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A Promotoria do Chile anunciou na noite dessa quinta-feira a captura do suposto autor do incêndio florestal que causou a maioria das 21 mortes no sul do país, onde bombeiros combatem as chamas desde o fim de semana.
As autoridades haviam informado, nos últimos quatro dias, a detenção de outros três suspeitos nas regiões de Biobío — a mais atingida pelo fogo — e da Araucanía.
Os incêndios também alcançaram a região de Ñuble. O governo estima em 20 mil o número de desabrigados.
Por ordem da Promotoria, a polícia deteve um quarto homem “que acabou provocando até agora as 20 mortes” em Biobío, disse a promotora regional Marcela Cartagena, em entrevista coletiva em Concepción, capital da região. A outra vítima faleceu em Ñuble.
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O detido é um chileno de 39 anos, que será apresentado à Justiça nesta sexta-feira. A Promotoria não especificou quais acusações serão feitas contra ele.
O homem tem “antecedentes policiais por lesões graves e infrações à lei de propriedade industrial e intelectual”, afirmou Claudia Chamorro, inspetora da Polícia de Investigações, ao lado da promotora.
Segundo as autoridades, um dos detidos pelos incêndios já foi colocado em liberdade.
Os incêndios começaram no sábado e avançaram rapidamente para áreas povoadas devido aos ventos do intenso verão austral no sul do Chile.
Em Biobío, a cerca de 500km de Santiago, as localidades mais afetadas são Penco, Lirquén e Tomé.
Mais cedo, as autoridades haviam anunciado a captura de um homem supostamente envolvido em queimadas no setor de Punta de Parra, em Biobío, durante o toque de recolher.
O suspeito, junto com outras pessoas, estava incendiando a floresta quando a polícia chegou após ser alertada por moradores. “O indivíduo portava um isqueiro, um bastão retrátil e cocaína base”, informou um comunicado da Polícia de Investigações.
‘É pura maldade’
Os bombeiros lutam contra 18 focos ativos, segundo o relatório mais recente do órgão estatal de atendimento a desastres (Senapred).
Em Punta de Parra, uma localidade de cerca de 3 mil habitantes, cercada por florestas de eucalipto, o fogo deixou apenas algumas residências de pé.
Os moradores acreditam que os incêndios foram provocados intencionalmente.
– É pura maldade, só para causar dano, não há outra explicação – disse Felicia Lara, de 68 anos, que conseguiu fugir apenas com a roupa do corpo.
Os incêndios já consumiram mais de 42 mil hectares de florestas e terrenos. Cerca de duas mil moradias foram afetadas, informou o ministro do Interior, Álvaro Elizalde, ao divulgar um novo balanço na noite de quinta-feira.
– A situação continua complexa. Ainda não podemos baixar a guarda – afirmou Elizalde. O presidente Gabriel Boric decretou dois dias de luto.
Em fevereiro de 2024, vários focos de incêndio eclodiram nos arredores da cidade de Viña del Mar, a 110km de Santiago, com um saldo de 138 mortos.
Investigações posteriores determinaram que bombeiros e brigadistas florestais iniciaram intencionalmente o fogo, que se espalhou rapidamente, também em razão das altas temperaturas do verão.

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A crueldade se tornou algo comum na Cisjordânia, onde colonos israelenses extremistas espancam e atiram em palestinos, roubam suas ovelhas, arrancam suas plantações de oliveiras e tocam fogo em seus carros e casas. Colonos, fora da lei de inúmeras maneiras, raramente enfrentam consequências por suas ações — porém, mesmo para os palestinos que vivem sob a ameaça constante de ataques, algumas formas de violência ainda têm a capacidade de chocar. Foi o caso de um vídeo que viralizou mostrando um colono ameaçando uma cadela de um ano e meio com um pedaço de madeira em cada mão, e golpeando-a com força na cabeça.
