Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Por trás do uniforme das Forças Especiais dos Estados Unidos, o sargento Gannon Ken Van Dyke levava uma rotina que ia muito além das operações militares. Ele é apontado por investigadores como alguém que lucrou mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões) com apostas baseadas em informações confidenciais sobre a queda do presidente venezuelano Nicolás Maduro e foi apresentado a um juiz às 13h desta terça-feira em um tribunal federal de Nova York. A audiência pode marcar a formalização das acusações criminais contra o militar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O fim da lei de anistia na Venezuela, anunciado na semana passada pela presidente interina, Delcy Rodríguez, frustrou a expectativa de libertação em massa no país e terminou com número limitado de beneficiados, além de forte reação de organizações de direitos humanos. Segundo o governo, 8.616 pessoas foram alcançadas pela medida em dois meses. A maioria, no entanto, já respondia em liberdade e estava submetida a restrições judiciais. Apenas 314 presos deixaram efetivamente a prisão — número que entidades independentes estimam em cerca de 110, de acordo com o jornal El País. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Ucrânia e Rússia estão em guerra há pouco mais de quatro anos. O tema já se tornou comum no Leste Europeu, mas algumas imagens ainda chamam a atenção, muitas vezes usadas inclusive para engajar a população no apoio para o conflito. Na última terça-feira (28), o Comando de Operações Especiais das Forças Armadas da Ucrânia divulgou um vídeo em que drones sobrevoam centro de mísseis russos na Crimeia.
Veja também: Em reunião de países asiáticos, Irã propõe compartilhar capacidades militares e fala em ‘derrota dos EUA’
Caso Maduro: Soldado acusado de ganhar R$ 2 milhões com apostas se declara inocente em Nova York
“Na noite de 28 de abril, drones das unidades de ataque médio do CSO atingiram o local de armazenamento dos complexos de mísseis operacionais-táticos de Iskander. O equipamento escondido estava localizado no território da antiga base de mísseis perto da vila de Ovra žky, 40 quilômetros a leste da ocupada Simferopol. A partir daí, os foguetes poderiam chegar à linha de frente ou nas cidades traseiras da Ucrânia em minutos. Seguidores do Movimento de Resistência gravaram repetidamente os lançamentos de mísseis inimigos a partir deste local. O SSO continua com ações assimétricas para a demolição estratégica do inimigo para liderar uma guerra contra a Ucrânia”, informou o comunicado das forças militares, nas redes sociais.
Initial plugin text
Simferopol é um território na península da Crimeia e o local tem um simbolismo especial para a guerra. Ela fica ao sul da Ucrânia e pertencia ao país até 2014, quando o mandatário russo Vladimir Putin anexou a região, após um referendo não reconhecido por Kiev e pela comunidade internacional. A anexação da Rússia provocou uma onda de sanções internacionais, que foram drasticamente endurecidas desde o início da ofensiva russa na Ucrânia, em fevereiro de 2022..
Durante entrevista à AFP, Zelensky afirmou não ter tempo para ‘um dia em família’
Genya Savilov/AFP
Atualmente, a questão expansionista é central na guerra, já que a Rússia controla parte significativa da Ucrânia e não aceita acordo que não envolva a expansão de suas fronteiras. Por outro lado, o presidente Volodymyr Zelensky também não aceita perder esses territórios para os vizinhos. A questão da Crimeia é trazida pelos ucranianos nas negociações, para afirmar que os ímpetos expansionistas de Moscou e de Putin vão além deste conflito.
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante reunião no Kremlin
Alexander Zemlianichenko / POOL / AFP
Após a revelação de que dois agentes americanos mortos em um acidente em território mexicano estavam no país sem autorização, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, enviou uma nota diplomática à embaixada americana exigindo explicações sobre o caso. Nesta terça-feira, ela revelou que os Estados Unidos, em resposta, se comprometeram “a respeitar as leis do México”. O incidente marcou o episódio mais recente do abalo crescente nas relações diplomáticas entre EUA e México, movido principalmente pelos interesses do presidente americano, Donald Trump, de expandir sua política intervencionista para o território mexicano. O argumento dele consiste em auxiliar autoridades locais no combate ao narcotráfico, considerado ameaça à segurança nacional americana pela Casa Branca. Sheinbaum, por sua vez, tem trabalhado exaustivamente para conter as investidas de Trump com negociações intensas em ligações telefônicas frequentes, fazendo concessões e tomando decisões que buscam acalmar os ânimos do líder americano e mantendo sua postura serena e firme em público. Os desafios da líder mexicana, no entanto, não se limitam às ações de Washington, e ela tem enfrentado críticas de aliados políticos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Um juiz federal em Nova Jersey condenou a empresa farmacêutica americana Purdue Pharma nesta terça-feira, responsabilizando-a pela origem da crise dos opioides nos Estados Unidos, antes que seu plano de falência entre em vigor. A empresa e seus proprietários, a família Sackler, foram acusados ​​de promover o analgésico OxyContin, ocultar seu alto potencial viciante e pagar propinas a médicos, gerando bilhões de dólares em lucros.
