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O governo trabalhista britânico foi criticado por opositores por suposta falta de respeito ao rei após confirmar a adoção de um logotipo com a legenda “Governo do Reino Unido”, em substituição a “Governo de Sua Majestade” nas comunicações oficiais.
A alteração havia passado despercebida, mas gerou reação depois que o ministro do Gabinete e responsável por assuntos constitucionais, Nick Thomas-Symonds, confirmou a mudança nesta semana. Em resposta escrita enviada na segunda-feira a um deputado conservador, o ministro informou que foi tomada “uma decisão estratégica de adotar a expressão ‘Governo do Reino Unido’ (UK Government) como identidade principal para todas as comunicações dirigidas ao público”.
Thomas-Symonds acrescentou que o novo padrão passou a ser utilizado em julho de 2024, com a chegada do governo de Keir Starmer. Para o deputado conservador Alex Burghart, abandonar “Governo de Sua Majestade” (HM Government) representa uma tentativa de “apagar discretamente a tradição pelo mero desejo de se modernizar”.
“O rei Charles III é ignorado”, afirmou o tabloide The Sun. Já o Partido Conservador, citado pelo Daily Mail, avalia que a mudança “demonstra falta de respeito às instituições nacionais”.
Diante das críticas, um porta-voz do primeiro-ministro declarou que a denominação “HM Government” continuará a ser empregada em comunicações e documentos “pertinentes”. As regras anteriores estabeleciam que “a denominação ‘HM Government’ é reconhecida e goza da confiança do público. Como tal, constitui a marca principal da comunicação governamental”, segundo documento oficial de 2022.
O texto também especificava que a expressão “UK Government” era usada sobretudo no exterior e poderia ser adotada “para comunicações que se aplicam a todo o Reino Unido”.
A decisão foi elogiada pelo líder do grupo antimonarquista Republic, Graham Smith. “É a decisão correta e reflete o verdadeiro papel (do governo), que é servir à população e não aos poderosos”, afirmou ao jornal The Telegraph.
Menos da metade dos britânicos (45%) ainda apoia a monarquia, segundo pesquisa divulgada nesta semana, em meio a um momento delicado para a família real devido às ligações entre o irmão do rei, o ex-príncipe Andrew, e o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein.
Um homem armado invadiu uma escola na província de Songkhla, no sul da Tailândia, e abriu fogo antes de fazer reféns dentro do prédio, segundo relatos da imprensa local nesta quarta-feira. O caso ocorre na Escola Patong Prathan Kiriwat, próxima à fronteira com a Malásia.
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De acordo com as primeiras informações, o agressor teria disparado contra professores e alunos antes de manter parte das vítimas sob ameaça. O número de feridos ainda não foi oficialmente confirmado, segundo o jornal inglês Daily Mail.
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Policiais armados cercaram o local pouco depois do término das aulas, enquanto centenas de estudantes fugiam para ruas próximas em meio ao pânico. Agentes do distrito de Hat Yai informaram que tentavam negociar com o atirador para libertar os reféns.
Um segurança que conseguiu escapar afirmou que foi atingido de raspão.
— Uma bala passou de raspão no meu estômago, mas consegui escapar. O diretor da escola foi baleado. Ainda havia crianças dentro da escola que foram feitas reféns — relatou.
Segundo a polícia do distrito de Thung Lung, o suspeito, que teria 18 anos, vinha apresentando comportamento errático e teria ameaçado ferir a própria mãe em uma residência próxima à escola.
Ao chegarem para contê-lo, os agentes afirmam que o jovem portava uma submetralhadora M4. Ele teria então entrado na escola, onde efetuou disparos, ferindo gravemente o diretor e mantendo um professor e alunos sob ameaça.
