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Militares de Israel começaram incursões por terra ao longo da fronteira com o Líbano nesta terça-feira, segundo informações de um autoridade libanesa divulgadas pela agência de notícias Reuters. De acordo com testemunhas, o exército libanês se retirou de pelo menos sete posições operacionais na região
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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, anunciou que o Exército “tomará o controle” de novas posições no Líbano, após o início, na segunda-feira, de uma campanha de bombardeios contra o movimento pró-iraniano Hezbollah.
“O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e eu autorizamos o Exército israelense a avançar e tomar o controle de posições estratégicas adicionais no Líbano, para impedir ataques contra as localidades israelenses de fronteira”, afirmou o ministro em comunicado oficial.
Soldado israelense
Hazem Bader/AFP
Mais cedo, as Forças Armadas de Israel informaram que soldados estão mobilizados em “vários pontos” do sul do Líbano.
“Não é uma operação terrestre. É uma medida tática (…) destinada a garantir a segurança do nosso povo”, declarou à imprensa estrangeira o tenente-coronel Nadav Shoshani, porta-voz internacional do Exército israelense.
“Posicionamos soldados na zona de fronteira, em pontos adicionais, para defender nossos civis e impedir que o Hezbollah os ataque”, acrescentou o porta-voz.
Desde o cessar-fogo firmado em novembro de 2024, o Exército israelense mantinha tropas em cinco posições consideradas estratégicas em território libanês.
A escalada ocorre em meio ao agravamento do conflito no Oriente Médio. No sábado, Estados Unidos e Israel iniciaram uma campanha militar conjunta contra o Irã, que resultou na morte, entre outros, do líder supremo da República Islâmica, Ali Khamenei.
Em resposta, Teerã lançou bombardeios em diversos pontos do Golfo e contra Israel, ampliando o risco de um confronto regional de maiores proporções.

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O uso da inteligência artificial (IA) na campanha eleitoral deste ano deve ser um ponto de especial atenção do ministro Nunes Marques à frente do Tribunal Superior Eleitoral. 

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o uso da tecnologia poderá transbordar até outubro e agravar a circulação de notícias falsas em contexto de grande polarização política e baixo letramento digital.

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O advogado eleitoral Jonatas Moreth, mestre em Direito Constitucional, avalia que a Justiça Eleitoral atua para coibir desvios já ocorridos em meio à práticas de manipulação que se aperfeiçoam.

“O processo eleitoral e o papel dos tribunais eleitorais se assemelham ao que ocorre no esporte com o doping e o antidoping. O doping sempre está um pouco à frente do antidoping. Ou seja, inventa-se uma droga que não é pega nos exames rotineiros, até que um procedimento consegue captar e passa a ser acrescido nos exames”, explica.

Para o professor Marcus Ianoni, do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense, a capacidade da Justiça Eleitoral em agir vai depender da disponibilidade de quadros técnicos qualificados.

“Eu fico com um pouco de dúvida se toda a burocracia que tem será suficiente para dar conta de tudo”, pondera o acadêmico se referindo à possibilidade de aumento e sofisticação do uso da inteligência artificial para manipular a atenção dos eleitores e suas intenções de voto.

“Enfrentar os efeitos nocivos da inteligência artificial nas eleições” é uma das três prioridades que o ministro Nunes Marques terá à frente do TSE, informa a assessoria de imprensa de seu gabinete à Agência Brasil.

Debate e diálogo

O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, também quer “privilegiar o debate e o direito de resposta de todos os envolvidos no processo eleitoral” e assegurar “diálogo com os tribunais regionais e as principais demandas do país”.

Para Jonatas Moreth, Nunes Marques objetiva articular toda a Justiça Eleitoral e fazer com que os tribunais regionais e o TSE trabalhem “numa mesma sintonia e de forma uníssona.”

A concordância e a unidade dos tribunais podem ser determinantes na escolha de modelo de atuação: se mais intervencionista e proibitiva, como ocorreu durante a gestão do ministro Alexandre Moraes, de agosto de 2022 a junho de 2024, ou mais liberal, considera Moreth.