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No vídeo, a cadela, uma pastor-belga malinois chamada Lucy, urra de dor e tenta desesperadamente escapar. Mas ela havia sido acorrentada a uma oliveira para ficar na sombra durante uma tarde quente. O que acontece em seguida, registrado pelos donos do animal — uma família palestina na vila de Atara — é extremamente difícil de assistir e também de descrever.
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Até recentemente, a violência em Atara seguia um roteiro mais típico, com objetivo de forçar palestinos a fugir em busca de segurança — abandonando suas casas, pastagens e terras agrícolas para colonos invasores, de modo que os espaços árabes diminuíssem e os espaços judaicos se expandissem. Um grupo de jovens colonos estabeleceu um posto avançado ilegal chamado Kfar Tarfon no ano passado, a cerca de 1,2 Km da casa da família Abu Rejalah, na montanhosa Atara, ao norte de Ramallah.
Segundo os moradores, eles atiravam pedras nos carros palestinos na estrada principal que leva à cidade. Também assediaram um criador beduíno de ovelhas na periferia de Atara até que ele desistisse e fosse embora. Moradores da vila disseram que, no outono passado, sentiram medo demais para colher centenas de oliveiras localizadas logo abaixo do posto avançado.
Depois, os colonos passaram a mirar a família Abu Rejalah, que estava crescendo — e não fugindo — à medida que os sete filhos de Hassan Abu Rejalah, de 50 anos, começavam a se casar e ter seus próprios filhos. A casa da família, em expansão e ainda em construção, com três andares, é visível de Kfar Tarfon através de um pequeno vale.
Os colonos conduziam suas ovelhas pela pequena propriedade da família, destruindo plantações, segundo Abu Rejalah, dois de seus filhos e outros membros da família. Eles chegavam até a porta da casa como se fossem donos do lugar, roubando vegetais colhidos e danificando o portão da entrada diante das câmeras de vigilância.
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Também acusaram dois membros da família de tê-los atacado, segundo Abu Rejalah. A família afirmou que a acusação era falsa. Em 9 de janeiro, soldados israelenses prenderam seus filhos Ibrahim, de 31 anos, e Daoud, de 26, que foram espancados, levados a uma delegacia israelense, presos em uma prisão militar por cinco dias e depois libertados sem acusação formal, pai e filho.
Questionado sobre as prisões, o Exército israelense confirmou que soldados detiveram palestinos após um civil israelense afirmar que eles haviam atirado pedras nele. O Exército não respondeu se os palestinos foram espancados. Disse apenas que eles foram entregues à polícia, que não respondeu às perguntas sobre o incidente. Experiências assim são familiares demais para os palestinos em toda a Cisjordânia. O incomum foi a crueldade contra os animais.
Ano passado, um vizinho da família que mora mais perto do posto dos colonos encontrou um jumento morto pendurado em uma de suas oliveiras, disseram moradores. O episódio foi citado como uma das razões pelas quais os habitantes da vila desistiram da colheita anual de azeitonas, um marco da vida palestina e importante fonte de renda.
Membros da família Abu Rejalah disseram que, em 18 de fevereiro, encontraram um colono pastoreando suas ovelhas em sua propriedade e atirando pedras em outro cachorro, Angel, um vira-lata com mistura de Malinois. Dois dias depois, o animal morreu em decorrência dos ferimentos.
Ninguém filmou o ataque, mas em 14 de maio, quando um colono magro apareceu na casa da família e atirou uma pedra em uma janela, Ibrahim gravou um vídeo de dentro da residência. Ele chamou a polícia israelense e os serviços de segurança palestinos. Soldados israelenses chegaram logo depois, segundo ele, e mandaram o homem embora. Ibrahim disse que os oficiais israelenses e palestinos o alertaram: “Enquanto eles estiverem por perto, não saiam de casa”.
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Crueldade animal extrema
O mesmo colono — que, segundo a polícia, foi identificado na quinta-feira — voltou no dia seguinte por volta das 18h. Ninguém saiu de casa. Dois membros da família pegaram seus celulares e começaram a gravar. Nos vídeos, cuja autenticidade foi verificada pelo New York Times, o jovem, vestindo um moletom com capuz, segura um pedaço de madeira e está acompanhado de dois cães brancos. Ele anda de um lado para o outro, observando as janelas da casa. Depois, caminha até a oliveira à qual Lucy está acorrentada. Perto dali, outra cadela, Cheetah, solta, lhe faz companhia.
