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Considerado o maior navio de guerra do mundo, o USS Gerald R. Ford chegou nesta sexta-feira nas águas do Mar Mediterrâneo, aproximando-se de área operacional em possível ataque de Washington a Teerã em meio à maior mobilização militar americana na região próxima ao Oriente Médio desde a invasão do Iraque, em 2003. O super-porta-aviões é descrito pela Marinha americana como “a plataforma de combate mais capaz, adaptável e letal do mundo”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A emissora pública alemã ZDF convocou de volta, nesta sexta-feira, um correspondente em Nova York após imagens geradas por inteligência artificial terem sido exibidas durante uma reportagem sobre as operações de imigração do ICE nos Estados Unidos. A ZDF afirmou que sua jornalista Nicola Albrecht, de 50 anos, usou vídeos retirados da internet em uma reportagem sobre crianças aterrorizadas por operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE).
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Um dos vídeos foi gerado por IA e não estava identificado como tal, e outro, na verdade, mostrava uma prisão na Flórida ocorrida em 2022.
“Os danos causados ​​pelo desrespeito às normas jornalísticas são consideráveis”, afirmou Bettina Schausten, editora-chefe da ZDF, em comunicado. “No fundo, trata-se da credibilidade das nossas reportagens.”
A reportagem original de Albrecht, transmitida em 13 de fevereiro, estava correta, afirmou a ZDF, mas uma versão atualizada, exibida na edição de 15 de fevereiro do principal telejornal noturno, continha os dois trechos enganosos.
A emissora alemã ZDF afirmou que sua jornalista Nicola Albrecht usou vídeos retirados da internet em uma reportagem sobre crianças aterrorizadas por operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE)
Reprodução
A apresentadora Dunja Hayali introduziu o segmento dizendo que as operações de imigração do governo Trump criaram “um clima de medo que não se limita às crianças”. Um dos vídeos apresentava a marca d’água do Sora, plataforma da OpenAI que gera vídeos curtos com base em comandos.
“O material gerado por IA não deveria ter sido usado sem justificativa jornalística e sem ser categorizado de acordo com as regras internas da ZDF para o uso de material gerado por IA”, afirmou a emissora.
Jornalistas já foram enganados antes por conteúdo sintético. Em agosto, publicações como a Wired e o Business Insider retiraram reportagens supostamente escritas por um jornalista freelancer, após preocupações de que, na verdade, elas haviam sido escritas usando inteligência artificial generativa.
Em janeiro, verificadores de fatos da AFP descobriram que uma imagem veiculada pela ZDF, que supostamente mostrava o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro após sua captura por soldados americanos, havia sido gerada por inteligência artificial.
O governo canadense atualizou suas recomendações para indígenas que cruzam a fronteira para os Estados Unidos e agora sugere que portem seus passaportes ao viajar, contrariando a prática histórica.
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Para muitos povos indígenas, a fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá é uma linha arbitrária que dividia o território contíguo de nações como os Ojibwa e os Mohawk.
Em 1794, os recém-criados Estados Unidos e a monarquia britânica — que então governava diretamente o Canadá — assinaram um acordo conhecido como Tratado de Jay, que garantia a livre circulação dos povos indígenas através da fronteira.
O tratado permanece em vigor e, anteriormente, o governo recomendava que os indígenas canadenses portassem apenas um “cartão de status seguro”, documento também conhecido por seu nome anterior, “Certificado Seguro de Status Indígena”, ao entrar nos Estados Unidos.
Mas o Serviço de Povos Indígenas do Canadá atualizou suas orientações. “Mesmo que você já tenha cruzado a fronteira entre o Canadá e os EUA usando apenas o Cartão de Status Seguro, é altamente recomendável que você também porte um passaporte válido ao viajar para fora do Canadá”, diz o texto.
“A aceitação do Cartão de Status Seguro fica inteiramente a critério das autoridades americanas”, esclarece.
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Nem todos os membros das comunidades indígenas no Canadá possuem passaporte. Em um artigo publicado esta semana, o escritório de advocacia MLT Aikins observou que “o direito à livre circulação e à desimpedida através desta fronteira artificial representa uma importante continuidade dos laços comunitários, culturais e de parentesco”.
