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O ex-ministro francês Jack Lang “propôs” sua renúncia do Instituto do Mundo Árabe (IMA) em Paris neste sábado, após acusações sobre seus supostos laços com o financista americano e criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein. O ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, que supervisiona o IMA, disse a repórteres no sábado que “toma nota” da oferta de renúncia de Lang e iniciará o processo para nomear um presidente interino para a instituição.
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“Proponho apresentar minha renúncia em uma próxima reunião extraordinária do conselho”, escreveu Lang em uma carta ao ministro das Relações Exteriores, vista pela AFP.
Lang havia dito no sábado que as acusações contra ele a respeito de seus supostos vínculos com o falecido criminoso sexual eram “infundadas”. Suas declarações vieram depois que promotores franceses anunciaram no dia anterior a abertura de uma investigação contra ele e sua filha, após a inclusão de seus nomes nos arquivos de Jeffrey Epstein recentemente divulgados.
Lang é a figura francesa de maior destaque a aparecer nos documentos recentemente divulgados pelas autoridades americanas referentes ao rico financista americano, que morreu em uma prisão de Nova York em 2019 enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual de menores.
O ex-ministro e sua filha, Caroline, serão investigados por “lavagem de dinheiro proveniente de fraude fiscal agravada” devido às suas supostas ligações financeiras com Epstein. Lang, que ocupou diversos cargos ministeriais em governos anteriores, disse ter recebido a notícia da investigação “com serenidade e até alívio”.
“Isso esclarecerá muito as acusações que colocam em questão minha integridade e honra”, acrescentou.
A imprensa francesa noticiou que Lang solicitou repetidamente fundos ou favores a Epstein. Lang negou qualquer conhecimento dos crimes de Epstein. Barrot afirmou na sexta-feira que convocou Lang para uma reunião no fim de semana.
“Ele foi convocado pelo ministério e será recebido no domingo”, disse Barrot à AFP. “Os primeiros elementos que emergem desses arquivos são novos e extremamente sérios” e exigirão uma análise aprofundada, acrescentou Barrot.
O nome de sua filha também aparece nos arquivos de uma empresa constituída no exterior e da qual Epstein é coproprietário. Caroline, produtora de cinema, renunciou na segunda-feira ao cargo de presidente do Independent Production Syndicate.
Depois que agentes federais de imigração mataram Alex Pretti em Minneapolis, funcionários do Google inundaram os fóruns internos da empresa com mensagens exigindo uma resposta.
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Na sexta-feira, mais de 800 funcionários pediram à direção, em uma petição, que fosse transparente sobre como a tecnologia do Google dá suporte às agências federais de imigração e instaram a empresa a deixar de fazer negócios com essas organizações. A petição afirmava que eles estavam “estarrecidos com a violência” e com as “operações no estilo paramilitar” conduzidas por agentes de imigração, as quais acusam o Google de ajudar a viabilizar.
Eles também solicitaram que a empresa adotasse medidas de segurança para proteger os funcionários após uma suposta tentativa de agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) de entrar no campus da companhia em Cambridge, Massachusetts.
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Ativismo no Vale do Silício
A petição sinaliza uma retomada do ativismo de funcionários no Google e em todo o Vale do Silício, após anos de relativa calmaria. Trabalhadores de tecnologia, que em grande parte permaneceram em silêncio enquanto executivos se aproximavam do governo Trump, começam a pressionar algumas das maiores empresas do mundo a influenciar a Casa Branca a mudar suas políticas.
Embora tenha sido assinada por uma fração dos cerca de 190 mil funcionários da empresa, a nova petição ecoa a turbulência vivida pelo Google em 2018, quando trabalhadores fizeram uma paralisação em protesto contra a forma como a empresa lidou com casos de assédio sexual e, depois, contestaram seu envolvimento em um programa do Pentágono que utilizava inteligência artificial para aprimorar ataques com drones.
Nos anos seguintes, a direção do Google limitou o acesso dos funcionários a documentos internos, reduziu as reuniões gerais e reprimiu manifestações de dissidência. Há dois anos, demitiu 28 trabalhadores por protestarem contra um contrato de computação em nuvem com o governo de Israel.
