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Brendan Carr, presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, ameaçou no sábado revogar as licenças das emissoras caso não “corrijam o rumo” da cobertura jornalística sobre a guerra no Irã. Trata-se da mais recente ação de Carr na campanha para erradicar o que ele considera um viés liberal nas transmissões.
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Após a guerra entrar na terceira semana, Carr acusou, em publicação nas suas redes sociais, as emissoras de “divulgarem boatos e distorções de notícias” e as alertou para “corrigirem o rumo antes que suas licenças precisem ser renovadas”.
“As emissoras devem operar em prol do interesse público e, caso não o façam, perderão suas licenças”, escreveu o presidente da FCC.
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Carr compartilhou uma publicação do presidente dos EUA, Donald Trump, no Truth Social, que criticava a cobertura da mídia americana sobre a guerra. Trump se referia a uma reportagem do Wall Street Journal que noticiava o ataque a cinco aviões-tanque americanos na Arábia Saudita, alegando que a manchete era “intencionalmente enganosa”. Na publicação, o presidente disse que parece que o jornal quer que os Estados Unidos percam a guerra.
Em tom semelhante, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, fez uma longa reclamação sobre a cobertura da rede CNN, durante uma coletiva de imprensa na última sexta-feira, dizendo que ansiava pelo dia em que a emissora fosse controlada pelo bilionário David Ellison, proprietário da Paramount Skydance. Hegseth, também criticou os veículos de imprensa por uma cobertura da guerra que, segundo ele, “faz o presidente parecer mal”.
Pete Hegseth fala sobre ação militar dos EUA no Irã, no Pentágono, em 2 de março de 2026; conflito se intensifica no Oriente Médio
Brendan Smialowski/AFP
Com uma relação amigável com Trump, Ellison busca adquirir a Warner Bros — negócio que, se concretizado, colocará a CNN sob o seu controle. No jornalismo americano, Ellison é conhecido por reformular a liderança da CBS News, onde nomeou repórteres mais conservadores.
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A ofensiva retórica do governo Trump contra a imprensa ocorre num momento delicado para a Casa Branca. Pesquisas apontam baixo apoio popular à guerra, enquanto o governo tenta impedir os esforços do Irã para bloquear o Estreito de Ormuz, em meio à disparada dos preços globais do petróleo.
‘Intimidar a imprensa livre’
Desde que assumiu a presidência da FCC, no início do segundo mandato de Trump, Carr tem levantado regularmente a possibilidade de confiscar as licenças das emissoras devido a várias decisões de programação nas principais redes de televisão, cujas estações próprias e afiliadas precisam de licenças da instituição para operar. Essas licenças, no entanto, não se aplicam a canais a cabo, serviços de streaming ou veículos impressos.
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Mas especialistas em regulamentação da mídia afirmam que o processo de cassação de licenças de emissoras é complexo e extremamente oneroso por natureza. A principal lei nacional sobre Comunicação proíbe o governo de usar regulamentações para censurar.
Parlamentares democratas e defensores da liberdade de expressão rapidamente condenaram a ameaça de Carr, classificando-a como uma violação da Primeira Emenda. Nas redes sociais, a senadora Elizabeth Warren, de Massachusetts, classificou a ação como “típica de regimes autoritários”, enquanto o senador Mark Kelly, do Arizona, afirmou que, “quando nossa nação está em guerra, é fundamental que a imprensa tenha liberdade para noticiar sem interferência do governo”.
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A Fundação para os Direitos Individuais e a Expressão, que defende o direito à liberdade de expressão, afirmou que o mandato de Carr como presidente da FCC “foi marcado por sua descarada disposição em intimidar e ameaçar nossa imprensa livre”. A fundação classificou a ameaça de Carr, em comunicado, como “chocante e perigosa”.
Mesmo antes de iniciar seu segundo mandato, Trump pediu que a FCC “impusesse as multas e punições máximas” à CBS por suposto “comportamento ilegal” ao editar uma entrevista do programa 60 Minutes com a candidata democrata à presidência em 2024, Kamala Harris.
Em setembro do ano passado, o programa “Jimmy Kimmel Live!”, da ABC, foi temporariamente retirado do ar depois que Carr questionou alguns comentários do apresentador. Após os comentários de Carr sobre Kimmel, a Nexstar Media Group, maior proprietária de estações locais de TV dos EUA, retirou o programa de suas 32 emissoras afiliadas à ABC. A Sinclair Inc. também suspendeu o programa em suas afiliadas da rede. Ambas as empresas voltaram a exibi-lo no fim de setembro.
