Uma coalizão liderada pela Arábia Saudita anunciou nesta quarta-feira que realizou “ataques preventivos limitados” no Iêmen para impedir que separatistas apoiados pelos Emirados Árabes Unidos (EAU) intensifiquem o conflito.
Os separatistas tomaram, em dezembro, grandes extensões do território do Iêmen, incluindo partes da província de Hadramaut, que faz fronteira com a Arábia Saudita.
As forças separatistas foram rechaçadas na semana passada por ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita e por uma contraofensiva terrestre.
Rebeldes do Iêmen condenam 17 à morte por espionagem para Israel, EUA e Arábia Saudita
Tropas apoiadas pela Arábia Saudita posicionadas na cidade de Mukalla, na província costeira de Hadramawt, no sul do Iêmen
AFP
A aliança afirmou nesta quarta-feira que lançou os novos ataques para impedir que o líder separatista Aidaros Alzubidi “escale o conflito” e o estenda para a região de Aldhale.
Acrescentou que “trabalha com o governo iemenita e as autoridades locais (…) para apoiar os esforços de segurança e manter a ordem”.
Alzubidi, segundo a coalizão, “fugiu para um local desconhecido”, depois de não ter embarcado em um avião que deveria levá-lo à Arábia Saudita para participar de negociações de paz.
Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, países petrolíferos e vizinhos, apoiam facções rivais dentro do fragmentado governo do Iêmen, que controla o sul do país.
Inicialmente, uniram forças na coalizão saudita contra os rebeldes huthis, apoiados pelo Irã, que desde 2014 controlam grande parte do norte do país.
Os separatistas tomaram, em dezembro, grandes extensões do território do Iêmen, incluindo partes da província de Hadramaut, que faz fronteira com a Arábia Saudita.
As forças separatistas foram rechaçadas na semana passada por ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita e por uma contraofensiva terrestre.
Rebeldes do Iêmen condenam 17 à morte por espionagem para Israel, EUA e Arábia Saudita
Tropas apoiadas pela Arábia Saudita posicionadas na cidade de Mukalla, na província costeira de Hadramawt, no sul do Iêmen
AFP
A aliança afirmou nesta quarta-feira que lançou os novos ataques para impedir que o líder separatista Aidaros Alzubidi “escale o conflito” e o estenda para a região de Aldhale.
Acrescentou que “trabalha com o governo iemenita e as autoridades locais (…) para apoiar os esforços de segurança e manter a ordem”.
Alzubidi, segundo a coalizão, “fugiu para um local desconhecido”, depois de não ter embarcado em um avião que deveria levá-lo à Arábia Saudita para participar de negociações de paz.
Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, países petrolíferos e vizinhos, apoiam facções rivais dentro do fragmentado governo do Iêmen, que controla o sul do país.
Inicialmente, uniram forças na coalizão saudita contra os rebeldes huthis, apoiados pelo Irã, que desde 2014 controlam grande parte do norte do país.









