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A análise de DNA confirmou a identidade dos restos mortais encontrados dentro de um carro submerso no rio Columbia, nos Estados Unidos, encerrando o caso da família Martin, que desapareceu em dezembro de 1958 durante uma viagem para coletar decorações naturais de Natal. As informações são da Associated Press.
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De acordo com o escritório médico-legista estadual, os restos mortais pertencem aos pais Kenneth e Barbara Martin e à filha do casal, Barbie. Eles foram localizados no interior do veículo encontrado no fundo do rio, na região do condado de Hood River. Após a conclusão das análises, o gabinete do xerife informou que não há indícios de crime, encerrando formalmente a investigação.
O desaparecimento da família mobilizou autoridades e a imprensa na época e se transformou em um dos casos mais comentados dos Estados Unidos naquele período. O casal e os filhos haviam saído de casa para uma viagem curta, mas nunca retornaram. Meses depois, os corpos de dois dos filhos foram encontrados, enquanto os demais integrantes seguiram desaparecidos por décadas, sem qualquer explicação conclusiva.
A falta de respostas levou a uma série de buscas extensas e também alimentou especulações sobre as possíveis causas do sumiço, incluindo a hipótese de ação criminosa. Uma recompensa de mil dólares — valor considerado significativo à época — chegou a ser oferecida por informações que ajudassem a esclarecer o paradeiro da família.
O avanço nas investigações só ocorreu mais de seis décadas depois, quando um mergulhador independente localizou, em 2024, uma perua Ford que se acreditava pertencer à família. Ele já procurava pelo veículo havia anos, com base em registros históricos e indícios reunidos ao longo do tempo. Em 2025, equipes conseguiram retirar parte da estrutura do carro do fundo do rio, mas o estado do veículo dificultou o trabalho.
Segundo as autoridades, apenas a estrutura e alguns componentes foram recuperados, devido ao fato de o automóvel estar profundamente encoberto por sedimentos acumulados ao longo dos anos. Ainda assim, a análise dessas peças foi suficiente para confirmar que se tratava do carro da família Martin.
Posteriormente, o mesmo mergulhador localizou restos humanos na área, que foram encaminhados ao escritório médico-legista. A partir desse material, cientistas conseguiram extrair DNA e desenvolver um perfil genético, comparado com o de parentes da família. A correspondência confirmou a identidade das vítimas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode estar celebrando o cessar-fogo entre Israel e o Líbano, mas o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, não: os eleitores israelenses não queriam que os combates terminassem.
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Pesquisas mostravam que a maior parte da população em Israel defendia que o Exército mantivesse a pressão sobre o Hezbollah, grupo xiita cujos foguetes e mísseis tornaram a vida perigosa para moradores do norte, até que a organização, apoiada pelo Irã, fosse destruída ou forçada a se desarmar. Afinal, foi isso que Netanyahu e seus militares prometeram.
Em vez disso, o premier rapidamente, ainda que a contragosto, alinhou-se na quinta-feira quando Trump pressionou por um cessar-fogo no Líbano — assim como o líder israelense já havia feito em cessar-fogos anteriores articulados pelo presidente.
Agora, os críticos do primeiro-ministro, e até alguns de seus aliados à direita, aproveitaram o que parece evidente: sua incapacidade de resistir à pressão de Trump, não apenas ao insistir no fim da guerra à distância com o Irã, mas também ao exigir uma trégua com um inimigo diretamente do outro lado da fronteira norte de Israel.
— Um cessar-fogo deve vir de uma posição de força e ser uma decisão israelense, refletindo uma vantagem que sirva às negociações — disse Gadi Eisenkot, ex-chefe do Estado-Maior cujo novo partido de oposição centrista, Yashar, está ganhando nas pesquisas. — Tem surgido um padrão no qual tréguas estão sendo impostas a nós: em Gaza, no Irã e agora no Líbano.
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Trata-se de uma reviravolta marcante em relação ao papel de Netanyahu ao persuadir pessoalmente Trump a se juntar a Israel no ataque ao Irã. O premier argumentou que o Irã estava pronto para a mudança de regime, que uma operação entre EUA e Israel poderia rapidamente derrubar a República Islâmica e que as preocupações de que o Irã responderia fechando o Estreito de Ormuz e atacando interesses americanos eram exageradas. Nenhuma dessas garantias se mostrou verdadeira.
