Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
O Pentágono divulgou nesta sexta-feira (12) um terceiro lote de arquivos de supostos avistamentos de OVNIs ocorridos no nordeste dos Estados Unidos. O material inclui imagens, representações em vídeo desenvolvidas após descrições e relatos sobre orbes brilhantes, que por vezem aparecem com uma tonalidade vermelha.
O material foi divulgado por meio do Departamento de Guerra, o Departamento de Defesa renomeado por Donald Trump, dos Estados Unidos. São 72 arquivos do FBI, da CIA e do próprio Pentágono sobre os chamados “fenômenos anômalos não identificados”, os Unidentified Anomalous Phenomena (UAP, na sigla em inglês). Esses materiais datam dos últimos anos.
Um deles, de fevereiro deste ano, cita entrevistas do FBI com duas pessoas que relataram ter visto uma luz intensa e brilhante no meio do quintal de sua casa em uma noite, destaca a Reuters. A arquivo divulgado tem trechos omitidos. Porém é possível ver como o objeto não identificado que supostamente foi avistado é descrito, sendo de cor vermelha “brilhante e bonita”, como “nunca tinha visto”. Essa esfera ainda continha um “sol de plasma branco”.
Em julho de 2025, por volta das 22h, horário locl no nordeste dos Estados Unidos, uma testemunha observou uma luz intensa e brilhante de seu quintal; imagem consta no terceiro lote de documentos sobre OVINs liberados pelo Pentágono
Reprodução / Departamento de Guerra dos EUA
No mesmo local, semanas depois, teriam sido avistados alguns orbes brancos sobrevoando a casa a uma altitude muito maior. A informação consta em um relatório do FBI que foi divulgado nesta nova leva.
De acordo com um documento do FBI de 2024, um ex-oficial de inteligência do Exército dos EUA e quatro membros de sua unidade observaram um UAP sobre as Montanhas Cheyenne, no Colorado. O objeto que paira no ar tem formas bem definidas, aponta o site The Washington Times.
Entre o material divulgado estão videos que, na verdade, tratam-se de representações do que foi narrado por testemunhas dos supostos avistamentos.
Os dois primeiros lotes de arquivos de supostos avistamentos de OVNIs foram divulgados em 8 e 22 de maio. A divulgação tem sido estimulada pelo governo de Donald Trump, sem um objetivo claro.

