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Dez trabalhadores de um projeto da mineradora canadense Vizsla Silver foram sequestrados por homens armados no estado mexicano de Sinaloa, no noroeste do país. O caso foi denunciado nesta quarta-feira pela empresa e por uma associação de engenheiros e está sob investigação das autoridades locais.
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O sequestro ocorreu na última sexta-feira, no sul do estado, região que desde 2024 vive uma onda de violência provocada por disputas internas do cartel de Sinaloa.
Em comunicado divulgado em seu site, a Vizsla Silver informou que “As autoridades locais já foram informadas” e que as equipes de gestão de crise “já foram ativadas”.
Como medida de precaução, “algumas atividades no complexo e em seus arredores foram temporariamente suspensas”, acrescentou a empresa.
As vítimas trabalhavam no complexo de Pánuco, localizado em uma comunidade de cerca de 350 habitantes no município de La Concordia.
A Associação de Engenheiros de Minas, Metalurgistas e Geólogos do México (AIMMGM) manifestou preocupação com o sequestro e pediu às autoridades que “realizem as ações necessárias que permitam seu retorno em segurança”.
De acordo com relatos da imprensa local, que cita familiares, os trabalhadores estavam na casa onde se hospedavam quando foram retirados à força, durante a madrugada de sexta-feira, por homens armados.
As autoridades não divulgaram a nacionalidade das vítimas. A mídia mexicana afirma, no entanto, que a maioria dos sequestrados é oriunda do estado vizinho de Sonora, também no noroeste do país.
Sinaloa enfrenta uma rotina de assassinatos e sequestros em meio às disputas internas do cartel que leva o nome do estado, conflito que já deixou mais de 1.700 mortos e quase 2.000 desaparecidos.

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À medida que a notícia do indiciamento do ex-presidente de Cuba, Raúl Castro, pelo Departamento de Justiça dos EUA se espalhava pelo mundo, muitos cubanos permaneciam no escuro. Os apagões generalizados na ilha, assolada pela escassez de combustível, e o sinais de telefonia instável ​​fizeram com que a notícia da nova e acentuada escalada de pressão de Washington sobre o governo cubano demorasse a chegar a muitos dos próprios moradores do país.
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Presos sob o jugo de um regime repressivo e sob as punitivas sanções americanas, os cubanos que acompanhavam as notícias em seus smartphones com telas escuras e televisores antigos se dividiam quanto à legitimidade das acusações americanas — que imputam a Castro denúncias de assassinato e conspiração no abate de dois aviões em 1996, que matou quatro pessoas, incluindo três americanos. Muitos, porém, compartilhavam um cansaço comum com o status quo.
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— Isso tem que mudar — disse Yoandy Benítez Ramirez, de 24 anos, operária de uma fábrica de tabaco em Havana.
Os cubanos enfrentam apagões, fome e uma crise de saúde, que se agravou depois que o governo do presidente americano, Donald Trump, praticamente cortou o fornecimento de petróleo para Cuba em janeiro, e muitos anseiam por uma solução que alivie seu sofrimento.
Trump usou uma acusação federal nos EUA contra Nicolás Maduro, o líder autoritário da Venezuela, como pretexto para reritá-lo do poder com uma operação em janeiro. Não se sabe se os militares de Washington estão se preparando para uma operação semelhante em Cuba. Mas muitos cubanos se perguntam se a acusação foi apenas mais uma manobra em uma dolorosa e prolongada campanha de pressão ou o catalisador para uma intervenção americana mais incisiva.
— Não acho que uma intervenção militar seja a solução, mas se for preciso, bem… o que precisamos é que isso acabe de uma vez por todas, agora mesmo — disse Yasiel Lugones, de 27 anos, motorista de entregas, sentado em sua motocicleta em Havana.
Homem bate panela perto de fogueira acesa durante protesto contra a falta de energia e os apagões no bairro de Lawton, em Havana, em 14 de maio
Yamil Lage/AFP
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Ele disse que esperava um desmantelamento completo de toda a classe dominante de Cuba. “Toda a liderança, toda a família Castro”, disse ele.
— É um ciclo sem fim, lidamos com a mesma coisa há mais de 60 anos — disse Lugones. — Eles passam o tempo agindo como se fôssemos uma propriedade, passando-a de mão em mão, e agora precisam ir embora. Não os queremos.