Um elemento central do apelo de Netanyahu aos eleitores — o argumento de que seu vínculo próximo e sua sintonia estratégica com o presidente americano o tornam singularmente capaz de garantir a segurança de Israel — agora parece muito menos convincente.
— Netanyahu influenciou como a guerra começou — disse Aaron David Miller, ex-negociador do Oriente Médio que hoje atua no Carnegie Endowment for International Peace. — Ele não influenciará como ela termina.
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Netanyahu, que disputará a reeleição neste ano — e cuja coalizão está atrás nas pesquisas — esforçou-se para tranquilizar os israelenses sobre a interrupção dos combates com o Hezbollah, dizendo que soldados permaneceriam em uma zona de segurança que se estende por 10 km dentro do Líbano. Isso serviria para proteger contra incursões em Israel e contra o uso, pelo Hezbollah, de foguetes antitanque para aterrorizar comunidades fronteiriças, afirmou em um discurso televisionado.
— Claro, ainda há problemas — admitiu Netanyahu. — Eles ainda têm foguetes.
Mas o primeiro-ministro disse que isso poderia ser tratado no contexto de negociações sobre o que, segundo ele, poderia ser um “acordo de paz histórico com o Líbano”.
Um acidente provocado por uma manobra imprudente deixou dois homens gravemente feridos na manhã do dia 10 em Northamptonshire, na Inglaterra. Um veículo militar do tipo Land Rover, que seguia em comboio, capotou várias vezes após o motorista ser forçado a desviar de um carro que entrou repentinamente em sua frente.
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Imagens registradas por câmeras mostram o momento em que a motorista de um Audi muda da faixa externa para a interna ao tentar acessar uma saída. À frente, o condutor do utilitário, que rebocava um pequeno trailer, não consegue frear a tempo e desvia bruscamente para evitar a colisão.
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Na sequência, o veículo atinge o canteiro central e capota diversas vezes. O motorista, de 36 anos, é arremessado para fora do carro durante o impacto e sofre ferimentos graves, incluindo suspeita de fratura na coluna. O passageiro, de 31 anos, também fica ferido, com uma lesão significativa na cabeça.
A motorista do Audi, Crenguta Aruxandei, de 44 anos, se declarou culpada por duas acusações de causar ferimentos graves por direção descuidada. Apesar da gravidade do caso, ela não foi presa. A Justiça determinou uma pena de seis meses, suspensa por 18 meses, além da suspensão do direito de dirigir por um ano.
Ela também foi obrigada a realizar um teste de direção ampliado antes de voltar a conduzir veículos e deverá pagar uma taxa equivalente a cerca de R$ 950.
Segundo a polícia de Northamptonshire, o acidente ocorreu por volta das 8h35 e foi classificado como “completamente evitável”. A investigação apontou que a condutora realizou a mudança de faixa de forma insegura, obrigando o outro motorista a tomar uma ação evasiva.
— Possuir uma carteira de motorista é um privilégio e uma responsabilidade, e não há espaço em nossas estradas para condutores que colocam vidas em risco — afirmou a detetive Eleanor Hudson.
— Esta foi uma colisão completamente evitável em uma de nossas principais vias, que deixou duas pessoas gravemente feridas. Continuaremos agindo com rigor para retirar motoristas inseguros das estradas — completou.
O Departamento de Polícia de High Springs, na Flórida, prendeu na manhã desta quarta-feira (15) KaShawn Nicola Roper, de 50 anos, apontada como principal suspeita do assassinato de Jazmyn Henrion, ocorrido em 2020, em Kansas City, no estado do Missouri. Roper era procurada pelo FBI e havia sido incluída, um dia antes da captura, na lista dos Dez Fugitivos Mais Procurados da agência, que chegou a oferecer recompensa de até US$ 1 milhão por informações que levassem à sua localização.
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A prisão ocorreu sem resistência durante uma abordagem policial após autoridades locais receberem informações sobre a presença da suspeita na região. Ela foi encaminhada a uma unidade de detenção e aguarda o processo de extradição para o Missouri, onde responderá às acusações. Segundo comunicados oficiais divulgados à imprensa americana, a operação contou com colaboração entre forças locais e federais.