Carr também sugeriu que a FCC investigasse o programa de entrevistas “The View”, também da ABC, por seu conteúdo político. Em fevereiro, o apresentador Stephen Colbert criticou duramente o presidente da FCC e afirmou que sua emissora, a CBS, o havia impedido de exibir uma entrevista com um candidato democrata à vaga no Senado dos EUA. Segundo Colbert, a medida foi determinada por conta das novas diretrizes da FCC sobre igualdade de tempo de antena para candidatos políticos.
Cassação de licenças
A FCC não licencia diretamente as grandes redes nacionais de televisão e, portanto, não pode aplicar sanções diretamente contra elas. Quem possui as licenças da agência são as emissoras locais, incluindo estações pertencentes às próprias redes ou afiliadas independentes, que são legalmente responsáveis por cumprir as regras da comissão.
Revogar licenças por causa de conteúdo que desagrade ao governo representaria uma expansão sem precedentes dos poderes da FCC, e algumas tentativas nesse sentido já foram contestadas com sucesso na Justiça.
As autoridades iranianas prenderam pelo menos 20 pessoas no noroeste do país por suspeita de cooperação com Israel, informou a agência de notícias local Tasnim neste domingo (15). As detenções ocorrem mais de duas semanas após o início da guerra no Oriente Médio, iniciada por uma ação conjunta entre Israel e EUA contra o Irã.
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As prisões foram realizadas durante operações em redes ligadas a Israel na província do Azerbaijão Ocidental, informou a agência de notícias Fars, citando o procurador provincial azerbaijano Hossein Majidi. “Vinte pessoas foram presas e detidas” depois de se descobrir que estavam “enviando detalhes de locais militares, policiais e de segurança ao inimigo sionista”, acrescentou.
As autoridades realizaram ataques abrangentes em todo o Irã, prendendo nos últimos dias centenas de pessoas suspeitas de cooperar com Israel e os Estados Unidos, informou a mídia local. O conflito começou em 28 de fevereiro com ataques em conjunto de EUA e Israel que mataram o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, provocando a retaliação iraniana.
Além disso, as prisões também ocorrem em meio a uma forte restrição digital no Irã. Desde janeiro, o governo impôs um amplo bloqueio de internet para conter protestos e controlar a circulação de informações, enquanto tenta impedir o uso de sistemas de conexão via satélite, consideradas ilegais no país, para driblar a censura estatal.
Outras detenções
Neste domingo, a agência de notícias oficial IRNA informou a prisão de uma pessoa que estaria enviando informações ao canal de TV Iran International, com sede em Londres e com quem o Irã rompeu relações por ser “afiliada ao regime sionista”.
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O relatório, que cita o comandante da polícia da província de Qazvin, no norte, afirma que o indivíduo utilizava um terminal Starlink, uma tecnologia proibida no Irã. Na sexta-feira, um homem de 37 anos foi preso acusado de operar uma rede ilegal de internet via satélite utilizando o mesmo sistema. Segundo autoridades locais, o suspeito teria criado um esquema para vender acesso à internet sem filtros em diferentes regiões do país.
De acordo com informações divulgadas pela polícia da Fars Province, o homem de 37 anos foi detido na cidade de Shiraz após investigação que identificou a existência de uma rede que fornecia conexão alternativa à rede controlada pelo governo iraniano.
O país persa foi isolado digitalmente do resto do mundo por um apagão total da Internet desde o início da guerra no Médio Oriente. Para contornar essas restrições, alguns iranianos recorreram aos terminais Starlink da empresa norte-americana SpaceX, que se conectam à Internet através de satélites.
O Exército israelense anunciou, neste domingo (15), ter lançado uma onda de ataques “em grande escala” no oeste do Irã, no 16º dia de sua ofensiva conjunta com os Estados Unidos contra a República Islâmica.
“Recentemente, as Forças de Defesa de Israel iniciaram uma onda de ataques em grande escala contra a infraestrutura do regime terrorista iraniano no oeste do Irã”, informou o exército em um comunicado na rede social X.
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Citando a imprensa estatal iraniana, a rede americana CNN informou também que diversos pontos da cidade iraniana de Isfahan foram alvejados por mísseis. Apesar de um vídeo mostrar uma densa fumaça sobre a região, não é possível identificar com clareza o que a provocou.
À rede americana, um morador disse que a cidade foi atingida por uma “bomba poderosa”. Ele conta que “tudo tremeu”, descrevendo a situação como “horripilante”.
— Minha esposa teve um ataque de pânico pela terceira vez esta semana. Estamos saindo de Isfahan — disse.
* Em atualização
A Coreia do Sul afirmou, neste domingo (15), que “avalia de perto” o pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, para que países enviassem navios de guerra ao Estreito de Ormuz a fim de garantir a segurança da rota marítima, vital para o escoamento de cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo, na prática hoje sob bloqueio imposto pelo Irã.
