A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, afirmou na sexta-feira, diante do Parlamento, ser contrária à alteração das regras de sucessão da família imperial, que restringem o trono aos homens e excluem mulheres e seus descendentes.
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Primeira mulher a chefiar o governo japonês, Takaichi declarou que acata as conclusões de um painel de especialistas encarregado de discutir o tema. O grupo considerou “apropriado limitar a elegibilidade aos descendentes homens da linha masculina pertencentes à linhagem imperial”.
“O governo, e eu mesma, respeitamos este relatório”, sustentou.
Anteriormente, a premiê havia classificado a revisão das normas da Casa Imperial como “uma questão urgente”.
Pela tradição, apenas homens podem dar continuidade à linhagem imperial — que, segundo a lenda, remonta a cerca de 2.600 anos. Apesar disso, pesquisas de opinião indicam amplo apoio popular à possibilidade de uma mulher ocupar o Trono do Crisântemo.
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Em setembro, o Japão celebrou a maioridade do príncipe Hisahito, único herdeiro homem na linha de sucessão. Sobrinho do imperador Naruhito, ele ocupa a segunda posição na ordem sucessória, atrás de seu pai, a quem cabe assegurar a continuidade da família imperial.
Embora o imperador não detenha poder político, a instituição mantém elevado valor simbólico no Japão.
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