Veja outras postagens

“Você precisa ser feliz”, diz um grafite na parede de um prédio em ruínas em Havana. E por quase duas horas, durante o jogo entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo, os cubanos deixaram de lado suas preocupações.
Sob sanções: Cuba anuncia ampliação das atividades de empresas privadas na ilha para enfrentar crise econômica
Com poderio militar em declínio: Cuba tem poucas chances de defesa em caso de ataque dos EUA, avaliam especialistas
A transmissão dos jogos pela TV estatal cubana começou com dois dias de atraso devido a um problema com o pagamento dos direitos. No sábado, foi ao ar a primeira partida. Em um pequeno café no na região central de Havana, de casas com cores em tons pastéis, fachadas descascadas e varais de roupa nas varandas, homens sentados em pequenos barris observavam com atenção a televisão na parede.
O beisebol é o esporte nacional de Cuba, e a única participação do país em uma Copa do Mundo (de futebol) ocorreu há quase um século, em 1938, quando chegou às quartas. Mas a chegada da internet móvel, há uma década, abriu espaço para essa nova paixão, e a bola de futebol já reina soberana, especialmente entre as crianças.
Veja mais: Tabela da Copa do Mundo 2026 com resultados e classificação em tempo real
Quando a TV estatal anunciou, no dia seguinte à abertura do torneio no México, que transmitiria 16 partidas da primeira fase e todos os jogos das fases eliminatórias, o ambiente mudou. Agora, a eletricidade precisa cumprir sua parte: há mais de quatro meses sob bloqueio petroleiro dos EUA, e com uma rede de transmissão antiquada, os blecautes são rotina.
Moradores de Havana assistem a jogo entre Brasil e Marrocos em café
Pablo PORCIUNCULA / AFP
Ismael Veranes, diretor de recursos humanos do Teatro Nacional de Cuba, foi ao café para assistir ao jogo porque está há mais de 20 horas sem luz em casa. Enquanto bebe um suco de frutas, o único prazer que se permite durante o jogo por causa da crise econômica, garante que a Copa alivia sua mente em meio a um dia de transportes caóticos e blecautes.
— Quando retorno de casa cansado, não tem luz. Faz calor de noite, e os mosquitos são terríveis — diz Veranes, que divide sua torcida entre a França e o Brasil.
À beira do colapso: Sem petróleo da Venezuela, crise de Cuba se aprofunda e expõe fragilidades estruturais
Uma hora antes do jogo, em uma esquina próxima, Michael, um fã de Lionel Messi, de nove anos, e sua irmã Meiliuvis, de 10, brincavam com uma tampa de garrafa sob os olhares de Che Guevara, imortalizado com sua boina na parede de uma galeria do outro lado da rua.
Enquanto no passado os cubanos eram fiéis ao beisebol — Fidel Castro costumava rebater para as multidões —, desde a chegada dos smartphones, em 2018, “as crianças tendem mais para o futebol”, explica Osmany, pai de Michael. E embora a crise se reflita nos campos de futebol “muito deteriorados” da ilha, a Copa “nos permite uma distração rápida”.
Muitos cubanos falam com nostalgia de Mundiais passados, quando a TV estatal transmitia todas as partidas, e a comida e gasolina não eram tão escassos, com exceção dos anos 1980, quando a ajuda soviética chegou ao fim. Agora, apenas os bares com TV a cabo e cerveja cara exibem todos os jogos, e a muitos resta apenas assistir das calçadas.
— Não é a mesma coisa — diz, em tom de tristeza, Alan, de 36 anos, em pé na rua com dois amigos e uma lata de cerveja na mão.
Estudantes de medicina mexicanos comemoram gol do México em bar de Havana
Pablo PORCIUNCULA / AFP
Em Cuba, onde a crise ampliou as desigualdades, alguns torcedores de futebol são mais iguais do que outros. No arborizado bairro de classe média de El Vedado, em Havana, as cervejas vendidas a US$ 1 circulavam em uma festa em um centro cultural decorado com bandeiras do Brasil e cartazes da Copa.
Presão ameicana: Cubanos se dividem sobre legitimidade de indiciamento de Raúl Castro nos EUA
Do lado de fora, uma fila de veículos 4×4 atestava a existência de uma pequena elite que passa muito bem, recebendo salários em dólares no setor privado, ao mesmo tempo em que outros cubanos vasculham o lixo em busca de comida. Mas até ali a crise se faz sentir: de tempos em tempos, o sinal da TV congela, para protesto dos presentes.
