Um ex-comissário de bordo canadense foi preso no Panamá e extraditado para os Estados Unidos sob a acusação de ter se passado por piloto e membro ativo de tripulação para entrar gratuitamente em centenas de voos comerciais ao longo de cerca de quatro anos, segundo autoridades federais norte-americanas.
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Dallas Pokornik, 33, natural de Toronto, se declarou “não culpado” na última terça-feira em um tribunal federal no Havaí, após ser indiciado por fraude em outubro de 2025. Ele permanece sob custódia por ordem de um juiz federal.
De acordo com um comunicado divugado pela Procuradoria do Distrito do Havaí nesta terça-feira, Pokornik trabalhou como comissário de bordo para uma companhia aérea com sede em Toronto entre 2017 e 2019.
Depois de deixar o emprego, ele teria usado uma identificação funcional fraudulenta da empresa para se apresentar como piloto ou comissário em pelo menos três grandes companhias aéreas com base em Honolulu, Chicago e Fort Worth (Texas) — cidades que abrigam, respectivamente, Hawaiian Airlines, United Airlines e American Airlines.
As autoridades afirmam que o acusado chegou a solicitar assentos extras na cabine de comando conhecidos como “jump seats”, normalmente reservados a pilotos fora de serviço ou tripulantes autorizados, embora os autos não indiquem se algum desses pedidos foi atendido.
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O esquema teria se estendido de 2019 a 2023, período em que Pokornik teria acumulado viagens sem pagar os preços regulares dos passageiros, explorando benefícios de viagem corporativa destinados a funcionários do setor aéreo.
As companhias citadas na acusação não comentaram oficialmente o caso. Air Canada, com sede em Montreal e um grande centro em Toronto, disse não ter registros de emprego de Pokornik. Procurados por veículos de mídia internacionais, representantes de Hawaiian Airlines, United e American não comentaram sobre o caso.
Se condenado por fraude eletrônica, crime federal nos EUA, ele pode enfrentar até 20 anos de prisão, multa de até US$ 250 mil (R$ 1,3 milhões, na cotação atual) e período de liberdade supervisionada. O caso está sendo investigado pela Homeland Security Investigations, com o apoio do Serviço de Delegados Federais dos Estados Unidos (United States Marshals Service).
O episódio tem sido comparado por veículos internacionais ao enredo do filme “Prenda-me se for Capaz” (2002), em que um jovem se passa por piloto para obter benefícios de viagem, embora as autoridades ressaltem que a investigação se concentra em como ele teria enganado os sistemas modernos de verificação de credenciais.
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