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Como resultado, alguns funcionários passaram a hesitar mais em desafiar a gestão, afirmou Matthew Tschiegg, engenheiro da equipe de computação em nuvem que assinou a petição. Ainda assim, muitos empregados continuam acreditando no antigo lema informal da empresa: “Don’t be evil” (“Não seja mau”).
— Eles riscaram ou apagaram esse lema, mas o espírito continua vivo — disse Tschiegg, que trabalha no Google há mais de uma década.
Desde que Donald Trump voltou à Casa Branca, executivos e investidores do Vale do Silício — incluindo Elon Musk, que lidera a SpaceX e a Tesla; Tim Cook, CEO da Apple; e Mark Zuckerberg, CEO da Meta — manifestaram apoio ao presidente por meio de doações e compromissos políticos. Essa postura criou a percepção de que o setor de tecnologia havia migrado de uma posição liberal para uma conservadora.
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Mas a morte de Pretti expôs algumas fissuras. Após o episódio, Cook, Sam Altman, da OpenAI, e outros pediram ao presidente que reduzisse a atuação dos agentes.
Sundar Pichai, CEO do Google, não divulgou um comunicado público. Jeff Dean, cientista-chefe do laboratório de pesquisa em IA DeepMind, do Google, escreveu em uma publicação nas redes sociais: “Toda pessoa, independentemente de filiação política, deveria condenar isso.”
A petição sobre imigração no Google, que recebeu mais de 500 assinaturas em 24 horas, foi organizada pelo No Tech for Apartheid, grupo de funcionários do Google e da Amazon que defende o fim do contrato conjunto de computação em nuvem das empresas com o exército e o governo de Israel.
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A petição cita uma reportagem do site The Intercept segundo a qual o Google fornece serviços de nuvem à Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA. Também menciona a parceria do Google com a Palantir, empresa de análise de dados e tecnologia que desenvolveu software para rastrear imigrantes.
Dilema ético
Um porta-voz do Google afirmou que o Departamento de Segurança Interna dos EUA utilizava infraestrutura de nuvem disponível comercialmente por meio de clientes da empresa, incluindo serviços básicos de computação e armazenamento em nuvem.
Tschiegg disse que os funcionários não sabiam como a tecnologia do Google estava sendo utilizada nesses e em outros contratos. A petição pede uma sessão de perguntas e respostas com a direção sobre os contratos da empresa com autoridades de imigração e esclarecimentos sobre se a companhia permitirá que a inteligência artificial seja usada pelo governo.
— Parece que eles estão correndo atrás do dinheiro. Isso cria um dilema moral e ético — disse.
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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que a Casa Branca pressiona para que russos e ucranianos cheguem a um acordo para encerrar a guerra até junho. O conflito completa quatro anos no final de fevereiro, e embora haja negociações em curso, a tarefa não é nada simples. Entre as demandas de Moscou, está a cessão dos territórios ocupados, e Zelensky teme que a Rússia e os EUA firmem um acordo entre si, sem ouvir as demandas de Kiev.
— Ele (EUA) dizem que querem concluir tudo até junho. E farão de tudo para acabar com a guerra. Eles querem um cronograma claro de eventos — disse Zelensky, em entrevista em Kiev. — Se os russos estão realmente dispostos a acabar com a guerra, então é muito importante estabelecer um prazo.
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O presidente ucraniano revelou ainda uma proposta de reunião trilateral feita pelos EUA, e que deveria acontecer em cerca de uma semana em Miami. Ele confirmou a participação de seus representantes, mas Washington e Moscou ainda não se pronunciaram.
As declarações de Zelensky vêm após mais uma reunião inconclusiva entre russos e ucranianos, mediada pelos EUA em Abu Dhabi, que terminou na sexta-feira com um compromisso de nova troca de prisioneiros — concluída na véspera — e a retomada do contato militar, mas com pontos complexos sobre a mesa, sem qualquer sinal de solução rápida.
A Rússia não abre mão de manter as áreas ocupadas da Ucrânia, equivalentes a cerca de 20% do território do país vizinho, incluindo o Donbass, área industrializada e rica em recursos naturais no leste, e a Crimeia, anexada em 2014, em um movimento considerado ilegal pela lei internacional. Em diálogos preliminares, no ano passado, Moscou exigiu que, além da cessão territorial, houvesse um reconhecimento internacional da medida.
