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Autoridades dos Emirados Árabes Unidos passaram a alertar passageiros para a proibição de tirar fotos ou gravar vídeos dentro do aeroporto internacional de Dubai, um dos mais movimentados do mundo. Quem descumprir a regra pode enfrentar penalidades severas, incluindo multas elevadas, prisão e até deportação.
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O aviso foi reforçado após um incidente de segurança nas proximidades do terminal que levou o governo a endurecer as orientações sobre registros de imagens em áreas sensíveis. Publicar fotos ou vídeos do aeroporto, de operações de segurança ou de eventuais danos pode representar violação das leis locais e resultar em processo criminal.
A recomendação vale tanto para turistas quanto para residentes e inclui a proibição de filmar áreas de embarque e desembarque, além de registrar locais considerados restritos ou ligados a incidentes. O objetivo, segundo o governo, é evitar a disseminação de imagens que possam gerar pânico ou expor informações sensíveis.
O alerta ganhou força após um episódio recente envolvendo a interceptação de um drone nas proximidades do aeroporto, que levou à suspensão temporária de operações e reforçou as preocupações com segurança na região.
Em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, autoridades também pediram que moradores e visitantes não compartilhem nas redes sociais imagens de locais atingidos por projéteis ou destroços de ataques, nem vídeos de sistemas de defesa aérea em funcionamento.
De acordo com comunicados oficiais, qualquer pessoa que registrar ou divulgar esse tipo de conteúdo sem autorização pode ser investigada e punida com base nas leis de segurança e de crimes digitais do país. As medidas fazem parte de um esforço do governo para controlar a circulação de informações e evitar desinformação durante o período de tensão regional.

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Donald Trump deixou a China nesta sexta depois de uma visita que durou menos de 48 horas e, pelo visto, produziu resultados muito abaixo das expectativas criadas pelo próprio presidente dos Estados Unidos nos meses que a antecederam. No lado positivo, foi mantida a frágil trégua na guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, e a viagem parece ter pavimentado o caminho para estabilizar as relações. Se um dos lados pode ser considerado vitorioso é a China, que tinha esses desfechos como metas.
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Sem ter obtido dos chineses grandes acordos comerciais nem compromissos políticos relevantes, a impressão é de que Trump sai de Pequim menor do que chegou. Depois de ter sido obrigado a recuar em sua ofensiva tarifária no ano passado, ao reconhecer que o domínio da produção de minerais críticos permitia a Pequim desferir um contra-ataque letal, Trump viu seu principal instrumento de pressão murchar. Pior, empacado num impasse na guerra com o Irã, fortaleceu ainda mais a posição da China na negociação.
Prevista inicialmente para o mês de abril, a visita foi adiada sob o argumento de Trump de que não poderia viajar à China por causa da guerra. Mas a guerra não acabou, e ele decidiu vir assim mesmo, algo considerado um erro por muitos analistas. Sua ideia, especulou-se, era que a imagem de estadista numa viagem internacional importante lhe renderia pontos políticos, para reverter o descrédito e os índices de desaprovação recorde nos EUA. Acertou quem achou que sua fragilidade prevaleceria.
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Durante a visita, o contraste entre posturas chamou a atenção. Trump cobriu de elogios o presidente chinês, Xi Jinping, chamando-o várias vezes de “grande líder”. Em partes da visita, Trump parecia mais um turista deslumbrado do que o presidente da maior potência do planeta. Embora cordial, Xi foi direto ao ponto, para marcar posição. Endureceu o tom sobre Taiwan. Logo em seu pronunciamento inicial, repetiu uma frase que tem sido constante nos seus discursos, sobre a “transformação” que o mundo não vivia há um século.
É um referência geralmente associada à transição do centro de gravidade político e econômico mundial que estaria ocorrendo, do Ocidente para o Oriente. Diante de Trump, porém, ele adicionou um detalhe que tornou mais significativa e urgente essa visão, ao dizer que a transformação “está se acelerando”. Em seguida, Xi alertou para os riscos de conflito em transições desse tipo ao longo da história, e Trump mordeu a isca. Em vez de negar o suposto declínio americano, preferiu confirmá-la, só para poder culpar o antecessor, Joe Biden.