O homem pega uma pedra e a atira contra um dos cães. Cheetah, ensanguentada, foge. Lucy não consegue. O homem, segurando um pedaço de madeira em cada mão, começa a espancá-la violentamente. A cadela tenta colocar a árvore entre ela e o agressor, mas ele a alcança ao redor do tronco para golpeá-la. Ao vê-la ferida, aproxima-se ainda mais.
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Ele esmurra sua cabeça, balançando os dois pedaços de madeira. Uma vez. Duas vezes. Somente após pelo menos o 17º golpe duplo a cadela desaba. O agressor não para. Ele a golpeia mais nove vezes.
Ibrahim Abu Rejalah disse que ligou para a polícia israelense enquanto o ataque ainda acontecia e foi informado de que soldados seriam enviados imediatamente. Segundo ele, policiais e soldados só apareceram dias depois, no domingo. Questionada sobre o caso, a polícia israelense declarou na quinta-feira que só tomou conhecimento do incidente depois que o vídeo do ataque viralizou nas redes.
A polícia ainda disse que a investigação foi “intensiva” e pediu que o agressor “se entregasse, pois o longo braço da polícia o alcançará”. Em seu próprio comunicado, o Exército israelense acrescentou que Kfar Tarfon era um “posto avançado ilegal” e que “deveria ser esvaziado”.
Colono israelense agrediu repetidamente cão de família palestina com porrete de madeira
Reprodução/X/Government Communication Center – Palestine
No posto dos colonos, na terça-feira, dois homens abordados por repórteres do New York Times se recusaram a comentar.
— Não há nada para vocês aqui — disse um deles em hebraico.
Quando lhe mostraram uma imagem congelada do vídeo do ataque e pediram que identificasse o agressor, o homem não respondeu e foi embora.
Sobrevivente
A cadela sobreviveu, de alguma forma. Seu crânio sofreu fraturas em apenas dois pontos, abaixo de um corte de 10 centímetros, disse o veterinário Ashraf Shiban, que atua em Rama, no norte de Israel. O tratamento está sendo pago por um grupo israelense de resgate animal.
Lucy perdeu a visão do olho esquerdo, mas Shiban disse, na quarta-feira, que ela já estava voltando a comer. Com o tempo, afirmou, ela deverá se recuperar.
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Membros da família Abu Rejalah disseram temer novos ataques por parte dos colonos de Kfar Tarfon, especialmente agora que falaram publicamente sobre as hostilidades. Eles demonstraram pouca confiança de que o agressor será punido. Pareciam igualmente incrédulos de que o ataque tivesse acontecido.
— Trabalhei por anos dentro de Israel. Toda casa tem um animal de estimação, um cachorro ou um gato. Eles amam animais — disse Hassan Abu Rejalah. — O que faria alguém fazer uma coisa dessas, senão para assustar as pessoas?
A mãe e o padrasto dos dois irmãos franceses encontrados abandonados em uma estrada no sul de Portugal foram detidos pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e serão apresentados à Justiça sob suspeita de violência doméstica e exposição ao abandono.
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As crianças, de três e cinco anos, foram encontradas sozinhas na Estrada Nacional 253, entre Alcácer do Sal e Comporta, na região de Monte Novo do Sul. Segundo as autoridades, os meninos estavam chorando e carregavam apenas pequenas mochilas com mantimentos, uma garrafa de água e uma fruta.
Os suspeitos foram identificados como Marine Rousseau, de 41 anos, e Marc Ballabriga, de 55. Imagens de videovigilância registraram a entrada do casal em Portugal no dia 11 de maio, em um posto de combustível na região de Miranda do Douro.