Leia mais: ‘A discussão não pode se limitar às drogas ilegais’, diz autor de livro sobre analgésico OxyContin
Nelson Motta: família fez fortuna nos EUA com um analgésico poderoso, que provocou milhares de mortes
A empresa terá que pagar mais de US$ 8 bilhões neste caso, de acordo com o plano de falência. A Purdue Pharma deverá ser dissolvida em 1º de maio, e uma nova empresa independente chamada Knoa Pharma assumirá seus ativos e expertise com a missão de combater a crise dos opioides.
Por mais de seis horas nesta terça-feira, o juiz ouviu depoimentos de dezenas de vítimas e seus familiares antes de instar o presidente da Purdue Pharma, Steve Miller, a se desculpar. A juíza também pediu desculpas em nome do governo dos EUA, que “falhou” em proteger o público das práticas “motivadas pela ganância” da Purdue Pharma, cuja “estratégia era comparável à de uma organização criminosa”.
Galerias Relacionadas
Várias vítimas presentes no tribunal pediram a rejeição do acordo — exigindo especificamente acusações criminais contra a família Sackler ou uma indenização maior —, mas a juíza considerou essa a “melhor medida possível” à sua disposição. Por fim, ela instou os advogados da empresa falida a cumprirem o acordo.
De acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), quase 727 mil pessoas morreram nos Estados Unidos entre 1999 e 2022 devido a overdoses relacionadas a opioides, sejam eles prescritos ou consumidos ilegalmente.
A Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA determinou uma revisão de todas as licenças de transmissão de emissoras locais da rede ABC, e determinou um prazo de 30 dias para que a documentação necessária seja apresentada. Oficialmente, a FCC credita a medida, rara nos Estados Unidos, a um inquérito sobre políticas de diversidade dentro da ABC, mas o real alvo da ofensiva é o comediante Jimmy Kimmel, autor de uma piada sobre a primeira-dama, Melania Trump, considerada um insulto pela Casa Branca.
Jimmy Kimmel ‘agradece’ Donald Trump em premiação: ‘Obrigado por todas as muitas coisas ridículas que você faz todos os dias’
Nova realidade: Defensor da liberdade de expressão na campanha, Trump agora usa todas as ferramentas para controlar a mídia
Na ordem, emitida nesta terça-feira, a FCC afirma que “vem investigando as emissoras ABC da Disney por possíveis violações da Lei de Comunicações de 1934”, que regula as comunicações interestaduais e internacionais nos EUA, e “das normas da FCC, incluindo a proibição da agência à discriminação ilegal”, uma referência ao veto determinado pelo presidente Donald Trump a políticas de diversidade.
A agência afirma ter poder para exigir que uma empresa sob investigação apresente os documentos para a renovação de licenças de transmissão antecipadamente, “permitindo que a FCC conduza sua investigação em andamento e possibilite que a FCC assegure que a emissora esteja cumprindo suas obrigações de interesse público de forma mais ampla”.
Segundo a agência, a ABC deve fornecer “os pedidos de renovação de licença para todas as suas emissoras de TV licenciadas dentro de 30 dias — ou seja, até 28 de maio de 2026”. Ao todo, oito emissoras foram citadas, todas com licenças ainda válidas por mais alguns anos.
‘Segunda categoria’: Casa Branca detona ‘South Park’ por sátira de Trump na cama com Satanás
A ojeriza às políticas de inclusão e diversidade pelo governo Trump é notória, e levou muitas empresas americanas e de capital estrangeiro que operam no país a mudarem suas ações internas para evitar a ira da Casa Branca. Os impactos também foram sentidos em escolas, universidades e nas Forças Armadas, sob a égide do “combate à cultura woke”.