O escritório relatou diversos incidentes envolvendo agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) e viajantes indígenas — incluindo aqueles com documentação válida — que “resultaram em detenção, interrogatório e até mesmo relatos de maus-tratos”.
Esses incidentes “colocam em questão se os direitos de mobilidade de longa data continuarão a ser respeitados na fronteira”, acrescentou.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta sexta-feira que para ele “não existe” a possibilidade de passar “um dia em família”, por falta de tempo para se dedicar à mulher e aos filhos devido à invasão russa, que está prestes a entrar em seu quinto ano. O ex-comediante de 48 anos falou em uma entrevista exclusiva à AFP dentro do palácio presidencial de Kiev.
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“Não existe isso de um dia em família com as crianças em que vamos a algum lugar”, disse Zelensky, que foi eleito presidente em 2019.
O dirigente ucraniano afirmou que tenta encontrar tempo para estar com a mulher, Olena, e os dois filhos, mas que não pode fazê-lo “todos os dias”.
“A realidade é que, sem dúvida, não passei muito tempo com eles”, comentou Zelensky. Sua filha, Oleksandra, tem 21 anos, e seu filho, Kirilo, 13. “Ela é muito madura”, disse Zelensky sobre a filha. Ao conversar com ela, “percebo o quanto não sei”, afirmou.
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Ex-estrela da televisão de seu país, Zelensky disse que já não pode ir ao cinema nem ao teatro. “Não vou às lojas, não fui sequer uma única vez a uma cafeteria em todos esses anos de guerra.” No entanto, tenta se manter atualizado sobre os lançamentos cinematográficos.
O drama histórico “Nuremberg” e o candidato ao Oscar “Uma Batalha Após a Outra” estão entre os filmes que assistiu recentemente. Como passa a maior parte do tempo no complexo presidencial, o líder ucraniano afirmou que procura “não engordar”.
“Até mesmo um treino rápido de 25 ou 30 minutos já é bastante bom. Às vezes faço mais exercícios com pesos, mas nem sempre”, comentou. “Antes da guerra eu adorava sair para correr. Agora não corro.”
Durante os dois primeiros anos da guerra, viveu em um bunker dentro do fortemente vigiado complexo presidencial de Kiev. O governo ucraniano afirma que a Rússia elaborou planos para tentar assassinar Zelensky, e boa parte de sua rotina — especialmente seus deslocamentos — é mantida em estrito sigilo.
A determinação, pela maioria da Suprema Corte dos Estados Unidos, da inconstitucionalidade da aplicação de tarifas de importação justificada pela Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, é o maior freio imposto até agora pelas instituições americanas ao Trump 2.0. Por seis votos a três, os juízes derrubaram, na prática, o uso ilimitado de tarifaços como ferramenta de política externa. A reação do presidente, com insultos aos que o contrariaram e o anúncio de busca imediata de alternativas legais para manter e até ampliar as punições comerciais, ilustra o tamanho do baque para a Casa Branca, inclusive internamente, ao complicar a estratégia do Partido Republicano para o pleito de novembro, quando o Congresso estará em jogo. No ano em que os EUA celebram os 250 anos de sua democracia, a decisão desta quarta-feira (20) reforça a importância da separação dos Poderes, sublinha a atenção dos magistrados a avanços autoritários do Executivo e fortalece o Judiciário, seguidamente desrespeitado pelo atual governo. Mas se apressa quem vê um realinhamento de forças na Corte voltado para deter a revolução de ultradireita em marcha desde janeiro do ano passado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Após passar por Índia e Coreia do Sul, uma visita fora do programa original entrou na rota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Será em Abu Dhabi, onde ele se reunirá com o presidente do país. Lula está em Nova Délhi, na Índia, onde participou da Cúpula de Inteligência Artificial (IA). Neste sábado, ele se encontra com o primeiro-ministro do país, Narendra Modi, na etapa bilateral da visita. No domingo, viaja para Seul, na Coreia do Sul.
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A princípio, Lula voltaria na terça para o Brasil sem mais compromissos. Mas o programa mudou para incluir uma visita relâmpago a Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos (EAU). Seria apenas uma escala para reabastecimento do avião presidencial, mas vai ser mais que isso. Lula terá um encontro com o presidente do país, o xeque Mohammed bin Zayed al-Nahyan, fortalecendo uma relação que tem ganhado peso crescente, tanto no plano político como no comercial, como importante destino de exportações.