“Eu tenho um grau de preocupação, não porque eu não defendo o debate mais livre quando é um debate de ideias, mas quando é uma arena de ofensa e de mentira”, alerta.

Na avaliação do cientista político Marcus Ianoni, o ministro Nunes Marques “tende para ideia mais expandida de liberdade de expressão, em nome do suposto debate”. Mas o TSE poderá impor limites, avalia.

“A liberdade de expressão não pode ser usada para viabilizar qualquer tipo de expressão, como mentiras, calúnia, difamação e injúria. Enfim, tem certos limites previstos na lei”, pondera Ianoni.

Pesquisas

O professor também se preocupa com a divulgação de pesquisas eleitorais. 

“Acho que o TSE tem que estar devidamente capacitado para garantir que as regras das pesquisas sejam respeitadas e para combater eventuais pesquisas, digamos, clandestinas, que possam tentar confundir a cabeça do eleitor”, diz.

Para ele, a legislação pode estar adequada para evitar a veiculação de resultados fraudulentos, porém é preciso fiscalização efetiva. 

“É proibido atravessar o sinal vermelho, mas se não tiver um guarda de trânsito ali ou um radar, a pessoa pode atravessar o sinal vermelho sem nenhuma consequência”, compara.

Fraudes em pesquisas eleitorais costumam ser denunciadas pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep). A legislação determina a obrigação de registro na Justiça Eleitoral, o nome do estatístico responsável, além de informações sobre a amostra, o questionário e a aplicação. 

“Mas não tem uma auditoria mais precisa, mais cuidadosa quanto à realização das pesquisas”, aponta o advogado Jonatas Moreth. 

“A gente não conseguiu, infelizmente, até o momento, uma fórmula que preserve algum grau de autonomia da empresa e ao mesmo tempo tenha maior garantia de auditoria e de fiscalização”, complementa.