Mas no caso da ABC, o alvo real chama-se Jimmy Kimmel, um dos mais populares apresentadores dos Estados Unidos, e que mais uma vez entrou para a lista de indesejáveis do governo Trump por uma piada, agora sobre Melania Trump.
— Nossa primeira-dama, Melania, está aqui. Olhem para Melania, tão linda. Senhora Trump, a senhora tem a aura de uma futura viúva — disse Kimmel em seu programa na quinta-feira passada.
Dois dias depois, um homem armado tentou invadir o salão onde Trump participava de um jantar de jornalistas que cobrem a Casa Branca, supostamente com a intenção de matá-lo, e a piada de Kimmel rapidamente foi resgatada e notada pelo entorno do presidente.
Análise: Em ataque à liberdade de expressão, Trump mira em quem ele odeia
Na segunda-feira, Melania Trump disse na rede social X que “pessoas como Kimmel não deveriam ter a oportunidade de entrar em nossas casas todas as noites para espalhar ódio”, e perguntou até quando “a direção da ABC vai tolerar o comportamento atroz de Kimmel às custas da nossa comunidade”. No mesmo dia, Trump foi ao seu Truth Social acusar o comediante de incitação à violência, e terminou a mensagem com um pedido que soou como ordem: “Jimmy Kimmel deveria ser demitido imediatamente pela Disney e pela ABC”.
A gigante do entretenimento não respondeu à determinação de Trump, e o programa de Kimmel foi exibido normalmente na segunda-feira. Como esperado, ele mencionou a pressão pela demissão.
— Aquela foi uma piada bem leve sobre o fato de ele [o presidente Trump] ter quase 80 anos e ela ser mais jovem do que eu. Não foi, de forma alguma, um incitamento ao assassinato, e eles sabem disso. Há muitos anos me manifesto veementemente contra a violência armada, em particular — disse o comediante. — Concordo que discursos de ódio e violência são algo que devemos rejeitar. Acho que um ótimo ponto de partida para diminuir esse discurso é conversar com seu marido sobre isso.
Nesta terça-feira, após a determinação da FCC, a Disney disse, em comunicado, que a ABC sempre seguiu as normas federais de comunicação, que está confiante na renovação das licenças e que está preparada “para demonstrar isso pelos canais legais apropriados”.
Especialistas dizem que as chances de sucesso da ofensiva da FCC — inédita em tal escala — são pequenas, mas alertam que esse é mais um sinal de como a agência está sendo usada para propósitos que vão além de regular as telecomunicações, sob liderança de Brandon Carr, um advogado fiel a Donald Trump.
Polarização na TV: Reações ao afastamento de Jimmy Kimmel da TV refletem a divisão partidária dos Estados Unidos
Em setembro passado, o próprio Kimmel foi afastado temporariamente do ar após comentários considerados nocivos sobre o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk: na ocasião, disse que os trumpistas estavam “tentando desesperadamente caracterizar esse garoto que assassinou Charlie Kirk como qualquer coisa que não fosse um deles”, na esperança de “ganhar pontos políticos”. Meses antes, em fevereiro, uma investigação foi lançada contra a rede CBS, sob acusação de favorecimento à candidata democrata na eleição presidencial de 2024, Kamala Harris. No mês passado, Carr ameaçou cassar licenças de emissoras por causa da cobertura crítica da guerra no Irã.
“A Primeira Emenda [à Constituição, que trata da liberdade de expressão] e o mandato da FCC não permitem que a agência use licenças de transmissão como armas para punir emissoras por conteúdo constitucionalmente protegido que veiculam”, disse, em comunicado, Seth Stern, da Fundação pela Liberdade de Imprensa, nesta terça-feira. “A decisão de Carr de abandonar seus princípios para bajular Trump e alavancar sua carreira não muda a lei que Carr sabe muito bem que se aplica. A FCC não é a polícia do jornalismo nem a polícia do humor. Isso não passa de uma manobra ilegal para intimidar a ABC e fazê-la ceder.”
A foto de Donald Trump aparecerá em breve em alguns passaportes dos Estados Unidos, em uma edição limitada para comemorar o 250º aniversário da Declaração de Independência que se celebra este ano, confirmou o Departamento de Estado nesta terça-feira (28).