Na Índia, a viagem do presidente terá sua última etapa nesta sexta, com a visita de Estado e o encontro com o primeiro-ministro do país, Narendra Modi. Na véspera, Lula faltou a um evento organizado pelo Brasil dentro na Cúpula de IA, após se atrasar em uma entrevista concedida a um veículo de imprensa indiano. Seis ministros seguiram o programa, explicando a política brasileira para a inteligência artificial para um auditório lotado. A maioria foi para ver Lula, e saiu decepcionado ao saber que ele não iria.
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Um dos ministros a falar foi o chanceler Mauro Vieira, que alertou para o risco de “congelamento do poder mundial”, caso os avanços tecnológicos fiquem concentrados em poucos países. “A tecnologia, por si só, não é neutra. Seus impactos dependem das escolhas políticas, regulatórias e institucionais que fazemos coletivamente” disse Vieira, reiterando a mensagem do presidente Lula em seu discurso na abertura da cúpula, em que defendeu regras claras para a governança da IA.
Na longa entrevista concedida ao “India Today”, Lula ressaltou a importância que vê no fortalecimento da relação bilateral, principalmente diante da necessidade de diversificar as parcerias econômicas num mundo instável. “A gente não pode ficar dependendo dos Estados Unidos ou dependendo da China, nós queremos que a nossa economia cresça, porque, se ela crescer, o fluxo comercial cresce e vai ser bom para a Índia e vai ser bom para o Brasil. Nós somos as duas maiores democracias do Sul Global, portanto nós temos que dar bons exemplos.”
Lula também falou sobre sua expectativa para o encontro que deve ter no mês que vem com o presidente dos EUA, Donald Trump. Disse que o Brasil não tem interesse em “enfrentamento” com os EUA e que deve incluir na conversa com Trump uma proposta sobre minerais críticos e terras raras, e também cooperação no combate ao narcotráfico e ao crime organizado.
*O repórter viajou a convite da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos
Ataques israelenses no leste do Líbano deixaram, nesta sexta-feira, seis mortos e dezenas de feridos, informou a imprensa estatal libanesa. O Exército de Israel afirmou, no entanto, que os alvos pertenciam ao grupo Hezbollah.
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Os bombardeios no Vale do Bekaa “resultaram em um balanço inicial de seis mortos e mais de 25 feridos, distribuídos pelos hospitais da região”, segundo a agência estatal de notícias NNA. Por sua vez, o Exército israelense afirmou em comunicado que atingiu um “centro de comando” do Hezbollah.
Ao longo do dia, a NNA também relatou um ataque de Israel contra o campo de refugiados palestinos de Ain el Helweh, no sul do Líbano, que deixou dois mortos.
Israel mantém ataques contra posições no Líbano apesar do cessar-fogo firmado em 2024, que buscava encerrar mais de um ano de hostilidades com o Hezbollah. O país também tem atacado alvos do grupo islamista palestino Hamás, incluindo uma incursão no mesmo campo de refugiados de Ain el Helweh, em novembro passado, que resultou na morte de 13 pessoas.
A prisão do ex-príncipe Andrew no Reino Unido, sob suspeita de má conduta em cargo público, desencadeou uma onda de reações nos Estados Unidos e ampliou a pressão sobre autoridades americanas para responsabilizar pessoas ligadas ao financista Jeffrey Epstein. Segundo informações do The Guardian, parlamentares de ambos os partidos e sobreviventes dos abusos do criminoso sexual afirmam que a ação britânica expõe o que classificam como falta de prestação de contas do outro lado do Atlântico.
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Andrew Mountbatten-Windsor, de 66 anos, foi detido na quinta-feira em conexão com sua atuação como enviado comercial do Reino Unido e após a divulgação de e-mails relacionados a Epstein, o banqueiro desacreditado e criminoso sexual condenado. Ele foi liberado no mesmo dia, sob investigação, após prestar depoimento à polícia sobre alegações de que teria compartilhado material confidencial com Epstein.
A prisão do ex-integrante da realeza, que tem negado reiteradamente qualquer irregularidade ligada a Epstein, não está relacionada a acusações de má conduta sexual.