Crime chocou comunidade e mobilizou investigação nacional
O caso remonta a 23 de agosto de 2020, quando Jazmyn Henrion, de 23 anos, foi morta a tiros dentro de um carro. Outra mulher ficou ferida. De acordo com as investigações, o ataque teria ocorrido após uma altercação. Henrion, mãe de três filhos, morreu no local, o que gerou forte repercussão na comunidade local.
Roper foi formalmente indiciada semanas depois por homicídio em segundo grau, uso criminoso de arma de fogo e porte ilegal. Em julho de 2021, um mandado federal foi expedido após a suspeita deixar o estado, ampliando a busca em nível nacional. Ainda assim, ela permaneceu foragida por quase seis anos.
A inclusão na lista dos mais procurados do FBI, que raramente conta com mulheres, foi considerada decisiva. Segundo a própria agência, mais de 500 fugitivos já foram capturados após entrar no ranking desde sua criação, em 1950.
Próximos passos do processo
Com a prisão, o caso entra agora em uma nova fase judicial. Roper deverá ser transferida para o Missouri, onde enfrentará formalmente as acusações no tribunal do condado de Jackson. O processo inclui apresentação de provas, depoimentos e julgamento, sob supervisão judicial.
Para as autoridades, a captura representa um avanço significativo após anos de investigação. Em declarações divulgadas à imprensa, representantes do FBI destacaram que a cooperação entre diferentes esferas policiais e a participação da população foram fundamentais para localizar a suspeita.
A prisão também reacende a expectativa de desfecho para um caso que permaneceu sem solução por anos e que agora poderá avançar no sistema de Justiça dos Estados Unidos.
Contrariando recomendações das Forças Armadas de Israel e do Líbano, e também do Hezbollah, milhares de famílias deslocadas começaram a retornar ao sul do território libanês nesta sexta-feira, poucas horas após o início da vigência de um cessar-fogo de 10 dias para negociações — que tanto autoridades do Estado judeu quanto o movimento xiita ameaçaram romper em caso de violações. O Exército libanês denunciou descumprimentos por parte de Israel nas primeiras horas após o início da entrada em vigor.
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Um fluxo de pessoas tomou a principal rodovia rumo ao sul do Líbano na sexta-feira, após a entrada em vigor do cessar-fogo. Motoristas esperaram durante horas em engarrafamentos que se formaram na única ponte que ainda permite atravessar o rio Litani, que divide o país. Escavadeiras trabalhavam para reabrir a ponte de Qasmiyeh, bombardeada por Israel horas antes do início da trégua.
Milhares de deslocados retornam ao sul do Líbano horas após início de trégua
— Saímos uma hora antes de o cessar-fogo entrar em vigor para podermos chegar à ponte assim que ela abrisse, permitindo que retornássemos à nossa cidade — disse Amani Atrash, de 37 anos, que fugiu para o norte no início da guerra e aguardava em uma fila que se estendia por quilômetros a nordeste de Tiro. — A espera é muito difícil porque queremos chegar lá o mais rápido possível.
A última rodada de confrontos entre Israel e Hezbollah matou mais de 2,1mil pessoas no Líbano e deslocou mais de um milhão de residentes — algumas contagens apontam mais de 2 milhões —, principalmente do sul do país, segundo as autoridades libanesas. Ao menos 13 soldados israelenses também morreram, juntamente com dois civis, de acordo com as autoridades de Israel.
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Três escavadeiras, sob a supervisão do Exército libanês, trabalharam desde o amanhecer para liberar a passagem na ponte sobre o rio Litani e preencher a cratera deixada pelo último bombardeio israelense. Assim que a passagem foi liberada, motocicletas e depois carros começaram a atravessar em fila, com alguns buzinando em comemoração e acenando bandeiras amarelas do Hezbollah.
A rodovia que liga as cidades de Sidon e Tiro, no sul, estava congestionada por quilômetros por volta das 09h (03h em Brasília), com dezenas de milhares de carros seguindo para o sul, muitos carregados com colchões, utensílios de cozinha e cobertores. Muitas das pessoas deslocadas não tinham ideia do que havia acontecido com suas casas ao longo das últimas seis semanas de guerra.
