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Após dez dias de uma jornada acompanhada por bilhões de pessoas na Terra, a Missão Artemis II, a primeira viagem tripulada em direção à Lua em mais de 50 anos, terminou com uma reentrada e um pouso perfeitos da cápsula Orion no Oceano Pacífico, na noite desta sexta-feira. Embora não tenha chegado ao solo lunar, a missão era considerada uma das mais importantes das últimas décadas para o retorno humano a nosso satélite natural, e para sua potencial ocupação permanente.
— Que jornada. Estamos estáveis. Quatro tripulantes “verdes” (nomenclatura que indica que todos estão bem) — disse o comandante da Missão Artemis II, Reid Wiseman, logo depois da espaçonave tocar o oceano.
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A Artemis II é também brasileira? Entenda participação nacional em missão que explorou lado oculto da Lua
40 mil km/h, 3.000°C e bloqueio de sinal: Saiba o que os astronautas da Artemis II vão enfrentar durante o retorno à Terra nesta sexta
A Orion pousou no Oceano Pacífico às 21h07 , pelo horário de Brasília, perto da costa de San Diego, no estado americano da Califórnia, e os quatro serão resgatados pelo navio USS John P. Murtha, com o apoio de embarcações menores. Para que deixem a cápsula em segurança, há uma espécie de balsa, apelidada de “varanda da frente”. Em seguida, serão levados para um período de recuperação e exames médicos antes de serem liberados.
“Os Estados Unidos estão de volta à ativa, enviando astronautas à Lua e trazendo-os de volta em segurança”, escreveu, na rede social X, o chefe da Nasa, Jared Isaacman. “Esses talentosos astronautas inspiraram o mundo e representaram suas agências espaciais e nações como embaixadores da Humanidade junto às estrelas.”
Tal como sua missão preparatória, a Artemis I, lançada sem tripulantes no final de 2022, a Artemis II conviveu com atrasos, alterações nos planos e uma troca na Casa Branca que colocou novamente a Lua no centro das prioridades espaciais. O presidente dos EUA, Donald Trump, que em seu primeiro mandato queria colocar astronautas no satélite natural até 2024, estabeleceu como nova meta 2028, seu último na Presidência. Até 2032, deseja ver uma base permanente. Por isso, demonstrar que os EUA tinham capacidade para recolocar humanos na Lua era crucial, em uma corrida contra um programa espacial chinês que também quer as pegadas de seus taikonautas ali até 2030.
— Estamos voltando à Lua. E vamos ficar. Estamos construindo uma presença duradoura. Vamos dominar as habilidades necessárias na superfície lunar para que um dia possamos realizar missões a Marte. É um momento emocionante, incrivelmente empolgante. E não estamos fazendo isso sozinhos. Estamos levando todos conosco — disse Isaacman a jornalistas, a bordo do USS John P. Murtha, enquantoa aguardava o resgate.
Como será o retorno da Artemis II para a Terra
Antes da data inicial de lançamento, em março, foram detectados problemas como um vazamento de hidrogênio, e o consenso foi pelo adiamento para o dia 1º de abril. Desta vez, sem sustos, imprevistos ou questões técnicas: às 19h35, pelo horário de Brasília, o foguete levando a cápsula Orion e seus quatro tripulantes — Reid Wiseman, Christina Koch, Victor Glover e Jeremy Hansen — rompeu a atmosfera rumo à órbita lunar.
— Gostaria de começar parabenizando a equipe da Nasa e nossos bravos astronautas pelo lançamento bem-sucedido da Artemis II. Foi algo realmente extraordinário — disse Trump, no dia 1º de abril, no mesmo pronunciamento em que exaltou a guerra contra o Irã.
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Fora da atmosfera, os astronautas tinham diante de si o planeta azul onde todos os seres humanos, desde o início da História, nasceram, viveram e construíram suas trajetória. A primeira imagem, feita por Wiseman, foi batizada de “Olá, Mundo”. A bordo, os quatro “brigavam” pelos melhores lugares da Orion: as janelas.
— Fenomenal. Nenhum de nós consegue almoçar porque estamos grudados na janela. Estamos tirando fotos. Reid disse que não aguenta mais — disse Jeremy Hansen, durante uma entrevista a veículos de comunicação, por videoconferência.
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A queima de injeção translunar direcionou a espaçonave em uma rota que não era usada por humanos desde 1972. A Lua crescia nas janelas, ao mesmo tempo em que a Terra ficava mais distante. Além dos exercícios, obrigatórios para enfrentar os impactos da ausência da gravidade nos músculos, a tripulação revisava ordens e preparava equipamentos da etapa mais aguardada da missão: fotografar e filmar de perto a Lua, inclusive seu lado oculto.