Víctor Díaz, um biólogo de 24 anos, comemora poder acompanhar a Copa.
— Ter algo para aliviar todas as dificuldades, como as que temos dia após dia, é incrível.
A água potável em Cumaná, cidade no leste da Venezuela, está em níveis extremamente baixos. Apagões diários assolam a cidade. O vento uiva pelos restos saqueados de sua outrora ilustre universidade. Catadores vasculham lixões em busca de restos de comida. Grande parte de Cumaná, que já foi uma joia da coroa da base industrial do país, tem a atmosfera de uma zona de guerra devastada. Esta cidade litorânea é um mundo completamente diferente de Caracas, a capital, que está prestes a vivenciar uma recuperação em grande parte isolada da decadência que assola grande parte do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Um novo estudo sobre o derretimento do permafrost, o solo que fica permanentemente congelado no planeta em altas latitudes, eleva o grau de preocupação sobre o que vai acontecer com as terras do hemisfério Norte à medida que a mudança climática avança. Esse fenômeno provocará emissões maciças de carbono antes do esperado, diz a pesquisa.
Clima e oceano: Grande Corrente do Atlântico vai perder metade da força até o fim do século, apontam estudos
Super El Niño: Fenômeno emerge no Oceano Pacífico, trazendo risco de calor extremo, enchentes, secas e incêndios, anunciam metereologistas
A previsão sobre o que vai acontecer com essas áreas de terra firme sempre desafiou os cientistas porque um outro fenômeno, o crescimento acelerado de florestas boreais, poderia atuar como compensador. Entretanto, o novo trabalho, liderado pelo Laboratório de Ciências Ambientais e do Clima da Universidade de Paris, reduz as esperanças de que isso ocorra.
— Por um lado, temperaturas mais altas e estações de crescimento mais longas podem estimular o crescimento das plantas, permitindo que a vegetação absorva mais CO₂ da atmosfera — explica a autora principal do estudo, Yi Xi. — Por outro, o aquecimento também acelera a decomposição da matéria orgânica do solo, liberando carbono de volta para a atmosfera.
O que a cientista especializada em biogeoquímica fez com seus colegas para entender melhor o que acontecerá com o permafrost foi um modelo de simulação matemática que busca prever quanto desse solo derreterá diante de cenários relativamente pessimistas do aquecimento global (acima de 3.5°C graus de acréscimo até 2100).
Initial plugin text
Seu projeto foi o primeiro a levar em conta dados sobre o que está acontecendo com o solo abaixo de três metros da superfície, e gerou previsões mais preocupantes do que a literatura científica tem até agora.
— Muitas projeções de modelos anteriores sugeriam que o aumento da produtividade vegetal poderia compensar ou mesmo exceder as perdas de carbono do solo durante este século, resultando em um ganho líquido de carbono para as terras do norte — diz. — Nosso estudo mostra que essa conclusão se torna muito menos certa quando o carbono do permafrost profundo é incluído. O carbono adicional liberado dos solos profundos enfraquece substancialmente o sumidouro de carbono terrestre projetado e pode até mesmo revertê-lo nos cenários de aquecimento mais intenso.
A dificuldade de cientistas em avaliar reservatórios profundos de carbono é que eles se formaram ao longo de dezenas de milhares de anos e, para representá-los de forma realista, os modelos devem simular não só o ciclo do carbono atual, mas também o histórico de longo prazo de acumulação, sedimentação, congelamento e soterramento do carbono.
O que o grupo de Yi Xi conseguiu fazer foi desenvolver uma nova estrutura que reconstrói a formação e a acumulação de carbono do permafrost profundo em escala de tempo milenar, permitindo que esses estoques de carbono sejam representados de forma mais realista.
Levando isso em conta, o estudo da cientista, publicado nesta semana na revista Science Advances, mostra uma situação inversa ao que modelos anteriores haviam apontado para o período entre 1900 e 2100. Enquanto estudos feitos previamente apontavam que nesse intervalo o solo gelado absorveria entre 43 e 65 bilhões de toneladas de carbono, seu novo modelo aponta que ele vai na verdade emitir entre 3 e 32 bilhões de toneladas.
