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Nas últimas horas, veio à tona que o bilionário indiano Anant Ambani ofereceu ao governo da Colômbia a transferência de 80 hipopótamos, herança do narcotraficante Pablo Escobar, para seu próprio centro de resgate de animais selvagens no oeste da Índia. Essa oferta surge depois de o Governo Nacional, através do Ministério do Meio Ambiente, ter anunciado um plano de eutanásia para esses animais, juntamente com um protocolo técnico que define como capturá-los, sedá-los e sacrificá-los.
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“Esses 80 hipopótamos não escolheram onde nasceram, nem criaram as circunstâncias que enfrentam agora. São seres vivos e sencientes, e se tivermos a oportunidade de salvá-los por meio de uma solução segura e humana, temos a responsabilidade de tentar”, disse o magnata em um comunicado divulgado na terça-feira (28).
No entanto, a proposta do magnata indiano é, por ora, impossível de ser implementada. O motivo foi explicado pelo Ministério do Meio Ambiente: embora uma das alternativas para evitar a morte desses animais seja a sua realocação para outros países, essa opção depende da aceitação formal do pedido por essas nações e da concessão das licenças necessárias.
Há 15 dias, o órgão falou sobre a negativa de países de receber esses animais. O ministério explicou que submeteu o pedido para a Índia, além de Equador, Peru, Filipinas, México, República Dominicana e África do Sul. No entanto, todos responderam negativamente devido a barreiras legais, técnicas e orçamentárias que impedem o seu desenvolvimento.
O México manifestou interesse, por meio de um santuário privado, em receber até dez indivíduos, mas a autoridade ambiental do país citou uma restrição legal à importação de espécies exóticas invasoras. Nas Filipinas, o Zoológico Global retirou sua oferta em agosto de 2024 devido aos altos custos de transporte.
Com relação à Índia, o Ministério do Meio Ambiente explicou que o contato foi feito por meio de canais diplomáticos e que a comunicação com o governo indiano foi estabelecida em 9 de abril de 2026. No entanto, nenhuma resposta foi recebida até o momento.
As Filipinas, por sua vez, manifestaram interesse em receber 15 indivíduos, e o Ministério do Meio Ambiente do país autorizou a transferência de cinco. No entanto, o zoológico que os receberia desistiu devido aos altos custos.
Refúgio de espécies Anant Ambani
O santuário de espécies de Anant Amban, conhecido como Vantara, tem estado no centro de uma controvérsia devido a queixas de grupos de direitos dos animais que questionam tanto a legalidade da aquisição de alguns espécimes quanto as condições de seus cuidados.
O centro, um megaprojeto que abrange mais de 1.400 hectares em Jamnagar, na Índia, é apresentado pela família Ambani como um santuário de reabilitação e conservação da vida selvagem. No entanto, os críticos o descreveram como uma espécie de “coleção particular de vaidade”.
Em agosto de 2025, a Suprema Corte da Índia ordenou uma avaliação independente após alegações de aquisições ilegais e possíveis casos de abuso animal. Um mês depois, em setembro, o tribunal superior rejeitou as alegações com base em relatórios de uma Equipe Especial de Investigação (EEI), que concluiu que as instalações atendiam a altos padrões de bem-estar animal e estavam em conformidade com as regulamentações vigentes.
Apesar da decisão judicial, organizações e grupos internacionais como o Mongabay mantiveram o escrutínio sobre a Vantara, especialmente no que diz respeito à importação de espécies incluídas nos Apêndices I e II da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), questionando se as licenças servem estritamente a fins de conservação ou se poderiam facilitar a coleta privada.
Desafios do crescimento populacional desenfreado
O crescimento contínuo da população de hipopótamos tem gerado preocupações sobre seus efeitos nos ecossistemas, na biodiversidade e nas comunidades locais. A espécie, originária da África, é exótica no país latino-americano, e não tem predadores naturais, o que fez com que não houvesse impeditivo para sua reprodução. Os hipopótamos são o terceiro maior mamífero terrestre do mundo, podendo chegar a três metros de comprimento e um peso próximo de 3,2 toneladas, e têm uma expectativa de vida média de até 50 anos.
Atualmente, a distribuição dessa população abrange aproximadamente 43.342 quilômetros quadrados, principalmente na bacia do rio Magdalena e nos complexos pantanosos da depressão de Momposina. A maior concentração de indivíduos encontra-se em Napolés, com 114 exemplares, e em Cocorná, com 31, embora também estejam presentes em outros municípios. Nestas áreas, foram relatados impactos como restrições à circulação em estradas rurais, ataques a embarcações e perdas de gado.
O governo colombiano tem pensado em alternativas para tentar frear o crescimento populacional. Intervenções em hipopótamos, no entanto, têm se mostrado um desafio, tanto quando dizem respeito à esterilização, como ao sacrifício de alguns dos exemplares.
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A recente proposta de Anant Ambani de transferir dezenas de hipopótamos de Pablo Escobar para a Índia colocou seu nome novamente no centro das discussões internacionais. Além da controvérsia, o episódio despertou a curiosidade sobre a vida de um dos herdeiros mais influentes da Ásia.