Contexto: Trump diz que EUA atacaram ‘todos os alvos militares’ na ilha de Kharg, responsável por 90% da exportação de petróleo bruto do Irã
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— Seguimos as declarações do presidente Trump nas redes sociais e examinaremos o tema com cuidado, em estreita consulta com os Estados Unidos— disse uma fonte em um alto cargo da presidência sul-coreana à AFP.’
No sábado (14), Trump pediu que China, França, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul e “outros países” enviem navios de guerra, “em conjunto com Washington”, para garantir a segurança no Estreito de Ormuz. Em um publicação na sua plataforma, a Truth Social, o presidente americano assegurou que “de um jeito ou de outro, em breve teremos o Estreito de Ormuz aberto, seguro e livre”.
Com os altos preços da gasolina prejudicando sua popularidade em ano eleitoral nos EUA, quando o Congresso está em jogo, o republicano escreveu que Washington pode começar a escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz, mesmo com a guerra em curso. Até então, nenhum país havia respondido ao apelo de Trump.
“Muitos países, especialmente aqueles que são afetados pela tentativa do Irã de fechar o Estreito de Ormuz, enviarão navios de guerra, em conjunto com os Estados Unidos, para manter o Estreito aberto e seguro”, escreveu o presidente. “Esperamos que China, França, Japão, Coreia do Sul, o Reino Unido e outros, que são afetados por essa restrição artificial, enviem navios para a área para que o Estreito de Ormuz não seja mais uma ameaça por parte de uma nação que foi totalmente decapitada”, acrescentou.
Em rede social, Trump faz apelo para que outros países enviem navios de guerra para garantir segurança no Estreito de Ormuz
Reprodução: Truth Social
Os EUA realizaram um dos maiores bombardeios da campanha militar contra o Irã na noite de sexta-feira, quando atingiram, de acordo com o Pentágono, “todos os alvos militares” na Ilha de Kharg, no Golfo Pérsico, responsável por 90% da exportação de petróleo bruto do Irã . Trump afirmou que os ataques “obliteraram completamente todos os alvos militares” na ilha, mas disse ter decidido não destruir a infraestrutura petrolífera, “pelo menos por enquanto”.
“Por razões de decência, optei por não destruir a infraestrutura petrolífera da ilha. Mas, se o Irã interferir na livre passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, reconsiderarei imediatamente essa decisão”, escreveu.
Irã reage
Horas depois, ainda no sábado, o Irã rejeitou as ameaças de Trump, afirmando que o Estreito de Ormuz segue sob seu controle total e que “qualquer tentativa de movimentação ou trânsito será alvo de ataques”. A declaração desafiadora surgiu poucas horas depois do ataque da milícia Kata’ib Hezbollah, aliada do Irã, contra a embaixada americana em Bagdá, capital do Iraque.
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Na semana passada, após uma reunião do G7, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que seu país apoia uma coalizão de navios de guerra para garantir a livre passagem pelo ponto crítico de estrangulamento energético, mas ressaltou a necessidade de organização, o que poderia levar várias semanas.
O secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, fez coro com a opinião de Macron, observando que as conversas sobre o Estreito estavam em estágios preliminares, ao mesmo tempo que ressaltou a necessidade de uma desescalada prévia nas tesões.
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Em comunicado, as Forças Armadas iranianas afirmaram que não permitiriam a passagem de “petroleiros ou navios comerciais” pertencentes a “agressores e seus aliados” pela área, palco de bombardeios contra petroleiros desde o início da guerra. Em sua última atualização, o Gabinete de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido informou que recebeu 20 relatos de incidentes que afetaram embarcações no Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz e no Golfo de Omã. Dezesseis desses navios foram atacados, segundo o comunicado.
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Na publicação, Trump insistiu no seu discurso sobre a capacidade militar iraniana, afirmando que já destruiu “100%, mas é fácil para eles enviar um ou dois drones, lançar uma mina ou disparar um míssil de curto alcance em algum ponto ao longo desta hidrovia, não importa o quão derrotados estejam”.
Por sua vez, o embaixador do Irã em Genebra, Ali Bahrani, afirmou que as alegações de Trump são “baseadas em mentiras inventadas”.