Como o derretimento do permafrost agrava o próprio fenômeno que o provoca, cria-se um ciclo de retroalimentação que contribui para agravá-lo.
Metano e gás carbônico
Um outro ponto preocupante do estudo é que todo o balanço de carbono que ele avaliou se refere apenas ao CO₂, o gás de efeito estufa mais comum em ação no fenômeno do aquecimento global. Além dessa substância, porém, o permafrost possui grandes reservas de metano (CH4), um gás-estufa muito mais potente, que apesar de ser menos abundante pode agravar de maneira significativa a crise do clima.
— O metano é um gás que origina de uma decomposição sem presença do oxigênio, enquanto a geração de CO₂ precisa de oxigênio. Então, o metano em geral se solta do fundo de reservatórios ou de áreas com muita matéria orgânica, como é o caso do permafrost — explica o biogeoquímico João Ometto, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
A preocupação maior com o metano, talvez, tenha feito a comunidade científica ter se dedicado menos a entender a dinâmica do CO₂ nos solos congelados. Apesar de o CH4 ser mais potente, ele se degrada mais rápido na atmosfera, e no longo prazo o CO₂ se torna um problema muito maior.
O estudo de Yi Xi não aborda a questão de por que o solo do Norte está emitindo mais CO₂ do que se esperava. Ometto acredita que isso pode ter, talvez, relação com o crescimento de florestas boreais.
— Uma coisa interessante é que a respiração de raízes das plantas pode contribuir no processo de decomposição oxidativa de matéria orgânica no solo, pelas bactérias e pela microfauna, porque o crescimento de raízes provoca entrada de mais oxigênio no solo — afirma. — É um processo de dinâmica biológica que é potencializado pelo aumento da temperatura no planeta.
O estudo de Yi Xi não incluiu o metano na conta geral do equilíbrio de entrada e saída de carbono, mas ela afirma que fazê-lo provavelmente reforçaria, em vez de atenuar, o impacto climático do degelo do permafrost.
IPCC em alerta
Essa nova pesquisa vem num contexto preocupante para o clima, porque a literatura científica sobre outros fenômenos de retroalimentação do clima mostram que esse tipo de fenômeno perturbam o sistema mais do que se esperava. É o caso, por exemplo, do enfraquecimento das correntes do Atlântico, e da transição de florestas para savanas na Amazônia.
Todas essas novas pesquisas podem incorrer em ajustes no consenso sobre a ciência da mudança climática construída painel de cientistas do clima da ONU, o IPCC. O grupo deve voltar a se reunir no final do ano para começar a elaborar um novo relatório de avaliação, que pode dar um prognóstico mais grave para o futuro do planeta.
— Eu tenho receio em fazer previsões sobre futuras avaliações do IPCC, mas posso afirmar é que as pesquisas estão se concentrando cada vez mais em processos que antes eram simplificados ou omitidos dos modelos, incluindo o carbono do permafrost — diz Yi Xi. — Em muitos casos, a incorporação desses processos reduz a capacidade de amortecimento do sistema terrestre e revela riscos adicionais sob o aquecimento contínuo. Ao mesmo tempo, ainda existem incertezas em ambas as direções. O objetivo desta pesquisa não é necessariamente tornar as projeções mais pessimistas, mas sim torná-las mais realistas e fisicamente completas.
A projeção feita pela cientista, de todo modo, leva em conta apenas os dois cenários mais graves possíveis de aquecimento futuro, com aumento de 3,6°C e 4,4°C até 2100. Caso o planeta consiga conter a elevação de temperatura a no máximo 1,5°C (objetivo do Acordo de Paris), o destino do permfrost talvez seja outro. A marca dos 1,5°C, porém, pode ser atingida já na próxima década, o que torna os cenários pessimistas mais realistas do que eram antes.
Taty Almeida, presidente das Mães da Praça de Maio-Linha Fundadora e um ícone da luta pelos direitos humanos na Argentina, faleceu neste domingo, aos 95 anos, após mais de quatro décadas como uma das vozes mais reconhecidas contra os crimes da última ditadura. “Com profunda tristeza, compartilhamos a triste notícia: hoje, nossa querida Taty Almeida, presidente da Mães da Praça de Maio-Linha Fundadora, faleceu”, afirmou um comunicado da organização de direitos humanos.