O presidente russo, Vladimir Putin, visitará a China, seu parceiro estratégico, em viagem oficial nos dias 19 e 20 de maio (terça e quarta), poucos dias depois da visita do americano, Donald Trump ao país asiático.
A China considera a Rússia um sócio prioritário na criação de uma nova ordem mundial multipolar pós-ocidental.
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O Kremlin anunciou que, durante a visita Putin discutirá com o líder supremo da China, Xi Jinping, como “fortalecer ainda mais o relacionamento global e a cooperação estratégica” entre os dois países.
Eles discutirão “importantes questões internacionais e regionais” e assinarão uma declaração conjunta, afirmou um comunicado.
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Também está previsto um encontro de Putin com o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, para discutir cooperação econômica e comercial bilateral.
Guerras, oficialmente, não estão na pauta. Trump, que busca papel de mediador na guerra entre a Ucrânia e a Rússia, precedeu Putin em sua visita à China.
A viagem do chefe de Estado russo ocorre em um momento no qual os esforços diplomáticos para encontrar uma solução para o conflito na Ucrânia estão paralisados. O avanço lento nas conversas se deve, em particular, ao envolvimento dos EUA na guerra no Oriente Médio.
Uma breve trégua intermediada por Trump interrompeu a campanha de bombardeios intensos longe das linhas de combate na fronteira entre Rússia e Ucrânia, mas os ataques foram retomados assim que o acordo expirou na noite da última segunda-feira.
A China afirma ser favorável a negociações de paz e respeito à integridade territorial de todos os países, mas nunca condenou a Rússia por sua ofensiva militar lançada na Ucrânia em fevereiro de 2022. O governo chinês alega ser uma parte neutra na guerra.
Pequim nega fornecer armas letais a qualquer um dos lados e acusa os países ocidentais de prolongar as hostilidades ao armar a Ucrânia.
Como parceira econômica da Rússia, porém, a China é a maior compradora mundial de combustíveis russos, incluindo derivados de petróleo, que alimentam a máquina de guerra.
Antes da chegada de Trump à China, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy pediu a ele que discutisse com Xi Jinping como encerrar a ofensiva russa.
Trump deixou a China na sexta-feira dizendo que havia alcançado acordos comerciais “fantásticos”, sem fornecer muitos detalhes.
A fabricante de aeronaves Boeing confirmou um “compromisso inicial” pelo qual a China comprará 200 aviões, após o anúncio de Trump.
A China, por sua vez, afirmou concordar com Trump em estabelecer uma “relação construtiva de estabilidade estratégica”.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, elogiou a cúpula EUA-China, enfatizando a natureza privilegiada dos laços entre Moscou e Pequim.
“Se os acordos alcançados ou a serem alcançados por Pequim e Washington servirem aos interesses de nossos amigos chineses, só podemos ficar satisfeitos”, declarou ele na sexta-feira em uma coletiva de imprensa em Nova Déli. Mas “estamos ligados à China por relações (…) que são mais profundas e fortes do que as alianças políticas e militares tradicionais. Este é um novo tipo de relacionamento que estabiliza a política global e a economia global mais do que qualquer outro fator”, disse Lavrov.
Uma mulher, estudante da Universidade de Gênova, foi a única sobrevivente do grupo de mergulhadores vítimas de uma tragédia que deixou cinco italianos mortos nas Maldivas. Apesar de estar preparada para se juntar aos colegas pesquisadores no mergulho, na quinta-feira (14), a jovem decidiu permanecer a bordo do iate enquanto o grupo desceu ao fundo do mar no Atol de Vaavu, informou o jornal italiano La Repubblica.
Não ficou claro por que a estudante, que não foi identificada, mudou de ideia e permaneceu no iate, o Duke of York. Segundo o governo italiano, os mergulhadores tentavam explorar cavernas submarinas a cerca de 50 metros de profundidade, perto da ilha de Alimatha. Autoridades locais disseram que este foi o pior acidente de mergulho já registrado das Maldivas.
Ela foi a “única sobrevivente direta daquele dia” e uma “testemunha fundamental para a reconstrução dos momentos finais antes do acidente”, informou o veículo. Embora as autoridades tenham afirmado que havia cerca de 20 pessoas a bordo da embarcação, quando ela saiu em direção a Atol de Vavvu, ela era a única que deveria ter mergulhado.