Segundo a CNN Portugal, os dois foram localizados nesta sexta-feira em um café em Fátima, onde permaneciam havia várias horas sentados em uma esplanada. Ainda de acordo com a emissora, o casal foi surpreendido “sem grande reação” pela polícia.
Após a detenção, Marine Rousseau e Marc Ballabriga foram levados para instalações da GNR em Palmela e seguirão para o tribunal de Setúbal, onde passarão pelo primeiro interrogatório judicial. As autoridades portuguesas avaliam a possibilidade de prisão preventiva devido à gravidade dos crimes investigados.
Marine Rousseau, de 41 anos. em Fátima
Reprodução
Crianças disseram que tudo começou como um ‘jogo’
As investigações indicam que as crianças foram levadas da França para Portugal pela mãe e pelo padrasto. Um outro filho de Marine Rousseau, de 16 anos, permaneceu em território francês. Os irmãos relataram às autoridades portuguesas que a mãe disse que fariam um “jogo” antes de colocar vendas nos olhos dos dois.
Quando retiraram as vendas, segundo o relato, já estavam sozinhos na estrada.
As crianças foram encontradas por Eugénia e Artur Quintas, um casal da região. Segundo a CNN, os irmãos estavam “na beira da estrada”, “chorando” e “chamando pelo pai”.
O casal acolheu os menores até a chegada da Guarda Nacional Republicana.
A partir do primeiro contato com as crianças, os agentes acionaram a embaixada da França e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens.
Os policiais também utilizaram ferramentas de Inteligência Artificial para auxiliar na comunicação com os irmãos, o que ajudou as autoridades portuguesas a relacionarem o caso a uma investigação já em andamento na França.
Os meninos já receberam alta hospitalar e foram encaminhados para uma família de acolhimento temporário. As autoridades francesas iniciaram os procedimentos para o retorno das crianças ao país de residência habitual por meio de mecanismos de cooperação internacional.
O pai biológico está a caminho de Portugal, mas a eventual entrega dos menores dependerá de avaliação das autoridades francesas.
“Enquanto França não tiver a certeza de que o pai biológico é responsável”, as crianças não serão entregues a ele, afirmou Carlos Bastos Leitão, superintendente-chefe da PSP. Segundo o especialista, caso o pai não seja considerado apto, os irmãos poderão retornar desacompanhados para a tutela do Estado francês.
As autoridades portuguesas também investigam o histórico do padrasto das crianças. Segundo o jornal francês Le Parisien, Marc Ballabriga já foi condenado anteriormente por violência doméstica, com pena suspensa.
Ainda de acordo com a CNN, Ballabriga deixou a atividade policial após um período depressivo.
Apesar das acusações, moradores de Colmar, cidade francesa onde Marine Rousseau vivia, demonstraram surpresa com o caso, segundo reportagem da CNN Portugal.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento aterrador em que um carregador portátil explodiu dentro da bolsa de uma mulher enquanto ela estava presa em um elevador na cidade de Surgut, na Rússia.
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O vídeo mostra a moradora entrando normalmente no elevador de um prédio residencial carregando a bolsa no ombro. Poucos segundos depois, já com as portas fechadas, fumaça começa a sair do acessório antes de uma explosão repentina provocar uma bola de fogo dentro do espaço apertado.
Veja o momento:
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Assustada, a mulher joga a bolsa no chão e tenta desesperadamente apertar os botões do elevador enquanto as chamas aumentam rapidamente. A gravação ainda mostra o elevador sendo tomado por fumaça espessa em questão de segundos.
Em meio ao pânico, a vítima bate repetidamente na porta e tenta se afastar do fogo enquanto o carregador continua queimando no chão da cabine.
As imagens ficam parcialmente encobertas pela fumaça até o momento em que a porta finalmente se abre e a mulher consegue correr para fora do elevador. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, ela não ficou ferida.
O incidente aconteceu quando a moradora retornava ao apartamento em um prédio alto da cidade russa. De acordo com os serviços de emergência locais, equipes de resgate não chegaram a ser acionadas para o local.