Relembre: 4 casos marcantes de netos encontrados pelas Avós da Praça de Maio
Entenda: Mães da Praça de Maio marcham há mais de três décadas por notícias de filhos desaparecidos
Com seu lenço branco sempre amarrado ao pescoço, Almeida foi uma figura incansável nas mobilizações que exigiam memória, verdade e justiça pelos crimes da ditadura, mas também acompanhou sempre os movimentos operário e estudantil com sua presença e sua voz inconfundível.
“Obrigada por nos ensinar que amar é resistir, que a única luta perdida é a abandonada e que não há força maior que o amor”, declarou a organização que ela liderava.
Initial plugin text
A vida de Almeida deu uma guinada dramática após o desaparecimento de seu filho de 20 anos, Alejandro, em 1975. Assim como ele, cerca de 30 mil outros dissidentes desapareceram pelas mãos das milícias de direita da chamada Triplo A, ou ditadura que governou a Argentina entre 1976 e 1983.
Sua filha, Fabiana Almeida, contou a repórteres que ela e seu irmão, Jorge, perceberam que ela “não estava bem” na manhã deste domingo: “Dissemos a ela: ‘Mãe, vamos lá, se entregue. Vamos, Alejandro está esperando por você lá em cima. Se abracem, nos olhem lá de cima'”, relatou, com a voz embargada pela emoção.
Taty Almeida, ícone das Mães da Praça de Maio, morreu na Argentina neste domingo
Eitan Abramovich/AFP
Almeida estava hospitalizada em Buenos Aires havia três semanas. Seus restos mortais serão velados nesta segunda-feira na sede de um sindicato na cidade, informou sua família. Sua morte foi lamentada por diversas figuras dos direitos humanos, da política e da cultura na Argentina.
“Ela era uma lutadora”, disse uma emocionada Estela de Carlotto, ícone das Avós da Praça de Maio, ao canal C5N após a notícia. “Continuamos a luta, uma luta com mais dor, mas não podemos desistir”, acrescentou. “Uma lutadora incansável que honrou a vida. Adeus, querida Taty”, escreveu a ex-presidente argentina de centro-esquerda Cristina Kirchner (2007-2015) no X.
Lutadora Incansável
Taty Almeida nasceu Lidia Stella Mercedes Miy Uranga em 28 de junho de 1930. Ela era professora e teve três filhos com seu colega Jorge Almeida. Seu filho, Alejandro, era membro do grupo guerrilheiro Exército Revolucionário Popular (ERP) quando foi sequestrado em 1975 pela organização paramilitar de direita Triple A.
Taty Almeida, ícone das Mães da Praça de Maio, morreu na Argentina neste domingo
Eitan Abramovich/AFP
Alejandro, estudante do primeiro ano de medicina, está desaparecido desde então, e Taty nunca recuperou seus restos mortais.
“Transformamos essa raiva em amor, em luta pacífica”, disse Almeida à AFP em 2017. Filha e irmã de militares, Taty Almeida só se juntou às Mães da Praça de Maio em 1979. “Eu não ousava ir; com a minha origem, eu poderia ser considerada uma espiã. Uma vez dentro da organização, revelei tudo a eles”, disse Almeida.
Nos últimos anos, ela manteve uma postura abertamente confrontativa com o governo de Javier Milei em relação às suas políticas sobre memória, verdade e justiça, e foi uma voz central nos eventos que comemoraram o 50º aniversário do golpe militar em março de 2026.
“Só restam três mães e duas avós”, disse Almeida em abril, ao receber um prêmio na Universidade de Buenos Aires, acrescentando: “Já passamos o bastão. Aos poucos, porque, apesar das bengalas e cadeiras de rodas, nós, as ‘loucas’, ainda estamos de pé.”
O petróleo recuou após Estados Unidos e Irã fecharem acordo de paz para encerrar guerra no Oriente Médio, abrindo caminho para a possível reabertura do Estreito de Ormuz. O Brent para entrega em agosto caiu 3,4%, para US$ 84,32 por barril, após ter encerrado a semana anterior no menor nível em mais de três meses. Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate) era negociado a US$ 81,46, com queda de 4%.
Em vez do 1º emprego, a 1ª empresa: cresce número de jovens que começam a vida profissional pelo empreendedorismo
Contra novo tarifaço: Lula traça estratégia para cúpula do G7, onde pode encontrar Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em publicações nas redes sociais que autorizaria a “reabertura sem pedágio” do Estreito de Ormuz e também o fim do bloqueio imposto à República Islâmica. Segundo ele, a passagem será reaberta quando o acordo for assinado na sexta-feira.