Meninos acenam com bandeiras do Líbano e do Hezbollah enquanto passam por prédio danificado em meio a retorno de deslocados no sul de Beirute
Fadel Itani/AFP
— Quando fugimos, levamos 16 horas na estrada, e hoje é a mesma coisa — disse Ghufran Hamzeh, que aguardava na ponte de Qasmiyeh com seu filho, após viajar de Beirute, em entrevista à AFP. — Mas isso não importa. O importante é que estamos voltando para nossa aldeia e nossa terra. Não sei se minha casa foi destruída ou não. Se foi destruída, isso não muda nada: vou montar uma tenda na frente dela e ficar lá.
As comemorações pelo cessar-fogo e o retorno apressado para casa ocorrem sob desconfiança no cessar-fogo. Muitos dos que voltavam para o sul demonstravam cautela e sinais de esgotamento com as idas e vindas da guerra, que começou em 2023, foi interrompida em 2024 e retomada em março deste ano.
Ayman Sojod, de 55 anos, que morava nos subúrbios do sul de Beirute antes de fugir para a cidade portuária de Biblos, ao norte da capital libanesa, onde aluga uma casa desde os ataques israelenses contra o Líbano em 2024, voltou aos arredores da cidade para avaliar a situação nesta sexta. Ele disse que planejava levar a família em dois ou três dias.
— Continuarei pagando o aluguel porque não se pode confiar no inimigo — disse Sojod sobre a casa em Biblos. — Ainda estamos preocupados que algo possa acontecer, então esses 10 dias não serão fáceis.
A perspectiva de retorno do conflito foi apontada por Israa Jaber, de 54 anos, como uma possibilidade “devastadora”. Ela deixou sua casa na cidade de Srifa durante os bombardeios no mês passado às pressas. Sua filha, Lamis, de 9 anos, ainda sente falta do ursinho de pelúcia e do estojo de maquiagem que teve de deixar para trás.
— Se tivermos que partir novamente, eu não posso descrever o quão frustrante seria. Seria devastador — afirmou Israa.
A trégua pôs fim a uma guerra que começou em 2 de março, depois que o Hezbollah lançou foguetes contra Israel em retaliação à morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, no primeiro dia de ofensiva de EUA e Israel contra a nação persa — principal aliada do grupo, como parte do “Eixo da Resistência”. As forças do Estado judeu responderam com intensos bombardeios aéreos e uma invasão terrestre no sul.
Embora algumas pessoas que retornavam nesta sexta-feira tenham descrito o fim dos confrontos como uma vitória libanesa, outros definiram a situação como um desastre completo. Morador de Bint Jbiel, cidade que registrou duros confrontos em solo entre tropas israelenses e homens do Hezbollah, Abdullah Raouf Hamzieh, de 54 anos, lembrou-se da euforia que sentiu com o cessar-fogo de 2024, e que foi tomado por uma sensação de vitória para o Hezbollah. A medida que as forças israelenses voltaram a atacar o Líbano no ano seguinte, o entusiasmo se dissipou.
— Na verdade, não foi uma vitória, foi um desastre o que aconteceu — disse Hamzieh, que espera que a trégua temporária leve a uma paz duradoura.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou na quinta-feira que militares do país irão permanecer no sul do Líbano, em uma “faixa de segurança” de 10 quilômetros a partir da fronteira. A permanência dos soldados e o desejo israelense de criar uma espécie de “zona-tampão” entre os dois países é um dos pontos que pode dificultar o avanço das conversas. (Com NYT e AFP)
Um caminhão de transporte de valores atropelou duas mulheres na segunda-feira, dia 13, no estacionamento de um shopping em Pucón, na região de La Araucanía, no Chile, durante uma manobra de ré. O caso foi registrado por câmeras de segurança e deixou uma das vítimas em estado grave.
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O momento do atropelamento foi flagrado em vídeo, que mostra o caminhão da empresa Prosegur entrando de ré no estacionamento sem perceber a presença das pedestres. As imagens registram quando o veículo segue a manobra até a área de acesso da loja e atinge as duas mulheres.
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Segundo a rádio Radio Bío Bío, o motorista não notou que elas estavam atrás do caminhão durante a manobra. A dinâmica foi confirmada por autoridades locais.