— É uma visão belíssima — disse Christina Koch, especialista da missão, ao controle da missão na Terra. — Estamos vendo cada vez mais do lado distante [da Lua], e é simplesmente emocionante estar aqui.
O astronauta da NASA e comandante da missão Artemis II, Reid Wiseman, tirou esta foto da Terra da janela da espaçonave Orion em 2 de abril
NASA/Divulgação
Mas nem só de sorrisos se fez a aproximação lunar. Na noite de sexta-feira, a Nasa revelou problemas com o banheiro da Orion, um equipamento de US$ 23 milhões que parou de funcionar logo depois do lançamento. A função de “encanador espacial” ficou com Koch, e no sábado a Nasa confirmou que tudo funcionava perfeitamente — até então, os dejetos produzidos foram armazenados em sacolas próprias, como as usadas nos anos 1960.
— Acho que essa fixação com o banheiro é meio que da natureza humana —disse John Honeycutt, líder da equipe de gerenciamento da missão da Nasa. — E é mais difícil de administrar no espaço.
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Nasa
Com todos equipamentos a bordo funcionando, na segunda-feira a Orion entrou na esfera de influência lunar, quando a espaçonave passou a ser “puxada”, e bateu o recorde de mais longa distância viajada no espaço — 400.771 km —, um feito que pertencia à Apollo 13, em 1970. Àquela altura, detalhes reservados a poucos mortais começaram a se apresentar.
— A Lua que estamos vendo não é a mesma Lua que você vê da Terra — disse Koch ao comando da missão. — A Lua é realmente um corpo celeste com seu próprio propósito no Universo. Não é apenas um cartaz no céu que passa despercebido.
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No ponto máximo de aproximação, a Orion chegou a 6,5 mil km de distância da superfície. Contrastes de luz e sombra nas crateras foram notados em suas nuances mais sensíveis. O “terminador”, limite entre as partes clara e escura da Lua, foi descrito como “visualmente fascinante” pelo piloto da missão, Victor Glover. Em um dos momentos mais emocionantes da jornada, Hansen pediu, em nome da tripulação, que uma das crateras observadas recebesse o nome de Carroll, em homenagem à mulher de Wiseman, que morreu de câncer em 2020.
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O aguardado e temido blecaute de comunicações durante a passagem pelo lado oculto da Lua, anunciado pelo “pôr da Terra” no horizonte lunar, durou cerca de 40 minutos, sem sustos. Neste período, a tripulação conseguiu observar o impacto de meteoritos no solo, um fenômeno raro que rendeu alguns gritos de comemoração na Orion e no centro de comando de terra.
— [O fenômeno é] algo que não testemunhamos com frequência — disse a astronauta reserva da missão, Jenni Gibbons. — Eles eram uma prioridade científica muito alta para nós, então o fato de terem visto quatro ou cinco foi simplesmente extraordinário.
Em um presente de despedida, os quatro testemunharam um eclipse solar visto apenas para quem estava a bordo da Missão Artemis II. Era hora de aproveitar o impulso do nosso satélite natural de volta à Terra, na etapa considerada a mais arriscada da jornada.
A calmaria do espaço foi substituída pelo caos da reentrada, quando a cápsula que percorreu 406 mil km foi envolta por uma bola de fogo, uma onda de choque e uma temperatura no escudo térmico de 3.000ºC, voando 30 vezes mais rápido do que a velocidade do som. A bordo, ficaram sem comunicação por seis minutos, sem controle direto e sem banheiro, desativado cerca de três horas antes do pouso. Em novembro de 2022, a cápsula da Artemis I – um voo de teste não tripulado – sofreu uma perda inesperada de carbono no escudo térmico, mas os engenheiros garantiram ter encontrado as causas e sanado o problema para o voo seguinte.
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De acordo com os planos atuais da Nasa, a Missão Artemis III, que também não pousará, tem lançamento previsto para 2027, enquanto a Artemis IV, que deve levar os primeiros astronautas à Lua desde 1972, tem como meta ganhar o espaço em 2028.

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Em meio ao estremecimento das relações entre EUA e Vaticano após os ataques do presidente americano, Donald Trump, ao Papa Leão XIV, o chefe da diplomacia de Washington, o secretário de Estado Marco Rubio, visitou o líder da Igreja Católica na sede da Santa Sé nesta quinta-feira, em um encontro destinado a apaziguar tensões e criar laços entre o governo conservador republicano e o primeiro Sumo Pontífice nascido nos EUA.