“Navios do mundo, liguem seus motores”, escreveu Trump. “Deixem o petróleo fluir!”, acrescentou.
O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, confirmou que um acordo foi alcançado e disse que o texto será divulgado após a cerimônia de assinatura, prevista para ocorrer na Suíça.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que “certamente” pretende participar da cerimônia e que também existe a possibilidade de Trump comparecer.
Initial plugin text
Os mercados globais de energia vêm sendo fortemente impactados pela guerra desde o início do conflito, no fim de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com o objetivo de conter seu programa nuclear.
A resposta de Teerã incluiu ataques em diversas áreas do Golfo Pérsico e o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde, em tempos de normalidade, transitava cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente. Paralelamente, forças americanas também impuseram um bloqueio a embarcações ligadas ao Irã.
Após dispararem no início da guerra, os preços do petróleo perderam força nas últimas semanas diante dos sinais de aproximação entre Washington e Teerã e de indícios de retomada parcial dos fluxos de petróleo pelo estreito.
Além disso, países desenvolvidos recorreram às suas reservas estratégicas de petróleo, enquanto grandes importadores, especialmente a China, reduziram suas compras.
Embaixador Mauricio Lyrio sobre as tarifas: ‘Penalizar um país como o Brasil, que tem já déficit com os Estados Unidos, é um erro’
Embora o acordo represente um importante alívio para os produtores de energia do Golfo, para a indústria global de transporte marítimo e para os consumidores, ainda existem obstáculos para a normalização completa do tráfego em Ormuz.
Entre eles estão a remoção de minas navais e a definição das novas exigências do Irã para o controle das embarcações que atravessam a região.
Os contratos futuros de gás natural na Europa também registraram forte queda, chegando a recuar até 5,8%.
O petróleo recuou após Estados Unidos e Irã fecharem acordo de paz para encerrar guerra no Oriente Médio, abrindo caminho para a possível reabertura do Estreito de Hormuz. O Brent para entrega em agosto caiu 3,4%, para US$ 84,32 por barril, após ter encerrado a semana anterior no menor nível em mais de três meses. Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate) era negociado a US$ 81,46, com queda de 4%.
Em vez do 1º emprego, a 1ª empresa: cresce número de jovens que começam a vida profissional pelo empreendedorismo
Contra novo tarifaço: Lula traça estratégia para cúpula do G7, onde pode encontrar Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em publicações nas redes sociais que autorizaria a “reabertura sem pedágio” do Estreito de Hormuz e também o fim do bloqueio imposto à República Islâmica. Segundo ele, a passagem será reaberta quando o acordo for assinado na sexta-feira.
“Navios do mundo, liguem seus motores”, escreveu Trump. “Deixem o petróleo fluir!”, acrescentou.
O vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, confirmou que um acordo foi alcançado e disse que o texto será divulgado após a cerimônia de assinatura, prevista para ocorrer na Suíça.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que “certamente” pretende participar da cerimônia e que também existe a possibilidade de Trump comparecer.
Initial plugin text
Os mercados globais de energia vêm sendo fortemente impactados pela guerra desde o início do conflito, no fim de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com o objetivo de conter seu programa nuclear.
A resposta de Teerã incluiu ataques em diversas áreas do Golfo Pérsico e o fechamento do Estreito de Hormuz, por onde, em tempos de normalidade, transitava cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente. Paralelamente, forças americanas também impuseram um bloqueio a embarcações ligadas ao Irã.
Após dispararem no início da guerra, os preços do petróleo perderam força nas últimas semanas diante dos sinais de aproximação entre Washington e Teerã e de indícios de retomada parcial dos fluxos de petróleo pelo estreito.