O governo cubano condenou imediatamente a acusação do Departamento de Justiça americano na quarta-feira. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou a acusação como “uma ação política, sem qualquer fundamento legal” e afirmou que ela estava sendo usada para justificar uma possível agressão militar contra a ilha.
Alguns cubanos consideraram as acusações ilegítimas, argumentando que Cuba agiu em legítima defesa após seu espaço aéreo ter sido repetidamente violado pelo grupo que organizou os voos na década de 1990, a Irmãos ao Resgate.
Pessoas fazem fila para comprar pão em uma rua de Havana, em 18 de maio
Yamil Lage/AFP
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— Cuba tomou a decisão correta ao abatê-los — disse Frank Alejandro Font, de 24 anos, engenheiro mecânico em Havana, alertando para os riscos de um ataque militar estrangeiro. — Muitos cubanos estão pedindo uma intervenção, mas sempre há danos colaterais.
Nos dias que antecederam o anúncio, circularam rumores em Cuba de que algo aconteceria na quarta-feira. Os EUA realizariam uma intervenção militar? Um grande protesto se formaria no país? Jovens cubanos brincavam com os mais velhos, dizendo que eles deveriam estar prontos para pegar velhos fuzis soviéticos guardados.
A piora das condições de vida em Cuba levou a um número crescente de protestos, mas especialistas dizem que é improvável que as manifestações se transformem em um levante popular que ameace o regime.
É difícil encontrar pesquisas de opinião confiáveis ​​em Cuba. Uma pesquisa recente do site de notícias cubano El Toque, que coletou mais de 40 mil respostas, constatou que cerca de 56% dos cubanos residentes na ilha e quase 70% dos que vivem no exterior apoiariam uma intervenção militar dos EUA.
Mural em Havana com imagens dos últimos líderes cubanos: Fidel Castro, Raúl Castro e Miguel Díaz-Canel
YAMIL LAGE / AFP
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Embora os resultados da pesquisa — que coletou respostas de participantes voluntários — não possam ser considerados representativos, suas conclusões provavelmente refletem o cansaço de muitos cubanos, disse o professor Michael J. Bustamante, professor de história e chefe do Departamento de Estudos Cubanos e Cubano-Americanos da Universidade de Miami.
— Não acho que isso signifique que os cubanos gostem da ideia de uma potência estrangeira entrar e resolver seus problemas — disse Bustamante. — Mas acho que as pessoas estão em um nível tão alto de exasperação e desespero que aceitarão ajuda de onde quer que ela venha.
Raúl Cardoso, um cubano aposentado de 70 anos, disse que, seja qual for a decisão dos EUA, eles deveriam simplesmente acatá-la.
— Se eles vão entrar, que entrem logo — disse Cardoso. — E se não, que parem de falar tanto.
Dois tubarões mutilados foram encontrados mortos nas águas de Maiorca, na Espanha, em um caso que gerou preocupação entre autoridades ambientais e organizações de preservação marinha. Os animais foram localizados nesta terça-feira (19) perto de Cala Nova, um dos destinos turísticos mais frequentados por britânicos na ilha espanhola.
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Segundo a polícia espanhola, os corpos flutuavam no mar com marcas de sangue visíveis na água. As imagens do resgate foram publicadas no Facebook pela Fundação Palma Aquarium, entidade que participou da operação junto com a Guarda Civil e autoridades portuárias da região.
Os animais foram identificados como tubarões-de-seis-guelras-de-nariz-curto, espécie que pode atingir cerca de 4,8 metros e vive em águas profundas desde a época dos dinossauros. De acordo com a fundação, tratava-se de duas fêmeas adultas que apresentavam “graves ferimentos na região dorsal”, compatíveis com cortes provocados por objetos afiados e interação com atividades pesqueiras.
“Ambos os animais estavam em estado de conservação fresco e as lesões tinham afetado a medula espinal, causando a sua morte”, informou a entidade em comunicado divulgado nas redes sociais.
Suspeita sobre embarcações de pesca
A Fundação Marilles, organização ambiental das Ilhas Baleares, afirmou que os tubarões apresentavam cortes no pescoço e na coluna vertebral, lesões consideradas compatíveis com mortes ocorridas a bordo de barcos de pesca. A ONG criticou o uso de arrastões, embarcações que utilizam grandes redes arrastadas pelo fundo do oceano para captura de peixes e que frequentemente acabam prendendo outras espécies marinhas.