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“O negócio de Trump são os negócios”, me disse, poucos dias antes da chegada do presidente americano a Pequim, um respeitado analista chinês, sugerindo que o sucesso da visita seria medido em dólares. A julgar pelo que foi anunciado, o balanço foi magro. Na quinta, Trump disse à rede de TV Fox que a China havia se comprometido a comprar 200 aviões da Boeing, mas não houve confirmação do lado chinês.
Sentado ao lado de Xi nesta sexta, no complexo governamental de Zhongnanhai, Trump considerou a visita um sucesso e contou que foram fechados “acordos comerciais fantásticos”. Além do suposto negócio com a Boeing, a imprensa americana citou fontes de Washington para relatar um acordo agrícola que chegaria a US$ 10 bilhões. Mas, de novo, não houve confirmação do lado chinês — que, é preciso dizer, não costuma se pautar pela transparência.
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Como já aconteceu em outros contatos entre os dois presidentes, os relatos oficiais apresentaram diferenças de tom e omissões sintomáticas. Na versão americana, não há menção a Taiwan, o tema mais importante para os chineses. Xi foi duro ao alertar que a questão pode resultar em conflito. Abordado sobre o assunto na quinta, Trump fingiu ignorar a pergunta de um repórter. Já no relato oficial chinês, o Irã não aparece, embora Trump tenha afirmado que os dois países têm visões parecidas sobre o conflito. Os próximos dias talvez revelem se Trump conseguiu convencer Xi a ter um papel mais ativo para pressionar o Irã a não bloquear o Estreito de Ormuz.
Nas entrelinhas, quem acompanha a política chinesa chamou a atenção para o motivo principal pelo qual os chineses consideram histórica essa visita. No comunicado oficial e no pronunciamento de Xi Jinping, o termo usado para resumir a visita tem o timbre típico da diplomacia chinesa: “relação construtiva de estabilidade estratégica entre China e Estados Unidos”. Ou seja, de igual para igual. A fragilidade política de Trump e a urgência em fechar acordos para apresentar resultados criou oportunidades estratégicas para a China, que, ao contrário do presidente americano, não precisa se preocupar com ciclos eleitorais.
Yaqi Li, analista da Escola de Estudos Internacionais S. Rajaratnam, de Cingapura, resumiu bem a discrepância: “Enquanto Trump buscou fechar negócios, Pequim se preparou para redefinir as relações China-EUA.”
Um jovem de 20 anos morreu após cair do topo de uma torre de telefonia celular de aproximadamente 45 metros de altura, poucas horas antes de completar 21 anos, na Inglaterra. O caso aconteceu na noite de domingo (10), em Black Dyke, na localidade de Newton-In-The-Isle, na Inglaterra, segundo informações publicadas pelo jornal EDP.
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Oskar Bialon estava no local, conhecido como “Torre Newton”, acompanhado de dois amigos, enquanto planejavam como comemorariam seu aniversário no dia seguinte. De acordo com relatos, ele subiu até o topo do mastro, mas acabou escorregando por causa das condições climáticas adversas e caiu de uma altura de cerca de 150 pés, equivalente a aproximadamente 45 metros.
Equipes de emergência, incluindo uma ambulância aérea, foram acionadas por volta das 23h e chegaram rapidamente ao local, mas o jovem, cidadão polonês, foi declarado morto ainda na cena do acidente. A torre é considerada um ponto popular entre jovens da região e já teria sido escalada diversas vezes anteriormente.
Homenagens e campanha para o funeral
Abalados pela perda, familiares e amigos prestaram homenagens nas redes sociais e organizaram uma campanha de arrecadação para custear o funeral e ajudar a família. A companheira de Oskar, Ruby Ashton, descreveu o relacionamento dos dois e lamentou a morte precoce.
— Estávamos namorando há um ano e tínhamos toda a vida pela frente. Tudo o que ele fazia era me fazer rir todos os dias e me fazer sentir que minha vida valia muito a pena ser vivida — disse.