O governo de Malta, país europeu localizado no Mar Mediterrâneo, vai pagar até 25 mil euros (cerca de R$ 145 mil) a jovens com menos de 30 anos que aceitem abdicar da carteira de motorista durante cinco anos. A medida faz parte de um programa-piloto criado para combater o trânsito e estimular o uso de transportes públicos, bicicletas e outras formas de deslocamento em substituição ao carro.
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A restrição, no entanto, não valerá apenas dentro do território maltês. Segundo a proposta, os participantes ficarão impedidos de dirigir em qualquer parte do mundo durante o período de cinco anos.
De acordo com o diário espanhol El Economista, além de não poderem conduzir automóveis, os jovens que aderirem ao programa também não poderão usar motocicletas, ciclomotores ou qualquer outro veículo motorizado.
Em troca da recompensa, que pode chegar a 25 mil euros, os participantes terão de se comprometer formalmente a não dirigir durante todo o período previsto. Segundo o governo de Malta, o objetivo é reduzir o número de veículos em circulação diante dos congestionamentos frequentes provocados pela alta pressão sobre a rede rodoviária do país.
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O programa entrou em vigor no início deste ano e tem orçamento anual de cinco milhões de euros. Para ter acesso ao incentivo, é preciso ser residente em Malta há pelo menos sete anos e possuir carteira de motorista da categoria B há, no mínimo, 12 meses.
A polícia britânica informou nesta sexta-feira que está analisando uma acusação de agressão sexual contra o ex-príncipe Andrew, irmão do rei Charles III, e pediu que qualquer pessoa com informações a respeito colabore com as forças de segurança. O caso em análise se refere a fatos ocorridos em 2010, em que uma mulher teria sido “levada a um endereço em Windsor com fins sexuais”.
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O ex-príncipe foi detido e colocado sob custódia durante várias horas em fevereiro, após revelações sobre seus vínculos com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein, que morreu na prisão em 2019. O irmão de Charles III perdeu os títulos reais após sua relação com Epstein ficar comprovada.
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Nesta sexta, as autoridades policiais afirmaram ter entrado em “contato” com a advogada da suposta vítima para informar que, “caso ela deseje denunciar o ocorrido à polícia, a denúncia será levada a sério e tratada com cuidado, sensibilidade e respeito à sua privacidade e ao seu direito ao anonimato”.
O irmão do rei também está sendo investigado por “omissão no exercício de uma função pública”, suspeito de ter repassado documentos econômicos confidenciais a Jeffrey Epstein quando atuou como representante comercial do Reino Unido entre 2001 e 2011. As investigações não resultaram, até o momento, em uma acusação formal contra o ex-príncipe.
A investigação contra Andrew Mountbatten-Windsor, iniciada após a divulgação, há vários meses, de documentos pelas autoridades americanas relacionados a Jeffrey Epstein, “continua”, informou a polícia de Thames Valley em um comunicado.
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Divulgação / Departamento de Justiça dos EUA
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A polícia pediu “paciência” à opinião pública e incentivou qualquer pessoa com informações sobre o ex-príncipe a apresentá-las às autoridades. O delito de “omissão no exercício de uma função pública” pode acontecer de “diferentes formas, o que torna a investigação complexa”, acrescentou a polícia.
Andrew Mountbatten-Windsor sempre negou qualquer irregularidade cometida em relação ao caso Epstein. O ex-príncipe foi acusado de agressões sexuais pela americana Virginia Giuffre quando ela tinha 17 anos. Giuffre cometeu suicídio em abril de 2025, aos 41 anos.
Afastado da família real e destituído de seus títulos, o ex-príncipe Andrew foi obrigado a se mudar para Norfolk (leste da Inglaterra), longe de sua residência na propriedade real de Windsor.
O adolescente Shay Blayden, de 17 anos, morreu após sofrer um grave acidente de trabalho em uma obra no empreendimento Bellway Sniperley Park, em Durham, na Inglaterra. Segundo informações apresentadas durante o inquérito judicial, um cilindro de concreto caiu sobre o pescoço do jovem enquanto ele trabalhava no local. Os serviços de emergência foram acionados, mas Shay morreu um dia depois, em 17 de abril.