Apesar do mergulho arriscado, na caverna conhecida por sua forte correnteza, toda a equipe de mergulhadores era formada por pesquisadores, em sua maioria experientes. Monica Montefalcone, professora de biologia marinha na Universidade de Gênova, e sua filha de 20 anos, Giorgia Sommacal; a pesquisadora Muriel Oddenino; e o cientista marinho Federico Gualtieri, foram as vítimas da excursão. Eles estavam acompanhados de um instrutor de mergulho Gianluca Benedetti, que também morreu.
Resgate de ‘alto risco’
O porta-voz do governo das Maldivas , Mohamed Hussain Shareef, afirmou que a caverna “é tão profunda que nem mesmo mergulhadores com os melhores equipamentos se aventuram a chegar perto”.
“Haverá uma investigação separada sobre como esses mergulhadores foram além da profundidade permitida, mas nosso foco agora é a busca e o resgate”, disse ele após o incidente.
A guarda costeira e as unidades militares das Maldivas lançaram uma operação de busca e resgate de “alto risco” utilizando mergulhadores especializados , barcos e apoio aéreo, mas as condições climáticas adversas na área, incluindo ventos fortes e um alerta amarelo oficial, tornaram as operações mais difíceis do que o esperado.
Um comunicado da Força de Defesa Nacional das Maldivas (MNDF) afirma que “um corpo foi encontrado entre os cinco mergulhadores no Atol de Vaavu”. “O corpo foi encontrado dentro de uma caverna. Acredita-se que os outros quatro mergulhadores também estejam dentro da mesma, que se estende a uma profundidade de cerca de 60 metros”.
Toxicidade do oxigênio
Segundo a mídia local, uma das hipóteses mais aceitas pela guarda costeira e por especialistas é a toxicidade do oxigênio. Esse fenômeno ocorre quando a mistura do cilindro é inadequada, tornando o oxigênio tóxico em certas profundidades.
“A 50 metros de profundidade no mar, existem vários riscos; é uma verdadeira tragédia”, afirma Alfonso Bolognini, presidente da Sociedade Italiana de Medicina Subaquática e Hiperbárica. “Podemos formular diversas hipóteses neste momento: uma mistura respiratória inadequada pode criar uma crise hiperóxica quando há um aumento na pressão parcial de oxigênio nos tecidos e no plasma sanguíneo, o que pode causar problemas neurológicos.”
“É provável que algo tenha dado errado com os tanques”, disse o pneumologista Claudio Micheletto ao veículo de comunicação italiano Adnkronos. “A morte por toxicidade do oxigênio, ou hiperóxia, é uma das mortes mais dramáticas que podem ocorrer durante um mergulho — um fim horrível”, acrescentou Micheletto, diretor de pneumologia do Hospital Universitário de Verona.
Um juiz francês vai abrir denúncia contra o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi em 2018.
A vítima do crime, um escritor radicado nos EUA que era crítico do regime de Riad, foi assassinado e esquartejado em outubro daquele ano no consulado saudita em Istambul. Seu corpo nunca foi encontrado.
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De acordo com um relatório da CIA divulgado durante a presidência de Joe Biden, bin Salman ordenou o assassinato. O escândalo custou à monarquia petroleira um período de relativo isolamento internacional.
“Um juiz de instrução especializado em crimes contra a humanidade analisará a denúncia apresentada pelas ONGs Trial International e Repórteres Sem Fronteiras”, que alegam tortura e desaparecimentos forçados, informou à AFP autoridades francesas antiterrosimo.
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A denúncia original foi apresentada pela Trial International, que afirma lutar “contra a impunidade por crimes internacionais”, e pela Democracia para o Mundo Árabe Agora (Dawn), organização para a qual Khashoggi trabalhava.
Ambas as organizações recorreram aos tribunais franceses em julho de 2022, aproveitando uma visita de Mohammed bin Salman à França. A Repórteres Sem Fronteiras juntou-se a elas posteriormente.
Os grupos de jornalistas acusam Mohammed bin Salman de cumplicidade em tortura e desaparecimento forçado como parte de um grupo organizado e alegam que ele “ordenou o assassinato por asfixia” do jornalista.
Durante anos, o Ministério Público se opôs à abertura de uma investigação na França, argumentando que a denúncia das organizações não era de competência da justiça francesa.
Finalmente, um tribunal de apelações decidiu que a queixa apresentada pela Trial International e pela RSF poderia ser admitida, em uma decisão emitida em 11 de maio, à qual a AFP teve acesso. A Dawn, porém, organização fundada por Khashoggi meses antes de seu assassinato, não poderá participar como parte civil no caso.
“O crime do qual Jamal Khashoggi foi vítima é um crime abominável, decidido e planejado nos mais altos escalões do Estado saudita, que ordenou a execução de um jornalista que era uma voz dissidente e independente”, disse o advogado da RSF, Emmanuel Daoud.