Rubio foi recebido no Palácio Apostólico do Vaticano pelo Papa e pelo cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, na manhã desta quinta. Fotos do encontro divulgadas pela Santa Sé mostram a comitiva americana sendo recepcionada, trocas de cumprimentos entre Rubio e Leão XIV, além de um momento em que ambos tocam uma bíblia ao mesmo tempo. Em um breve comentário sobre a audiência privada, autoridades americanas descreveram as conversas como “amistosas e construtivas”.
*Matéria em atualização
Uma adolescente de 16 anos morreu após sofrer uma queda de 168 metros em uma atração turística no Parque de Aventuras Maliuyan, em Huaying, na província chinesa de Sichuan. O acidente ocorreu na tarde de domingo, quando a jovem, identificada apenas pelo sobrenome Liu, usava um tipo de tirolesa sobre uma cachoeira. Segundo uma equipe de investigação criada pelo governo local, ela morreu a caminho do hospital.
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Uma investigação preliminar classificou o caso como um acidente de segurança no trabalho. Após o episódio, o parque foi fechado para adequações, enquanto as entidades responsáveis e os indivíduos envolvidos na operação da atração seguem sob investigação. Autoridades de segurança pública informaram à China News Week que a polícia abriu um inquérito, mas não divulgaram detalhes adicionais.
Imagens do acidente mostram Liu vestindo camiseta preta e capacete de segurança, sentada na atração enquanto funcionários ajustavam as cordas. Em seguida, ela aparece com uma bandeira azul sobre os ombros enquanto é levada lentamente até a borda da plataforma.
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Segundo a imprensa chinesa, antes do início do trajeto, a adolescente gritou várias vezes que sua corda de segurança não estava “apertada o suficiente”.
Tragédia registrada
As imagens mostram a atração parando perto de uma barreira, enquanto amigos da jovem comemoram ao fundo. Pouco depois, o balanço volta a se mover. No momento em que Liu ultrapassa a barreira, o arnês preso ao corpo dela aparece se rompendo repentinamente.
Na sequência, a adolescente despenca em um cânion de 168 metros abaixo. Os amigos podem ser ouvidos gritando, e a gravação é interrompida abruptamente.
Liu foi socorrida às pressas, mas foi declarada morta durante o trajeto ao hospital.
Um funcionário local afirmou à China News Week que nunca havia ocorrido acidente semelhante na atração. Segundo ele, o operador do parque chegou a um acordo de indenização com a família da vítima.
Autoridades dos EUA revelaram expectativa de que o Irã responda nesta quinta-feira à última proposta de acordo para um cessar-fogo definitivo no Oriente Médio, após o presidente americano, Donald Trump, classificar como “muito boas” as negociações recentes entre os dois países, mediada pelo Paquistão. O governo de Teerã anunciou estar analisando a proposta, que meios de comunicação dos EUA afirmaram se tratar de um memorando com 14 pontos, incluindo abertura para conversas mais profundas sobre o programa nuclear iraniano.
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Golfinhos militares no Estreito de Ormuz?: EUA descartam uso na hidrovia, mas mantêm treinamento desde 1959
Em meio a uma pausa nos conflitos e de relativa calmaria nas operações ostensivas no Estreito de Ormuz, autoridades dos dois países ofereceram leituras divergentes do estágio atual das negociações. Ainda na quarta-feira, Trump disse que ocorreram conversas “muito boas nas últimas 24 horas” e que era um acordo era “muito possível”. A mídia estatal iraniana afirmou que a proposta estava sendo analisada pela parte iraniana, enquanto o porta-voz da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, divulgou opiniões críticas, chamando o documento de uma “lista de desejos americana”.
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Embora os termos não tenham sido tratados publicamente pelas autoridades, o portal americano de notícias Axios detalhou na quarta-feira que um documento de uma página, listando 14 pontos, teria sido encaminhado aos iranianos. O Wall Street Journal detalhou o andamento das discussões, citando fontes americanas ouvidas em anonimato.
A publicação indicou que, em caso de aceite de Teerã, as negociações poderiam ser retomadas já na semana que vem em Islamabad — o Paquistão é o principal mediador da atual mesa de negociações. A República Islâmica teria manifestado abertura para discutir o programa nuclear, um dos alvos de Trump, enquanto os EUA teriam exigido que Teerã aliviasse o controle do Estreito de Ormuz. Ainda de acordo com as fontes americanas, os EUA estariam dispostos a afrouxar o bloqueio a portos iranianos pelo período de 30 dias, enquanto novas conversas seriam realizadas.
