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Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Conselho de Ética reunido

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados realiza duas reuniões na próxima terça-feira (30).

A primeira reunião será realizada às 11 horas, em plenário a ser definido, para apreciar os seguintes pareceres preliminares:

  • do deputado Delegado Fábio Costa (PP-AL), apresentado à REP 2/26, do Psol, contra o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP);

O partido reclama que, durante o tempo em que o parlamentar presidiu a Comissão de Segurança Pública da Câmara, ele desrespeitou a atuação dos deputados do Psol que compunham o colegiado.

  • do deputado Moses Rodrigues (União-CE), apresentado à REP 5/26, do PL, contra o deputado Rogério Correia (PT-MG);

O partido acusa Correia de publicar uma imagem manipulada por inteligência artificial que simulava um encontro entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e empresários do setor financeiro.

  • do deputado Moses Rodrigues, apresentado à REP 6/26, também do PL, contra Rogério Correia;

O partido acusa Correia de agredir fisicamente os deputados Alfredo Gaspar (União-AL) e Luiz Lima durante a reunião da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.

  • do deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), apresentado à REP 8/26, do Missão, contra a deputada Erika Hilton (Psol-SP);

O partido reclama de postagem de Erika Hilton nas redes sociais, que teria usado termos ofensivos, como “imbeCIS” e “esgoto da sociedade”, para criticar opositores políticos.

O Missão afirma que a mensagem é ofensiva e discriminatória contra mulheres cisgênero (aquelas cuja identidade de gênero corresponde ao sexo biológico).

Nessa fase da tramitação, o conselho analisa os pareceres sobre a admissibilidade das representações.

Depoimento de testemunhas
A segunda reunião será realizada às 16 horas, no plenário 11, para vai ouvir testemunhas no processo movido contra o deputado André Janones (Avante-MG) pelo PL (REP 8/25).

O partido acusa Janones de ter pedido a devolução de parte do salário de servidores para beneficiar sua campanha.

Foram convocados para prestar depoimento:

  • o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho;
  • a prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes Ferreira; e
  • os ex-assessores de André Janones, Cefas Luiz e Alisson Alves Camargos.

As testemunhas foram indicadas pelo relator do processo, deputado Fausto Santos Jr. (União-AM).