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A Ucrânia oficialmente rejeita perder territórios (embora seja uma opinião cada vez mais popular em um país cansado da guerra), e exige garantias de segurança contra futuras invasões, na forma de compromissos de seus parceiros ocidentais. Trump vetou a entrada do país na Otan, a principal aliança militar do Ocidente, mas líderes europeus deixaram aberto o caminho para a adesão à União Europeia, embora os prazos não estejam claros.
— Mantemos nossa posição — afirmou Zelensky aos jornalistas. — Não pode haver fim para a guerra sem garantias de segurança. Isso é uma certeza absoluta.
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Antes de retornar à Casa Branca, Trump dizia que, caso fosse eleito, encerraria a guerra em 24 horas. Mas depois de empossado, percebeu que seus ultimatos não seriam tão eficazes, diante da mudança do contexto da guerra e das divergências à mesa de negociações. Os russos ignoraram suas ameaças, e uma reunião bilateral no Alasca, na qual esperava anunciar um cessar-fogo temporário, serviu de palanque para o presidente Vladimir Putin.
Na entrevista, Zelensky explicou indiretamente a escolha do mês de junho como prazo final.
— Por que antes deste verão (no Hemisfério Norte? Entendemos que seus problemas internos nos EUA terão um impacto — afirmou, em uma referência velada à campanha para as eleições que renovarão toda a Câmara e parte do Senado dos Estados Unidos, marcadas para novembro.
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Ele alertou que a pressa de Trump pode ser prejudicial à Ucrânia. No ano passado, um representante russo, Kirill Dmitriev, manteve um diálogo intenso com enviados do governo Trump, e que envolveu possíveis planos de cooperação econômica. Trump já disse que pode aceitar a cessão de territórios em um plano de paz, e o fim do prazo pode significar o risco da corda ceder para o lado mais fraco.
— Considerando os riscos potenciais, a delegação ucraniana transmitiu a posição de que, se houver algum acordo bilateral entre a Rússia e os EUA, as disposições relativas à Ucrânia não podem contradizer a Constituição — pontuou Zelensky.
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O ultimato americano ocorre em meio a uma violenta série de bombardeios russos, concentrados na infraestrutura energética do país. Na sexta-feira, Kiev afirmou que 40 mísseis e mais de 400 drones foram lançados. Os alvos principais, disse Zelensky, “foram a rede elétrica, as instalações de geração e as subestações de distribuição”.
— Este é um nível de ataques que os terroristas no mundo jamais se permitiram, e a Rússia precisa sentir a reação do mundo inteiro, de todos aqueles que estão verdadeiramente interessados ​​em segurança — afirmou o ucraniano em discurso.
Quinze pessoas morreram em um acidente com um micro-ônibus no nordeste do Afeganistão neste sábado, informaram as autoridades locais. O balanço anterior era de 12 mortos, mas três pessoas gravemente feridas no acidente morreram posteriormente.
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“Seis crianças, cinco mulheres e quatro homens” faleceram, informou um porta-voz da polícia da província de Badakhshan.
Devido a uma “estrada muito danificada”, o veículo “saiu da pista e caiu em um precipício”, acrescentou a fonte.
Os acidentes rodoviários são frequentes no Afeganistão, em parte devido ao mau estado de conservação das vias após décadas de conflito, à imprudência dos motoristas e à falta de regulamentação.
Em agosto de 2025, 78 pessoas, incluindo 19 crianças, morreram na colisão de um ônibus com um caminhão e uma moto no oeste do país. No mesmo mês, pelo menos 25 pessoas morreram e 27 ficaram feridas quando um ônibus capotou na província de Cabul.
Em um apartamento de Minneapolis, as cortinas estão fechadas e uma mesa com quatro computadores serve como substituto rudimentar de uma sala de aula para três crianças. Esmeralda, Kevin e Carlos deixaram de ir à escola, ao menos presencialmente, desde que agentes de imigração fizeram incursões na cidade americana do estado de Minnesota.
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— Se eu saio, é só ali fora, no corredor — conta Kevin, de 12 anos, à AFP.
