Press, da CNN, Isaacman disse que investigar a existência de vida alienígena “está no coração de muitas coisas que fazemos na Nasa” e acrescentou: “Nosso trabalho aqui é sair e tentar desvendar os segredos do universo”. Segundo ele, uma das principais perguntas é: “Estamos sozinhos? Então eu diria que isso é inerente a cada um dos nossos empreendimentos científicos, nossos esforços de exploração”.
O dirigente mencionou ainda a possibilidade de uma base no polo sul da Lua, que poderia incluir telescópios “que nos ajudarão a continuar essa grande busca”. Apesar disso, ponderou que, em suas experiências no espaço, não encontrou evidências diretas de vida inteligente. “Fui ao espaço duas vezes e não encontrei alienígenas lá. Não vi nada que sugira que fomos visitados por formas de vida inteligentes”, afirmou.
Ainda assim, destacou a vastidão do universo como fator decisivo: “Quando você pensa nisso, temos 2 trilhões de galáxias lá fora. Quem sabe quantos sistemas estelares dentro de cada uma delas? Eu diria que as chances de encontrarmos algo em algum momento que sugira que não estamos sozinhos são bastante altas”.
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As declarações foram feitas poucos dias após o lançamento da missão Artemis II, que marca o retorno de voos tripulados ao entorno da Lua desde 1972. A cápsula Orion, com quatro astronautas a bordo, realizou uma trajetória ao redor do lado oculto do satélite natural e deve retornar à Terra ao fim da semana.
Isaacman destacou que um dos principais objetivos desta fase da missão é coletar dados sobre os sistemas de suporte à vida da espaçonave. “Esta é a primeira vez que temos humanos a bordo da Orion. Queremos reunir o máximo de dados possível… aprender o máximo que pudermos sobre a Orion é criticamente importante”, disse.
Ele também comentou o planejamento das próximas etapas do programa: a missão Artemis III, prevista para 2027, testará a espaçonave em conjunto com módulos de pouso lunar. Já a Artemis IV, programada para 2028, deverá levar astronautas americanos de volta à superfície da Lua.
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Durante a viagem, a agência também solucionou um problema técnico no sistema sanitário da Orion, conhecido como Universal Waste Management System (UWMS). O equipamento, avaliado em US$ 30 milhões, havia apresentado uma luz de falha intermitente.
Isaacman minimizou o incidente e destacou que, historicamente, banheiros funcionais não são prioridade em missões espaciais. “Ao longo da história dos voos espaciais tripulados — dos programas Mercury, Gemini e Apollo, ao ônibus espacial, à Mir, à Estação Espacial Internacional, à Dragon, na qual eu voei, e, claro, à Orion — o banheiro funcionar é quase uma capacidade bônus”, afirmou.
Ele ressaltou que há sistemas de redundância para garantir o funcionamento básico. “Mesmo quando temos um problema com congelamento no sistema principal, o secundário tem funcionado. Acredite, os astronautas estão bem agora e estavam bem preparados para a situação”, disse.
Caças F-16AM Fighting Falcon da Força Aérea Portuguesa foram acionados nesta quarta-feira para interceptarem um avião cargueiro militar da Rússia, que voava perto do espaço aéreo da Estônia.
De acordo com o Comando Aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da qual integram tanto Portugal quanto Estônia, a operação aconteceu após uma aeronave russa do modelo Ilyushin II-76 ter se aproximado da área.
Questionada por O GLOBO, a Força Aérea de Portugal ainda não informou se a aeronave foi obrigada a pousar ou foi apenas escoltada até deixar a região.
A ação marca a primeira participação militar do país europeu desde o dia 31 de março, quando a Otan determinou o envio de F16 portugueses para patrulhar o espaço aéreo da Estônia a partir da Base Aérea de Amari, no norte do país báltico.
(*Esta matéria está em atualização)
O Irã derrubou um drone de fabricação israelense no sul do país após o anúncio do cessar-fogo com os Estados Unidos, informou a televisão estatal nesta quarta-feira.
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O episódio ocorre em meio à trégua de duas semanas acordada entre os Estados Unidos e Israel, anunciada nesta terça-feira, poucas horas antes do prazo estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O incidente reforça a fragilidade do cessar-fogo, já colocada em dúvida por novos ataques registrados na região. O Kuwait afirmou ter sido alvo de “uma intensa onda de ataques iranianos”, enquanto os Emirados Árabes Unidos disseram que suas defesas aéreas atuaram contra mísseis e drones lançados a partir do Irã.
Autoridades iranianas, por sua vez, afirmaram que ofensivas contra países do Golfo ocorreram após bombardeios contra instalações petrolíferas na ilha de Lavan, classificadas como um “ataque covarde”.
A tensão também se mantém em outras frentes. Israel realizou bombardeios no sul do Líbano e afirmou que a trégua com o Irã não se aplica ao território libanês, onde continua em confronto com o Hezbollah.
Em meio à escalada, a Guarda Revolucionária declarou que “não confia” nas promessas dos Estados Unidos e que permanece “com o dedo no gatilho”, apesar da trégua.