(Com AFP e New York Times)
Navios que estavam vindo para o Brasil com diesel mudaram a rota para outros portos, em busca de preços maiores. Isso foi detectado pelo monitoramento do governo. Uma sala de situação no Ministério de Minas e Energia acompanha o mercado. O petróleo que o Brasil importa da Arábia Saudita, e que passaria pelo Estreito de Ormuz, está vindo em parte pelo Mar Vermelho e em parte pelo Mediterrâneo. Esta segunda rota é exigente. Um trecho do trajeto se faz por caminhão, e depois é preciso usar embarcações menores. O agronegócio brasileiro já havia comprado fertilizantes, mas milho e soja começam a subir. A guerra contra o Irã produziu uma crise complexa. Ela é tudo menos o que Donald Trump tem dito. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O Ministério do Patrimônio Cultural e Turismo do Irã declarou no sábado que ao menos 56 museus e sítios históricos em todo o país foram danificados pela guerra no Oriente Médio.
Leia mais: Palácio Golestan, patrimônio mundial da Unesco em Teerã, é danificado após ataques de EUA e Israel
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Em Teerã, os ataques dos Estados Unidos e de Israel danificaram, nos primeiros dias do conflito, o Palácio de Golestan, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco, informaram meios de comunicação locais.
O complexo palaciano é um dos lugares mais antigos da capital iraniana e, no passado, serviu de residência à dinastia Qajar.
A pasta informou que Teerã registrou o maior número de monumentos afetados, com 19 que apresentam diferentes níveis de deterioração.
Também foi danificada a grande praça de Naqsh-e Yahan, uma joia arquitetônica do século XVII situada no coração da cidade de Isfahan. No porto de Siraf, na província meridional de Bushehr, várias casas foram afetadas no centro histórico, onde se encontram numerosos edifícios centenários.
A Unesco, agência cultural da ONU, declarou na sexta-feira à AFP que está preocupada com as centenas de locais históricos no Irã, Israel e Líbano que foram danificados ou se encontram ameaçados pela guerra.
A Guarda Revolucionária do Irã prometeu na manhã deste domingo que vai matar o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. “Se este criminoso assassino de crianças estiver vivo, continuaremos a persegui-lo e matá-lo com toda a força”, declarou o grupo em seu site, Sepah News.
Na quinta-feira, Netanyahu fez ameaças veladas contra Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, e contra o chefe do Hezbollah, Naim Qassem, durante sua primeira entrevista coletiva desde o início da guerra no Oriente Médio. “Eu não emitiria apólices de seguro de vida para nenhum dos líderes da organização terrorista… Não pretendo dar aqui uma mensagem exata sobre o que estamos planejando ou o que vamos fazer.”
Ainda no sábado, o Irã atacou a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, capital do Iraque. Um jornalista da AFP relatou ter ouvido explosões e visto uma nuvem de fumaça preta se elevar sobre o prédio da missão diplomática.
Duas autoridades de segurança disseram à agência que o complexo foi atingido por um drone. Outros relatos indicaram que o ataque pode ter envolvido um míssil que atingiu um heliponto dentro do complexo e destruiu o sistema de defesa aérea da embaixada, segundo uma fonte de segurança iraquiana citada pela al-Jazeera. Não houve registro de feridos.
A declaração ocorre em meio à guerra regional iniciada em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram um ataque conjunto contra o Irã. O conflito já levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, principal rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás do mundo, provocando forte alta nos preços.
As eleições presidenciais na França só ocorrerão em 2027, mas desde já as atenções se voltam para o país, que vai às urnas neste domingo e no próximo (22) para eleger prefeitos. O pleito é amplamente visto por analistas como um teste da correlação de forças antes da disputa pela Presidência — e também deverá medir até que ponto os partidos tradicionais estão dispostos a formar alianças com siglas consideradas radicais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O ataque coordenado entre EUA e Israel ao Irã, e a resposta do regime iraniano escolhendo como alvos países aliados da Casa Branca no Golfo Pérsico, entre eles Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, tiveram como consequência o enfraquecimento presente e futuro do Brics, avaliam fontes diplomáticas e analistas dentro e fora do Brasil. Se o grupo, originalmente formado por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul, já vinha perdendo fôlego pelas divergências entre seus membros em relação a diferentes conflitos globais, a nova guerra no Oriente Médio tornou ainda mais desafiadora sua sobrevivência, resultando, no curto prazo, numa vitória para o presidente americano, Donald Trump. Desde seu retorno ao poder, ele atua explicitamente para debilitar o grupo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Um ano antes de um míssil matar 170 pessoas em uma escola no sul do Irã, um ataque creditado aos EUA, o Departamento de Defesa cortou programas destinados a reduzir ou evitar mortes entre civis em conflitos armados, como o lançado no fim de fevereiro contra o Irã. Uma decisão que reflete o ideário do secretário de Defesa, Pete Hegseth, para quem a “letalidade máxima” vem em primeiro lugar, e que põe em xeque o discurso do Pentágono sobre a proteção de não combatentes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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