Depois de mais de um ano tentando engravidar sem sucesso e uma rodada frustrada de fertilização in vitro (FIV), a ex-patinadora profissional Alex Murphy Klein descobriu que seu corpo reagia ao DNA do marido, numa condição tão rara que foi descrita em entrevistas como uma espécie de “alergia” ao parceiro. A condição impedia a concepção natural e frustrava os esforços do casal.
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Alex, de 36 anos, e o marido, o influenciador Paul Klein, começaram a tentar ter filhos em 2023, após o casamento. Quando um ano se passou sem gravidez, consultaram especialistas e foram inicialmente diagnosticados com infertilidade inexplicada, uma vez que os exames padrão não identificam a causa da dificuldade para engravidar.
Insatisfeita com a falta de respostas claras, Alex buscou exames genéticos adicionais por meio de testes de sangue domiciliares fornecidos por uma empresa especializada em fertilização. O resultado surpreendeu: seu sistema imunológico estava reagindo de forma adversa ao material genético do marido, reconhecendo-o como uma ameaça e barrando o processo que levaria à gestação.
A descoberta, embora desconcertante, ofereceu finalmente uma explicação para anos de ansiedade e tratamentos sem sucesso. Cientes de que repetir a FIV sem entender a causa subjacente seria ineficaz, o casal optou por um tratamento conhecido como “terapia de imunização leucocitária paterna” (LIT), que consiste na administração de amostras processadas do sangue de Paul no organismo de Alex para promover tolerância imunológica, semelhante à imunoterapia usada para alergias comuns.
— É um título de notícia que parece absurdo, mas meu sistema imunológico literalmente colocou os freios e disse “vamos atacar isso” — disse a mulher em entrevista ao programa americano This Morning.
A condição diagnosticada em Alex Klein é extremamente rara e não se configura tecnicamente como alergia no sentido clássico da palavra, mas sim como uma incompatibilidade imunológica entre o organismo de uma pessoa e o material genético do parceiro.
O marido, por sua vez, destacou a importância de abordar abertamente as dificuldades de fertilidade, especialmente para homens, muitas vezes silenciados pela vergonha ou estigma social.
Apesar do caminho desafiador, o casal afirmou que continua esperançoso e dialogando com profissionais de saúde para ajustar o tratamento. A história deles tem sido compartilhada como um incentivo a outros casais que enfrentam infertilidade sem diagnóstico claro, ressaltando a importância de investigar causas atípicas quando os métodos convencionais falham.
— É fundamental enfrentar isso juntos como parceiros — afirmou Paul Klein, refletindo sobre a experiência emocional que acompanha a busca por respostas e soluções.
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Insatisfeita com a falta de respostas claras, Alex buscou exames genéticos adicionais por meio de testes de sangue domiciliares fornecidos por uma empresa especializada em fertilização. O resultado surpreendeu: seu sistema imunológico estava reagindo de forma adversa ao material genético do marido, reconhecendo-o como uma ameaça e barrando o processo que levaria à gestação.
A descoberta, embora desconcertante, ofereceu finalmente uma explicação para anos de ansiedade e tratamentos sem sucesso. Cientes de que repetir a FIV sem entender a causa subjacente seria ineficaz, o casal optou por um tratamento conhecido como “terapia de imunização leucocitária paterna” (LIT), que consiste na administração de amostras processadas do sangue de Paul no organismo de Alex para promover tolerância imunológica, semelhante à imunoterapia usada para alergias comuns.
— É um título de notícia que parece absurdo, mas meu sistema imunológico literalmente colocou os freios e disse “vamos atacar isso” — disse a mulher em entrevista ao programa americano This Morning.
A condição diagnosticada em Alex Klein é extremamente rara e não se configura tecnicamente como alergia no sentido clássico da palavra, mas sim como uma incompatibilidade imunológica entre o organismo de uma pessoa e o material genético do parceiro.
O marido, por sua vez, destacou a importância de abordar abertamente as dificuldades de fertilidade, especialmente para homens, muitas vezes silenciados pela vergonha ou estigma social.
Apesar do caminho desafiador, o casal afirmou que continua esperançoso e dialogando com profissionais de saúde para ajustar o tratamento. A história deles tem sido compartilhada como um incentivo a outros casais que enfrentam infertilidade sem diagnóstico claro, ressaltando a importância de investigar causas atípicas quando os métodos convencionais falham.
— É fundamental enfrentar isso juntos como parceiros — afirmou Paul Klein, refletindo sobre a experiência emocional que acompanha a busca por respostas e soluções.