Assim como muitos outros jovens e crianças imigrantes de Minneapolis, Kevin passou a ter aulas virtuais, uma prática que as escolas acreditavam ter deixado para trás após os piores dias da pandemia de coronavírus.
O ensino on-line voltou a se tornar uma necessidade, já que muitos permanecem em casa para evitar a campanha de deportações em massa impulsionada pelo presidente Donald Trump.
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Após uma operação de agentes de imigração na escola de ensino médio de Esmeralda, há cerca de um mês, sua mãe, Abril, decidiu que nenhum de seus filhos sairia de casa. Ela ainda não sabe quando voltarão a pisar na rua.
Como os demais membros da família, Abril falou com a AFP sob um pseudônimo.
A família chegou aos Estados Unidos vinda do México há um ano e meio para solicitar asilo, mas ainda aguarda uma decisão judicial.
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Pessoas em situações semelhantes têm sido alvo de operações de agentes de imigração depois que o governo Trump iniciou uma revisão do status legal dos cerca de 5.600 refugiados em Minnesota que ainda não receberam a residência permanente (green card).
No fim do mês passado, um juiz federal bloqueou temporariamente as detenções de refugiados que aguardam a residência permanente no estado.
“Estranho” e “estressante”
Em uma manhã recente de fevereiro, os três irmãos acordam para assistir às aulas de casa.
— A gente acorda e vai para a aula. E depois, mais aulas e mais aulas. Depois almoçamos e ficamos mais um pouco aqui no computador fazendo mais trabalhos e tarefas (…) — diz Esmeralda, de 14 anos, no meio de uma aula sobre fósseis.
Para a adolescente, transformar a mesa em sala de aula e a casa em uma espécie de bunker é “estranho”, “estressante” e “entediante”.
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Kevin conta que sente falta dos amigos e professores.
— A gente pode se ver, mas não estamos exatamente juntos. Não é a mesma coisa estar em uma videochamada do que estar com eles — afirma.
Já Carlos, o mais novo, diz que durante as aulas presenciais na escola podia “ir ao parque”.
Abril e o marido, Rigoberto, estão cada vez mais preocupados com a forma como os filhos lidam com esse confinamento autoimposto.
— Eles perguntam por que isso está acontecendo (…) por que, se não fizemos nada de errado, estamos nos escondendo — comenta Rigoberto, que trabalha como mecânico e não vai à oficina há mais de um mês, embora ela fique a apenas um quarteirão de casa.
Medo constante
Centenas de agentes federais de imigração chegaram a Minneapolis em dezembro e, desde então, a presença de oficiais fortemente armados e mascarados tornou-se comum.
Abril diz que, quando sabem que os agentes estão próximos de casa, pedem aos filhos que desliguem a televisão e não façam barulho.
— Eles nem são livres para rir — comenta a mãe.
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Tudo isso tem afetado Abril, que quase não dorme. A última vez que saiu de casa foi em 3 de dezembro.
— Nem para jogar o lixo fora eu saio — diz a mulher, que sente falta de ir à igreja ou levar os filhos para tomar um sorvete.
Com Abril, que trabalha como empregada doméstica, e o marido desempregado, é uma vizinha quem ajuda com as compras.
— Como chefe da família, para mim é muito, muito difícil não poder fazer nada por eles — explica Rigoberto.
Algum dia, eles poderão voltar a sair na rua, “mas não será mais a mesma coisa” e “sempre teremos medo”.
O governo de Cuba anunciou medidas de emergência nesta sexta-feira, entre elas a semana de trabalho de quatro dias nas empresas estatais e restrições à venda de combustíveis, diante da crise energética enfrentada pela ilha sob pressão dos Estados Unidos.
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— (As políticas de pressão do presidente Donald Trump) nos levam a aplicar um conjunto de decisões, em primeiro lugar para garantir a vitalidade do nosso país, dos serviços fundamentais, sem renunciar ao desenvolvimento — disse o vice-primeiro-ministro, Oscar Pérez-Oliva Fraga, em um programa da TV estatal.
O dirigente, também ministro do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, destacou que as medidas anunciadas foram aprovadas ontem em reunião do Conselho de Ministros e buscam “proteger e assegurar os serviços básicos à população”.
