A família de Serenity McMillan, adolescente que teve as duas pernas amputadas após ser atropelada por um trem em Granite City, no estado de Illinois, nos Estados Unidos, moveu uma ação judicial contra a empresa ferroviária Norfolk Southern e cobra indenização superior a US$ 50 mil, cerca de R$ 250 mil, por despesas médicas e danos morais. O caso aconteceu em 4 de abril de 2024, quando a jovem tinha 13 anos.
Segundo o processo, Serenity caminhava com a meia-irmã e uma amiga em direção ao Complexo de Futebol de Granite City para andar de patins quando o grupo encontrou um trem parado nos trilhos por cerca de dez a quinze minutos. Diante da espera, as crianças decidiram atravessar escalando a plataforma na extremidade de um vagão-tanque.
Ao tentar passar, no entanto, o trem teria começado a se mover “sem aviso prévio”, fazendo com que a adolescente caísse entre os vagões em movimento. As pernas de Serenity foram atropeladas e ficaram presas em um desvio dos trilhos após a queda.
Processo aponta falhas de segurança
A ação foi protocolada dois anos depois por sua mãe, Misty Scott, que sustenta que a Norfolk Southern falhou ao não alertar adequadamente sobre a partida do trem. O documento afirma que as crianças não ouviram qualquer sinal sonoro, como buzina, apito ou sino da locomotiva, antes do deslocamento.
O processo também argumenta que não havia funcionários da ferrovia no local e que o pátio ferroviário está inserido em uma área residencial, com bloqueio de passagens de pedestres. Segundo a defesa da família, o fechamento dessas rotas deixou moradores sem alternativas seguras para atravessar a região.
Quando os socorristas chegaram, ainda de acordo com a ação, foi necessário amputar as pernas da adolescente no próprio local devido à aproximação de outro trem. Na época, Serenity cursava o oitavo ano e participava ativamente de atividades esportivas como basquete, atletismo, dança e torcida organizada da escola.
Após o acidente, familiares criaram uma campanha no GoFundMe para ajudar com os custos do tratamento e da reabilitação. Amigos descrevem a jovem como uma garota “doce e extrovertida”. À emissora KSDK, Deven Chavours, mãe de uma amiga de Serenity, afirmou que a família é grata por ela ter sobrevivido. A Norfolk Southern ainda não apresentou resposta formal ao processo.
Segundo o processo, Serenity caminhava com a meia-irmã e uma amiga em direção ao Complexo de Futebol de Granite City para andar de patins quando o grupo encontrou um trem parado nos trilhos por cerca de dez a quinze minutos. Diante da espera, as crianças decidiram atravessar escalando a plataforma na extremidade de um vagão-tanque.
Ao tentar passar, no entanto, o trem teria começado a se mover “sem aviso prévio”, fazendo com que a adolescente caísse entre os vagões em movimento. As pernas de Serenity foram atropeladas e ficaram presas em um desvio dos trilhos após a queda.
Processo aponta falhas de segurança
A ação foi protocolada dois anos depois por sua mãe, Misty Scott, que sustenta que a Norfolk Southern falhou ao não alertar adequadamente sobre a partida do trem. O documento afirma que as crianças não ouviram qualquer sinal sonoro, como buzina, apito ou sino da locomotiva, antes do deslocamento.
O processo também argumenta que não havia funcionários da ferrovia no local e que o pátio ferroviário está inserido em uma área residencial, com bloqueio de passagens de pedestres. Segundo a defesa da família, o fechamento dessas rotas deixou moradores sem alternativas seguras para atravessar a região.
Quando os socorristas chegaram, ainda de acordo com a ação, foi necessário amputar as pernas da adolescente no próprio local devido à aproximação de outro trem. Na época, Serenity cursava o oitavo ano e participava ativamente de atividades esportivas como basquete, atletismo, dança e torcida organizada da escola.
Após o acidente, familiares criaram uma campanha no GoFundMe para ajudar com os custos do tratamento e da reabilitação. Amigos descrevem a jovem como uma garota “doce e extrovertida”. À emissora KSDK, Deven Chavours, mãe de uma amiga de Serenity, afirmou que a família é grata por ela ter sobrevivido. A Norfolk Southern ainda não apresentou resposta formal ao processo.