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A ideia de realocar cerca de 80 espécimes, que atualmente habitam a Colômbia e se tornaram um problema ambiental, gerou debates entre especialistas e autoridades. Enquanto alguns consideram a iniciativa viável, outros alertam para os riscos ecológicos e logísticos de uma operação dessa magnitude.
Mas o interesse não se limita a esta proposta. Anant Ambani faz parte de uma das famílias mais poderosas do mundo, com uma fortuna construída ao longo de décadas que hoje tem impacto em múltiplos setores econômicos. Ele é filho de Mukesh Ambani, presidente do conglomerado Reliance Industries, uma empresa com negócios que vão da energia às telecomunicações. Esse grupo empresarial tem sido fundamental para o crescimento econômico da Índia nos últimos anos.
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Embora tenha mantido um perfil mais discreto do que outros membros de sua família, Anant começou a assumir responsabilidades dentro da empresa e a participar de decisões estratégicas, consolidando seu papel no império.
Seu nome também tem sido tendência devido à sua vida pessoal, especialmente após seu casamento com Radhika Merchant, um evento que se tornou um dos mais comentados globalmente por sua magnitude e extravagância, com um custo estimado em quase US$ 580 milhões. A celebração reuniu figuras de destaque como Mark Zuckerberg, Bill Gates e a cantora Rihanna, além de líderes empresariais, figuras políticas e celebridades internacionais, demonstrando o alcance social e econômico da família Ambani.
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As festividades incluíram cerimônias tradicionais, apresentações musicais e encontros exclusivos em locais meticulosamente planejados, com uma logística que refletia um alto nível de planejamento e recursos. O evento atraiu a atenção da mídia por seu impacto cultural e econômico, consolidando sua posição como uma vitrine de influência e poder.
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O estilo de vida da família Ambani também se reflete em sua residência principal, Antilia, uma imponente mansão localizada em Mumbai e de propriedade de Mukesh Ambani. Este arranha-céu particular possui 27 andares e mais de 600 funcionários, além de comodidades como helipontos, salas de entretenimento e áreas exclusivas. Considerada uma das casas mais caras do mundo, seu custo de construção ultrapassou US$ 1 bilhão.
A isso se soma uma marcada preferência por itens de luxo, incluindo peças exclusivas e valiosas. Entre elas, acessórios como um broche em forma de leão cravejado de esmeraldas e diamantes, avaliado em aproximadamente US$ 3 milhões, além de relógios de coleção de marcas como Patek Philippe, cujos modelos podem chegar a custar entre US$ 3 e US$ 6 milhões. Sua coleção também inclui veículos de luxo como o Rolls-Royce Phantom VII Series II, com preço superior a US$ 600 mil, além de celebrações privadas com artistas internacionais, viagens em aeronaves exclusivas e acesso a espaços projetados exclusivamente para sua comitiva, refletindo um estilo de vida que transcende o convencional.
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No entanto, por trás dessa opulência, existe uma história empresarial que começou com Dhirubhai Ambani, que fundou uma empresa têxtil na década de 1970 antes de expandir para a indústria petroquímica, lançando as bases para o império atual.
Após sua morte em 2002, o controle do conglomerado passou para seus filhos, o que levou a uma disputa interna que terminou com a divisão dos negócios. Mukesh Ambani assumiu a liderança de áreas-chave como energia e refino, enquanto seu irmão mais novo, Anil Ambani, manteve setores como telecomunicações e infraestrutura.
Ao longo dos anos, Mukesh consolidou sua posição à frente da Reliance Industries, impulsionando uma expansão significativa para novos mercados, particularmente com o lançamento de serviços digitais que transformaram o acesso à internet no país. Esse crescimento não apenas fortaleceu a fortuna da família, mas também posicionou a empresa como um ator-chave na economia global.
O Pentágono chegou a um acordo para aumentar o uso da inteligência artificial do Google em operações sigilosas, informaram diversos veículos de imprensa dos Estados Unidos nesta terça-feira. A notícia surge em um momento em que as Forças Armadas dos EUA buscam reduzir sua dependência da IA ​​da Anthropic, após a empresa se recusar a permitir que seus modelos fossem usados ​​para vigilância em massa no país ou em operações letais com armas militares autônomas. O Google não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da AFP.
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Em fevereiro, Trump instruiu seu governo a cessar o uso da tecnologia da Anthropic depois que o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, classificou a empresa como um “risco” para a cadeia de suprimentos de segurança nacional, uma classificação normalmente reservada para organizações de países rivais. A Anthropic levou o caso à justiça.
Após a crise da Anthropic, sua rival OpenAI chegou a um acordo com o governo para integrar suas interfaces de IA para uso nesse contexto operacional. Os acordos do Pentágono com fornecedores de tecnologia incluem apenas o uso de ferramentas de IA de maneiras permitidas por lei, segundo relatos.