Entre as medidas, que entrarão em vigor na segunda-feira, estão a restrição da venda de combustível, a redução das viagens de ônibus e trem entre províncias e o fechamento temporário de alguns hotéis e empresas estatais. Além disso, também estão previstas a redução da semana de trabalho para quatro dias (de segunda a quinta) e a adoção do teletrabalho.
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Os horários escolares também serão reduzidos e as universidades aplicarão um sistema de aulas semipresenciais.
Trump intensificou suas ameaças contra Cuba desde o ataque de 3 de janeiro à Venezuela, com o qual depôs Nicolás Maduro, principal aliado da ilha, e assumiu o controle do setor petrolífero venezuelano.
Além de cortar o fluxo de petróleo da Venezuela, assinou na semana passada um decreto que ameaça impor tarifas adicionais a qualquer país que forneça petróleo à ilha, e disse na segunda-feira que o México, que fornece petróleo a Cuba desde 2023, deixaria de fazê-lo.
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Segundo Pérez-Oliva Fraga, o governo priorizará as atividades “que geram divisas”, e “o combustível [existente] é destinado à proteção dos serviços essenciais da população e às atividades econômicas imprescindíveis”.
No entanto, ele garantiu que serão mantidos os investimentos em energias renováveis, e que o país continuará seus esforços para aumentar a produção nacional de petróleo, que representa 30% do seu consumo.
O Pentágono cortará todos os seus vínculos acadêmicos com a Universidade de Harvard, o que encerrará a educação militar, as bolsas de estudo e os programas de certificação, informou a entidade em um comunicado na sexta-feira. A medida é o capítulo mais recente da disputa do governo do presidente Donald Trump com a prestigiada instituição de ensino da Ivy League, à qual acusa de promover a ideologia “woke”, um termo pejorativo usado pela direita radical para as políticas de diversidade.
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“Por tempo demais, este Departamento enviou nossos melhores e mais brilhantes oficiais para Harvard, esperando que a universidade compreendesse e valorizasse melhor nossa classe guerreira”, disse o secretário de Defesa, Pete Hegseth, no boletim.
“Em vez disso, muitos de nossos oficiais voltaram parecidos demais com Harvard: com a cabeça cheia de ideologias globalistas e radicais que não melhoram nossas fileiras de combate”, acrescentou.
O Pentágono indicou que a ruptura dos laços começará no ano letivo de 2026–2027 e que os militares que estiverem com estudos em andamento poderão concluí-los.
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Em outra publicação na rede social X, Hegseth usou seu termo preferido para o Departamento de Defesa: “Harvard é ‘woke’; o Departamento de Guerra, não”.
O secretário afirmou que o Pentágono revisará seus vínculos com todas as universidades da Ivy League para formação e educação militar.
A pressão do governo Trump sobre estas instituições levou funcionários do ensino superior a manifestar preocupação com a possibilidade de erosão da liberdade acadêmica.
O secretário da Marinha dos Estados Unidos, John Phelan, consta como passageiro de um voo realizado em 2006 no avião particular do criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, segundo documentos divulgados recentemente por autoridades americanas. De acordo com um levantamento da CBS News, os novos arquivos revelam ainda que o atual secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, foi sócio de Epstein em diversos negócios, ampliando a lista de integrantes do alto escalão do governo Donald Trump citados nos registros.
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Segundo a CNN, o nome de Phelan aparece em um manifesto de voo encontrado entre milhões de documentos relacionados a Epstein, liberados nos últimos meses. O registro indica que ele viajou em 3 de março de 2006 de Londres para Nova York a bordo de um dos jatos particulares do financista, meses antes de Epstein ser formalmente indiciado na Flórida por solicitação criminosa de prostituição.
O documento indica que Phelan estava entre os 13 passageiros a bordo da aeronave, incluindo o próprio Epstein e, aparentemente, Jean-Luc Brunel, agente de modelos francês com atuação no mercado internacional de moda e associado como próximo do criminoso sexual. Brunel enfrentava acusações de agressão sexual e estupro de menor quando foi encontrado morto em sua cela, em 2022. No manifesto, seu nome aparece grafado incorretamente como “Jean Luk Brunnel”. Seis nomes de passageiros foram suprimidos.