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Em reação à detenção, Skye Roberts, irmão da falecida Virginia Giuffre, disse que o Reino Unido está fazendo mais do que os Estados Unidos para responsabilizar figuras influentes. Giuffre afirmou ter sido traficada para o Reino Unido em 2001, aos 17 anos, para manter relações sexuais com Mountbatten-Windsor, acusação que ele sempre negou.
— A realidade é que o Reino Unido está fazendo muito mais. Acho que o rei pode erguer a cabeça quando vier aqui e dizer: “Estou fazendo o máximo que posso” — afirmou Roberts. — Aqui nos Estados Unidos, nosso presidente ainda não fez nada sequer remotamente semelhante. E os sobreviventes e o público estão muito decepcionados com isso — completou.
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O presidente americano, Donald Trump, descreveu a prisão como “uma vergonha” e “muito triste”.
— Sou um especialista, de certa forma, porque fui totalmente inocentado, então posso falar sobre isso. Acho que é uma vergonha. É muito ruim para a família real. Para mim, é algo muito triste — disse Trump, a bordo do Air Force One.
No Congresso, a reação foi imediata. O deputado republicano Thomas Massie, do Kentucky, que co-patrocinou com o democrata Ro Khanna um projeto para obrigar o Departamento de Justiça a divulgar milhões de arquivos relacionados a Epstein, afirmou que a prisão representa um marco.
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“O príncipe Andrew acabou de ser preso. Essa foi a métrica que estabeleci para o sucesso da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein”, escreveu Massie na rede X, pedindo que a secretária de Justiça Pam Bondi e o diretor do FBI, Kash Patel, “ajam”.
“Agora precisamos de JUSTIÇA nos Estados Unidos”, acrescentou.
O democrata Robert Garcia, membro graduado do comitê de supervisão da Câmara, afirmou que a prisão é “um enorme passo à frente” na busca por justiça para as vítimas de Epstein e acusou a Casa Branca de acobertamento.
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Ainda segundo informações divulgadas pelo jornal britânico, parlamentares também pediram que Mountbatten-Windsor viaje aos EUA para prestar depoimento sobre seus vínculos com Epstein.
Outro integrante do comitê, Suhas Subramanyam, declarou que a responsabilização no Reino Unido precisa ser acompanhada por medidas semelhantes nos EUA. Em entrevista à emissora MS Now, ele afirmou que a Europa tem avançado mais rapidamente que Washington nesse processo.
A deputada democrata Melanie Stansbury disse que a prisão representa um fato histórico, o primeiro membro da realeza britânica detido desde 1647, e criticou o que chamou de recusa do governo americano em investigar crimes “enterrados por décadas”.
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Já a republicana Nancy Mace afirmou que seu grupo foi o primeiro a pedir a prisão de Mountbatten-Windsor e declarou que “ninguém está acima da lei”.
Documentos divulgados recentemente pelo Departamento de Justiça mostram que o nome de Andrew Mountbatten-Windsor estava no radar das autoridades americanas há 15 anos antes da prisão.
Entre as sobreviventes, Maria Farmer, primeira pessoa conhecida a denunciar Epstein e sua cúmplice, Ghislaine Maxwell, posteriormente condenada por tráfico sexual, afirmou que a prisão é apenas o início de um processo mais amplo de responsabilização.
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— Hoje é apenas o começo — disse. — Vamos exigir que todos os dominós do poder e da corrupção comecem a cair.
Outra sobrevivente, Marijke Chartouni, afirmou que o Departamento de Justiça dos EUA deveria ter agido com a mesma rapidez das autoridades britânicas, que levaram menos de três semanas entre a divulgação do mais recente lote de arquivos de Epstein e a prisão.
Uma pessoa morreu e outras 24 ficaram feridas quando uma embarcação de passageiros afundou nas populares ilhas turísticas de Galápagos, no Equador, informaram os serviços de emergência locais nesta sexta-feira (20).
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O arquipélago, localizado no Oceano Pacífico, a cerca de 1.000 km da costa do Equador, possui flora e fauna únicas. Patrimônio Mundial da UNESCO, é uma das principais atrações turísticas do país.
O serviço de emergência ECU911 informou que a embarcação afundou na quinta-feira (19) enquanto navegava entre a praia de Tortuga Bay e Puerto Ayora, na Ilha de Santa Cruz.