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Em 2018, após pressão de seus próprios funcionários, o Google se retirou do Projeto Maven, um programa do Pentágono que visava integrar inteligência artificial às operações com drones. Mas, nos últimos anos, o Google passou por uma mudança estratégica, reconstruindo seus negócios militares e competindo por contratos de computação em nuvem para a defesa.
Por trás do uniforme das Forças Especiais dos Estados Unidos, o sargento Gannon Ken Van Dyke levava uma rotina que ia muito além das operações militares. Ele é apontado por investigadores como alguém que lucrou mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões) com apostas baseadas em informações confidenciais sobre a queda do presidente venezuelano Nicolás Maduro e foi apresentado a um juiz às 13h desta terça-feira em um tribunal federal de Nova York. A audiência pode marcar a formalização das acusações criminais contra o militar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O fim da lei de anistia na Venezuela, anunciado na semana passada pela presidente interina, Delcy Rodríguez, frustrou a expectativa de libertação em massa no país e terminou com número limitado de beneficiados, além de forte reação de organizações de direitos humanos. Segundo o governo, 8.616 pessoas foram alcançadas pela medida em dois meses. A maioria, no entanto, já respondia em liberdade e estava submetida a restrições judiciais. Apenas 314 presos deixaram efetivamente a prisão — número que entidades independentes estimam em cerca de 110, de acordo com o jornal El País. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Ucrânia e Rússia estão em guerra há pouco mais de quatro anos. O tema já se tornou comum no Leste Europeu, mas algumas imagens ainda chamam a atenção, muitas vezes usadas inclusive para engajar a população no apoio para o conflito. Na última terça-feira (28), o Comando de Operações Especiais das Forças Armadas da Ucrânia divulgou um vídeo em que drones sobrevoam centro de mísseis russos na Crimeia.
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“Na noite de 28 de abril, drones das unidades de ataque médio do CSO atingiram o local de armazenamento dos complexos de mísseis operacionais-táticos de Iskander. O equipamento escondido estava localizado no território da antiga base de mísseis perto da vila de Ovra žky, 40 quilômetros a leste da ocupada Simferopol. A partir daí, os foguetes poderiam chegar à linha de frente ou nas cidades traseiras da Ucrânia em minutos. Seguidores do Movimento de Resistência gravaram repetidamente os lançamentos de mísseis inimigos a partir deste local. O SSO continua com ações assimétricas para a demolição estratégica do inimigo para liderar uma guerra contra a Ucrânia”, informou o comunicado das forças militares, nas redes sociais.
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Simferopol é um território na península da Crimeia e o local tem um simbolismo especial para a guerra. Ela fica ao sul da Ucrânia e pertencia ao país até 2014, quando o mandatário russo Vladimir Putin anexou a região, após um referendo não reconhecido por Kiev e pela comunidade internacional. A anexação da Rússia provocou uma onda de sanções internacionais, que foram drasticamente endurecidas desde o início da ofensiva russa na Ucrânia, em fevereiro de 2022..
Durante entrevista à AFP, Zelensky afirmou não ter tempo para ‘um dia em família’
Genya Savilov/AFP
Atualmente, a questão expansionista é central na guerra, já que a Rússia controla parte significativa da Ucrânia e não aceita acordo que não envolva a expansão de suas fronteiras. Por outro lado, o presidente Volodymyr Zelensky também não aceita perder esses territórios para os vizinhos. A questão da Crimeia é trazida pelos ucranianos nas negociações, para afirmar que os ímpetos expansionistas de Moscou e de Putin vão além deste conflito.
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante reunião no Kremlin
Alexander Zemlianichenko / POOL / AFP
Após a revelação de que dois agentes americanos mortos em um acidente em território mexicano estavam no país sem autorização, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, enviou uma nota diplomática à embaixada americana exigindo explicações sobre o caso. Nesta terça-feira, ela revelou que os Estados Unidos, em resposta, se comprometeram “a respeitar as leis do México”. O incidente marcou o episódio mais recente do abalo crescente nas relações diplomáticas entre EUA e México, movido principalmente pelos interesses do presidente americano, Donald Trump, de expandir sua política intervencionista para o território mexicano. O argumento dele consiste em auxiliar autoridades locais no combate ao narcotráfico, considerado ameaça à segurança nacional americana pela Casa Branca. Sheinbaum, por sua vez, tem trabalhado exaustivamente para conter as investidas de Trump com negociações intensas em ligações telefônicas frequentes, fazendo concessões e tomando decisões que buscam acalmar os ânimos do líder americano e mantendo sua postura serena e firme em público. Os desafios da líder mexicana, no entanto, não se limitam às ações de Washington, e ela tem enfrentado críticas de aliados políticos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Hugo Motta, presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a aprovação da proposta que garante recursos mínimos para a assistência social marca um dia histórico para o Brasil. “Se eu, enquanto presidente, não tivesse votado nenhuma matéria importante, me daria por satisfeito com a votação desta emenda constitucional”, disse.