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Durante audiência no Tribunal de Justiça de Crook, o legista sênior Jeremy Chipperfield informou que a causa inicial da morte foi registrada como traumatismo craniano e torácico, após exame post-mortem realizado pela médica legista Jennifer Bolton. O inquérito foi adiado para uma nova audiência preliminar marcada para 4 de agosto.
Investigações sobre o acidente
O tribunal também foi informado de que a Agência Executiva de Saúde e Segurança conduz uma investigação sobre o caso, enquanto a Polícia de Durham apura possíveis responsabilidades ligadas à gestão do canteiro de obras. Embora o empreendimento pertença à construtora Bellway, as obras de terraplanagem estavam sendo executadas pela empreiteira Esh Group no momento do acidente.
Em depoimento divulgado durante o inquérito, os pais do adolescente, Lee e Samantha Blayden, prestaram homenagem ao filho e afirmaram que ele era apaixonado pelo trabalho, pela academia e pelo boxe.
— Como pais, não poderíamos estar mais orgulhosos do jovem trabalhador e determinado que Shay se tornou — disseram.
A família afirmou ainda que o adolescente “iluminava todos os ambientes” e destacou a relação próxima dele com a namorada, Libby, além do carinho dedicado aos irmãos Elis e Edie.
— Shay era o rapaz mais genuíno, amoroso, engraçado e atencioso que você poderia desejar conhecer. Nosso lindo menino de olhos castanhos — para sempre com 17 anos — declararam os pais.
Após a morte do jovem, uma campanha de arrecadação de fundos foi organizada para ajudar a família Blayden.
Um vídeo registrado por câmeras de segurança na região de Guangxi, no sul da China, mostrou o momento em que uma mulher quase foi levada pela correnteza durante as enchentes provocadas pelas chuvas torrenciais que atingem o país desde o fim de semana.
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As imagens mostram a moradora tentando atravessar uma rua completamente inundada quando perde o equilíbrio e cai na água. Em poucos segundos, ela começa a ser arrastada pela correnteza, em uma cena de desespero. Vizinhos que perceberam o perigo correram para socorrê-la e conseguiram retirá-la da água antes que fosse levada.
Veja vídeo:
O episódio ocorreu em meio à onda de temporais que atinge o centro e o sul da China e já deixou ao menos 22 mortos e 20 desaparecidos, segundo informações divulgadas pela imprensa estatal chinesa nesta quarta-feira.
A emissora estatal CGTN classificou as precipitações como “chuvas sem precedentes”. Em várias regiões, escolas, empresas e serviços de transporte foram interrompidos por causa das enchentes e dos deslizamentos provocados pelo excesso de chuva.
Na província de Guangxi, onde o vídeo foi gravado, dez mortes já foram confirmadas pelas autoridades locais. Em Hunan, cinco pessoas morreram e outras 11 seguem desaparecidas. Já em Guizhou, quatro mortes foram registradas, enquanto cinco pessoas continuam desaparecidas.
Mais ao norte, em Hubei, as enchentes deixaram três mortos e quatro desaparecidos.
As autoridades chinesas mobilizaram equipes de emergência e suspenderam aulas em diversas cidades afetadas. O governo central também anunciou a liberação de 120 milhões de yuans — cerca de R$ 86 milhões — para ações emergenciais nas regiões atingidas.
A enfermeira de voo Jamie Novick, de 33 anos, foi identificada como uma das vítimas da queda de um avião de resgate médico no estado do Novo México, nos Estados Unidos. O acidente ocorreu na madrugada de 14 de maio, durante um voo entre o Centro Aéreo de Roswell e o Aeroporto Regional de Sierra Blanca, e também provocou um incêndio florestal de grandes proporções na região.