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Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostra o resgate de um cachorro que ficou soterrado após os dois terremotos que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira. Equipes que atuam nas áreas devastadas pelos tremores também têm se dedicado a salvar animais de estimação presos sob os escombros. Em meio às buscas por sobreviventes, a Organização Internacional de Cães de Busca e Resgate (IRO, na sigla em inglês) informou que seis equipes formadas por cães e condutores estão a caminho do país para reforçar as operações de salvamento.
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Veja o momento do resgate:
Cachorro é resgatado de escombros dos terremotos na Venezuela
Nas imagens, o animal aparece preso entre destroços enquanto integrantes da equipe de resgate tentam alcançá-lo. Em um primeiro momento, os socorristas oferecem água ao cachorro. Em seguida, iniciam um trabalho cuidadoso de remoção de pedras até conseguirem retirá-lo em segurança. Já fora dos escombros, o cão é carregado nos braços de um dos resgatistas, enquanto os integrantes da operação comemoram o salvamento.
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O resgate ocorre em meio a uma ampla mobilização de equipes nacionais e internacionais para localizar sobreviventes dos terremotos. A chegada de seis equipes de cães farejadores à Venezuela, enviadas pela IRO, deve reforçar os trabalhos nas áreas atingidas.
Em entrevista à BBC, a porta-voz da organização, Nicola Puchelt, explicou que as primeiras 72 horas após um desastre são consideradas decisivas para o resgate de pessoas com vida, embora ainda seja possível encontrar sobreviventes depois desse período. Segundo ela, dois cães participam de cada busca: o primeiro sinaliza a possível presença de uma vítima sob os escombros e o segundo confirma a localização antes do início das escavações.
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Puchelt também destacou o preparo dos animais e de seus condutores, que enfrentam longas jornadas em ambientes de alto risco e precisam demonstrar grande resistência física e emocional durante as operações.
Os esforços de resgate ocorrem após os dois terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira. O primeiro abalo, de magnitude 7,2, foi registrado às 18h04 no horário local, a cerca de 200 quilômetros a oeste de Caracas. Pouco depois, um segundo tremor, de magnitude 7,5, atingiu uma área próxima ao primeiro epicentro. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), trata-se do terremoto mais forte registrado no país desde 1900.
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Nesta sexta-feira, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou que o número de mortos subiu para 589. Equipes de emergência seguem trabalhando para localizar sobreviventes nas regiões mais atingidas.
A comunidade internacional também ampliou o apoio às operações humanitárias. Militares e equipes técnicas de países como Brasil, EUA, El Salvador, México e Suíça chegaram a Caracas nas últimas horas, integrando uma força formada por representantes de ao menos 17 nações. Além das buscas, organismos internacionais e governos estrangeiros anunciaram ajuda às vítimas e apoio aos esforços de reconstrução.
(Com New York Times)
Uma adolescente britânica de 13 anos ficou ferida após ser agredida durante uma briga generalizada por uma espreguiçadeira em um hotel na região da Catalunha, na Espanha. A jovem sofreu uma fratura no nariz e foi levada ao hospital depois de ser atingida no rosto por um homem adulto. O episódio, registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais, ocorreu em um resort na cidade de Santa Susanna e mobilizou funcionários e policiais.
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Segundo o portal britânico The Sun, a adolescente sentou-se em uma espreguiçadeira sem saber que o local já estaria sendo utilizado por outra família. Em vez de pedir que ela saísse, um homem teria partido para a agressão física, desencadeando uma briga envolvendo diversas pessoas. As imagens mostram turistas trocando socos, puxões de cabelo e empurrões ao redor da piscina, enquanto crianças e outros hóspedes tentam deixar o local.
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Uma testemunha afirmou que o agressor “não disse uma palavra” antes de atacar a adolescente. A menina deixou a área da piscina com o rosto ensanguentado e suspeita de fratura no nariz. Outras pessoas também sofreram ferimentos, incluindo cortes, hematomas e arranhões.
Ainda de acordo com os relatos, muitos hóspedes acreditaram inicialmente que se tratava de um atentado, devido aos gritos, ao barulho de vidros quebrando e ao pânico que tomou conta do resort. Pais correram para retirar os filhos da piscina enquanto funcionários tentavam conter a confusão até a chegada da polícia.
Após receber atendimento médico, a adolescente e sua família foram transferidas para outro hotel. Até o momento, não há informações sobre prisões relacionadas ao caso. A operadora de viagens responsável pela reserva dos turistas informou que apura o ocorrido e presta assistência aos clientes afetados.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, que viaje para a Venezuela na próxima semana para ver como as Forças Armadas do Brasil podem ajudar o país vizinho diante dos impactos do terremoto ocorrido na última quarta-feira (24).

Lula deu a ordem ao ministro durante evento da Marinha, em Itajaí (SC). Após determinar a ida de Múcio Monteiro à Venezuela, Lula pediu um minuto de silêncio pelas 589 mortes registradas até agora no país.

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O número de vítimas pode ser ainda maior. O site Desaparecidos Terremoto Venezuela, criado pela sociedade civil para reunir informações extraoficiais sobre vítimas, estima que mais de 40 mil pessoas desaparecidas.