De acordo com detalhes do arquivo, a aeronave que fez o voo, o Boeing 727, era um dos aviões notórios pertencentes a Epstein.
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Procurado por meio de um porta-voz da Marinha, Phelan se recusou a comentar. Um amigo próximo confirmou à imprensa que ele estava a bordo do voo, mas afirmou que essa teria sido a única interação de Phelan com Epstein. Segundo essa fonte, o convite para a viagem partiu do então presidente-executivo do banco Bear Stearns, Jimmy Cayne, morto em 2021.
Ainda de acordo com o amigo, Phelan, que atuava no setor financeiro naquela época, só soube que viajaria no avião de Epstein ao chegar ao local. Durante o voo, Epstein teria apresentado a outros financistas um conceito tributário que não despertou o interesse de Phelan, que não voltou a manter contato com ele depois disso.
O documento cita ainda outros três passageiros com vínculos aparentes com o setor financeiro. Não há indícios de que Phelan tivesse conhecimento de crimes cometidos por Epstein ou seus associados no momento da viagem.
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Empresário sem histórico de serviço militar, Phelan foi fundador e presidente da Rugger Management LLC, empresa privada de investimentos criada em 2022. Ele foi confirmado como secretário da Marinha em março de 2025.
O manifesto integra um amplo lote de documentos divulgado no ano passado pelo Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes. Segundo o Departamento de Justiça, responsável por hospedar os arquivos, as supressões visam proteger a identidade de vítimas e informações sensíveis.
Na semana passada, cerca de três milhões de novos documentos relacionados a Epstein foram tornados públicos.
Além de Phelan, os arquivos citam outros nomes ligados ao atual governo Trump e a administrações anteriores. Entre eles estão: o próprio presidente dos EUA, Donald Trump; o secretário do Comércio, Howard Lutnick; o ex-secretário do Trabalho, Alexander Acosta; o ex-estrategista-chefe da Casa Branca, Steve Bannon; e o empresário Elon Musk, que comandou por alguns meses o Departamento de Eficiência Governamental.
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Os documentos que atrelam o nome de Lutnick a Epstein mostram que o secretário americano manteve relações empresariais com o financista, contrariando as declarações públicas nas quais ele afirmava ter cortado laços com o criminoso sexual. Registros relacionados a contratos de negócios em 2012 indicam que ambos assinaram acordos em conjunto, e e-mails posteriores revelam trocas de mensagens e tentativas de encontro mesmo após a condenação de Epstein.
As autoridades afirmam que nenhuma das pessoas mencionadas nos arquivos foi acusada de irregularidades.
Phelan e sua esposa são conhecidos colecionadores de arte e arrecadaram milhões de dólares para a campanha de Trump, incluindo a organização de um jantar de arrecadação de alto valor em agosto de 2024. Trump anunciou a indicação de Phelan para o cargo em novembro daquele ano, elogiando sua trajetória profissional e afirmando que ele colocaria “os interesses da Marinha dos Estados Unidos acima de tudo”.
Os Estados Unidos fretaram, em janeiro deste ano, ao menos dois voos privados para deportar palestinos detidos pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) para a Cisjordânia. As aeronaves utilizadas pertencem ao magnata imobiliário Gil Dezer, amigo do presidente Donald Trump e seu parceiro em projetos imobiliários, segundo investigação conjunta do jornal britânico The Guardian e do portal palestino-israelense +972 Magazine.
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De acordo com os veículos, os voos integram uma rede pouco transparente de aeronaves privadas empregadas na campanha de deportações em massa intensificada pela Casa Branca desde o início do atual governo republicano. Registros analisados pela organização Human Rights First (HRF), que monitora operações de deportação aérea, indicam que o avião de Dezer foi usado repetidamente pelo governo americano.
Segundo informações divulgadas pelo jornal El País, o primeiro voo partiu em 20 de janeiro de um aeroporto próximo a um centro de deportação em Phoenix, no Arizona, com oito palestinos algemados a bordo. A aeronave fez escalas na Irlanda e na Bulgária antes de pousar, no dia seguinte, em Tel Aviv. De lá, os deportados foram levados a um posto de controle militar nos arredores de Ni’lin, na Cisjordânia, onde foram libertos após terem documentos pessoais e celulares confiscados. Um segundo voo, com número não divulgado de palestinos, aterrissou em Tel Aviv dias depois, aparentemente com o mesmo destino.