Continua sendo um gargalo, porém, o futuro do urânio enriquecido pelo Irã acima do uso civil. Estaria em discussão a possível remoção da carga radioativa, embora Teerã ainda se oponha à transferência do material para os EUA. Outro ponto que ainda não teria sido solucionado é o papel do Irã no futuro da supervisão do tráfego no Estreito de Ormuz. (Com AFP)
Agora é oficial. Quatro meses após anunciada pelo presidente Lula, vai finalmente sair do papel a decisão de conceder isenção de visto a portadores de passaporte chinês para viagens ao Brasil. A medida entra em vigor no dia 11 de maio. A partir desta data, cidadãos chineses poderão entrar no território nacional para um período de até 30 dias sem necessidade de emissão de visto. A isenção havia sido revelada por Lula em 23 de janeiro, em conversa por telefone com o presidente chinês, Xi Jinping. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Uma nova onda de tempestades severas atingiu o sudeste dos Estados Unidos na noite desta quarta-feira, encerrando um raro período de quase dois meses sem registros significativos de tornados em partes da região. O estado do Mississippi concentrou os casos mais graves, com tornados confirmados, estruturas destruídas e milhares de moradores sem energia elétrica.
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O Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA emitiu diversos alertas de tornado ao longo da noite. Em alguns pontos do Mississippi, meteorologistas detectaram sinais considerados extremos no radar, incluindo detritos sendo arremessados a até 12 mil pés de altura — um forte indicativo da presença de tornados potencialmente violentos.
Veja vídeo:
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As cidades de Garden City, Bude e Meadville ficaram entre as áreas mais afetadas. Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram casas destruídas, árvores arrancadas e postes derrubados após a passagem das tempestades.
Além do Mississippi, os estados da Louisiana e do Alabama também registraram condições severas, incluindo chuvas torrenciais, rajadas de vento e granizo de grandes proporções. Houve relatos de pedras de gelo de até sete centímetros de diâmetro em cidades do Alabama e do Mississippi.
Segundo autoridades meteorológicas, mais de 2,4 milhões de pessoas permaneceram sob alerta para tempestades severas durante a noite. O risco incluía tornados de intensidade EF-2 ou superior, ventos que poderiam ultrapassar 112 km/h e possibilidade de enchentes repentinas.
O cenário chama atenção porque Geórgia, Alabama e Flórida haviam encerrado o mês de abril sem qualquer alerta de tornado — algo que não acontecia desde 2012. A ameaça desta quarta-feira representou o primeiro risco significativo de tornados para partes da Geórgia e do Alabama desde meados de março.
Meteorologistas apontam que a instabilidade foi provocada por uma extensa frente fria que atravessa os Estados Unidos, criando um ambiente propício para a formação de tempestades supercelulares — fenômeno conhecido por gerar tornados mais intensos e duradouros.
Além do risco de tornados, autoridades alertam para acumulados expressivos de chuva nos próximos dias. Em algumas regiões do sudeste americano, a previsão indica volumes entre 50 e 75 milímetros, elevando o risco de enchentes repentinas.
O desaparecimento dos gatos Zeus e Hércules terminou com um reencontro improvável para a americana Dianna Rabetoy, moradora de Portland, nos Estados Unidos. Os animais, descritos como mestiços das raças Ragdoll e Maine Coon, haviam sumido em maio de 2024, quando ainda tinham menos de um ano de idade. Dois anos depois, na sexta-feira (1), eles foram encontrados em um abrigo de Los Angeles, a cerca de 1,6 mil quilômetros de distância da casa onde viviam.
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Segundo a emissora local KOIN 6, os gatos desapareceram do quintal da residência da família sem deixar pistas. Na época, Rabetoy espalhou panfletos pela vizinhança e publicou pedidos de ajuda na rede social Nextdoor, mas não conseguiu localizar os animais. Com o passar do tempo, ela passou a acreditar que Zeus e Hércules haviam sido levados por alguém e já não esperava revê-los.
Reencontro após ligação inesperada
A reviravolta aconteceu na última sexta-feira, quando a americana recebeu uma ligação de um abrigo de animais em Los Angeles informando que os gatos haviam sido identificados por meio dos microchips implantados neles. À emissora KOIN 6, Rabetoy afirmou ter ficado emocionada com a notícia.
— Fiquei emocionada. Nunca pensei que os veria novamente. Deus é bom — disse.