Equipes resgatam uma das vítimas de naufrágio de embarcação de passageiros nas Ilhas Galápagos, no Equador
Reprodução / X
“As equipes de resgate informaram que esta emergência infelizmente resultou em uma morte e 24 feridos”, afirmou o ECU911 em seu grupo de imprensa no WhatsApp.
Havia 29 pessoas a bordo da embarcação, segundo a Marinha Equatoriana. O capitão da embarcação morreu no incidente, cujo corpo foi encontrado após três horas de buscas, acrescentou a instituição militar.
O arquipélago de Galápagos recebeu esse nome devido às suas tartarugas-gigantes, e seu ecossistema inspirou a teoria da evolução de Charles Darwin. Suas ilhas “encantadas”, que também fazem parte da Reserva Mundial da Biosfera, receberam aproximadamente 146 mil turistas (65% estrangeiros) no primeiro semestre de 2025, em comparação com 142 mil no mesmo período de 2024, segundo o Parque Nacional de Galápagos.
O marido da Secretária do Trabalho dos Estados Unidos, Lori Chavez-DeRemer, foi proibido de entrar na sede do departamento depois que pelo menos duas funcionárias relataram a autoridades que ele as havia agredido sexualmente, de acordo com pessoas familiarizadas com a decisão e um boletim de ocorrência obtido pelo The New York Times.
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As mulheres disseram que o marido de Lori, Shawn DeRemer, as tocou de forma inapropriada no prédio do Departamento do Trabalho, na Avenida Constitution. Um dos incidentes, ocorrido durante o expediente na manhã de 18 de dezembro, foi gravado pelas câmeras de segurança do escritório, segundo as fontes. O vídeo mostra DeRemer abraçando uma das mulheres por um longo período e foi analisado como parte de uma investigação criminal, afirmou uma das fontes.
Em janeiro, as preocupações das mulheres em relação a DeRemer, de 57 anos, foram levantadas como parte de uma investigação interna do inspetor-geral do departamento sobre suposta má conduta de Lori e de sua equipe sênior, disse uma das pessoas. Em 24 de janeiro, o Departamento de Polícia Metropolitana de Washington apresentou uma denúncia de contato sexual forçado ocorrido em dezembro no Departamento do Trabalho, de acordo com o relatório que foi consultado pelo The Times.
O boletim de ocorrência é o único dos últimos três meses associado ao endereço do Departamento do Trabalho, disse um porta-voz da polícia, acrescentando que a unidade de crimes sexuais do Departamento de Polícia está investigando o caso.
Após as mulheres descreverem os incidentes aos investigadores, DeRemer foi proibido de entrar nas instalações do Departamento do Trabalho, de acordo com pessoas familiarizadas com a decisão, que pediram para não serem identificadas devido à delicadeza das alegações e às investigações em curso envolvendo o departamento.
“[se] DeRemer tentar entrar, deverá ser solicitado que se retire”, dizia um aviso de restrição de construção consultado pelo The Times.
DeRemer, anestesiologista em Portland, no estado americano de Oregon, que visitava frequentemente o escritório de sua mulher em Washington, não respondeu ao pedido de comentário feito pelo The New York Times. Uma porta-voz do Departamento do Trabalho também não se manifestou. O advogado que representa Lori na investigação do inspetor-geral recusou-se a comentar.
O crescente escândalo de má conduta no Departamento do Trabalho forçou vários assessores e membros da equipe de segurança do círculo íntimo de Lori a serem afastados administrativamente e sob investigação.
O gabinete do inspetor-geral está investigando uma denúncia formal de que Lori mantinha um relacionamento sexual impróprio com um subordinado — membro de sua equipe de segurança — e abusava de seu cargo levando funcionários a casas noturnas com shows de strip-tease, consumindo álcool no trabalho e fazendo viagens pessoais às custas do contribuinte. Seu advogado negou as acusações.
O presidente Trump nomeou Lori como sua secretária do Trabalho no final de 2024, e ela foi confirmada em março do ano passado. Ela era congressista republicana pelo Oregon antes de perder a disputa pela reeleição em 2024.
Durante seu mandato como secretária do Trabalho, milhares de funcionários do departamento foram forçados a deixar o serviço público federal. Seu departamento também divulgou mensagens nas redes sociais que ecoavam as utilizadas por nacionalistas brancos.

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