— Ele era mais feliz na companhia de seus amigos e familiares, e será sempre lembrado por nós. Eu te amo Oskar, para sempre em meu coração, jamais esquecido — completou.
Os amigos Leo e Bill também afirmaram que Oskar era um “bom amigo que sempre os fazia sorrir” e destacaram que ele estava sempre presente quando alguém precisava de ajuda. Outro amigo, identificado como JK, afirmou que, durante os anos em que cresceram juntos, Oskar demonstrava “o maior potencial para se tornar alguém grandioso”.
Uma página no GoFundMe foi criada por Lucas Harvey, amigo próximo da vítima, para arrecadar recursos e garantir “a melhor despedida possível”. Segundo o texto da campanha, Oskar não tinha familiares por perto, e a mãe havia se mudado recentemente para a região, com pouco apoio e sem condições financeiras para arcar com os custos.
— Nosso objetivo é cobrir os custos para trazê-lo de volta para sua família, ou organizar tudo aqui, se a mãe dele preferir. Queremos garantir que ele seja homenageado adequadamente — escreveu Lucas.
Até o momento, a campanha havia arrecadado 806 libras, cerca de R$ 6 mil, de uma meta de 3.500 libras. Na mensagem final, amigos resumiram o sentimento de despedida: “Descanse em paz, Oskar — para sempre com 21 anos, para sempre amado, jamais esquecido.”
O governo dos Estados Unidos quer indiciar o ex-presidente cubano Raúl Castro, de 94 anos, em meio à crescente pressão de Washington sobre o governo comunista da ilha, informou a imprensa americana. O canal CBS News, que citou funcionários do governo americano que acompanham o tema, informou que a possível acusação se concentraria na derrubada, em 1996, de dois aviões civis pilotados por opositores ao regime castrista. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos não respondeu ao pedido de comentários da AFP.
Uma acusação contra Castro, irmão do falecido líder cubano Fidel Castro, representaria uma guinada inesperada na crise cada vez mais profunda nas relações entre Estados Unidos e Cuba. O país sofre constantes cortes de energia elétrica provocados pelo bloqueio de combustível imposto pelo governo de Donald Trump. O presidente americano afirmou em diversas ocasiões que deseja derrubar o governo comunista em Cuba.
Raúl Castro, que sucedeu ao irmão como presidente, supervisionou a histórica retomada de relações com os Estados Unidos em 2015, durante o governo de Barack Obama, que Trump revogou durante seu primeiro mandato. Em plena crise bilateral, o diretor da CIA, John Ratcliffe, viajou na quinta-feira a Havana para uma reunião excepcional com funcionários de alto escalão do governo cubano, segundo as autoridades da ilha. As autoridades afirmaram que o encontro deve ajudar o diálogo político entre as partes.
A alpinista americana Shelley Johannesen, de 53 anos, morreu, nesta segunda-feira (11), após ser atingida por uma avalanche enquanto descia o Monte Makalu, no Nepal, considerado o quinto pico mais alto do mundo e uma das montanhas mais desafiadoras para escalada. A tragédia aconteceu apenas dois dias depois de ela alcançar com sucesso o cume de 8.485 metros de altitude ao lado do companheiro, David Ashley, e de dois guias nepaleses.
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Natural do estado do Oregon, Shelley era mãe de três filhos e uma montanhista experiente. Ela e Ashley eram cofundadores da empresa de expedições Dash Adventures e participavam juntos da escalada no Himalaia. O grupo chegou ao topo da montanha em 9 de maio, mas, durante a descida, em 11 de maio, uma corda fixada na encosta teria se rompido, provocando a avalanche fatal. Shelley morreu em consequência dos ferimentos a cerca de 7.200 metros de altitude.
Relato emocionado do companheiro
Em uma publicação nas redes sociais, David Ashley descreveu os últimos momentos ao lado da companheira e afirmou que ela morreu em seus braços.
— Shelley não era apenas uma pessoa incrível, mas viveu sua vida sem limites, perseguindo suas paixões pelo mundo todo — escreveu.