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Além de Jamie, morreram os pilotos Keelan Clark e Ali Kawsara, da empresa Generation Jets, e a enfermeira de voo Sarah Clark, da Trans Aero MedEvac. Em comunicado conjunto, as companhias lamentaram a tragédia.
— Nossos corações permanecem com as famílias e entes queridos que enfrentam uma perda inimaginável — afirmou Matt Goertz, vice-presidente da Trans Aero MedEvac.
Segundo as autoridades locais, a queda da aeronave deu origem ao incêndio Seven Cabins, que já consumiu mais de 16 mil acres e tinha apenas 6% de contenção até quinta-feira. A causa do acidente ainda não foi determinada. O caso é investigado pela Administração Federal de Aviação (FAA) e pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).
Legado de serviço e dedicação
Moradora do Colorado e veterana da Força Aérea americana, Jamie deixou o marido, Ryan, e os filhos Lena e Josh. Em uma campanha criada no GoFundMe para ajudar a família, ela foi descrita como uma profissional dedicada e movida pelo cuidado ao próximo.
“A medicina de emergência não era apenas o trabalho de Jamie, era a sua vocação”, diz o texto da arrecadação, que também destaca sua “compaixão, força e dedicação inabalável” aos pacientes e colegas.
O pai da enfermeira, Greg Bunch, afirmou à emissora Fox21 News que a filha tinha uma vida “cheia de propósito”.
— Ela enfrentou coisas difíceis com coragem. Amou as pessoas com sinceridade. Cuidou dos que sofriam. Viveu com alegria e humildade — declarou.
O marido de Jamie também ressaltou o compromisso da enfermeira com o serviço público.
— Jamie dedicou sua vida a servir os outros como veterana da Força Aérea, enfermeira de pronto-socorro e, mais recentemente, enfermeira de voo. Ela se importava profundamente com todos que cruzavam seu caminho — disse Ryan.
A família revelou ainda que a morte ocorreu apenas 13 meses após o falecimento do irmão dela, Mark, em um acidente de carro. Segundo o pai, Jamie ficou profundamente abalada com a perda.
— A perda de Jamie trouxe uma dor indescritível. Mesmo em meio a essa dor, somos gratos pela vida que ela viveu e pelo amor que nos deu — afirmou Greg Bunch.
Três irmãs morreram afogadas na praia de Brighton, no sul da Inglaterra, em uma tragédia que ganhou contornos ainda mais dramáticos após familiares revelarem que a mãe delas também morreu afogada há 16 anos. Jane Adetoro, de 36 anos, Christina Walters, de 32, e Rebecca Walters, de 31, foram retiradas da água na manhã desta quarta-feira (20), após uma operação de resgate mobilizar equipes de emergência na região de Black Rock, próximo à Madeira Drive.
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Segundo a polícia de Sussex, as investigações continuam para esclarecer como as três mulheres foram parar no mar. Até o momento, as autoridades afirmam não haver evidências de participação de terceiros ou indícios de crime. A suspeita inicial é de que ao menos uma delas tenha sido surpreendida pela profundidade repentina da praia de seixos, conhecida pelas encostas íngremes e pelas mudanças bruscas no terreno submerso.
Uma fonte da Guarda Costeira britânica afirmou ao jornal The Sun que uma das irmãs pode ter entrado na água sem perceber o risco.
— Se você der um passo pensando que o terreno é plano, pode afundar sessenta centímetros ou mais muito rapidamente. Isso pode tornar as coisas muito perigosas muito rapidamente — disse.
Família fala em dor indescritível
As três irmãs moravam juntas em Uxbridge, em Londres, e eram descritas pela família como inseparáveis. A tia delas, Ajike Adetoro, afirmou ao jornal The Times que as jovens eram “irmãs muito unidas e melhores amigas, que faziam tudo juntas”. Ela também criticou teorias conspiratórias disseminadas nas redes sociais sobre o caso.
— Essas especulações absurdas estão causando ainda mais sofrimento à família — declarou.
O pai das vítimas, Joseph, publicou uma homenagem emocionada às filhas.