Pelo menos nove pessoas morreram e mais de 25 ficaram feridas após um ataque a tiros ocorrido na tarde desta terça-feira (10) na Tumbler Ridge Secondary School, em Tumbler Ridge, pequena comunidade a cerca de 300 quilômetros a nordeste de Prince George, na província canadense da Colúmbia Britânica. A polícia informou que já identificou a autora do ataque, encontrada morta no local, mas os detalhes oficiais ainda não foram divulgados.
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Segundo o jornal canadense Western Standard, moradores locais identificaram a suspeita como Jesse Strang, de 18 anos. Ela foi encontrada morta com ferimentos descritos pelas autoridades como aparentemente autoinfligidos. A identificação foi confirmada ao veículo por ex-colegas de escola, entre eles Liam Irving e Juan van Heerden, que afirmaram ter conversado com oito pessoas que estavam na escola no momento do ataque.
Relatos de ex-colegas e impacto na comunidade
De acordo com Irving, Strang era “uma pessoa quieta”, alguns anos mais nova, sem histórico de comportamento agressivo. Van Heerden reforçou a descrição, dizendo que ela costumava permanecer isolada. Ambos relataram ao Western Standard que Strang se identificava como transgênero. Antes de ir para a escola, segundo os relatos, ela teria matado a própria mãe e o irmão mais novo, ambos conhecidos na comunidade, o que ampliou o impacto da tragédia entre os moradores.
Os primeiros alertas sobre um atirador ativo começaram a circular por volta das 13h20. A Polícia Montada Real Canadense (RCMP) emitiu um aviso público e chegou ao local pouco tempo depois. Além das nove vítimas fatais, aproximadamente 27 pessoas ficaram feridas, incluindo duas em estado grave; uma delas morreu a caminho do hospital.
Em entrevista coletiva na noite de terça-feira, o oficial sênior de relações com a mídia da RCMP, Kris Clark, afirmou que havia poucas informações adicionais naquele momento, mas confirmou que a suspeita encontrada morta era a mesma descrita no alerta inicial. Ele disse que a polícia está empenhada em fornecer mais esclarecimentos nos próximos dias.
O episódio já é considerado o terceiro tiroteio mais mortal da história do Canadá, atrás apenas do massacre da École Polytechnique, em 1989, e dos ataques na Nova Escócia, em 2020.
Autoridades políticas manifestaram solidariedade às vítimas. O primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, David Eby, afirmou que o governo oferecerá todo o apoio necessário à comunidade. O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, disse estar devastado e cancelou uma viagem internacional após o ataque. O líder conservador Pierre Poilievre também lamentou o ocorrido e prestou condolências às famílias afetadas.
Um escultor de castelos de areia conhecido e querido por frequentadores da orla de San Diego foi proibido de atuar na área da praia em frente ao Hotel del Coronado, um dos mais icônicos da cidade, após incluir uma citação do escritor Mark Twain em uma de suas obras. Bill Pavlacka, de 64 anos, construiu por quase duas décadas mini monumentos de areia no local, atraindo turistas e turistas de diferentes partes do mundo.
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Segundo Pavlacka, a decisão do hotel foi comunicada no início de fevereiro e teve como estopim a inscrição da frase atribuída a Mark Twain: “Primeiro, informe-se sobre os fatos; depois, você pode distorcê-los como quiser”. O escultor afirmou, em entrevista à Fox5, que a administração passou a analisar com mais rigor suas criações no ano passado, sobretudo aquelas com mensagens políticas, e que a citação do escritor americano foi considerada a “gota d’água”.
Confira:
O castelo sobre o qual ele citou o escritor Mark Twain, visto aqui, foi a gota d’água, disse Pavlacka
Reprodução
Mensagens, advertências e rompimento
Imagens compartilhadas pelo artista ao longo dos anos mostram castelos com citações de figuras históricas como os ex-presidentes Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, além de obras dedicadas a feriados religiosos e à memória do ataque de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center. Pavlacka disse que algumas mensagens recentes incluíam frases como “Eu amo a democracia” e “Eu amo a liberdade de expressão”, que ele classificou como declarações de valores americanos.
