‘Possivelmente Trump’: Atirador ‘tinha como alvo membros do governo’ Trump, diz secretário de Justiça interino
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— Esse cara é um doente — disse Trump à rede de TV americana Fox News. — Quando você lê o manifesto dele, vê que ele odeia os cristãos. A irmã ou o irmão dele estava reclamando disso. Eles chegaram até a reclamar com as autoridades policiais. Ele era um sujeito muito perturbado.
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Trump sugeriu que a família de Allen expressou preocupações sobre ele à polícia de Connecticut antes do ataque ao jantar de imprensa.
Autoridades que examinaram os dispositivos eletrônicos e os escritos do atirador acreditam que ele pretendia atacar membros do governo presentes no Salão de Baile do Washington Hilton. Na ocasião, o homem tentou invadir o jantar com duas armas, mas foi derrubado em uma cena caótica que resultou em disparos, Trump sendo retirado às pressas do palco e convidados se protegendo debaixo das mesas.
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Em entrevista à imprensa americana neste domingo, o secretário de Justiça interino dos EUA, Todd Blanche, reiterou que Allen agiu sozinho e “tinha como alvo pessoas que trabalham no governo, possivelmente incluindo o presidente”. Ele acredita que o atirador “não está cooperando com as investigações”.
— Parece que ele, de fato, tinha como alvo pessoas que trabalham no governo, provavelmente incluindo o presidente — disse Blanche, afirmando que esta é uma visão “bastante preliminar”.
O secretário de Justiça interino ainda disse que o incidente mostrou que o perímetro de segurança ao redor de Trump e seus assessores “funcionou bem” para neutralizar rapidamente a ameaça.
— Não podemos esquecer que o suspeito não foi muito longe. Ele mal ultrapassou o perímetro — disse Blanche, que também estava no salão. — O sistema funcionou. Estávamos seguros, o presidente Trump estava seguro.
Ele disse ao programa Meet the Press, da rede americana NBC News, que os investigadores estão analisando relatos de que o suposto atirador montou a arma no hotel. De acordo com Blanche, o suspeito pegou um trem de Los Angeles para Chicago e, em seguida, de Chicago para Washington, onde se hospedou no Washington Hilton um ou dois dias antes do jantar.
Trump mostrou-se excepcionalmente conciliador após o que considerou a terceira tentativa de assassinato contra ele em menos de dois anos. Ele sugeriu que suas convicções políticas pessoais o tornaram um alvo frequente, mas também fez um apelo à união e à reconciliação bipartidária em um mundo cada vez mais violento.