— Ela morreu nos meus braços, no alto da montanha. Ainda estou tentando assimilar essa perda, e meus sentimentos estão com a família dela neste momento — acrescentou.
O Monte Makalu é conhecido pelas condições climáticas severas e imprevisíveis, além da dificuldade técnica da subida, fatores que o colocam entre os picos mais exigentes do planeta para alpinistas profissionais.
Dias antes da tragédia, Shelley havia compartilhado nas redes sociais sua expectativa pela expedição. Em uma de suas últimas postagens, afirmou que sabia que enfrentaria um grande desafio.
— Será uma escalada difícil. Estou entusiasmada para ver, experimentar e sentir o que tenho para oferecer a esta montanha — escreveu.
Em sua última publicação, ela também disse estar “muito grata por estar aqui no Nepal”. Após a confirmação da morte, seguidores deixaram mensagens de despedida. Um deles comentou que não conseguia mais olhar para a postagem sem chorar. Outro escreveu que Shelley era “um ícone” e destacou sua paixão pela aventura e pela forma intensa como vivia.
A morte da alpinista ocorreu um dia depois da repercussão de outro acidente fatal envolvendo um escalador profissional. O canadense Will Stanhope, de 39 anos, morreu após sofrer um grave traumatismo craniano ao cair de cerca de 20 metros de uma montanha no Canadá no mês passado.
Cinco italianos morreram após um acidente durante uma expedição de mergulho em cavernas submersas nas Maldivas, segundo informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália nesta semana. O grupo desapareceu no atol de Vaavu, a cerca de 50 metros de profundidade, em uma área localizada ao sul da capital Malé.
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De acordo com o ministério, quatro das vítimas integravam uma equipe ligada à Universidade de Gênova. Entre elas estavam a professora de ecologia Monica Montefalcone, a filha dela e dois pesquisadores.
As Forças Armadas das Maldivas informaram que um dos corpos foi localizado dentro de uma caverna a cerca de 60 metros de profundidade. Segundo os militares, há indícios de que os outros quatro mergulhadores também estejam no mesmo local.
A operação de busca foi classificada pelas autoridades como de “altíssimo risco”. Mergulhadores especializados e equipamentos específicos foram mobilizados para atuar na região.
Segundo a rede BBC, este pode ser o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas, país do Oceano Índico conhecido internacionalmente pelo turismo de luxo e pelas ilhas de coral.
Grupo desapareceu após não retornar à superfície
De acordo com a imprensa local, os cinco italianos entraram na água na manhã de quinta-feira. O desaparecimento foi comunicado pela tripulação da embarcação de mergulho depois que o grupo não retornou à superfície.
A polícia informou que o clima estava severo na região no momento do acidente. A área fica cerca de 100 quilômetros ao sul de Malé.
Um alerta amarelo chegou a ser emitido para embarcações de passageiros e pescadores.
A Universidade de Gênova identificou as vítimas ligadas à instituição como Monica Montefalcone; Giorgia Sommacal, filha da professora e estudante; Muriel Oddenino, pesquisadora; e Federico Gualtieri, graduado em biologia marinha.
A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti, gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho.
Em comunicado publicado na rede social X, a Universidade de Gênova expressou “as mais profundas condolências” às vítimas.
Ainda de acordo com a BBC, acidentes de mergulho e snorkel são relativamente raros nas Maldivas, embora mortes tenham sido registradas nos últimos anos.
Em dezembro do ano anterior, uma mergulhadora britânica experiente morreu afogada próximo ao resort insular de Ellaidhoo. O marido dela morreu cinco dias depois após passar mal.
Em 2024, um parlamentar japonês morreu enquanto praticava snorkel no atol de Lhaviyani.
Cientistas identificaram uma nova espécie de dinossauro gigante a partir de restos fósseis encontrados na Tailândia. Segundo pesquisadores, o animal herbívoro de pescoço longo media cerca de 27 metros, pesava aproximadamente 27 toneladas — o equivalente a nove elefantes adultos — e viveu entre 100 milhões e 120 milhões de anos atrás.