As operações chamaram atenção após a divulgação, pelo jornal israelense Haaretz, de uma foto mostrando homens com roupas de presidiários, de cabeça baixa, descendo de um jato privado sob vigilância de agentes de segurança à paisana. Moradores da região onde os palestinos foram deixados relataram surpresa.
— O Exército israelense normalmente não liberta detidos naquele posto de controle — afirmou Mohamed Kanaan, professor que acolheu o grupo em sua casa por horas até que conseguissem contatar suas famílias.
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Segundo Kanaan, algumas famílias acreditavam que os homens estavam desaparecidos após longos períodos de detenção sem comunicação.
— Uma mãe começou a gritar e a chorar ao telefone — relatou.
Famílias separadas
A investigação aponta que vários dos deportados tinham vínculos profundos com os Estados Unidos. Alguns possuíam green card, documento que garante residência permanente legal, viviam há anos no país ou haviam constituído famílias com filhos que permaneceram em solo americano.
— Tudo o que sei e vivi está nos Estados Unidos — disse Maher Awad, de 24 anos, que passou quase uma década estudando e trabalhando em Michigan. Ele foi deportado sem conhecer o filho recém-nascido, que nasceu enquanto ele estava detido pelo ICE. Awad hoje vive em Ramun, perto de Ramala, de onde saiu aos 15 anos.
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Outro deportado, Sameer Zeidan, de 47 anos, trabalhava como comerciante na Luisiana. Sua esposa e seus cinco filhos, todos cidadãos americanos, permaneceram nos EUA.
— Toda a família dele está lá — lamentou um tio, que vive próximo a Ramala.
O voo que transportou Awad e Zeidan foi realizado em um jato Gulfstream GIV, avaliado em mais de 20 milhões de euros. Dezer, proprietário da aeronave, é herdeiro de um império imobiliário na Flórida, financiador das campanhas de Trump, com doações superiores a um milhão de euros, e integrante de uma associação que arrecada fundos para o Exército de Israel. Seu pai possui cidadania israelense.
Ao The Guardian, Dezer afirmou desconhecer o uso de sua aeronave, frequentemente descrita por ele como seu “brinquedo preferido”, quando fretada pela empresa Journey Aviation, sediada na Flórida e contratada com frequência pelo governo americano.
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Em seu site oficial, o ICE afirma realizar “missões fretadas de alto risco” para deportar pessoas que não podem ser transportadas por companhias aéreas comerciais, seja pelo destino ou por razões de segurança.
O custo dessas operações varia entre 6 mil e 22 mil euros por hora. Especialistas ouvidos pelo The Guardian estimam que um voo de ida e volta entre os EUA e Israel pode custar cerca de 400 mil euros, aproximadamente 50 mil euros por deportado no primeiro voo.
Dados da Human Rights First indicam que o mesmo avião foi usado desde outubro em pelo menos outras quatro deportações para países como Quênia, Libéria, Guiné e Essuatíni.
A organização acusa o governo americano de promover uma agenda de deportações “sem precedentes”, com métodos “legalmente questionáveis e indiscutivelmente cruéis”. Para Savi Arvey, diretora de pesquisa da HRF, trata-se de um sistema opaco que ignora o devido processo legal, separa famílias e opera sem transparência.
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Especialistas afirmam não haver precedentes conhecidos para voos desse tipo. O advogado israelense de direitos humanos Michael Sfard disse ao El País que nem mesmo em casos humanitários é comum permitir o pouso no aeroporto Ben-Gurion antes de seguir para a Cisjordânia. Segundo ele, a operação sugere um interesse específico, ou de Israel, ou para atender a demandas do governo Trump. O governo israelense não comentou o caso.
Após o primeiro voo, o Haaretz informou que os EUA solicitaram formalmente a deportação dos palestinos, aprovada pela agência de inteligência israelense Shin Bet após avaliação de segurança.
Awad foi preso após ligar para denunciar um roubo em sua residência. A detenção estaria relacionada a uma acusação anterior de violência doméstica, posteriormente retirada, segundo ele e sua companheira. Ao deixar a delegacia, foi entregue a agentes do ICE. Já Zeidan perdeu o direito à residência por não renová-la após cumprir pena de prisão há cerca de dez anos.