Criada para apurar a atuação, expansão e o funcionamento de facções criminosas no Brasil, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, do Senado, não será prorrogada.

Segundo o relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), comunicou sua decisão de não estender os trabalhos do colegiado no início da tarde dessa terça-feira (7). Vieira pediu a prorrogação dos trabalhos da CPI por 60 dias.

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De acordo com Vieira, Alcolumbre justificou sua resolução de manter a data inicial de encerramento da comissão, no próximo dia 14, ao alegar que seria inadequado prorrogá-la às vésperas do início do calendário eleitoral deste ano.

“A decisão de Vossa Excelência foi pela não prorrogação. É meu dever registrar, publicamente, que entendo a decisão como um desserviço para o Brasil”, declarou Vieira, durante a sessão plenária do Senado dessa terça-feira (7), poucas horas após se reunir com Alcolumbre.

Vieira destacou que, com o fim dos trabalhos na próxima semana, a CPI não continuará a apuração dos “fatos de alta gravidade” que vinha investigando, como a “infiltração criminosa” em instâncias públicas de poder do estado do Rio de Janeiro e o caso do Banco Master.

“Este é, seguramente, o caso mais didático de infiltração pela corrupção nos Poderes da República”, acrescentou o relator, ao se referir ao caso Master e aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais.

Segundo ele, o Banco Master não era um banco, e sim uma organização criminosa. “[Era] um grupo que misturava lavagem de dinheiro, estelionato, corrupção, golpes financeiros, fraudes diversas, comandadas pelo presidente do banco, e que atendeu e prestou serviço a muita gente importante desse país, nos três Poderes”, acrescentou Vieira.

“Temos, ao mesmo tempo, a criminalidade violenta ocupando o território brasileiro, cada vez mais expulsando, dominando, constrangendo brasileiros e brasileiras. E temos aqui, nos escritórios, gabinetes de Brasília e da Faria Lima [em São Paulo], em todos os centros onde se tenha recurso e poder, a infiltração pela corrupção”, concluiu o senador.

Alcolumbre, que presidia a sessão Plenária, não se manifestou sobre as declarações de Vieira.

Entre buzinas e sirenes, uma cena digna de comédia urbana chamou atenção nas redes sociais nesta quarta-feira (8): uma avestruz correndo livremente por uma avenida em Pequim, na China, enquanto viaturas policiais tentavam alcançá-la.
Cena inusitada: avestruz foge, invade rodovia e corre 10 km entre carros na Tailândia
O episódio ocorreu na Zona de Desenvolvimento Econômico de Yizhuang, no sudeste da capital chinesa. Vídeos que circulam nas redes mostram a ave correndo em alta velocidade pela via, seguida de perto por diversos veículos da polícia, que tentavam cercá-la para evitar acidentes.
Assista:
Avestruz foge de residência e corre em via movimentada de Pequim
Segundo a mídia local, o animal era criado por um morador da região e conseguiu escapar, embora não tenham sido detalhadas as circunstâncias da fuga. Após a perseguição, a avestruz foi capturada com sucesso pelas autoridades, sem registro de feridos.
Avestruz foge de residência e corre em via movimentada de Pequim
AFP
Sequência de fugas chama atenção
O caso em Pequim acontece poucos dias após um episódio semelhante ganhar repercussão internacional na Tailândia. Na ocasião, uma avestruz de cinco meses percorreu cerca de 10 quilômetros pela rodovia Pattaya-Rayong, correndo ao lado de carros em movimento e surpreendendo motoristas.
Assim como no caso chinês, a ave também foi resgatada sem ferimentos, após mobilizar moradores e gerar preocupação momentânea no trânsito. Apesar do risco potencial, não houve registro de acidentes.
A sucessão de episódios tem alimentado a viralização de vídeos envolvendo avestruzes em fuga, transformando cenas inusitadas em fenômenos nas redes, ainda que, para autoridades locais, o foco continue sendo evitar riscos em vias movimentadas.

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