Ainda não há informações sobre como os dois gatos foram parar tão longe de casa. Com a ajuda de um amigo, a dona viajou à Califórnia no dia seguinte para buscá-los. Zeus e Hércules, que pesam entre 7 e 8 quilos, retornaram com ela para Portland no mesmo dia. Segundo a tutora, os animais estão saudáveis e readaptados ao ambiente doméstico.
— Não consigo parar de sorrir por eles estarem em casa. Gostaria de poder perguntar sobre as viagens deles. Seria bem divertido — afirmou aos veículos locais.
Após o reencontro, Rabetoy passou a defender a importância do uso de microchips em animais de estimação e da atualização constante dos dados de contato dos proprietários. Recentemente, outro caso semelhante ganhou repercussão no sul da Califórnia. Michelle Bluestone reencontrou sua cadela Lola cinco anos após o desaparecimento do animal. A cachorra havia fugido da casa dos pais da tutora em 2021 e foi localizada em fevereiro deste ano por um abrigo de animais, a cerca de 30 minutos do local onde havia sumido.
Imagens registradas por câmeras corporais e aéreas mostraram o momento em que pai e filho, ambos policiais, ajudaram a resgatar seis pessoas de um barco que afundava na Flórida, nos Estados Unidos. O caso aconteceu no sábado (2), no Lago East Tohopekaliga, a cerca de três quilômetros da costa, e mobilizou equipes de emergência do condado de Osceola.
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O policial Michael MacDonald e seu filho, Shane MacDonald, do Departamento de Polícia de St. Cloud, receberam o chamado sobre uma família de seis pessoas presa em uma embarcação que começava a submergir em meio à aproximação de uma tempestade. Enquanto o gabinete do xerife do condado acionava a unidade de helicópteros STAR, os dois embarcaram rapidamente em uma lancha de patrulha para chegar ao local.
Resgate em meio ao mau tempo
“Entramos no barco, a tripulação cruzou o lago voando”, relatou Michael, segundo informações da emissora WSVN. “Estávamos tentando tirá-los do barco o mais rápido possível, antes que uma tragédia acontecesse.” Nas imagens da câmera corporal, um dos agentes pode ser ouvido dizendo “Vamos pegá-los” pouco antes da aproximação da embarcação em risco.
Imagens do resgate circulam nas redes sociais
Facebook
Quando a equipe chegou, a proa do barco já estava quase completamente submersa e duas pessoas haviam caído na água. As gravações mostram Michael segurando a embarcação enquanto outros agentes retiravam os ocupantes e os levavam para a lancha de resgate. Com apoio do Corpo de Bombeiros de St. Cloud e de um morador que ajudou espontaneamente, todos os seis passageiros foram levados de volta à costa sem ferimentos graves.
O Departamento de Polícia de St. Cloud compartilhou o resgate em uma publicação no Facebook, destacando a atuação da equipe e a rapidez da resposta. “No final das contas, nosso treinamento realmente fez a diferença”, afirmou Shane. Michael também elogiou a operação e disse que foi um privilégio ver o filho em ação: “Naquele dia, tudo foi fenomenal e correu perfeitamente”.
A família de Serenity McMillan, adolescente que teve as duas pernas amputadas após ser atropelada por um trem em Granite City, no estado de Illinois, nos Estados Unidos, moveu uma ação judicial contra a empresa ferroviária Norfolk Southern e cobra indenização superior a US$ 50 mil, cerca de R$ 250 mil, por despesas médicas e danos morais. O caso aconteceu em 4 de abril de 2024, quando a jovem tinha 13 anos.
Segundo o processo, Serenity caminhava com a meia-irmã e uma amiga em direção ao Complexo de Futebol de Granite City para andar de patins quando o grupo encontrou um trem parado nos trilhos por cerca de dez a quinze minutos. Diante da espera, as crianças decidiram atravessar escalando a plataforma na extremidade de um vagão-tanque.
Ao tentar passar, no entanto, o trem teria começado a se mover “sem aviso prévio”, fazendo com que a adolescente caísse entre os vagões em movimento. As pernas de Serenity foram atropeladas e ficaram presas em um desvio dos trilhos após a queda.
Processo aponta falhas de segurança
A ação foi protocolada dois anos depois por sua mãe, Misty Scott, que sustenta que a Norfolk Southern falhou ao não alertar adequadamente sobre a partida do trem. O documento afirma que as crianças não ouviram qualquer sinal sonoro, como buzina, apito ou sino da locomotiva, antes do deslocamento.