— Quando um caminhão da empresa ingressa, o faz em marcha ré. O condutor no se percata de la presencia de las dos mujeres y continúa su marcha hasta llegar a la puerta de acceso, momento en que las atropella — disse o comissário de Carabineros de Pucón, Gerald Salazar.
De acordo com a polícia, duas rodas do caminhão passaram sobre as pernas de uma das vítimas, que sofreu ferimentos graves, incluindo fratura exposta. A outra mulher também foi atingida, mas sem a mesma gravidade.
Após o atropelamento, o motorista foi encaminhado ao Juizado de Garantia de Pucón, onde foi formalmente acusado por lesões graves e por não estar atento às condições do trânsito. Ele foi liberado mediante medidas cautelares, enquanto a Justiça estabeleceu prazo de 90 dias para a investigação.
Um youtuber americano foi preso, nesta semana, na Índia após invadir a Ilha Sentinela do Norte, território habitado por uma das tribos mais isoladas do planeta, e pode enfrentar até cinco anos de prisão. Mykhailo Viktorovych Polyakov é acusado de entrar ilegalmente em uma reserva tribal protegida, onde o acesso externo é proibido por lei.
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Segundo autoridades indianas, Polyakov percorreu cerca de nove horas em um bote inflável até alcançar a ilha, localizada no arquipélago de Andaman. Ele permaneceu no local por aproximadamente cinco minutos, período em que deixou um coco e uma lata de refrigerante como supostos “símbolos de paz”, registrando a ação em vídeo.
A legislação local proíbe que qualquer pessoa se aproxime a menos de cinco quilômetros da ilha, justamente para evitar o contato com os sentineleses. O grupo vive em isolamento voluntário e não possui imunidade contra doenças comuns fora de seu território, o que torna qualquer interação potencialmente devastadora.
Risco sanitário e histórico de mortes
Especialistas e organizações de direitos indígenas alertam que objetos aparentemente inofensivos podem representar ameaça grave. A diretora da Survival International, Caroline Pearce, criticou a atitude e afirmou que o episódio coloca em risco não apenas o visitante, mas toda a população local.
Os sentineleses somam cerca de 150 pessoas e vivem na ilha há milhares de anos, mantendo um modo de vida baseado na caça e coleta. Eles são conhecidos por rejeitar qualquer contato externo, frequentemente reagindo com hostilidade a aproximações.
Casos anteriores reforçam o perigo. Em 2018, um missionário americano foi morto após tentar desembarcar na ilha. Em 2006, dois pescadores indianos também morreram ao se aproximarem da região.
Polyakov, que produz conteúdo sobre viagens extremas — incluindo registros em áreas de conflito — foi detido ao retornar ao território indiano. O caso volta a expor os limites entre produção de conteúdo digital e respeito a populações vulneráveis, além de reacender o debate sobre turismo irresponsável em áreas protegidas.
Um helicóptero que sobrevoava uma região de plantações de óleo de palma na ilha de Bornéu caiu e matou as oito pessoas a bordo, informaram autoridades da Indonésia nesta sexta-feira (17).
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A aeronave, um Airbus H130 operado pela empresa PT Matthew Air Nusantara, desapareceu do radar na quinta-feira, cerca de cinco minutos após decolar do distrito de Melawi, na província de Kalimantan Ocidental. O voo tinha como destino outra área de cultivo no distrito de Kubu Raya.
Destroços localizados em floresta densa
As equipes de busca encontraram os destroços na região de Sekadau, em meio a uma área de floresta fechada. Segundo a Agência Nacional de Busca e Resgate e o Ministério dos Transportes, todos os ocupantes — dois tripulantes e seis passageiros — morreram no acidente. Entre as vítimas, estava um cidadão da Malásia.
As circunstâncias da queda ainda são investigadas pelas autoridades locais, que não detalharam possíveis causas até o momento.
Com cerca de 270 milhões de habitantes distribuídos em milhares de ilhas, a Indonésia enfrenta desafios logísticos e de infraestrutura no transporte. O país registra, com frequência, acidentes envolvendo aeronaves e embarcações, incluindo quedas de aviões e helicópteros, além de naufrágios de balsas.
O lobo Neukgu, de dois anos, que havia escapado de um zoológico na Coreia do Sul e mobilizado autoridades e moradores, foi capturado após nove dias de buscas.
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Segundo o governo de Daejeon, cidade onde fica o parque O-World, o animal foi localizado perto de uma rodovia e capturado na sexta-feira às 00h44 no horário local (16h44 GMT).
Após passar por exame médico, Neukgu apresentou sinais vitais normais, com pulso e temperatura dentro dos parâmetros, informaram as autoridades.
Centenas de agentes participaram das buscas, que tiveram momentos em que o animal quase foi capturado, mas conseguiu escapar.
No início da semana, equipes chegaram perto após um avistamento em uma montanha a cerca de 2 km do zoológico. Um vídeo que mostrava o lobo correndo por uma estrada à noite também circulou nas redes sociais.
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Reprodução/X
As autoridades montaram operações sucessivas com drones e equipes em terra, mas Neukgu continuou escapando até a ação final.
Captura com dardo tranquilizante
A captura ocorreu após nova operação na região de Anyeong-dong, na noite de quinta-feira. O lobo foi atingido na coxa com um dardo tranquilizante a cerca de 20 metros de distância.
Segundo as autoridades, ele estava “se movendo muito rápido” e foi monitorado por drone. Levou cerca de seis minutos até que entrasse em condição considerada estável.
Imagens divulgadas mostram Neukgu sendo transportado por equipes de resgate e colocado em uma caixa, antes de receber atendimento médico.
Comoção e preocupações com o animal
O caso mobilizou a opinião pública no país. Parte da preocupação vinha do histórico do zoológico: em 2018, um puma que escapou do mesmo local foi morto durante a recaptura.
Desta vez, grupos de defesa animal temiam um desfecho semelhante. O próprio presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, chegou a se manifestar nas redes sociais desejando o retorno seguro do animal.
Nascido em 2024, Neukgu integra um programa de reintrodução do lobo coreano, espécie considerada extinta na natureza. Especialistas temiam que, após viver em cativeiro, ele não conseguisse sobreviver fora do zoológico.
As autoridades afirmaram que o animal não perdeu muito peso e “parecia ter se alimentado”. Um anzol encontrado em seu estômago foi retirado por cirurgia endoscópica.
“Obrigado a todos que trabalharam duro para trazer Neukgu de volta para casa”, afirmou o governo municipal.
“A todos que se preocuparam com a segurança de Neukgu e nos apoiaram, muito obrigado.”
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, busca nesta sexta-feira uma saída para a crise provocada por novas revelações sobre a nomeação do ex-embaixador nos Estados Unidos Peter Mandelson, apesar de seus vínculos com Jeffrey Epstein.
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Vários políticos passaram a pedir a renúncia de Starmer pela decisão de nomear Mandelson.
Após ser acusado de mentir ao Parlamento, o líder trabalhista decidiu, segundo a imprensa britânica, demitir durante a noite o principal funcionário do governo para os serviços diplomáticos, Olly Robbins.
Robbins atuava como principal assessor e chefe dos serviços diplomáticos do Ministério das Relações Exteriores.
Revelações aumentam pressão sobre governo
A reviravolta ocorre no momento em que Starmer enfrenta um cenário delicado por ter nomeado Mandelson como embaixador em Washington.
O primeiro-ministro acusa o ex-diplomata do Partido Trabalhista de ter “mentido repetidamente” a Downing Street sobre a dimensão de seus vínculos com o falecido agressor sexual. Starmer demitiu Mandelson em setembro.
O jornal The Guardian revelou na quinta-feira que o Ministério das Relações Exteriores concedeu uma credencial de segurança a Peter Mandelson para o cargo em janeiro de 2025, apesar de uma avaliação desfavorável do serviço responsável pela verificação de antecedentes.
Funcionários de alto escalão do ministério foram “contrários à recomendação”, confirmou um porta-voz de Starmer. Segundo ele, nem o primeiro-ministro nem membros do governo “estavam a par” dessas informações “antes do início da semana”.
A líder da oposição conservadora, Kemi Badenoch, afirmou na rede X que “Starmer traiu a segurança nacional” e, portanto, deve “renunciar”.
Já o líder dos liberal-democratas, Ed Davey, declarou que “se Keir Starmer induziu o Parlamento ao erro e mentiu ao povo britânico, ele tem que sair”.

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