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A descoberta foi descrita em estudo publicado na revista Scientific Reports. De acordo com os autores, trata-se do maior dinossauro já encontrado no sudeste asiático.
— Nosso dinossauro é grande pelos padrões da maioria das pessoas; provavelmente pesava pelo menos 10 toneladas a mais que Dippy, o Diplodocus — afirmou o pesquisador principal Thitiwoot Sethapanichsakul, em referência ao famoso esqueleto antes exibido no Museu de História Natural de Londres.
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AFP
O estudante de doutorado tailandês apelidou o saurópode recém-descoberto de “o último titã”. Segundo o University College London, o nome faz referência ao fato de os fósseis terem sido encontrados em uma das formações rochosas mais recentes já associadas a dinossauros na Tailândia.
A região teria se transformado posteriormente em um mar raso.
— Então este pode ser o último ou o mais recente saurópode de grande porte que encontraremos no sudeste asiático — acrescentou o pesquisador.
Fósseis foram encontrados por moradores locais
Os primeiros restos da criatura foram descobertos há cerca de dez anos por moradores do nordeste da Tailândia. A escavação, porém, só foi concluída em 2024, segundo o estudo publicado nesta quinta-feira.
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AFP
Os pesquisadores afirmam que os fósseis apresentavam semelhanças com outros saurópodes já conhecidos, mas tinham características anatômicas suficientes para classificar o animal como uma nova espécie.
O dinossauro recebeu o nome de “Nagatitan chaiyaphumensis”, em referência a uma serpente do folclore do sudeste asiático, a um gigante da mitologia grega e à província de Chaiyaphum, onde os restos foram encontrados.
Uma moradora de Wakefield, na Inglaterra, está sendo obrigada a retirar da fachada de casa uma estátua de gorila de 1,20 metro de altura sob risco de receber multa de até 20 mil libras, cerca de R$ 135 mil. Adele Teale, de 59 anos, afirmou nesta semana que não pretende remover o ornamento de resina, apelidado de César, e diz que o primata se tornou parte da vizinhança e de sua própria rotina.
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Segundo Adele, a escultura é mais do que um simples enfeite de jardim. Apaixonada por gorilas, ela conta que já mantinha a peça na residência anterior, em Leeds, onde permaneceu por 15 anos sem qualquer contestação. Após se mudar para Wakefield há seis anos, ela vendeu o objeto, mas decidiu recomprá-lo em agosto de 2024 por 600 libras e reinstalá-lo, meses depois, em um pedestal de madeira entre duas janelas do andar superior da casa onde vive com o marido, Trevor, e o filho, Billy.
Disputa com a prefeitura
A primeira notificação oficial veio em maio de 2025, quando o Conselho de Wakefield informou ter recebido uma reclamação sobre a presença de uma “estrutura animal” na propriedade. Com base na Lei de Planejamento Urbano e Rural de 1990, o órgão argumentou que a instalação poderia exigir autorização formal por alterar de forma relevante a aparência externa do imóvel.
Em julho do mesmo ano, Adele recebeu uma notificação de fiscalização afirmando que a estátua era “proeminente e chamativa”, destoava da área ao redor e causava impacto negativo na paisagem local e no cinturão verde da região. Ela tentou obter uma licença retroativa e recorreu da decisão, mas a Inspetoria de Planejamento rejeitou o pedido nesta semana e manteve a determinação de retirada até 9 de junho de 2026.
— Ele é meu melhor amigo e eu nunca pretendo me desfazer dele. Todo mundo adora o Caesar, ele faz parte da comunidade — afirmou Adele à imprensa local em entrevista nesta semana.
— Eu simplesmente não entendo qual é o problema. Não consigo acreditar em toda essa confusão por causa de um gorila. Ele não passa de um enfeite de jardim, e eu não concordo que ele precise de autorização da prefeitura.
Joe Jenkinson, diretor de Serviços de Planejamento, Transporte e Rodovias Estratégicas do Conselho de Wakefield, defendeu a decisão e disse que a estrutura não pode ser tratada como simples item decorativo.