O processo também argumenta que não havia funcionários da ferrovia no local e que o pátio ferroviário está inserido em uma área residencial, com bloqueio de passagens de pedestres. Segundo a defesa da família, o fechamento dessas rotas deixou moradores sem alternativas seguras para atravessar a região.
Quando os socorristas chegaram, ainda de acordo com a ação, foi necessário amputar as pernas da adolescente no próprio local devido à aproximação de outro trem. Na época, Serenity cursava o oitavo ano e participava ativamente de atividades esportivas como basquete, atletismo, dança e torcida organizada da escola.
Após o acidente, familiares criaram uma campanha no GoFundMe para ajudar com os custos do tratamento e da reabilitação. Amigos descrevem a jovem como uma garota “doce e extrovertida”. À emissora KSDK, Deven Chavours, mãe de uma amiga de Serenity, afirmou que a família é grata por ela ter sobrevivido. A Norfolk Southern ainda não apresentou resposta formal ao processo.
Uma descoberta feita por astrônomos japoneses pode mudar o entendimento sobre os objetos mais distantes e congelados do Sistema Solar. Cientistas identificaram uma fina atmosfera ao redor de um pequeno corpo celeste localizado além da órbita de Netuno, em uma região conhecida como Cinturão de Kuiper — área considerada uma espécie de “fronteira gelada” do Sistema Solar.
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Até então, apenas Plutão possuía uma atmosfera confirmada entre os chamados objetos transnetunianos, grupo formado por corpos que orbitam o Sol depois de Netuno. O novo objeto observado, chamado provisoriamente de “(612533) 2002 XV93”, é muito menor que Plutão, o que surpreendeu os pesquisadores.
Com cerca de 500 quilômetros de diâmetro, ele fica a quase 6 bilhões de quilômetros da Terra e leva aproximadamente 247 anos para completar uma volta ao redor do Sol. O corpo celeste vive em uma região extremamente fria e escura, onde as temperaturas são tão baixas que substâncias como nitrogênio, metano e monóxido de carbono permanecem congeladas na superfície.
A descoberta foi considerada importante porque reforça a hipótese de que alguns pequenos mundos gelados do Sistema Solar exterior podem ser mais ativos e dinâmicos do que os cientistas imaginavam.
Mas o que exatamente significa dizer que esse objeto possui uma atmosfera?
Na prática, trata-se de uma camada extremamente fina de gases ao redor do corpo celeste. Diferentemente da atmosfera terrestre, rica em oxigênio e suficientemente densa para sustentar clima, ventos e vida, a atmosfera encontrada no objeto transnetuniano é quase imperceptível.
Segundo os pesquisadores, ela é entre 5 milhões e 10 milhões de vezes mais fina do que a da Terra. Ainda assim, foi suficiente para ser detectada por telescópios durante um fenômeno chamado ocultação estelar — quando o objeto passa na frente de uma estrela distante e bloqueia temporariamente sua luz vista da Terra.
Em objetos sem atmosfera, esse bloqueio acontece de forma abrupta, como se alguém desligasse uma lâmpada instantaneamente. No caso do XV93, porém, os cientistas perceberam que a luz da estrela diminuía gradualmente antes do desaparecimento completo e retornava lentamente depois. Esse comportamento é considerado a principal assinatura da presença de gases ao redor do objeto.
A observação foi realizada simultaneamente em diferentes pontos do Japão, incluindo observatórios profissionais e até um telescópio operado por um astrônomo amador. A combinação dos dados permitiu confirmar que havia uma camada gasosa envolvendo o corpo gelado.
Os pesquisadores ainda tentam descobrir qual é a composição exata dessa atmosfera. Os modelos analisados apontam três possibilidades principais: metano, nitrogênio ou monóxido de carbono. Todos esses compostos também estão presentes na atmosfera de Plutão.
Agora, os cientistas tentam entender como um objeto tão pequeno consegue manter gases ao seu redor em uma região tão hostil do espaço. Uma das hipóteses é a existência de criovulcanismo, fenômeno semelhante ao vulcanismo terrestre, mas envolvendo gelo e gases congelados em vez de rocha derretida. Nesse cenário, materiais presos no interior do objeto poderiam escapar lentamente por fissuras na superfície.
Outra possibilidade é que a atmosfera tenha sido criada recentemente após uma colisão com outro corpo menor do Cinturão de Kuiper. O impacto poderia ter liberado gases congelados armazenados abaixo da superfície. Se isso aconteceu, a atmosfera talvez seja temporária e desapareça ao longo das próximas décadas.