Em nota, enviada de na quinta-feira (5), o diretor de Recursos Humanos do Hotel del Coronado, D. Bradley McPherson, informou que Pavlacka não era mais bem-vindo nas dependências do hotel. O documento afirma que a decisão se baseou em condutas que violaram políticas internas, já mencionadas em uma “segunda e última advertência” emitida em 16 de outubro de 2025. A carta determinava ainda que o escultor evitasse contato físico com hóspedes e mantivesse o conteúdo dos castelos “neutro”, sem mensagens políticas ou controversas, além de reforçar a proibição estrita do consumo de álcool na praia. McPherson acrescentou que um novo incidente envolvendo álcool teria sido relatado após o aviso, resultando em experiência negativa para um hóspede — acusação negada por Pavlacka.
Em publicação nas redes sociais, o artista afirmou que ele e o hotel “seguiram caminhos diferentes” após quase 20 anos. Disse nunca ter sido funcionário, mas prestador de serviços externo, em uma relação que considerava mutuamente benéfica. Apesar da tristeza pelo fim do vínculo, declarou-se animado com a “maior liberdade criativa” que teria a partir de então.
Após o rompimento, Pavlacka transferiu seus castelos para uma área mais ao norte da torre principal dos salva-vidas na praia. Um morador ouvido pela Fox5 afirmou que muitos estão demonstrando apoio ao escultor e que o caso pode ter sido fruto de um mal-entendido. Procurado pelo Daily Mail, Pavlacka agradeceu o apoio recebido, mas preferiu não comentar mais o assunto. Em nota, o Hotel del Coronado confirmou o encerramento da parceria a partir de 5 de fevereiro e desejou sucesso ao artista.
Mark Twain, citado na obra que motivou a controvérsia, foi o pseudônimo de Samuel Langhorne Clemens, um dos mais importantes escritores e humoristas dos Estados Unidos no século XIX. Autor de clássicos como As Aventuras de Tom Sawyer e As Aventuras de Huckleberry Finn, Twain ficou conhecido por seu olhar crítico sobre a sociedade, o uso frequente da ironia e frases mordazes sobre política, moral e comportamento humano. Ele defendia o progresso tecnológico, a justiça social, o abolicionismo, os direitos das mulheres (como o voto feminino) e se opunha ao imperialismo, à aristocracia e à hipocrisia religiosa, usando seu humor e sátira para criticar as contradições e injustiças de sua época
Era um dia comum para o professor brasileiro Jarbas Noronha. Morando no Canadá desde 2022, ele dava uma aula de mecânica automotiva na escola secundária de Tumble Ridge na tarde terça-feira quando um aluno resolveu buscar o próprio carro no estacionamento — alunos com boa frequência às vezes recebem permissão para trabalhar em seus próprios veículos durante as aulas. Em pouco tempo, o estudante voltou dizendo ter ouvido tiros. Minutos depois a diretora da escola apareceu à porta da oficina gritando: “Lockdown”. O local estava sendo alvo do que já é considerado um dos piores ataques a tiros da História do Canadá.
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Em entrevista ao New York Times, Noronha, que dá aulas de mecânica e marcenaria na escola há dois anos, afirmou que trancou a porta do corredor e as duas portas da garagem da oficina com a ajuda de seus cerca de 15 alunos. Dois bancos de metal foram usados como barricada.
— Estávamos na parte mais segura da escola — disse o brasileiro. — Se alguém tentasse invadir pela porta do corredor, fugiríamos para o pátio pelas portas da garagem.
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O professor e os alunos permaneceram na garagem por mais de duas horas, até policiais baterem à porta e escoltarem todos até o centro recreativo da escola. Noronha disse ter ficado todo o tempo com os olhos em um grande relógio na parede da oficina. Ele disse que só soube da magnitude da violência quando chegou em casa.