Os terremotos de 7.2 e 7.5 da escala Ritcher afetaram, principalmente, o estado de La Guaira, onde houve o desabamento de uma série de edifícios.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira que enviará o ministro da Defesa, José Múcio, à Venezuela para discutir como o Brasil poderá auxiliar o país após os terremotos que deixaram ao menos 589 mortos.
A declaração foi feita durante a cerimônia de lançamento e batismo da Fragata “Cunha Moreira”, em Itajaí (SC). Antes de seu discurso, Lula pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas e aos feridos pela tragédia.
— Queria, Zé Mucio, determinar que na semana que vem você fosse à Venezuela para discutir o que a nossa Defesa pode fazer de ajuda ao povo da Venezuela — disse o presidente.
Segundo o novo balanço divulgado pelo governo venezuelano nesta sexta, o número de mortos subiu para 589, mais que o dobro das 265 vítimas informadas inicialmente. Equipes de resgate seguem em uma corrida contra o tempo para localizar sobreviventes sob os escombros, principalmente em Caracas e no estado de La Guaira, uma das áreas mais atingidas pelos tremores.
Diversos países já mobilizaram apoio humanitário à Venezuela, com o envio de equipes de busca e resgate, especialistas e equipamentos. O Brasil está entre as nações que ofereceram ajuda ao país vizinho.
Organizações humanitárias estão se preparando para uma operação de grande escala para fornecer abrigo, água e itens básicos a até 200 mil pessoas que podem ter sido afetadas pelos dois grandes terremotos que atingiram o norte da Venezuela na noite de quarta-feira, segundo o representante de uma organização não governamental de ajuda humanitária em Caracas.
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Os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o norte do país na quarta-feira deixaram um cenário de devastação, com dezenas de edifícios desabados, especialmente na região de La Guaira, cidade costeira vizinha a Caracas. Jankiel Rosenwald, assessor na Venezuela da World Vision, organização humanitária de base religiosa, disse que sua entidade e outras organizações de ajuda estão elaborando planos para fornecer abrigo, água e kits de higiene aos desabrigados.
— Tenho amigos, pessoas que conheço, que passaram a noite passada em praças públicas sem nada além da roupa que estavam vestindo — disse, acrescentando que, mesmo antes dos terremotos, o sistema de saúde e a rede elétrica do país já estavam em condições precárias, enfraquecidas após décadas de dificuldades econômicas. — Isso vai levar tudo ao limite.
Autoridades venezuelanas informaram que centenas de edifícios foram destruídos, muitos deles na cidade portuária de La Guaira. Também há preocupação de que as áreas de ocupação precária na região afetada, onde moradias frágeis são construídas em encostas, tenham sofrido danos severos. A crise econômica que o país enfrenta há uma década enfraqueceu os serviços de resgate e, em algumas das áreas mais devastadas pelos terremotos, moradores disseram ter visto poucos socorristas e uma presença mínima do governo.
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Rosenwald contou que estava na festa de aniversário de 2 anos do filho de um amigo, em um apartamento no décimo andar, quando os terremotos atingiram a região. Segundo ele, as crianças e suas mães gritaram de desespero. Ele foi até seu próprio apartamento para buscar sua cadela, Macarena, e encontrou uma grande rachadura na parede externa do edifício, o que fez o prédio parecer inabitável. Em seguida, ajudou uma vizinha que estava presa em seu apartamento porque a porta havia emperrado. De acordo com Rosenwald, tremores secundários continuaram sendo sentidos com frequência na quinta-feira.
— Eu podia ver, por toda a cidade, as pessoas do lado de fora, nas ruas, completamente abaladas, emocionalmente sobrecarregadas e sem saber o que fazer ou como reagir — disse Rosenwald. — As pessoas perguntavam: “Podemos voltar para casa? Deixei tudo lá dentro, as chaves, o celular. Posso subir de novo? Devo?”.
Principais desafios
Na manhã desta sexta-feira, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o número de mortos pelos terremotos subiu para 589, enquanto 2,9 mil pessoas ficaram feridas. Ela também disse que decidiu “militarizar” a área do estado de La Guaira, indicando que militares venezuelanos já estão no estado. Delcy não especificou, no entanto, o que a medida significará na prática.
Ao mesmo tempo, a chegada contínua de ajuda internacional e de equipes de resgate não resolve um dos principais desafios do país: a falta de maquinário pesado. Durante a crise econômica da Venezuela, tratores, escavadeiras e outros equipamentos pesados pertencentes ao Estado se deterioraram por falta de peças de reposição e manutenção.