Além disso, países desenvolvidos recorreram às suas reservas estratégicas de petróleo, enquanto grandes importadores, especialmente a China, reduziram suas compras.
Embaixador Mauricio Lyrio sobre as tarifas: ‘Penalizar um país como o Brasil, que tem já déficit com os Estados Unidos, é um erro’
Embora o acordo represente um importante alívio para os produtores de energia do Golfo, para a indústria global de transporte marítimo e para os consumidores, ainda existem obstáculos para a normalização completa do tráfego em Hormuz.
Entre eles estão a remoção de minas navais e a definição das novas exigências do Irã para o controle das embarcações que atravessam a região.
Os contratos futuros de gás natural na Europa também registraram forte queda, chegando a recuar até 5,8%.
O Paquistão, país que atua como mediador no conflito entre EUA e Irã anunciou neste domingo que os dois países chegaram a um entendimento para um cessar-fogo no Oriente Médio, que inclui Líbano. A assinatura do memorando estaria marcada para 19 de junho na Suíça. O Irã ainda não se manifestou.
Também neste domingo, o presidente Donald Trump afirmou que um acordo de paz “agora está concluído” e que o Estreito de Ormuz está aberto e que os Estados Unidos suspenderão seu bloqueio naval.
“O acordo com a República Islâmica do Irã agora está concluído. Parabéns a todos!”, escreveu Trump em sua rede social, a Truth Social, pouco depois de o Paquistão, que atuou como mediador, informar que as duas partes haviam chegado a um entendimento.
“Por meio desta, autorizo plenamente a abertura sem cobrança de pedágio do Estreito de Ormuz e, simultaneamente, autorizo a remoção imediata do bloqueio naval dos Estados Unidos. Navios do mundo, deem partida em seus motores. Que o petróleo volte a fluir!” escreveu ele.
Um avião de pequeno porte utilizado para paraquedismo caiu neste domingo (14) no estado do Missouri, na região central dos Estados Unidos, deixando 12 mortos. O acidente ocorreu a cerca de 96 km ao sul de Kansas City, cidade que receberá na terça-feira (16) a estreia da Argentina, atual campeã do mundo, contra a Argélia pela Copa do Mundo. As informações foram passadas por Dennis Jacobs, diretor da agência de gestão de emergências do condado de Bates, à agência de notícias AFP.
Kansas City também é a base da seleção da Inglaterra, outra candidata ao título. A região também recebeu alerta de tornado, o que fez os jogadores serem orientados a ficarem nos quartos. A imprensa local não informou se as condições meteorológicas interferiram no acidente aéreo.
Quem é Oliver Tree: cantor que morreu em acidente de helicóptero no Recreio era sucesso no TikTok
Veja também: Colisão entre helicópteros no Rio é ‘acidente raro’ em rota conhecida; o que se sabe até agora e o que esperar da investigação
Segundo os serviços de emergência locais, a aeronave transportava 11 paraquedistas e um piloto. O avião havia decolado do Aeroporto Memorial Butler, mas retornou por motivos ainda desconhecidos antes de cair nas proximidades de uma rodovia.
A queda mobilizou equipes de resgate e levou ao fechamento dos dois sentidos da estrada próxima ao local do acidente. Não houve sobreviventes.
De acordo com Dennis Jacobs, as autoridades foram acionadas logo após a queda da aeronave. Equipes da patrulha rodoviária do Missouri, da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) e do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) participaram do atendimento da ocorrência.
As causas do acidente ainda são desconhecidas. A emissora local FOX4 informou que uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias da tragédia.
O acidente acontece dois dias antes de Kansas City receber uma das partidas mais aguardadas da primeira rodada da Copa do Mundo. Na terça-feira, a Argentina fará sua estreia no torneio diante da Argélia, às 22h (horário de Brasília), em busca do bicampeonato consecutivo e do quarto título mundial de sua história.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, a lei que institui o Marco Legal do Transporte Público Coletivo. O objetivo do texto é modernizar a política desse tipo de transporte no país, com a diversificação do financiamento e a melhoria da regulação e da operação dos transportes públicos urbanos.