Um estudante da escola ouvido pela rede estatal canadense CBC, identificado como Darian Quist, afirmou que ele e os colegas não entenderam inicialmente a dimensão do que se passava, quando receberam a ordem de lockdown, até que começaram a receber “fotos terríveis” do massacre.
— Trancamos as portas com mesas por mais de duas horas — disse.
Nove pessoas foram mortas e 27 ficaram feridas, duas em estado grave, indicou a Real Polícia Montada do Canadá. Sete pessoas foram encontradas sem vida na escola, incluindo o suposto atirador, e duas pessoas foram encontradas mortas em uma residência local. Uma outra pessoa morreu enquanto era transportada para um hospital. É o terceiro incidente mais letal do gênero na História do país.
A polícia não forneceu as identidades do suposto atirador e das vítimas, e também não comentou sobre a motivação do crime. Os oficiais ainda estavam notificando as famílias das vítimas, disse o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, David Eby, em uma coletiva de imprensa na noite de terça-feira.
O premier do Canadá, Mark Carney, cancelou sua viagem para a Conferência de Segurança de Munique, e se declarou devastado com os acontecimentos. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “Minhas orações e mais profundas condolências a todas as famílias e amigos que perderam seus entes queridos por estes atos horríveis de violência”.
Alunos e funcionários foram mantidos no centro recreativo da escola enquanto as autoridades realizavam uma contagem de pessoas, disse Noronha. Uma ordem de confinamento foi suspensa às 18h47 e os pais foram autorizados a buscar seus filhos.
O distrito escolar fechou tanto a Tumbler Ridge Secondary School quanto a Tumbler Ridge Elementary School pelo restante da semana. As autoridades provinciais afirmaram que conselheiros especializados em trauma seriam enviados à cidade para apoiar a comunidade. (Com NYT e AFP)
As fitas com a transmissão original de alta qualidade do pouso da Apollo 11 na Lua foram apagadas após serem arquivadas de forma discreta em uma área de armazenamento não identificada da Nasa. Embora outras gravações da missão histórica de 1969 tenham sido preservadas, a perda desse material específico alimentou, ao longo de décadas, teorias da conspiração que questionam desde o que os astronautas teriam visto até a própria veracidade da alunissagem.
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Segundo Tim Dodd, divulgador científico conhecido como Everyday Astronaut no YouTube, as fitas apagadas eram apenas gravações magnéticas de backup que continham o sinal bruto enviado do espaço. Em entrevista, nesta segunda-feira (9), ao podcast de Danny Jones, ele afirmou que a NASA não considerava esse material essencial, já que todos os dados críticos, áudio, vídeo e telemetria, foram transmitidos com sucesso para Houston e exibidos ao vivo na televisão.
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De acordo com Dodd, o sinal de vídeo da Lua era recebido por estações em solo, como uma no deserto de Mojave, na Califórnia, e dividido em duas transmissões. Uma delas seguia para o Centro de Controle da Missão, em Houston, onde os dados eram monitorados e gravados. Esse vídeo, no formato de “varredura lenta”, foi convertido para o padrão de TV NTSC por meio de um cinescópio, técnica que consistia em filmar um monitor, e resultou nas imagens de qualidade inferior vistas pelo público em 1969.
A outra transmissão correspondia ao backup bruto, gravado diretamente em grandes fitas magnéticas, com cerca de 30 centímetros de largura. Essas gravações funcionavam como uma rede de segurança, caso houvesse falhas na comunicação com a espaçonave, o que não ocorreu durante a missão.
As fitas de backup acabaram sendo sobrescritas nas décadas de 1970 e 1980, quando a NASA reutilizou rolos magnéticos antigos devido à escassez desse material. “Ninguém imaginava um futuro em que seria possível digitalizar novamente essas imagens e aumentar sua resolução”, explicou Dodd, destacando que hoje a tecnologia permitiria extrair muito mais qualidade do sinal bruto.