Equipes internacionais de busca e resgate de pelo menos 17 países estão sendo mobilizadas para ajudar, anunciou a ONU nesta sexta-feira. Socorristas de El Salvador e do México já desembarcaram em Caracas. A imprensa venezuelana também informou sobre a chegada de equipes e suprimentos enviados pelo Chile e pela Suíça. As operações de resgate avançam lentamente, e ainda há corpos visíveis sob os escombros.
Países como Espanha, Portugal e China anunciaram mortes e desaparecimentos de seus cidadãos. A Espanha confirmou quatro mortos e 99 desaparecidos. Portugal informou nove mortos e 56 cidadãos ainda não localizados. Enquanto isso, a líder da oposição e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, pediu a libertação de “todos os presos políticos”, civis e militares.
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Os terremotos também interromperam os serviços de comunicação e de internet em algumas áreas, e muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades para restabelecer contato com familiares e amigos. Há também quem recorra à internet em busca de pessoas desaparecidas. Em um dos sites criados para esse fim, quase 50 mil pessoas foram registradas como desaparecidas.
Após o presidente Donald Trump prometer ajudar seus “novos e grandes amigos”, os Estados Unidos anunciaram um pacote de US$ 150 milhões em ajuda e o envio de dois navios de guerra, aviões de transporte e helicópteros para apoiar a Venezuela. Um general do Comando Sul dos EUA, Kevin J. Jarrard, já está em Caracas para “supervisionar” as operações e prestar “assistência humanitária nas áreas afetadas”.
A maior parte dos países da América Latina também manifestou solidariedade e ofereceu ajuda. Espanha, Alemanha, Itália, China e Índia igualmente prometeram enviar equipes de resgate. O primeiro terremoto ocorreu às 18h04 de quarta-feira, no horário local, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Quase um minuto depois ocorreu o segundo tremor, de magnitude 7,5, o mais forte registrado na Venezuela desde 1900. A força dos terremotos foi sentida até na Colômbia. Desde então, já foram registradas mais de 130 réplicas.
(Com AFP)
Uma recém-nascida foi encontrada morta em um monte de lixo de um centro de triagem de resíduos em Rowley Regis, na região de West Midlands, na Inglaterra. O caso, divulgado nesta sexta-feira, mobiliza a polícia britânica, que faz um apelo público para localizar a família da criança, considerada a principal preocupação das autoridades neste momento.
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Segundo a Polícia de West Midlands, o corpo da bebê foi encontrado por volta do meio-dia desta quarta-feira dentro de uma carga de resíduos levada por uma empresa privada de coleta até uma área industrial na Station Road. Os investigadores acreditam que a recém-nascida foi transportada inadvertidamente junto com o lixo durante a operação de coleta.
A empresa atua em diferentes regiões, incluindo West Midlands, Staffordshire, Warwickshire e West Mercia, mas, segundo a polícia, não há indícios de envolvimento da companhia na morte da criança.
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A investigação busca identificar a bebê, esclarecer as circunstâncias da morte e localizar a mãe. A chefe da investigação, inspetora Kylie Westlake, afirmou que equipes analisam imagens de câmeras de segurança e mantêm contato com hospitais, mas reforçou que a prioridade é garantir que a mulher receba ajuda.
— Embora ainda não saibamos o que aconteceu, sabemos que há uma mãe precisando de ajuda, e ela é nossa prioridade absoluta neste momento — disse a investigadora, em comunicado divulgado pela polícia.
Segundo os investigadores, todas as informações serão tratadas com sensibilidade, uma vez que a prioridade é encontrar os familiares da criança.
Uma mulher deu à luz enquanto era resgatada dos escombros deixados pelos dois terremotos que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira. Segundo relatos compartilhados nas redes sociais, ela entrou em trabalho de parto durante a operação de salvamento e contou com a ajuda de socorristas, voluntários e moradores da região para trazer o bebê ao mundo. Mãe e recém-nascido foram colocados em segurança.
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O nascimento em meio à tragédia rapidamente se espalhou pelas redes venezuelanas, onde o vídeo do momento vem sendo compartilhado como um símbolo de esperança diante da devastação provocada pelos tremores.
Veja o vídeo:
Mulher dá à luz no meio dos escombros na Venezuela