Um dos avanços estruturais do novo marco é a ruptura com o modelo predominante no Brasil, no qual o financiamento do transporte coletivo recaía quase exclusivamente sobre a tarifa paga pelo usuário. A Lei nº 15.432/2026 foi publicada, neste domingo (14), em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Notícias relacionadas:

A medida abre caminho para a discussão da tarifa zero e autoriza o uso de novas fontes de custeio para subsidiar as tarifas, como publicidade, exploração comercial de espaços e recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide Combustíveis).

A Cide é um tributo federal cobrado na importação e comercialização de petróleo, gás natural, álcool combustível e seus derivados. Criada por uma lei de 2001, tem seus recursos destinados à infraestrutura de transportes, projetos ambientais e subsídios ao preço de combustíveis.

O texto foi aprovado em maio pelo Congresso Nacional e também trata do fortalecimento da integração física e tarifária dos sistemas de transporte, da ampliação da transparência na gestão pública, da transição para fontes renováveis de energia e da criação de mecanismos nacionais para compartilhamento de dados e monitoramento da qualidade dos serviços.

Outro ponto de destaque é a definição de parâmetros mínimos de qualidade para os sistemas de transporte público, incluindo critérios como regularidade, pontualidade, acessibilidade, segurança, conforto e satisfação dos passageiros. O texto também prevê que a remuneração das operadoras possa ser vinculada ao desempenho e à qualidade do serviço prestado.

Vetos

Em comunicado, a Presidência de República informou que os vetos presidenciais ao Marco Legal do Transporte Público Coletivo tiveram como objetivo preservar a sustentabilidade fiscal e evitar impactos sobre políticas de gratuidade já existentes.

Foram retirados trechos que obrigavam estados e municípios a custear integralmente gratuidades e descontos tarifários com recursos do orçamento público, além de dispositivos que vinculavam subsídios públicos à remuneração das operadoras.

“A avaliação foi de que essas exigências poderiam gerar despesas sem previsão de recursos e colocar em risco benefícios já concedidos à população”, diz o comunicado, ao acrescentar que os vetos não impedem a concessão de subsídios para financiar gratuidades e descontos tarifários.

“O que foi retirado foi a obrigatoriedade desse custeio e o prazo para adequação, medidas que poderiam inviabilizar o modelo atualmente adotado por diversos entes federativos e gerar instabilidade no sistema”, reforçou a Presidência.

Também foram vetados dispositivos relacionados às competências dos entes federativos, como a obrigatoriedade de isenção de pedágio para ônibus em rodovias estaduais e municipais e a previsão de subsídios federais para tarifas de transporte local. A justificativa foi preservar a autonomia de estados e municípios, evitar novas despesas obrigatórias para a União e garantir segurança jurídica na gestão dos sistemas de transporte.

Outros vetos se aplicam à criação de novas estruturas administrativas, regras de indenização a concessionárias e a vinculação obrigatória de 60% dos recursos da Cide Combustíveis para áreas urbanas. Segundo o governo, as medidas buscam evitar aumento de gastos permanentes, reduzir riscos fiscais para o poder público e preservar a flexibilidade do orçamento para atender às diferentes necessidades e prioridades do país.

Caroline von Rantzau era herdeira da multimilionária empresa alemã de navegação Deutsche Afrika-Linien/DAL. Aos 26 anos, a jovem foi assassinada com um tiro de rifle, na luxuosa propriedade da família em Leeuwfontein (província de Limpopo, África do Sul), um dia depois do gerente financeiro da família ter sido morto na mesma reserva.
De acordo com informações da polícia, fornecidas ao jornal alemão “Bild”, Caroline foi encontrada morta no seu quarto em 1º de junho. Antes de Caroline ser encontrada com um ferimento de bala, disparos foram ouvidos na propriedade, que oferece a visitantes a experiência de caça na “principal região de safári da África do Sul”.
A polícia acredita que a vítima tenha sido atingida por um rifle de caça calibre .357. Seu pai, Eberhart von Rantzau, diretor administrativo da DAL, com sede em Hamburgo (Alemanha), guardava uma arma do mesmo calibre em seu armário. A morte da jovem aconteceu menos de 24 horas após um sócio do negócio da família, o gerente financeiro Arno Koën, de 44 anos, ter sido morto por arma de fogo no mesmo local.
Informações iniciais divulgadas pela empresa do pai, a Deutsche Afrika-Linien (DAL), afirmavam que von Rantzau havia morrido em um acidente de carro, o que foi desmentido pela polícia local posteriormente.
De acordo com o jornal alemão Bild, relatos também sugerem que ela tinha uma relação particularmente próxima de Koën, como uma espécie de “pai adotivo” e “mentor”.
Segundo Malesela Ledwaba, porta-voz da polícia sul-africana, “os resultados da autópsia fornecerão aos investigadores informações sobre as causas reais da morte e determinarão se serão abertas investigações contra outras pessoas”.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress