Os corpos de quatro turistas italianos desaparecidos desde a quinta-feira (14) após um acidente de mergulho nas Maldivas foram localizados nesta segunda-feira (18) dentro de uma caverna submersa no atol de Vaavu, informou a Força de Defesa Nacional do arquipélago. As vítimas participavam de uma expedição em uma gruta a cerca de 50 metros de profundidade quando desapareceram.
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Segundo as autoridades locais, os corpos foram encontrados no interior da caverna onde o grupo realizava a exploração. A operação de retirada ainda não foi concluída.
“Serão realizados mais mergulhos nos próximos dias para recuperar os corpos”, anunciou a Força de Defesa Nacional das Maldivas em publicação na rede social X.
Leia:
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O grupo era formado por cinco mergulhadores italianos experientes. Um dos corpos já havia sido recuperado no mesmo dia do desaparecimento, na quinta-feira. Agora, com a localização dos outros quatro, sobe para cinco o número de mortos entre os integrantes da expedição.
Entre as vítimas estão uma professora de biologia marinha, a filha dela e dois jovens investigadores da Universidade de Gênova, além do instrutor de mergulho que acompanhava a atividade. As autoridades ainda investigam as causas do acidente.
Operação foi interrompida após morte de socorrista
As buscas haviam sido temporariamente suspensas no sábado após a morte de um mergulhador militar que integrava a equipe de resgate. O sargento sofreu doença descompressiva subaquática durante a operação, o que evidenciou o alto risco da missão e elevou para seis o número total de mortos ligados ao caso.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou que o governo italiano fará “tudo o que for possível” para repatriar os corpos das vítimas. Ele também manifestou condolências pela morte do socorrista das Maldivas que participava da operação de resgate.
O caso gerou forte comoção na Itália e reacendeu discussões sobre os riscos de mergulhos em cavernas profundas, especialmente em áreas de difícil acesso e com condições extremas de pressão subaquática.
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Entre as vítimas estão uma professora de biologia marinha, a filha dela e dois jovens investigadores da Universidade de Gênova, além do instrutor de mergulho que acompanhava a atividade. As autoridades ainda investigam as causas do acidente.
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As buscas haviam sido temporariamente suspensas no sábado após a morte de um mergulhador militar que integrava a equipe de resgate. O sargento sofreu doença descompressiva subaquática durante a operação, o que evidenciou o alto risco da missão e elevou para seis o número total de mortos ligados ao caso.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou que o governo italiano fará “tudo o que for possível” para repatriar os corpos das vítimas. Ele também manifestou condolências pela morte do socorrista das Maldivas que participava da operação de resgate.
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