Bin Salman, que é na prática chefe de Estado na Arábia Saudita, foi recebido em Washington em novembro pelo presidente Donald Trump e, em resposta a uma pergunta da imprensa, disse que o assassinato de Khashoggi foi “um grande erro”.
Um homem de 38 anos morreu na manhã deste sábado (horário local) após ser atacado por um tubarão enquanto praticava pesca submarina na costa da Ilha Rottnest, na Austrália Ocidental. Segundo a ABC News, o incidente ocorreu pouco antes das 10h no recife de Horseshoe, uma área popular entre mergulhadores.
Segundo o sargento da polícia Michael Wear, que classificou o episódio como “terrível”, a vítima estava na superfície da água, a cerca de 20 metros de sua embarcação, quando foi mordida na região inferior das pernas. O homem estava acompanhado por três amigos, moradores dos subúrbios ao norte de Perth, que haviam viajado à ilha para passar o dia.
— Os amigos retiraram a vítima da água, iniciaram manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) no trajeto de volta e seguiram direto para o píer de Geordie Bay — relatou o sargento Wear à emissora australiana. — Eles testemunharam todo esse evento horrível.
Ao chegarem em terra firme, paramédicos e policiais assumiram os procedimentos de reanimação de emergência diante de populares que se aglomeravam no local. Em nota, a polícia confirmou que “infelizmente, não foi possível reanimar o homem”. Por volta das 11h20, o corpo foi levado a uma ambulância.
Testemunhas que estavam em Geordie Bay descreveram um cenário de desespero. Jarrad Young, que visitava a ilha para um casamento, disse à ABC que notou a chegada de helicópteros e equipes de resgate e relatou que os amigos da vítima estavam visivelmente em estado de choque.
— Todos observavam enquanto faziam a RCP. Foi uma cena muito chocante, acho que todos torciam para que ele ficasse bem, mas no fim a situação não parecia nada boa — lamentou Young. — É um dia triste. Ninguém quer ver isso na ilha, as pessoas vêm para cá apenas para curtir as praias e o mar.
Alerta e investigação
O Departamento de Indústrias Primárias e Desenvolvimento Regional (DPIRD) informou ter recebido relatos de que o tubarão responsável pelo ataque mediria cerca de quatro metros. O órgão emitiu um alerta pedindo cautela redobrada na região e destacou embarcações de patrulha para monitorar as águas próximas ao recife.
Nas redes sociais, o primeiro-ministro da Austrália Ocidental, Roger Cook, prestou solidariedade à família e aos amigos da vítima, descrevendo o ataque como “profundamente angustiante”.
— É um momento devastador para todos os envolvidos. Esta é uma tragédia que será sentida por todos nós — declarou Cook. A polícia estadual informou que preparará um relatório para o médico legista.
Localizada na costa de Perth, a Ilha Rottnest é um destino turístico internacionalmente famoso por suas praias de areia branca, águas cristalinas e pela presença dos quokkas, pequenos marsupiais nativos da região. O recife de Horseshoe fica a cerca de um quilômetro da costa e é um ponto muito procurado para pesca e mergulho em naufrágios.
Em um avanço que pode ajudar a compreender melhor por que algumas falhas geológicas provocam menos terremotos destrutivos, pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, identificaram pela primeira vez a presença natural de óxido de grafeno em uma zona sísmica ativa. O estudo, publicado nesta terça-feira (12) na revista Nature Communications, aponta que o material funciona como um “nanolubrificante” capaz de reduzir o atrito entre blocos rochosos e favorecer movimentos lentos e contínuos da crosta terrestre, sem a liberação brusca de energia típica dos grandes terremotos.
A descoberta foi feita no Sistema de Falhas de Atotsugawa, no centro do Japão, uma fratura geológica conhecida por apresentar poucos tremores de grande magnitude, apesar de estar em uma região tectonicamente ativa. Diferentemente de outras falhas, ela exibe um deslizamento gradual, chamado de deslizamento assimísmico, fenômeno que intriga cientistas há anos. Segundo os pesquisadores, o óxido de grafeno encontrado se acumula em fissuras microscópicas e forma lâminas ultrafinas, de apenas 3 a 10 nanômetros, reduzindo significativamente a resistência entre as superfícies rochosas.
Como o material age dentro da falha
Conhecido principalmente pela aplicação na indústria tecnológica, o óxido de grafeno nunca havia sido documentado na natureza com essa estrutura geológica. Sua composição química, rica em grupos hidroxila e com alto grau de oxidação, faz com que ele tenha um coeficiente de atrito extremamente baixo — inferior ao de materiais comuns na crosta terrestre, como argilas e grafite. A interação com a água potencializa ainda mais esse efeito, permitindo que as camadas do material deslizem entre os minerais como uma espécie de lubrificante natural.