A cena ocorre em meio aos esforços de resgate após os dois terremotos que atingiram o país. O primeiro abalo, de magnitude 7,2, foi registrado às 18h04 de quarta-feira (19h04 no horário de Brasília), a cerca de 200 quilômetros a oeste de Caracas. Pouco depois, um segundo terremoto, de magnitude 7,5, atingiu uma área próxima ao primeiro epicentro. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), trata-se do mais forte terremoto registrado na Venezuela desde 1900, quando um tremor de magnitude estimada em 7,7 provocou danos consideráveis no litoral do país.
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Nesta sexta-feira, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou que o número de mortos subiu para 589, enquanto milhares de pessoas seguem afetadas pelo desastre. Equipes de emergência continuam as buscas por sobreviventes sob os escombros, especialmente nas áreas mais atingidas.
— Lamentavelmente, já temos 589 pessoas falecidas — disse Delcy durante uma reunião com comandantes militares e representantes civis venezuelanos, exibida pela televisão estatal do país nesta sexta. — Não dormimos um minuto sequer em nossos esforços para salvar vidas.
Forte terremoto atinge a Venezuela
A comunidade internacional também intensificou o apoio às operações humanitárias. Ao menos 17 países enviaram equipes de resgate, especialistas e ajuda de emergência para a Venezuela, enquanto a ONU e diversas nações anunciaram assistência às vítimas e aos esforços de reconstrução.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram pedaços de destroços despencando da Citic Tower, o prédio mais alto de Pequim, após um avião de pequeno porte atingir o arranha-céu nesta sexta-feira. O incidente ocorreu por volta das 18h no horário local (7h em Brasília), e provocou evacuações. O número de vítimas ainda é desconhecido.
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As imagens registram fragmentos caindo de dezenas de andares da torre sobre calçadas e áreas verdes ao redor do edifício, enquanto pessoas correm para se proteger nas ruas do distrito financeiro da capital chinesa.
Vídeos mostram destroços caindo após avião de pequeno porte atingir prédio mais alto de Pequim
Reprodução/X
Outros vídeos e fotografias mostram janelas quebradas e o que aparenta ser a cauda da aeronave presa à estrutura do edifício. O impacto ocorreu na Citic Tower, também conhecida como China Zun. Inaugurado em 2018, o arranha-céu tem 528 metros de altura e é considerado um dos principais marcos arquitetônicos de Pequim.
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Uma ocupante do prédio, identificada apenas pelo sobrenome Lin, afirmou ao South China Morning Post que foi evacuada às pressas por volta das 18h.
— Saí correndo sem minha carteira de identidade nem minha bolsa.
Outra testemunha, que trabalha em um prédio próximo, relatou ao jornal que ouviu um forte estrondo por volta das 17h40, mas não viu o momento da colisão.
O arranha-céu abriga a sede do Citic Group, um dos maiores conglomerados financeiros estatais da China. A região, conhecida pelo intenso tráfego de veículos, foi isolada pelas autoridades após o acidente.
Na noite desta sexta-feira (ao longo da manhã no Brasil), havia forte presença policial no entorno do edifício.
Pelo menos uma das principais vias da região foi bloqueada com grades metálicas móveis, segundo o The New York Times, enquanto uma viatura permaneceu estacionada no local com as luzes de emergência acionadas. Também havia cerca de 20 viaturas policiais nas proximidades da sede da China Central Television (CCTV), edifício localizado em frente à Citic Tower.
A polícia também isolou as ruas ao redor do local, dispersou a multidão e manteve um forte esquema de segurança na região.
Diversas ambulâncias foram vistas estacionadas nas proximidades do edifício.
Segundo uma testemunha identificada apenas pelo sobrenome Zhang, funcionário de uma academia próxima, o avião atingiu o prédio por volta das 18h no horário local, enquanto ele caminhava com amigos pela região.
Zhang afirmou ainda que uma mulher com um ferimento na cabeça foi levada por uma ambulância pouco depois da colisão. O relato, no entanto, ainda não havia sido verificado de forma independente.
Até o momento, as autoridades chinesas não informaram se houve vítimas, quantas pessoas estavam a bordo da aeronave, qual era sua origem ou quais circunstâncias levaram ao acidente.
Um avião de pequeno porte atingiu a Citic Tower, o prédio mais alto de Pequim, nesta sexta-feira, provocando a queda de grandes pedaços de destroços e partes da aeronave sobre as ruas do distrito financeiro da capital chinesa. O incidente ocorreu por volta das 18h locais (7h da manhã no Brasil). O número de vítimas ainda é desconhecido.
