Onze homens sul-africanos que teriam sido aliciados para lutar pelas forças russas na Ucrânia retornaram ao seu país de origem nesta quarta-feira. Eles faziam parte de um grupo de 17 pessoas que solicitaram ajuda de Pretória em novembro, pois estavam presos no epicentro dos combates na região de Donbass, na Ucrânia, depois de terem sido enganados e forçados a se juntar a forças mercenárias.
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Quatro dos homens desembarcaram em Joanesburgo na semana passada, enquanto dois permaneceram na Rússia, onde um deles está hospitalizado, de acordo com o governo sul-africano. Repórteres da AFP viram os homens — incluindo um em cadeira de rodas — saindo do aeroporto de Durban, na província costeira de KwaZulu-Natal, com suas bagagens e escoltados pela polícia até uma área de detenção.
A televisão local noticiou que os familiares que aguardavam no aeroporto desabaram em lágrimas ao verem os homens desembarcarem. O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, afirmou na terça-feira que as investigações sobre “as circunstâncias que levaram ao recrutamento desses jovens para atividades mercenárias” ainda estão em andamento.
Sul-africanos faziam parte de grupo que solicitou ajuda de Pretória em novembro, pois estavam presos no epicentro dos combates na região de Donbass, na Ucrânia
Rajesh Jantilal/AFP
A guerra desencadeada pela invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 atraiu mercenários de ambos os lados, inclusive de vários países africanos. A Ucrânia afirmou nesta quarta-feira que mais de 1.780 cidadãos de 36 países africanos foram identificados entre as fileiras da Rússia e que alguns deles foram capturados.
Segundo relatos da mídia sul-africana, os homens teriam sido enviados à Rússia para treinamento de segurança pelo partido de oposição MK, liderado pelo ex-presidente Jacob Zuma, que governou a África do Sul entre 2009 e 2018. Uma das filhas de Zuma, Duduzile Zuma-Sambudla, renunciou ao parlamento após alegações de que estaria envolvida no recrutamento de homens para se juntarem às forças russas.
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Quatro dos homens desembarcaram em Joanesburgo na semana passada, enquanto dois permaneceram na Rússia, onde um deles está hospitalizado, de acordo com o governo sul-africano. Repórteres da AFP viram os homens — incluindo um em cadeira de rodas — saindo do aeroporto de Durban, na província costeira de KwaZulu-Natal, com suas bagagens e escoltados pela polícia até uma área de detenção.
A televisão local noticiou que os familiares que aguardavam no aeroporto desabaram em lágrimas ao verem os homens desembarcarem. O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, afirmou na terça-feira que as investigações sobre “as circunstâncias que levaram ao recrutamento desses jovens para atividades mercenárias” ainda estão em andamento.
Sul-africanos faziam parte de grupo que solicitou ajuda de Pretória em novembro, pois estavam presos no epicentro dos combates na região de Donbass, na Ucrânia
Rajesh Jantilal/AFP
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Segundo relatos da mídia sul-africana, os homens teriam sido enviados à Rússia para treinamento de segurança pelo partido de oposição MK, liderado pelo ex-presidente Jacob Zuma, que governou a África do Sul entre 2009 e 2018. Uma das filhas de Zuma, Duduzile Zuma-Sambudla, renunciou ao parlamento após alegações de que estaria envolvida no recrutamento de homens para se juntarem às forças russas.