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Segundo a +972 Magazine, a ausência de reconhecimento do Estado palestino pelos EUA faz com que agentes migratórios classifiquem palestinos como israelenses, jordanianos ou cidadãos de países por onde passaram antes de chegar aos EUA, o que dificulta deportações, já que esses governos se recusam a recebê-los.
No passado, esse impasse levou o Departamento de Segurança Interna (DHS) a prolongar detenções. Agora, a postura parece ter mudado.
— Se um juiz determinar que um imigrante ilegal não tem direito de permanecer neste país, nós o expulsaremos. Ponto — afirmou um porta-voz do DHS.
O diretor e proprietário de uma funerária no Colorado, nos Estados Unidos, foi condenado a 40 anos de prisão na última sexta-feira (6), por abuso de quase 200 corpos ao longo de quatro anos. Segundo as investigações, Jon Hallford, de 46 anos, manteve os cadáveres armazenados de forma inadequada no estabelecimento, o que fez com que estivessem em decomposição, e entregava cinzas falsas às famílias enlutadas.
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Hallford foi preso em novembro de 2023, junto com a mulher, Carie Hallford, de 49 anos, sob suspeita de abuso de cadáver, roubo, lavagem de dinheiro e falsificação. Em dezembro do ano passado, o casal se declarou culpado separadamente em seus casos criminais estaduais, que estão sendo processados no Condado de El Paso. Carie se declarou culpada em agosto no tribunal federal e tem audiência marcada para sua sentença para abril, com estimativa de pena de 25 a 35 anos de prisão. As informações são do New York Times.
O caso começou a ser investigado no final de 2023, após relatos de um cheiro desagradável vindo da instalação da funerária em Penrose. No local onde funcionava a funerária Return to Nature Funeral Home, os detetives encontraram 189 corpos em decomposição e dois corpos enterrados de forma inadequada.
A funerária operava com a proposta de sepultamentos “verdes”, tidos como uma alternativa ambientalmente sensível aos funerais que exigem fluidos de embalsamamento e caixões elaborados. Segundo os promotores, o casal entregava às famílias urnas cheias de poeira ou concreto seco, como acreditam os investigadores, quando eram solicitadas cremações, ou corpos errados para sepultamentos. O caso geral revolta entre as famílias que, em alguns casos, alegaram “violência psicológica” ao verem seus entes queridos tratados como “lixo”.
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Os corpos foram identificados ao longo de meses com impressões digitais, DNA e outros métodos.
— Toda vez que abordo este caso, fico novamente impressionado com a enormidade do dano que foi infligido — disse Eric Bentley, juiz do tribunal distrital do Colorado, durante a sentença, destacou o New York Times. — Isso não é um dano comum.
Parentes dos mortos ainda relataram sofrerem com pesadelos recorrentes sobre carne em decomposição e larvas desde que o caso foi descoberto. Muitos chamaram Jon Hallford de “monstro” durante o julgamento. O pedido era para que fosse aplicada pena máxima de 50 anos, destacou o jornal inglês The Guardian.
Entre as dezenas de corpos, um dos recuperados era de um ex-sargento do exército de primeira classe, que não teve a identidade revelada, que se acreditava ter sido enterrado em um cemitério de veteranos, segundo relatou um agente do FBI. Na exumação do caixão no cemitério foi constatado que, na verdade, foram enterrados restos mortais de uma pessoa de gênero diferente. Posteriormente foi feito um funeral com honras militares completas no cemitério nacional de Pikes Peak, ressaltou a agência AP.
Ainda segundo as investigações, os cuidados com os corpos, como era esperado, como de cremação, não eram feitos para que a verba do pagamento recebido pela famílias fosse desviada. O casal também responde por acusações federais de fraude, em que ambos se declararam culpados. Jon Hallford foi condenado a 20 anos de prisão nesse caso, e a sentença de Carie Hallford está pendente, de acordo com a AP.
Dada as condições do prédio pelo armazenamento errado dos corpos, que estavam em decomposição, e os riscos que oferecem à saúde, foi solicitada a demolição.

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