— Entendemos que nem todos concordarão, mas, de acordo com as normas de planejamento, isso não é classificado como um elemento decorativo menor. Além disso, destoa do ambiente circundante. Portanto, requer licença de construção — declarou em comunicado. Caso a ordem não seja cumprida dentro de quatro semanas, Adele poderá ser levada ao tribunal de magistrados e multada formalmente.
Primeiro veio uma luz intensa rasgando o céu. Depois, um estrondo ensurdecedor, calor capaz de vaporizar rochas, ventos supersônicos, tsunamis gigantes e um inverno global que mergulhou a Terra na escuridão. Há 66 milhões de anos, o impacto de um asteroide no atual Caribe desencadeou o maior colapso ambiental do planeta e levou à extinção dos dinossauros.
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Publicado nesta segunda-feira (11) pelo The Conversation, um artigo assinado por especialistas em meteorítica e paleontologia reconstrói, em detalhes, como teriam sido as horas, dias e anos seguintes ao impacto do asteroide que atingiu a Terra há 66 milhões de anos e desencadeou uma das maiores extinções da história do planeta.
O corpo celeste, estimado em cerca de 10 quilômetros de diâmetro, colidiu com a região que hoje corresponde ao Caribe, próximo à Península de Yucatán, no México. Na época, no fim do período Cretáceo, o nível do mar era muito mais alto do que o atual, e a área do impacto estava totalmente coberta por água.
Segundo os pesquisadores, o evento foi suficiente para extinguir os dinossauros não aviários e cerca de metade de todas as espécies existentes na Terra.
Os segundos que mudaram tudo
Antes da colisão, o asteroide já podia ser visto no céu como um ponto luminoso, semelhante a uma estrela fixa. Nas últimas horas, porém, seu brilho se tornava cada vez mais intenso.
Minutos ou segundos antes do impacto, qualquer ser vivo próximo teria visto uma enorme bola de fogo cruzando o céu, acompanhada por estalos e crepitações provocados pelo aquecimento extremo do ar.
Logo depois veio o estrondo sônico.
A energia liberada foi tão brutal que formou, em segundos, uma cavidade com cerca de 30 quilômetros de profundidade, quase três vezes mais profunda que a Fossa das Marianas, e uma cratera final de aproximadamente 180 quilômetros de diâmetro.
As temperaturas ultrapassaram 9 mil graus Celsius no ponto de impacto, vaporizando rochas, água e o próprio asteroide. Qualquer forma de vida próxima foi instantaneamente incinerada.
Mesmo a até 2 mil quilômetros de distância, as chances de sobrevivência eram mínimas. A radiação térmica e os ventos supersônicos foram suficientes para matar rapidamente a maioria dos animais.
Furacões, megatsunamis e chuva ácida
Cinco minutos após a colisão, os ventos ainda tinham força equivalente à de um furacão de categoria 5. A atmosfera local atingia mais de 226°C, transformando a sensação em algo semelhante a estar dentro de um forno.
Incêndios florestais se espalharam rapidamente e megatsunamis com até 100 metros de altura atingiram primeiro as margens do atual Golfo do México, devastando regiões inteiras.
Em uma hora, uma faixa de poeira e material incandescente já havia dado a volta no planeta. O céu começou a escurecer até em regiões distantes, como a atual China e a Nova Zelândia.
No dia seguinte, tsunamis de cerca de 50 metros avançavam pelo Atlântico, Pacífico e Índico, enquanto a fuligem dos incêndios e a poeira bloqueavam a luz solar.
Sem sol, árvores, plantas e fitoplâncton deixaram de fazer fotossíntese. A temperatura global despencou.
Uma semana depois, a radiação solar que chegava à superfície era apenas um milésimo do normal. A temperatura média caiu pelo menos 5°C, e chuvas ácidas passaram a atingir o planeta.
Os autores explicam que o impacto vaporizou sedimentos ricos em enxofre e gerou óxidos de nitrogênio suficientes para produzir ácido sulfúrico e ácido nítrico. Em alguns modelos, a acidez da chuva poderia chegar a níveis comparáveis aos do ácido de bateria.