Os cientistas pretendem continuar monitorando o objeto para descobrir se essa camada gasosa permanece estável ou sofre alterações com o tempo. Caso seja confirmada como permanente, a descoberta poderá indicar que muitos outros pequenos corpos gelados dos “confins” do Sistema Solar talvez também possuam atmosferas extremamente finas ainda não detectadas.
A região onde o XV93 está localizado é considerada uma espécie de cápsula do tempo cósmica. Os objetos do Cinturão de Kuiper preservam materiais praticamente inalterados desde a formação do Sistema Solar, há mais de 4,5 bilhões de anos. Por isso, estudar esses mundos congelados ajuda cientistas a compreender como surgiram os planetas e como era o ambiente espacial nos primórdios do sistema planetário que abriga a Terra.
Ted Turner, magnata que revolucionou a televisão ao criar a CNN e o ciclo de notícias 24 horas, morreu nesta quarta-feira, aos 87 anos, em sua casa perto de Tallahassee, na Flórida. A morte foi confirmada por Phillip Evans, porta-voz da família. Em 2018, Turner havia revelado ter demência por corpos de Lewy, uma doença cerebral progressiva.
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Uma das figuras mais importantes da história da mídia, Turner construiu um império de TV a cabo que atravessou jornalismo, esportes, entretenimento e cinema clássico. Mas sua trajetória também ficou marcada por uma rivalidade digna da série de TV “Succession”: durante anos, ele travou uma guerra pública com Rupert Murdoch, dono da News Corp e criador da Fox News, chegando a desafiá-lo para uma luta de boxe televisionada em Las Vegas.
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A briga entre os dois vinha de longe. Em 1983, durante a regata Sydney-Hobart, um iate patrocinado por Murdoch colidiu com o barco de Turner, que afundou a 10 quilômetros da linha de chegada. No jantar após a corrida, Turner atacou o rival publicamente. Anos depois, quando Murdoch lançou a Fox News, em 1996, como concorrente direta da CNN, o fundador da emissora disse que estava “ansioso para esmagar Rupert como um inseto”.
A disputa escalou para ofensas pesadas. Turner chegou a comparar Murdoch a Adolf Hitler. “Como se faz paz com um megalomaníaco?”, disse certa vez sobre o rival. “Chamberlain tentou fazer a paz. Quando você tem alguém assim, não acho que haja uma centelha de decência humana nele — exceto pelo fato de que ele gosta da família.”
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Murdoch revidava por meio de seus jornais. O “New York Post”, pertencente ao seu grupo, chegou a publicar a manchete “Turner está louco?” e, em outro momento, afirmou que o empresário estava “se aproximando perigosamente da insanidade”, perguntando aos leitores: “Ted está maluco? Você decide.”
O embate ganhou novo capítulo em 2003, durante a Guerra do Iraque.
— Ele [Murdoch] é um belicista — disse Turner em um discurso em San Francisco. — Ele promoveu isso.
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Na época, a Fox News foi uma das organizações de notícias mais alinhadas à guerra nos Estados Unidos, com uma postura pró-Bush que ajudou o canal a ultrapassar a CNN em audiência durante o conflito. Questionado sobre o desempenho da rival, Turner respondeu:
— Só porque sua audiência é maior não significa que você seja melhor — E completou: — Não é o quão grande você é, é o quão bom você é que realmente conta.
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Joey Ivansco / POOL / AFP
Apesar do temperamento explosivo, Turner deixa um legado incontornável. Sua criação mais emblemática foi a CNN, fundada em 1980, que transformou o jornalismo televisivo ao transmitir notícias 24 horas por dia. O modelo inspirou redes no mundo inteiro e mudou a relação do público com acontecimentos em tempo real.
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A partir da CNN, Turner criou também a CNN Headline News e a CNN International. Antes disso, havia transformado uma estação local de Atlanta em uma “superestação” nacional via cabo e satélite, que se tornaria a TBS. Depois, lançou a TNT. Em 1985, comprou por US$ 1,5 bilhão a biblioteca de filmes da MGM e, nove anos mais tarde, criou a Turner Classic Movies, a TCM, que depois se transformou na TNT. Também adquiriu o acervo de desenhos da Hanna-Barbera e, com base nele, lançou o Cartoon Network em 1992.