— Nenhuma palavra pode realmente descrever a dor. A tragédia de perder vocês três deixou um vazio que as palavras não conseguem preencher — afirmou.
— Hoje, com o coração cheio de tristeza e amor, presto homenagem às minhas amadas filhas, cujas vidas terminaram de forma tão trágica e prematura.
A madrasta das jovens, Genevieve Barnaby, também lamentou a perda.
— Nossos corações estão partidos. A dor é indescritível — escreveu.
Segundo familiares, Jane trabalhava como contadora e era vista como a mais responsável das irmãs, frequentemente assumindo um papel maternal dentro da família. Christina havia concluído recentemente a graduação na Universidade Brunel, enquanto Rebecca, a caçula, era lembrada pelo jeito expansivo e brincalhão.
O tio das vítimas, Adesoji, iniciou uma campanha de arrecadação para ajudar a família.
— Nenhum pai ou mãe deveria ter que enterrar um filho, muito menos os três — disse.
O superintendente-chefe Adam Hays, comandante da divisão de Brighton e Hove, afirmou que a investigação seguirá “com seriedade” para esclarecer os acontecimentos daquela manhã.
— Os pensamentos de todos na Polícia de Sussex estão com a família de Jane, Christina e Rebecca após esta perda devastadora — declarou.
Um homem australiano morreu após cair em uma ravina enquanto percorria a Trilha Inca até Machu Picchu, no Peru. A vítima foi identificada como Matthew Cameron Paton, de 52 anos, policial do estado de Victoria. O corpo foi localizado nesta quinta-feira por equipes da Unidade de Resgate em Alta Montanha da cidade de Cusco.
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Segundo as autoridades, Paton foi encontrado cerca de 300 metros abaixo de uma encosta íngreme próxima ao trecho conhecido pelo risco. Na quarta-feira, ele havia sido dado como desaparecido.
De acordo com a polícia peruana, o australiano caiu após uma grade de madeira quebrar enquanto ele atravessava uma área da trilha acompanhado de um grupo de turistas e de um guia.
Segundo a BBC, Matthew Paton havia chegado a Cusco cerca de 12 dias antes ao lado da esposa. As autoridades peruanas investigam as circunstâncias da queda.
Virgilio Velasquez, general e chefe da Região Policial de Cusco, afirmou que as buscas começaram logo após os relatos sobre o desaparecimento do turista.
— Temos informações indicando que ele aparentemente tropeçou ao atravessar uma ponte de madeira e provavelmente tentou se segurar na grade de madeira. Mas ela cedeu e ele escorregou junto para o abismo. Infelizmente, caiu na ravina — declarou à agência estatal peruana Andina.
Policial assumiria novo cargo no próximo mês
A Polícia de Victoria confirmou que Matthew Paton ingressou na corporação em 2009 e assumiria no próximo mês um novo cargo como sargento sênior.
Em comunicado, a família afirmou estar “arrasada” com a morte e disse que o policial “sempre quis viajar para o Peru”.
“A família era a coisa mais importante para Matt”, declararam os parentes. Segundo a BBC, Paton era casado havia 31 anos e deixa a esposa e três filhos. “Ele adorava sua família. E nós o adorávamos”, acrescentou a família.
O comissário-chefe da Polícia de Victoria, Mike Bush, afirmou que Matthew Paton “serviu com distinção por 16 anos”. Segundo Bush, o policial será lembrado pelo altruísmo, pelo “incrível senso de humor”, pela gentileza e pela capacidade de incluir todos ao redor.
A Associação da Polícia de Victoria (TPAV) também lamentou a morte do agente e afirmou que colegas ficaram chocados com “a perda de um de nossos membros em um trágico acidente no exterior”.
Segundo a entidade, Paton se destacou pelo trabalho no treinamento de policiais e pela atuação sindical dentro da corporação.
Um porta-voz do Departamento de Relações Exteriores e Comércio da Austrália informou que o governo presta assistência consular à família.
— Enviamos nossas mais profundas condolências à família neste momento difícil — afirmou o representante.

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