— Acreditamos que, quando a falha se move, ela desencadeia reações químicas que geram óxido de grafeno. Em outras palavras, quanto mais a falha se move, mais ela produz seu próprio “nanolubrificante”, o que facilita ainda mais o movimento — explicou o professor Hiroyuki Nagahama, integrante da equipe de pesquisa.
Para confirmar a presença da substância, os cientistas utilizaram técnicas como espectroscopia Raman, espectroscopia de fotoelétrons de raios X e microscopia eletrônica de transmissão. A análise mostrou que o material permanece estável em temperaturas de até 200 °C, comuns entre 7 e 8 quilômetros de profundidade, exatamente onde o deslocamento lento da falha ocorre. Para o pesquisador Tomoya Shimada, o achado abre novas possibilidades para entender tanto a origem dos terremotos quanto a evolução das próprias falhas geológicas ao longo do tempo.
Uma cadela da raça husky desaparecida há 12 anos reencontrou o tutor nos Estados Unidos após ser encontrada a cerca de 2,2 mil quilômetros da distância de onde foi vista pela última vez. O animal de nome Sierra, hoje com 13 anos, foi localizado vagando pelas ruas de Brooksville, na Flórida, em estado debilitado. O reencontro só foi possível graças ao microchip implantado no animal.
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Resgate de ‘altíssimo risco’: o que se sabe sobre a morte de cinco italianos após mergulho em cavernas submersas nas Maldivas
Sierra havia desaparecido em 2014, quando o tutor, identificado apenas como Bryce, se mudava do Novo México para o Texas. Segundo o escritório do xerife do condado de Hernando, a cadela estava temporariamente sob os cuidados de um amigo quando sumiu. Desde então, Bryce nunca mais teve notícias dela.
A husky foi levada ao serviço de controle animal do condado no dia 8 de abril. Funcionários descreveram que ela estava magra, com falhas no pelo e dificuldades para caminhar. Durante o atendimento, veterinários identificaram problemas como dermatite, infecções nos ouvidos e na boca, artrite e perda severa de peso.
Sierra foi encontrada debilitada na Flórida
Reprodução | Facebook | Hernando County Sheriff’s Office
Ao escanear o microchip, a equipe conseguiu localizar o telefone do tutor. Segundo o abrigo, Bryce se emocionou ao ver as imagens da cachorra.
— O coração dele se partiu ao vê-la naquele estado, mas ele também ficou tomado pela emoção de saber que ela ainda estava viva — informou o escritório do xerife em comunicado.
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Após receber tratamento médico, banhos terapêuticos e cuidados de voluntários durante oito dias, Sierra iniciou a viagem de volta para casa. Organizações de proteção animal e voluntários participaram do transporte entre a Flórida e o Texas. Em publicação no Facebook, o escritório do xerife afirmou que “um simples microchip mudou tudo” para que Sierra pudesse voltar para casa depois de mais de uma década.
O atol de Vaavu, nas Maldivas, cenário onde cinco mergulhadores italianos morreram durante uma expedição submarina, tem por característica reunir algumas das condições mais desafiadoras para o mergulho técnico. A região abriga túneis, cavernas profundas e fortes correntes oceânicas. A combinação entre profundidade elevada e geografia irregular transforma o local em um ambiente considerado de alto risco até mesmo para profissionais experientes.
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Por essas características, operação de busca foi classificada pelas autoridades como de “altíssimo risco”. Mergulhadores especializados e equipamentos específicos foram mobilizados para atuar na região. Até o momento, apenas um corpo foi localizado dentro de uma caverna a cerca de 60 metros de profundidade, informaram as Forças Armadas das Maldivas. Há indícios de que os outros quatro mergulhadores também estejam no mesmo local.
O local é considerado um dos pontos de mergulho mais difíceis das Maldivas por causa da combinação de cavernas submersas, túneis naturais, paredões muito profundos e canais estreitos com correntes marítimas fortes. Os canais que cortam o recife atraem grandes espécies marinhas, mas as correntes intensas e a estrutura estreita tornam os mergulhos mais arriscados e exigem experiência e planejamento rigoroso. Os mergulhadores desapareceram enquanto exploravam uma área a cerca de 50 metros de profundidade.