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Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram fragmentos despencando de dezenas de andares do arranha-céu.
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Imagens também mostram janelas quebradas e o que aparenta ser a cauda do avião. O impacto ocorreu na Citic Tower, também conhecida como China Zun, inaugurada em 2018 e considerada um dos principais marcos arquitetônicos de Pequim.
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O arranha-céu fica no distrito financeiro da cidade e abriga a sede do Citic Group, um dos maiores conglomerados financeiros estatais da China. A região, conhecida pelo intenso tráfego de veículos, foi isolada pelas autoridades após o acidente.
Na noite desta sexta-feira, havia forte presença policial no entorno do edifício.
Pelo menos uma das principais vias da região foi bloqueada com grades metálicas móveis, segundo o The New York Times, enquanto uma viatura permaneceu estacionada no local com as luzes de emergência acionadas. Também havia cerca de 20 viaturas policiais nas proximidades da sede da China Central Television (CCTV), edifício localizado em frente à Citic Tower.
Segundo uma testemunha identificada apenas pelo sobrenome Zhang, funcionário de uma academia próxima, o avião atingiu o prédio por volta das 18h, no horário local (7h no Brasil), enquanto ele caminhava com amigos pela região.
Zhang afirmou ainda que uma mulher com um ferimento na cabeça foi levada por uma ambulância pouco depois da colisão. O relato, no entanto, ainda não havia sido verificado de forma independente.
Até o momento, as autoridades chinesas não divulgaram informações oficiais sobre as causas do acidente nem sobre o número de vítimas.
Amparo del Giudice escava com as próprias mãos uma montanha de escombros em busca do filho, uma das vítimas dos terremotos mais devastadores da Venezuela desde 1900. A história dela é uma entre as tantas tragédias provocadas pelos terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 que atingiram o norte do país na quarta-feira, com menos de um minuto de intervalo. O balanço oficial aponta pelo menos 589 mortos, embora haja temor de que o número final de vítimas chegue aos milhares.
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Desesperada com a demora na chegada das equipes de resgate, Amparo cavava com as próprias mãos enquanto chorava e gritava inconsolavelmente em um bairro de La Guaira, a região mais atingida pelos terremotos.
— São muitas pedras e com as mãos não dá — exclama, impotente, sentada a poucos metros do local onde acredita que o filho esteja: — Não tem nem água — reclama, ao lamentar a falta de ajuda do governo.
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Alessandro del Giudice, de 23 anos, voltou a vestir seu capacete de bombeiro voluntário para ajudar a avó a encontrar algum sinal de vida do pai.
— Ele está aí — soluça.
mulher procura entre os escombros de um prédio que desabou enquanto tenta recuperar seus pertences após um terremoto em Catia La Mar, no estado de La Guaira, a cerca de 30 quilômetros a noroeste de Caracas, em 25 de junho de 2026
AFP
La Guaira, com cerca de 25 mil habitantes e localizada a 40 quilômetros de Caracas, abriga o Aeroporto Internacional de Maiquetía e é o destino de praia preferido dos moradores da capital.
A maioria dos edifícios altos com piscina ficou danificada em Los Corales, bairro de classe média onde a família Del Giudice busca notícias do desaparecido.
‘Família Pérez, vivos’
A presidente interina Delcy Rodríguez, que assumiu o poder após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro, visitou na quinta-feira a região, declarada pelo governo como “zona de desastre”. A AFP também constatou saques em áreas atingidas.
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Nuvens de poeira ainda pairam entre edifícios de luxo com vista para o mar do Caribe, reduzidos a montanhas de escombros.
Grande parte das construções ao longo da costa tornou-se inabitável, enquanto outras desapareceram completamente. A principal rodovia que corta La Guaira ficou rachada em vários trechos.
Dois hotéis cinco estrelas estão entre as estruturas que desabaram.
Equipes de resgate e voluntários escalavam montanhas de escombros do que antes eram prédios de até 15 andares. Gritos com os nomes dos desaparecidos ecoavam entre enormes paredes rachadas.
“Família Pérez, vivos”, diz a inscrição na lateral de uma casa que parece ter sido arrancada do chão.
Há estruturas destruídas e rostos marcados pelo desespero por todos os lados.
As réplicas continuam sendo registradas, e alguns edifícios gravemente danificados rangem a cada novo tremor.

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