Lançamento do Canal Futura. Ted Turner e o Ministro Sergio Motta
Marcelo Carnaval / Agência O Globo
Em 1996, fundiu a Turner Broadcasting System com a Time Warner, formando uma das maiores empresas de mídia do mundo. A operação, no entanto, se tornaria fonte de frustração para o empresário. Em conversa com o especialista em mídia Jack Myers, em 2003, Turner disse que perdeu espaço dentro do conglomerado.
— Eu dirigi a CNN por 22 anos e os Braves por 20 anos. As pessoas dirigem empresas por uma média de sete anos. Eu fiz a Turner crescer de 35 para 7 mil pessoas; de US$ 600 milhões em 1970 para US$ 2,5 bilhões em 1995 — afirmou.
Na mesma conversa, Turner contou que chegou a querer transformar a HLN, a Headline News, em um canal conservador para competir com a Fox News, canal criado por seu rival em resposta ao surgimento da CNN.
— Eu desafiei Murdoch a entrar no ringue comigo. Ele é sete anos mais velho, então eu disse que ele poderia usar capacete. Seria terrível se eu perdesse, mas só para colocar minhas mãos nele, eu arriscaria tudo. Eu queria pegar a HLN e torná-la conservadora para flanquear a Fox, mas não pude fazer isso. Não há muito o que fazer em relação à Fox News agora. Vamos torcer para que o estrago não seja grande demais.
Turner também cultivou relações políticas incomuns. Em 1994, durante os Goodwill Games em São Petersburgo, trabalhou com Vladimir Putin, então vice-prefeito da cidade. Anos depois, segundo Myers, Putin convidou Turner para ser o primeiro empresário ocidental a se encontrar com ele após assumir a Presidência da Rússia.
— Eu fui gentil com ele, graças a Deus — disse Turner, em 2003. — E ele entregou tudo o que queríamos.
Ted Turner e Vladimir Putin em 2000
Reprodução: Governo da Rússia
Ao longo da vida, Turner oscilou entre conservadorismo, internacionalismo e causas progressistas. Dizia ser republicano conservador, mantinha laços com evangélicos e integrantes da ultradireita americana, mas também se aproximou de Fidel Castro e defendeu, em algumas ocasiões, o governo chinês. Em 1997, comprometeu-se a doar US$ 1 bilhão à ONU. Em 2001, cofundou a Nuclear Threat Initiative, ao lado do senador Sam Nunn, para combater o risco de armas de destruição em massa.
— Se formos atacados por armas de destruição em massa, será por terroristas, não por um Estado-nação — disse ele em 2003. — Agora ou no futuro previsível.
Décadas depois, Turner continuava preocupado com a ameaça nuclear.
— Eu gostaria de ver a humanidade sobreviver. É simples assim. Estou preocupado que a humanidade não passe dos próximos 50 anos. Mas, se conseguirmos de alguma forma controlar as armas de destruição em massa, não nos destruirmos e não cometermos suicídio global, vamos sobreviver — afirmou. — O maior perigo individual provavelmente são os milhares de mísseis nucleares que os EUA e a Rússia mantêm em alerta máximo.
Fora da mídia, Turner foi dono do Atlanta Braves, equipe de beisebol que ganhou exposição nacional em suas emissoras, e venceu a America’s Cup em 1977 como capitão de um iate. Também se tornou um dos maiores proprietários de terras dos Estados Unidos e atuou na reintrodução de bisões no Oeste americano. O restaurante Ted’s Montana Grill, fundado por ele, nasceu como iniciativa lucrativa para ajudar a evitar a extinção do bisão americano.
“Boca do Sul’
Apelidado de “Boca do Sul” por seu estilo falante, autoconfiante e frequentemente ofensivo, Turner era conhecido tanto por declarações grandiosas quanto por gafes públicas. Casou-se três vezes, a última com a atriz Jane Fonda, vencedora do Oscar, de quem se separou em 2001.
A própria Fonda, segundo Turner contou a Myers, o desencorajou a disputar a Presidência dos Estados Unidos. Para o especialista, se a atriz tivesse feito o contrário, Turner poderia ter alterado o curso da história.
O empresário gostava de resumir sua filosofia de vida em quatro chaves para o sucesso: “trabalhar, estudar, pensar bem nas coisas, motivar”. Em uma entrevista à “Reader’s Digest”, em 1998, deixou uma das frases que melhor definem a escala de sua ambição:
— Estou tentando estabelecer o recorde de todos os tempos de realizações por uma pessoa em uma vida — disse. — E isso coloca você em uma companhia bastante grande: Alexandre, o Grande, Napoleão, Gandhi, Cristo, Maomé, Buda, Washington, Roosevelt, Churchill.

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