Outro desafio relevante é a profundidade alcançada em mergulhos realizados na região. Em alguns pontos, as formações submersas ultrapassam 40 ou 50 metros de profundidade. Especialistas apontam possíveis fatores que podem ter cooperado com a tragédia no grupo. Entre eles estão toxicidade por oxigênio, desorientação dentro da caverna, baixa visibilidade, correntes fortes, falhas em equipamentos e pânico durante o mergulho. Por isso, o local é recomendado apenas para praticantes altamente treinados em mergulho técnico.
Resgate de ‘altíssimo risco’: o que se sabe sobre a morte de cinco italianos após mergulho em cavernas submersas nas Maldivas
Reprodução/X
Mergulhos em ambientes com cavernas exigem uma série de cuidados específicos, incluindo treinamento especializado, uso de linhas-guia para orientação, cilindros extras de emergência e monitoramento permanente da profundidade e do tempo submerso. A recomendação é que os mergulhadores nunca entrem sozinhos nesses espaços e mantenham comunicação constante com a equipe de apoio. Em locais como o atol de Vaavu, com complexidade de túneis e cavernas, qualquer erro operacional ou falha de equipamento pode se tornar fatal em questão de minutos devido à dificuldade de resgate nestes ambientes confinados.
Funcionários locais disseram que este foi o pior acidente de mergulho já registrado no país, que é formado por 1.192 ilhas de coral, dispersas por aproximadamente 800 km através do equador no oceano Índico.
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Comunicação do desaparecimento
De acordo com a imprensa local, os cinco italianos entraram na água na manhã de quinta-feira. O desaparecimento foi comunicado pela tripulação da embarcação de mergulho depois que o grupo não retornou à superfície.
A polícia informou que o clima estava severo na região, que fica acerca de 100 quilômetros ao sul de Malé, na ocasião. Um alerta amarelo chegou a ser emitido para embarcações de passageiros e pescadores.
Quem são as vítimas?
A Universidade de Gênova identificou as vítimas ligadas à instituição como Monica Montefalcone; Giorgia Sommacal, filha da professora e estudante; Muriel Oddenino, pesquisadora; e Federico Gualtieri, graduado em biologia marinha.
A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti, gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho. Em comunicado publicado na rede social X, a Universidade de Gênova expressou “as mais profundas condolências” às famílias das vítimas.
Ainda de acordo com a BBC, acidentes de mergulho e snorkel são relativamente raros nas Maldivas, embora mortes tenham sido registradas nos últimos anos. Em dezembro do ano anterior, uma mergulhadora britânica experiente morreu afogada próximo ao resort insular de Ellaidhoo. O marido dela morreu cinco dias depois após passar mal. Em 2024, um parlamentar japonês morreu enquanto praticava snorkel no atol de Lhaviyani.
Taiwan afirmou neste sábado que é uma nação “independente” após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter advertido a ilha, reivindicada pela China, contra a declaração formal de independência.
Taiwan “é uma nação democrática, soberana e independente, e não está subordinada à República Popular da China”, declarou o Ministério das Relações Exteriores em comunicado.
O ministério também observou que a venda de armas para a ilha faz parte dos compromissos de segurança dos Estados Unidos com Taiwan e que, nesse sentido, a política de Washington “permanece inalterada”.
“Em relação à venda de armas entre Taiwan e os Estados Unidos, isso não é apenas um compromisso de segurança dos EUA com Taiwan, claramente estipulado na Lei de Relações com Taiwan, mas também uma forma de dissuasão conjunta contra ameaças regionais”, afirmou o ministério.
A declaração de Taiwan ocorreu um dia após a conclusão da visita de Trump a Pequim.
Durante a cúpula entre as duas potências mundiais, o presidente chinês, Xi Jinping, pressionou Trump para que não apoiasse a ilha autônoma, que a China reivindica como parte de seu território e não descarta a reunificação, mesmo pela força.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado a morte de Abu-Bilal al-Minuki, segundo comandante do Estado Islâmico, que estava escondido na Nigéria. Na declaração feita em sua rede social, a Truth Social, o americano afirmou que contou com o apoio das forças armadas da Nigéria.
Trump afirmou ainda que Abu-Bilal al-Minuki era “o terrorista mais ativo do mundo” e que chegaram ao local onde ele estava escondido por meio de fontes que mantinham informados sobre sua atividade.
A operação foi classificada pelo presidente como “meticulosamente planejada e extremamente complexa” e a ação enfraquece a operação global do Estado Islâmico. Trump ainda agradece o apoio dado pelo governo da Nigéria.

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