Também com rosto do presidente: Após promessa de bilhões, governo Trump libera primeiro visto ‘cartão ouro’ de US$ 1 milhão
Até no dinheiro: Comissão de artes escolhida por Trump aprova moeda de ouro com rosto do presidente estampado
Um artigo da Fox News, compartilhado por um porta-voz do Departamento de Estado, mostra uma imagem de Trump no passaporte, sobreposta à Declaração de Independência, com sua assinatura abaixo.
— Enquanto os Estados Unidos celebram seus 250 anos em julho, o Departamento de Estado se prepara para emitir uma quantidade limitada de passaportes americanos especialmente concebidos para comemorar esta ocasião histórica — disse o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.
Initial plugin text
Há poucos precedentes modernos no mundo, e menos ainda em uma democracia, de fotos de líderes em exercício que aparecem nos passaportes, já que a maioria dos países prefere representar imagens históricas ou da natureza. Os passaportes americanos atuais mostram várias cenas da história do país, como o primeiro pouso na Lua, junto com lugares ou monumentos históricos como a Estátua da Liberdade.
Copa do Mundo: Human Rights Watch teme mundial ‘da exclusão e do medo’ nos EUA com política anti-migratória de Trump
Desde que voltou ao cargo em 2025, vários edifícios governamentais em Washington instalaram banners e cartazes com a imagem de Trump, que também emprestou seu nome ao Kennedy Center e ao extinto Instituto da Paz dos Estados Unidos.
No mês passado, o Departamento do Tesouro disse que a assinatura de Trump começaria a aparecer nas cédulas de dólares, em outro feito sem precedentes.
O artigo da Fox News dizia que a expedição dos passaportes com a temática de Trump ocorreria apenas em Washington e que os documentos deixariam de ser emitidos quando se esgotasse a sua disponibilidade.
O ex-diretor do FBI, James Comey, foi acusado de ameaçar a vida do presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira o secretário de Justiça interino Todd Blanche. O novo caso teve origem numa publicação nas redes sociais de maio passado que mostrava conchas numa praia da Carolina do Norte. Comey, um crítico ferrenho de Trump, também é acusado de fazer uma ameaça de morte interestadual contra o presidente, disse Blanche a repórteres.
Entenda: Justiça dos EUA abre processo contra James Comey, ex-diretor do FBI e algoz de Trump
Lançado em 2018: Em livro, ex-diretor do FBI descreve Trump como mafioso e ‘desvinculado da verdade
“Ele publicou uma fotografia na rede social Instagram que mostrava conchas do mar dispostas em um padrão que formava o número ’86 47’, o que um destinatário razoável familiarizado com as circunstâncias interpretaria como uma séria expressão de intenção de prejudicar o Presidente dos Estados Unidos”, diz a acusação.
Segundo a rede americana CNN, na gíria, “86” pode significar eliminar ou descartar algo, enquanto Trump é o 47º presidente. Comey, por sua vez, afirmou apenas que se tratava de uma “formação de conchas incrível” na legenda da postagem, vista durante um passeio na praia.
A acusação foi formalizada no Distrito Leste da Carolina do Norte e um mandado de prisão foi expedido contra Comey por um funcionário do tribunal. As acusações podem levar a uma pena de prisão de até 10 anos.
— Ao longo do último ano, este departamento instaurou dezenas de processos envolvendo ameaças contra todos os tipos de indivíduos — disse Blanche. — Levamos esses casos a sério. Cada um deles.
*Em atualização.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou nesta terça-feira o chanceler alemão, Friedrich Merz, após seus comentários de que o Irã está “humilhando” Washington na mesa de negociações sobre a guerra.
Guerra no Oriente Médio: Nova proposta do Irã para encerrar guerra enfrenta resistência de Trump; Teerã exige ‘garantias críveis’ sobre fim dos ataques
Narrativa de sucesso: Em reunião de países asiáticos, Irã propõe compartilhar capacidades militares e fala em ‘derrota dos EUA’
“O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, acha que está tudo bem que o Irã tenha uma arma nuclear. Ele não sabe do que está falando!”, escreveu Trump em uma publicação na rede Truth Social.
De acordo com Merz, Washington entrou no conflito sem definir objetivos claros e agora enfrenta obstáculos para encerrar os combates. As declarações foram feitas na segunda-feira, durante uma visita a uma escola em Marsberg, no oeste da Alemanha.