— Neste momento, a Terra não era um lugar muito agradável — resumem os pesquisadores no artigo .
Um ano depois, só restavam os sobreviventes
Após um ano, o Sol ainda mal aparecia. A temperatura média global estava cerca de 15°C abaixo do normal, instaurando um verdadeiro inverno planetário.
Dinossauros terrestres, pterossauros e grandes répteis marinhos desapareceram. Também foram extintos grupos como amonites, belemnites e diversos organismos marinhos.
Sobreviveram principalmente espécies pequenas, capazes de se esconder em tocas ou sobreviver na água, como tartarugas, pequenos crocodilos, lagartos, algumas aves e mamíferos do tamanho de ratos.
Esses sobreviventes acabariam dando origem a novos ecossistemas e abrindo caminho para a expansão dos mamíferos, e, milhões de anos depois, para o surgimento dos primatas e dos humanos.
A cratera e as provas científicas
As primeiras evidências modernas dessa colisão começaram a ganhar força em 1980, quando o físico ganhador do Nobel Luis Alvarez identificou um enriquecimento anormal de irídio em uma camada geológica na Dinamarca e na Itália.
O irídio é raro na superfície terrestre, mas comum em meteoritos, o que levou à hipótese de um impacto gigantesco.
Em 1991, a descoberta da cratera de Chicxulub, enterrada sob a Península de Yucatán, consolidou a teoria. Desde então, novas evidências reforçaram que houve, de fato, um resfriamento abrupto global e uma extinção em massa associada ao evento.
Hoje, 66 milhões de anos depois, os cientistas lembram que aquele “inverno nuclear”, como foi chamado inicialmente, alterou para sempre o rumo da vida no planeta.
E fazem um alerta: embora provocado por um asteroide, muitos dos efeitos atmosféricos observados naquela época, como mudanças climáticas extremas, oscilações de temperatura e colapso ambiental, encontram ecos preocupantes no presente, agora causados pela própria ação humana.
O exército israelense pediu aos moradores de cinco vilarejos no sul do Líbano que evacuassem imediatamente na sexta-feira, em antecipação a possíveis ataques contra o Hezbollah, apesar do cessar-fogo com o Líbano que visava interromper os combates.
“Em vista da violação do acordo de cessar-fogo pelo grupo terrorista Hezbollah, o Exército de Defesa se vê obrigado a agir com força”, publicou Avichay Adraee, porta-voz do exército em árabe, listando cinco vilarejos próximos à cidade de Tiro, na costa sul do Líbano.
“Para sua segurança, vocês devem evacuar suas casas imediatamente e manter uma distância de pelo menos 1.000 metros dos vilarejos e cidades”, acrescentou.
O estado do Texas executou seu 600º condenado à morte desde 1982 na quinta-feira, após a Suprema Corte dos EUA rejeitar o argumento de que o homem não poderia ser condenado à morte devido à sua deficiência intelectual.
Edward Lee Busby Jr. foi declarado morto após receber uma injeção letal pelo assassinato, em 2004, de Laura Lee Crane, uma professora universitária aposentada de 77 anos. Em sua declaração final, ele pediu desculpas à sua família e à família de Crane, implorando por perdão, de acordo com uma transcrição fornecida pelo Departamento de Justiça Criminal do Texas. “A Sra. Crane era uma mulher adorável. Eu nunca quis que nada de ruim acontecesse com ela. Sinto muito”, disse ele.
Os advogados de Busby tentaram impedir a execução, argumentando que ele tinha uma deficiência intelectual. No entanto, na quinta-feira, a Suprema Corte dos EUA, de maioria conservadora, anulou a suspensão da execução concedida por um tribunal inferior. Busby tornou-se a 12ª pessoa executada no Texas este ano.
Desde 1982, quando o estado retomou a pena capital após uma moratória nacional, 600 pessoas foram executadas. A pena de morte foi abolida em 23 dos 50 estados americanos, enquanto outros três — Califórnia, Oregon e Pensilvânia — mantêm moratórias.

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