— Ainda existe uma minoria de pescadores que, em vez de libertar esses animais, optam por matá-los — declarou a fundação.
A entidade pediu a adoção de redes mais resistentes e mecanismos que impeçam o aprisionamento de grandes animais durante operações de pesca de arrasto. Apesar das críticas, a Fundação Palma Aquarium ressaltou que “a grande maioria dos pescadores desenvolve a sua atividade de forma responsável” e defendeu maior cooperação entre pescadores, cientistas e autoridades ambientais para proteger espécies ameaçadas.
Os corpos dos tubarões foram levados ao Palma Aquarium, onde passarão por análises científicas e coleta de amostras para estudos sobre as populações de tubarões no mar Balear e os riscos enfrentados pela espécie.
A descoberta ocorreu poucos dias após outro episódio envolvendo tubarões ganhar repercussão internacional. No sábado, o pescador australiano Steven “Mattas” Mattaboni, de 38 anos, morreu após ser atacado por um tubarão de aproximadamente 4,8 metros na Ilha Rottnest, perto de Perth, na Austrália. Pai de duas crianças, ele foi lembrado pela esposa, Shirlene, como um homem “leal, generoso e profundamente ligado ao oceano”.
Um pônei precisou ser resgatado após ficar completamente preso dentro de um grande pneu de trator em um campo na cidade de Stoke-on-Trent, na Inglaterra. As imagens da operação, divulgadas, nesta quinta-feira (21), pela Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA, na sigla em inglês), chamaram atenção pela situação inusitada do animal e pelo esforço coletivo necessário para libertá-lo.
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A RSPCA é uma associação que atua na Inglaterra e no País de Gales promovendo o bem-estar animal e investigando casos de crueldade e abandono. Segundo a própria entidade, centenas de animais são resgatados todos os anos em operações semelhantes.
De acordo com a organização, moradores da região acionaram socorristas depois de avistarem o pônei preso dentro do pneu tombado no chão. Quando a agente de resgate Nicola Riley chegou ao local, encontrou o animal imobilizado e em evidente estado de angústia.
“Seu pelo estava extremamente emaranhado e sujo, e embora ele estivesse respirando, era evidente que estava angustiado”, afirmou um porta-voz da instituição.
Imagens do animal circulam nas redes sociais
Reprodução/RSPCA
Resgate em etapas
Segundo a RSPCA, moradores ajudaram a erguer o pesado pneu enquanto a equipe trabalhava cuidadosamente para libertar o animal aos poucos. Nicola Riley descreveu a operação como “muito delicada”.
“O pobre pônei estava completamente preso contra o pneu e, compreensivelmente, muito assustado e desconfortável. Tivemos que adotar uma abordagem gradual para libertá-lo em segurança”, disse.
A agente explicou que o trabalho começou pela soltura das patas dianteiras, seguida da liberação do ombro e, por fim, do pescoço e da parte frontal do corpo do animal.
“Felizmente, todos trabalharam muito bem juntos e conseguimos retirá-lo sem causar nenhum ferimento”, acrescentou.
Após ser libertado, o pônei ainda permaneceu cambaleante por alguns instantes, com parte do corpo dentro do pneu, antes de conseguir sair completamente. Segundo a RSPCA, o objeto foi removido do campo para evitar novos acidentes.
“Ele logo voltou a pastar e a andar pelo campo novamente. Mas isto poderia ter terminado de forma muito diferente, por isso estou muito grata aos moradores locais que pararam para ajudar”, afirmou Riley.
O que esperar da visita à China do presidente russo, Vladimir Putin? Diante dessa pergunta, na véspera da chegada de Putin a Pequim na última terça, Fyodor Lukyanov, um dos mais conhecidos analistas de política internacional da Rússia, deu uma resposta que reflete a intimidade construída entre os dois países nos últimos anos: “Os contatos são tão frequentes que não precisamos esperar algo especial de cada um deles”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Poucas semanas antes da cerimônia de formatura do ensino médio, o estudante hondurenho Luis Fernando Cabrera Chavarria, de 18 anos, passou a realizar suas provas finais dentro de um centro de detenção de imigrantes no Texas, nos Estados Unidos. Aluno da Northeast Early College High School, em Austin, ele foi preso em 1º de maio durante uma blitz policial enquanto voltava para casa após um turno noturno de trabalho em uma unidade da rede Popeyes.