Apesar disso, a agência espacial ainda mantém milhares de horas de dados que comprovam o pouso na Lua, incluindo registros de telemetria, áudio e vídeo de Houston. Além disso, há filmes de 70 milímetros gravados pelas câmeras usadas pelos astronautas na superfície lunar — um formato de altíssima definição que segue em uso em produções IMAX.
Dodd classificou como “mal interpretadas” as alegações de que a NASA teria apagado deliberadamente as gravações da alunissagem. Ele reconheceu, no entanto, que o encerramento das missões lunares em 1972 ainda gera questionamentos. Segundo o divulgador, o motivo foi essencialmente econômico: o programa Apollo teria custado o equivalente a cerca de US$ 300 bilhões em valores atuais, sobretudo devido à construção e aos lançamentos dos foguetes Saturno V. “Havia outros foguetes e equipamentos prontos, mas decidiu-se que não valia mais a pena”, afirmou.
Uma bebê de 17 dias continua desaparecida após um incêndio atingir uma residência no bairro do Queens, em Nova York, na noite desta segunda-feira (9). O fogo matou uma mulher de 34 anos, deixou ao menos nove feridos, entre eles duas crianças, e provocou o desabamento parcial do imóvel, segundo informações do Corpo de Bombeiros da cidade de Nova York (FDNY).
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O FDNY foi acionado pouco antes das 19h para combater o incêndio em uma casa de dois andares e meio. De acordo com a corporação, as chamas começaram no primeiro andar e se espalharam rapidamente, alcançando inclusive imóveis vizinhos. Durante o auge do incêndio, os bombeiros receberam relatos de que dois moradores estariam desaparecidos. “Tínhamos informações confiáveis de que ambos estavam morando no porão”, afirmou o chefe assistente David Simms ao Daily Mail.
Buscas interrompidas após desabamento
Com os canos de água danificados, equipes especializadas precisaram atravessar mais de um metro de água acumulada no porão para localizar uma das vítimas. No local, os socorristas encontraram o corpo de uma mulher de 34 anos. As buscas pela segunda pessoa, uma recém-nascida de 17 dias, tiveram de ser interrompidas devido a um desabamento localizado, segundo o FDNY. Até a tarde de terça-feira, a bebê ainda não havia sido encontrada, e as autoridades acreditam que ela esteja presa sob a água e os escombros.
Ao todo, sete civis ficaram feridos, além de dois bombeiros com lesões leves. Quatro pessoas pularam pelas janelas para escapar das chamas, enquanto outras duas foram resgatadas do segundo andar. Duas das vítimas eram crianças, de 10 e 13 anos, informou a CBS News.
Um homem de 22 anos foi levado ao hospital em estado gravíssimo, com queimaduras em 99% do corpo, segundo a emissora Fox 5. Uma testemunha relatou ao New York Post que a pele do jovem “estava se desprendendo do rosto e do corpo”. Durante o combate ao fogo, um bombeiro caiu através do primeiro andar deteriorado e precisou ser resgatado pelos colegas.
O segundo andar do imóvel desabou completamente, e o telhado foi destruído. Outras duas propriedades foram gravemente danificadas, levando as autoridades a determinarem a evacuação dos moradores dos prédios vizinhos. A rápida propagação das chamas chegou a atingir um carro estacionado em frente à casa.
Imagens feitas por moradores e divulgadas nas redes sociais mostravam uma densa fumaça preta, fios elétricos crepitando e grandes labaredas saindo do imóvel. “Tudo estava subindo muito rápido. Foi terrível”, disse uma testemunha à CBS. Mais de 200 socorristas atuaram na ocorrência, de acordo com a ABC7. O incêndio foi controlado por volta da 1h da madrugada de terça-feira. As causas do fogo seguem sob investigação, e as vítimas ainda não foram identificadas oficialmente.
Uma remota cidade montanhosa do Canadá foi abalada pelo mais mortífero tiroteio em escola no país em décadas. Ao menos nove pessoas morreram após um ataque na escola secundária de Tumbler Ridge Secondary School, em Tumbler Ridge, no nordeste da Colúmbia Britânica.