Initial plugin text
— É evidente que os americanos não têm nenhuma estratégia. E o problema com esse tipo de conflito é sempre que não basta entrar, é preciso também sair — disse o chanceler alemão.
— Vimos isso de forma muito dolorosa na Guerra do Afeganistão [2001–2021] durante 20 anos. Vimos isso no Guerra do Iraque. Portanto, tudo isso é, como eu disse, no mínimo, pouco refletido — acrescentou.
Washington: EUA analisam mais recente proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz
Merz afirmou que não via “uma saída” para os EUA, “sobretudo levando em conta que os iranianos estão negociando, evidentemente, com muita habilidade, ou, com muita habilidade, não negociando”.
— Ali, uma nação inteira está sendo humilhada pelos dirigentes iranianos, especialmente pela chamada Guarda Revolucionária Islâmica — afirmou, em alusão ao exército ideológico da República Islâmica.
O chanceler ainda reiterou que a Alemanha defende o fim rápido do conflito, diante dos impactos crescentes sobre a economia global.
Berlim integra uma coalizão liderada por Reino Unido e França para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz após a tentativa de estabelecimento de um cessar-fogo permanente. Segundo Merz, o governo alemão se ofereceu para enviar navios caça-minas para ajudar a desobstruir a rota.
A visita de Estado do Rei Charles III e da Rainha Camilla aos Estados Unidos começou com um momento inesperado na Casa Branca. Mal haviam chegado na segunda-feira quando o presidente Donald Trump mencionou o atentado recente e também o presidente russo Vladimir Putin durante a conversa inicial.
Veja também: Charles III leva diplomacia real a Washington com discurso de união ao Congresso dos EUA e reunião a portas fechadas com Trump
‘Fim de uma era’: Embaixador britânico diz que relação especial dos EUA é ‘provavelmente com Israel’
Em entrevista ao site New York Post, a especialista em leitura labial Nicola Hickling explicou que Trump iniciou a conversa dizendo: “Esse tiroteio…”. Ao que o rei teria respondido com certo desconforto: “Prefiro não ficar aqui por muito tempo” e “Sinto que não deveria estar aqui”.
De acordo com a mesma fonte, Trump perguntou se ele estava bem antes de acrescentar: “Não é uma coisa boa”. Ele então continuou: “Eu não estava preparado, mas agora estou”, antes de se referir diretamente à Rússia.
“Estou falando com Putin agora”, disse o presidente. “Ele quer guerra”. Charles tentou encerrar a conversa dizendo: “Falaremos sobre isso mais tarde”; no entanto, Trump teria insistido: “Tenho a impressão de que… se ele fizer o que disse, vai dizimar a população.” O rei teve que reiterar: “Em outra ocasião.”
A conversa acabou se voltando para assuntos mais formais, como um projeto de salão de baile na Casa Branca. “Dá para ver através dali”, comentou Trump. “Direto para o salão de baile. Gostaria de ver?” Ao que Charles respondeu: “Tenho certeza de que o senhor nos mostrará.” O presidente respondeu: “É verdade, o senhor tem razão.”
Em seguida, os dois casais entraram na residência oficial. “Por onde vamos?”, perguntou o rei, e Trump indicou: “Por aqui.” Lá dentro, eles compartilharam um tradicional chá da tarde britânico com pequenos sanduíches e sobremesas.
Mais tarde, os monarcas participaram de uma grande recepção na residência do embaixador britânico, onde várias figuras públicas estavam presentes.
O mergulhador olímpico Tom Daley comentou: “Tricotar é a minha forma de expressar toda a minha criatividade, atenção plena e meditação, e o Rei já experimentou muitas vezes.”
Daley acrescentou: “Ele disse que tentou tricotar quando tinha oito anos e não era muito bom nisso, mas que poderia retomar a prática; ele sabe que é muito benéfico para a saúde mental. Mas eu quero tentar reinseri-la no currículo escolar, e talvez ele possa me ajudar a conseguir isso.”
A visita oficial de Carlos III e Camilla durará quatro dias e inclui eventos importantes, como um discurso ao Congresso e um jantar de estado na Casa Branca. Eles também visitarão o Memorial do 11 de Setembro em Nova York, como parte de sua agenda.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress