A Nasa se prepara para um dos mais ambiciosos passos de sua história: a missão Artemis II, que levará astronautas mais longe da Terra do que qualquer tripulação humana já esteve, com lançamento marcado para o dia 6 de fevereiro. Em 2024, a agência havia comunicado que a missão seria adiada por uma série de problemas técnicos, entre eles danos ao escudo térmico, quadro que se mostrou particularmente difícil de decifrar, na época.
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O projeto inaugura uma nova fase da exploração espacial tripulada, segundo o administrador da agência americana, Jared Isaacman.
— A Artemis II será um passo histórico e decisivo para o voo espacial tripulado. Esta missão sem precedentes levará seres humanos mais longe da Terra do que nunca e fornecerá os conhecimentos necessários para regressarmos à Lua — afirmou.
Escudo térmico
O escudo é crucial para proteger os astronautas na reentrada na atmosfera terrestre. Meses de investigações de engenharia atrasaram os preparativos para o Artemis II. “Agora sabemos a causa raiz”, disse em 2024 o então administrador da Nasa, Bill Nelson: “Isso nos permitiu traçar um caminho a seguir”.
Buracos no escudo térmico
Divulgação/Nasa
Os engenheiros da Nasa descobriram que, em algumas partes do escudo térmico, gases se acumulavam, causando rachaduras e a expulsão de pedaços.
Embora o escudo tenha impedido o superaquecimento e derretimento da cápsula, os oficiais quiseram entender o problema para evitar falhas catastróficas no futuro. Eles ajustaram a formulação do material que será usado nos escudos térmicos futuros para permitir que os gases escapem em vez de se acumularem.
Tripulação
A tripulação será formada pelos astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da agência americana, além de Jeremy Hansen, representando a Agência Espacial Canadiana. Eles viajarão a bordo da nave Orion.
Tripulação viajará mais de 370 mil quilômetros da Terra em missão histórica
Reprodução/X
Dentro da campanha Artemis, a missão tem como objetivo principal validar todos os sistemas necessários para voos tripulados de longa duração no espaço profundo. Os dados obtidos serão fundamentais não apenas para o retorno sustentável à Lua, mas também para futuras missões humanas a Marte.
Segundo o plano da missão, após alcançar a órbita lunar, a Orion executará uma manobra conhecida como injeção translunar. Nesse momento, o módulo de serviço da nave fornecerá o impulso final que colocará a cápsula em uma trajetória de aproximadamente quatro dias rumo ao espaço profundo.
A nave contornará o lado oculto da Lua e seguirá uma rota em forma de oito, alcançando mais de 370 mil quilômetros de distância da Terra antes de iniciar o retorno.
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Escudo térmico
O escudo é crucial para proteger os astronautas na reentrada na atmosfera terrestre. Meses de investigações de engenharia atrasaram os preparativos para o Artemis II. “Agora sabemos a causa raiz”, disse em 2024 o então administrador da Nasa, Bill Nelson: “Isso nos permitiu traçar um caminho a seguir”.
Buracos no escudo térmico
Divulgação/Nasa
Os engenheiros da Nasa descobriram que, em algumas partes do escudo térmico, gases se acumulavam, causando rachaduras e a expulsão de pedaços.
Embora o escudo tenha impedido o superaquecimento e derretimento da cápsula, os oficiais quiseram entender o problema para evitar falhas catastróficas no futuro. Eles ajustaram a formulação do material que será usado nos escudos térmicos futuros para permitir que os gases escapem em vez de se acumularem.
Tripulação
A tripulação será formada pelos astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da agência americana, além de Jeremy Hansen, representando a Agência Espacial Canadiana. Eles viajarão a bordo da nave Orion.
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Reprodução/X
Dentro da campanha Artemis, a missão tem como objetivo principal validar todos os sistemas necessários para voos tripulados de longa duração no espaço profundo. Os dados obtidos serão fundamentais não apenas para o retorno sustentável à Lua, mas também para futuras missões humanas a Marte.
Segundo o plano da missão, após alcançar a órbita lunar, a Orion executará uma manobra conhecida como injeção translunar. Nesse momento, o módulo de serviço da nave fornecerá o impulso final que colocará a cápsula em uma trajetória de aproximadamente quatro dias rumo ao espaço profundo.
A nave contornará o lado oculto da Lua e seguirá uma rota em forma de oito, alcançando mais de 370 mil quilômetros de distância da Terra antes de iniciar o retorno.









