Veja vídeo: Homem é preso após agredir freira francesa em Jerusalém
Nem na faixa de pedestres: Javali ‘atropela’ homem e vídeo viraliza na Turquia; assista
De acordo com o Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, o corpo foi encontrado em 22 de abril na Direção Regional de Bogotá, um dia depois de o desaparecimento ter sido comunicado. Após análises forenses, o órgão conseguiu confirmar a identidade do homem por meio de registros odontológicos fornecidos pelos familiares, por intermédio da Embaixada dos Estados Unidos.
— O Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses informa que (…) foi possível estabelecer a identidade no dia de hoje — afirmou a entidade em comunicado oficial divulgado em 28 de abril, no qual também manifestou condolências à família.
Câmeras de segurança registraram Eber saindo de uma residência no norte de Bogotá por volta das 21h no dia 21 de abril. Desde então, ele não foi mais visto. O corpo foi encontrado abandonado na capital colombiana e com sinais de violência, informação confirmada pelo jornal El Tiempo. Comentários nas redes sociais afirmam que o corpo teria sido encontrado esquartejado, mas autoridades informaram ao jornal que essa informação é falsa.
Initial plugin text
A identificação não foi imediata, já que o cidadão não portava passaporte, o que exigiu verificações adicionais antes da notificação à família.
Embora as autoridades colombianas não tenham detalhado publicamente as circunstâncias exatas do homicídio, versões preliminares apontam para um possível roubo.
O veículo Yeshiva World News informou que Eber teria sido vítima de um ataque cometido por um grupo criminoso, versão também mencionada em reportagens do The Jewish Weekly, segundo as quais o rabino foi roubado e posteriormente assassinado, sendo abandonado em uma área isolada.
Por enquanto, a investigação segue em andamento, e as autoridades buscam esclarecer com precisão o que ocorreu e identificar os responsáveis.
Segundo a Polícia Metropolitana, o corpo foi encontrado dentro de um armário após uma ligação para a linha de emergência 123, na qual foi relatado que “aparentemente dentro de um closet ou armário se encontra uma pessoa de aproximadamente 45 anos”. Ao chegar ao local, as autoridades verificaram a situação e constataram que a vítima não apresentava sinais de esquartejamento, como havia sido especulado inicialmente, mas tinha marcas de violência, com “múltiplos golpes”, o que levou ao início imediato das investigações.
O caso começou a ganhar contornos a partir dessa denúncia feita por um cidadão, o que permitiu a atuação da Polícia Judiciária para realizar as primeiras apurações sobre tempo, modo e lugar dos fatos.
De acordo com o tenente-coronel Óscar Chauta, comandante da Estação de Polícia de Bosa, desde aquele momento foi iniciado um trabalho coordenado entre diferentes departamentos para esclarecer o ocorrido e determinar as circunstâncias da morte.
Apesar de o avanço do Instituto Médico-Legal na identificação do corpo ter sido decisivo, fontes da Procuradoria-Geral da Nação informaram que o caso continua em fase de investigação e que, por enquanto, não há conclusões definitivas sobre o que aconteceu.
Nesse sentido, afirmaram que “não podemos confirmar nem descartar, por ora, nenhuma hipótese”, embora entre as linhas investigadas esteja a possibilidade de roubo, ainda sem confirmação oficial.