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Segundo o Departamento de Segurança Pública do Texas, Cabrera Chavarria foi parado por um policial rodoviário na Interestadual 35 devido a um suposto registro vencido do veículo. O agente atuava sob o programa 287(g), parceria entre autoridades locais e o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês), que permite a aplicação de leis federais de imigração em abordagens rotineiras.
Após constatar que o jovem não possuía documentação legal para permanecer no país, o policial acionou o ICE. Cabrera Chavarria foi então transferido para o Centro de Processamento de Imigração do Condado de Karnes, onde segue detido enquanto responde a procedimentos migratórios.
Tentativa de participar da formatura
Apesar da detenção, o estudante continua realizando atividades escolares com apoio do distrito educacional de Austin, que informou estar em contato com a equipe jurídica do adolescente para garantir acesso às tarefas e avaliações. A expectativa da defesa é conseguir sua liberação antes da cerimônia de formatura, marcada para 2 de junho.
— Eles já o fizeram perder o baile de formatura. Já o fizeram perder várias aulas. Hoje ele está fazendo uma prova final praticamente da prisão — afirmou o deputado democrata Greg Casar à emissora KXAN, após visitar o centro de detenção.
O advogado do estudante, Jim Harrington, entrou com um pedido de habeas corpus questionando a legalidade da prisão. O caso deve avançar após resposta do governo federal e posterior análise judicial.
De acordo com a defesa, Cabrera Chavarria chegou aos Estados Unidos em 2019, aos 11 anos, junto da família, vinda de Honduras. Além de trabalhar para ajudar nas despesas da casa, ele atuava como goleiro do time de futebol da escola e ajudou a equipe a conquistar títulos distritais e estaduais.
Familiares e professores descrevem o jovem como dedicado e responsável. Sua irmã relatou que ele conciliava aulas, treinos e jornadas de trabalho que frequentemente terminavam às 2h da manhã. Nos períodos livres, ainda ajudava a cuidar do sobrinho bebê.
— Ele quer se formar. Ele quer subir ao palco com a sua turma. Ele é um líder. Tem bom coração e bom caráter — disse o ex-professor de inglês Joe Dunlap à KXAN.
Em nota, o ICE afirmou que o estudante “admitiu livremente não ter base legal ou documentação para permanecer nos EUA” e declarou que ele permanecerá sob custódia enquanto o processo migratório estiver em andamento. Um representante da agência acrescentou que pessoas em situação irregular deveriam deixar o país voluntariamente para preservar futuras possibilidades de retorno legal aos Estados Unidos.
Um aeroporto australiano foi parcialmente evacuado nesta quinta-feira após um objeto suspeito mobilizar uma unidade antibombas e provocar interrupções em voos. Depois da operação, a polícia concluiu que o artefato era apenas um aparelho de depilação a laser.
O caso ocorreu no aeroporto de Avalon, próximo a Melbourne, no estado de Victoria, no sul da Austrália.
O terminal foi esvaziado nas primeiras horas da manhã depois que o objeto foi identificado durante uma inspeção de segurança.
“A Unidade de Resposta a Bombas realizou inspeções em um objeto e determinou que se tratava de um dispositivo de depilação a laser”, informou a polícia estadual em comunicado enviado à AFP.
Aeroporto na Austrália é evacuado após suspeita de bomba revelar aparelho de depilação a laser
Reprodução/TV
Segundo o inspetor interino Nick Uebergang, o aparelho foi encontrado junto com uma embalagem de chocolate quente em uma esteira de bagagens enquanto agentes eram acionados para avaliar o risco.
— A pessoa que estava com a bolsa também não foi muito cooperativa conosco no início, o que complicou um pouco as coisas — afirmou.
O incidente provocou atrasos e cancelamentos de diversos voos ao longo da manhã. Apesar da mobilização, o proprietário do objeto não foi acusado de nenhum crime.
O aeroporto retomou as operações normalmente após a conclusão da inspeção policial.