Aprovada nesta terça-feira (28) no Plenário da Câmara, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17 vincula 1% da receita corrente líquida da União, de estados, do Distrito Federal e de municípios ao Sistema Único de Assistência Social (Suas). O texto segue para o Senado.

Motta destacou que a Câmara, independente de questão partidária, demonstrou compromisso com o Sistema Único da Assistência Social. “Só as pessoas que mais precisam podem dimensionar o que este aumento do investimento na assistência irá representar no cuidado, na atenção às famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social, que necessitam da mão do Estado para amparar quando mais precisam”, declarou.

 

 

 

Saiba mais sobre a tramitação de propostas de emenda à Constituição

Um juiz federal em Nova Jersey condenou a empresa farmacêutica americana Purdue Pharma nesta terça-feira, responsabilizando-a pela origem da crise dos opioides nos Estados Unidos, antes que seu plano de falência entre em vigor. A empresa e seus proprietários, a família Sackler, foram acusados ​​de promover o analgésico OxyContin, ocultar seu alto potencial viciante e pagar propinas a médicos, gerando bilhões de dólares em lucros.
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Nelson Motta: família fez fortuna nos EUA com um analgésico poderoso, que provocou milhares de mortes
A empresa terá que pagar mais de US$ 8 bilhões neste caso, de acordo com o plano de falência. A Purdue Pharma deverá ser dissolvida em 1º de maio, e uma nova empresa independente chamada Knoa Pharma assumirá seus ativos e expertise com a missão de combater a crise dos opioides.
Por mais de seis horas nesta terça-feira, o juiz ouviu depoimentos de dezenas de vítimas e seus familiares antes de instar o presidente da Purdue Pharma, Steve Miller, a se desculpar. A juíza também pediu desculpas em nome do governo dos EUA, que “falhou” em proteger o público das práticas “motivadas pela ganância” da Purdue Pharma, cuja “estratégia era comparável à de uma organização criminosa”.
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Várias vítimas presentes no tribunal pediram a rejeição do acordo — exigindo especificamente acusações criminais contra a família Sackler ou uma indenização maior —, mas a juíza considerou essa a “melhor medida possível” à sua disposição. Por fim, ela instou os advogados da empresa falida a cumprirem o acordo.
De acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), quase 727 mil pessoas morreram nos Estados Unidos entre 1999 e 2022 devido a overdoses relacionadas a opioides, sejam eles prescritos ou consumidos ilegalmente.

Um pedido de vista adiou a análise da representação contra os deputados Marcos Pollon (PL-MS), Zé Trovão (PL-SC) e Marcel Van Hattem (Novo-RS)  no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados por quebra de decoro. Os deputados são investigados pelo colegiado no episódio da invasão da mesa diretora da Câmara em agosto do no ano passado. 

Na ocasião, os deputados impediram o presidente da Casa, Hugo Motta de ocupar sua cadeira no plenário.

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O relator do processo, deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE) votou por suspender por dois meses o mandato três parlamentares que participaram do ato em protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e pela votação da anistia a atos golpistas do 8 de Janeiro.

“Esta Casa deve impor reprimenda severa, para que fique claro que este Parlamento não tolera o cometimento de infrações dessa natureza”, defendeu o deputado Moses Rodrigues.

“Não se pode admitir que um grupo de parlamentares, qualquer que seja sua ideologia política, tente impor a pauta de seu interesse mediante chantagem pela ocupação física dos espaços de deliberação”, acrescentou.

Pollon responde ainda a outro processo relacionado ao mesmo episódio. O relatório da representação, deputado Ricardo Maia (MDB-BA) apresentou documento em que recomenda a suspensão do mandato de Marcos Pollon por 90 dias. 

Em outra representação da Mesa Diretora, Marcos Pollon é acusado de proferir ofensas de caráter pessoal contra Hugo Motta, também durante a ocupação do Plenário.

O pedido de vista foi feito pelo líder da oposição, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB). Com isso, o colegiado deverá deliberar sobre as punições na próxima semana.

 

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