O estado de saúde da princesa Bajrakitiyabha Mahidol, filha mais velha do rei da Tailândia, piorou após mais de três anos de internação, informou o Palácio Real nesta quinta-feira. Conhecida no país como “princesa Bha”, ela está hospitalizada desde dezembro de 2022, quando passou mal durante uma sessão de treinamento com cães militares.
Na época, a família real informou que a princesa sofreu uma grave infecção sanguínea e precisou ter as funções pulmonares e renais mantidas por aparelhos médicos e medicamentos. Ela permanece em coma desde então, segundo a agência de notícias Reuters.
Agora, segundo comunicado do Escritório da Casa Real, Bajrakitiyabha desenvolveu uma infecção abdominal causada por uma inflamação do intestino grosso.
O texto afirma que ela apresenta “sinais vitais instáveis, pressão arterial baixa, batimentos cardíacos irregulares e coagulação sanguínea anormal”.
O palácio informou ainda que a princesa continua dependente de equipamentos médicos para manter as funções pulmonares e renais, além de medicamentos contínuos.
“Seu estado continuou se deteriorando”, afirmou a Casa Real.
Segundo o comunicado, a infecção tornou-se “incontrolável e afetou outros órgãos”.
Princesa ocupa posição central na monarquia tailandesa
Bajrakitiyabha, de 47 anos, estudou no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Tailândia.
Ao longo da carreira pública, ocupou cargos ligados às Nações Unidas e ficou conhecida por campanhas voltadas à melhoria das condições de mulheres em prisões.
Ela é a única filha do primeiro casamento do rei Maha Vajiralongkorn.
O monarca, de 73 anos, tem sete filhos de quatro casamentos e ainda não anunciou oficialmente um herdeiro para o trono tailandês, embora as regras de sucessão favoreçam homens.
(Com AFP)
A China disse aos Estados Unidos na quinta-feira para “parar com o abuso de meios judiciais” contra Cuba, após Washington indiciar o ex-líder da ilha caribenha, Raúl Castro, por acusações de assassinato.
“O lado americano deve parar de brandir o porrete das sanções e o porrete judicial contra Cuba e parar de ameaçar com o uso da força a cada passo”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, em uma coletiva de imprensa, quando questionado sobre as acusações americanas.
O físico e engenheiro elétrico Dr. Hal Puthoff, ex-cientista que trabalhou com a NSA e a CIA, afirmou neste mês de maio, durante participação no podcast The Diary of a CEO, que o governo americano teria conhecimento sobre pelo menos quatro supostas espécies extraterrestres diferentes.
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Puthoff trabalhou em programas de espionagem psíquica e pesquisas sobre OVNIs nas décadas de 1970 e 1980. Na entrevista, publicada na semana passada e conduzida pelo empresário Steve Bartlett, ele disse acreditar em relatos de pessoas que teriam participado de operações de recuperação de objetos voadores não identificados acidentados.
— Existem pelo menos quatro tipos distintos de vida. Eu não tive acesso direto a esses dados, mas acredito nas pessoas com quem conversei ao longo dos anos — afirmou.
Confira:
Relatos sobre supostas espécies extraterrestres
As declarações de Puthoff reforçam alegações já feitas pelo físico Eric Davis, pesquisador associado a projetos considerados ultrassecretos do Pentágono. Em depoimentos anteriores ao Congresso americano, Davis citou quatro grupos supostamente ligados à operação de aeronaves não identificadas: “cinzentos”, “nórdicos”, “reptilianos” e “insetoides”. Segundo ele, os seres teriam aparência humanoide e poderiam estar relacionados a programas secretos de engenharia reversa conduzidos por governos ao redor do mundo.
Os chamados “Grays” se popularizaram na cultura ufológica após o famoso caso de abdução de Betty e Barney Hill, nos anos 1960, nos Estados Unidos. Já os “nórdicos” costumam ser retratados como seres altos, de cabelos loiros e olhos claros, frequentemente associados ao aglomerado estelar das Plêiades. Os “insetoides” são descritos como criaturas semelhantes a louva-a-deus gigantes, enquanto os “reptilianos” aparecem em teorias conspiratórias que alegam a infiltração desses seres na sociedade humana.
Puthoff participou do episódio ao lado do cineasta Dan Farah, diretor do documentário The Age of Disclosure (“A Era da Revelação”), lançado recentemente. O filme reúne depoimentos de militares, agentes de inteligência e ex-integrantes do governo americano sobre um suposto acobertamento de operações de recuperação de OVNIs desde a década de 1940.
— As pessoas com quem conversei afirmaram que houve dezenas de recuperações de aeronaves não humanas apenas nos Estados Unidos — disse Farah durante a entrevista.
As declarações vieram uma semana após a divulgação inicial de arquivos sobre fenômenos aéreos não identificados nos EUA. Apesar da pressão de parlamentares e da promessa de maior transparência feita pelo presidente Donald Trump, o Pentágono sustenta oficialmente que não há “evidências verificáveis” da existência de vida extraterrestre ou de tecnologia alienígena em posse do governo americano.
Plutão pode ser pequeno quando comparado a outros planetas, mas os impactos causados por seu movimento “retrógrado” (em posição aparente perante a Terra) podem ser grandes em alguns signos. Entre 6 de maio e 15 de outubro de 2026, Plutão estará em movimento retrógrado no signo de Aquário, fenômeno que, segundo astrólogos, marca um período de revisão profunda, transformações internas e questionamentos sobre estruturas pessoais e coletivas.
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O trânsito é apontado por especialistas em astrologia como um dos mais intensos do ano, sobretudo para pessoas com Sol, Lua ou Ascendente nos signos fixos: Touro, Leão, Escorpião e Aquário.
De acordo com o site Personare, Plutão retrógrado “é o ciclo do ano em que a astrologia sugere olhar para dentro, revisar pactos profundos e enxergar com mais clareza o que precisa ruir antes de renascer”.
Na astrologia, o movimento retrógrado acontece quando um planeta aparenta estar se deslocando para trás no céu visto da Terra. Astronomicamente, trata-se de um efeito visual causado pela diferença de velocidade orbital entre os planetas. Ainda assim, o fenômeno possui forte significado simbólico dentro da astrologia.
Segundo as previsões publicadas pelo portal Astrolink, 2026 será marcado por diferentes ciclos retrógrados, mas Plutão tende a se destacar por sua associação com temas ligados a poder, controle, rupturas, regeneração e mudanças estruturais. O planeta permanecerá integralmente em Aquário durante o período, signo relacionado a tecnologia, inteligência artificial, inovação e transformações sociais.
Os próximos meses tendem a ser de renovação pessoal, com questionamentos sobre antigos padrões e hábitos, bem como de revisão e reflexão, com indagações internas. Esse período será propício para pensar em mudanças em curso e no que é válido coletivamente. Tópicos tabus e sentimentos profundos virão à tona, destaca a Cosmopolitan.
Pontos positivos
Quem quiser tirar o máximo preveito dessa fase, deve se preparar para enfrentar desconfortos, que podem ser difíceis, mas que prometem transformação pessoal e autoconhecimento. O processo pode ser longo, ou mais demorado do que o esperado e desejado, mas promete trazer mudanças significativas, destaca o site. A Cosmopolitan ainda resume o que cada signo pode esperar.
A influência de Aquário tende a se destacar pelos próximos cinco meses. Com Plutão em movimento retrógrado no signo, pessoas que possuem Aquário em posições relevantes do mapa astral — como Sol, Ascendente, Lua, Descendente ou planetas como Mercúrio, Vênus e Marte — podem sentir os efeitos de forma mais intensa. A tendência também se estende aos signos fixos associados a Aquário, sendo eles Touro, Leão e Escorpião. Estes três, por sua própria natureza, estariam mais propensos a vivenciar mudanças significativas inclusive em áreas importantes da vida, como relacionamentos e carreira.
Entre os signos de terra (Virgem, Capricórnio e Touro), a resistência às mudanças pode tornar o processo mais desafiador. Já os signos de fogo (Áries, Leão e Sagitário) tendem a encarar esse momento como uma oportunidade, demonstrando maior abertura às transformações e confiança em novos caminhos.
Por fim, signos como Áries, Gêmeos, Câncer, Libra e Peixes também podem perceber impactos desse movimento, especialmente em termos de reestruturação e mudanças de rumo. Ainda que enfrentem dificuldades compatíveis com suas características individuais, a tendência é de que mantenham o foco em evolução e melhoria pessoal.

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