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Segundo a rede CNN, a polícia encontrou seis mortos e dezenas de feridos quando chegou ao colégio, no início da tarde desta terça-feira. Uma sétima vítima morreu a caminho do hospital. Posteriormente, outras duas pessoas foram encontradas mortas em uma casa no município, supostamente também atingidas pelo atirador.
O suspeito, que estaria usando vestido e teria cabelos castanhos, segundo os tabloides britânicos, foi localizado sem vida dentro da escola. As autoridades confirmaram que já sabem sua identidade, mas não divulgaram o nome nem informaram se se tratava de um estudante. Imagens aéreas e panorâmicas do local mostram que o local tinha muros de tijolos marrons e era cercado por grades.
Tumbler Ridge Secondary School, no Canadá
Reprodução
Duas vítimas foram transportadas por via aérea para hospitais da região em estado grave ou potencialmente fatal. Outras cerca de 25 pessoas receberam atendimento em um centro médico local.
Em alerta de emergência enviado aos celulares dos moradores, a polícia descreveu a suspeita como uma mulher de cabelo castanho que vestia um vestido, segundo a rede pública CBC News. À noite, as autoridades ainda não haviam divulgado a identidade das vítimas nem confirmado quantas eram crianças.
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— Não estamos agora em condições de compreender a razão ou o que poderá ter motivado esta tragédia — afirmou o superintendente Ken Floyd, comandante do Distrito Norte da Real Polícia Montada do Canadá na Colúmbia Britânica. — Faremos o nosso melhor para determinar o que aconteceu.
Tumbler Ridge Secondary School, no Canadá
Reprodução
Comunidade pequena, impacto devastador
Com apenas 2.400 habitantes, Tumbler Ridge fica a cerca de 680 quilômetros da fronteira com os Estados Unidos, no sopé das Montanhas Rochosas. A escola secundária tem aproximadamente 175 alunos do 7º ao 12º ano, segundo dados oficiais da província.
Onde fica a Tumbler Ridge Secondary School, no Canadá
Reprodução
O prefeito Darryl Krakowka disse que o ataque abalou profundamente a comunidade.
— Vou conhecer todas as vítimas. Estou aqui há 19 anos e somos uma comunidade pequena. Não lhes chamo residentes. Chamo-lhes família — declarou à CBC.
Escola em Tumbler Ridge, Canadá, foi cercada após tiroteio fatal
Reprodução / Redes Sociais
Darian Quist, estudante do último ano, contou que permaneceu por duas horas barricada na sala de aula com colegas até a chegada da polícia.
— A realidade de tudo isto está a começar a instalar-se. Acredito que conhecia alguém, mas ainda está tudo muito fresco — afirmou.
Uma britânica de 25 anos foi presa na região da Costa del Sol, no sul da Espanha, depois que seu bebê de oito meses testou positivo para cocaína. O caso ocorreu na praia de Cabopino, próxima a Marbella, e mobilizou autoridades locais na última semana.
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Segundo o jornal inglês Daily Mail, a polícia foi acionada após denúncias de que um casal havia acendido uma fogueira sob uma grande árvore na faixa de areia. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram a mulher e seu companheiro, um espanhol de 43 anos, acampados em uma barraca montada nas dunas. Nas proximidades, havia um carro sem seguro e com a inspeção técnica vencida.
Diante das condições em que a família vivia, os policiais decidiram encaminhar o bebê para avaliação médica, com suspeita de possível desnutrição. A criança foi inicialmente atendida no Centro de Saúde de Las Albarizas e, posteriormente, transferida para o Hospital Costa del Sol.
Exames médicos apontaram que o menino estava abaixo do peso recomendado para a idade. Um teste de urina detectou presença de cocaína no organismo do bebê. Ele permanece internado em uma unidade pediátrica enquanto aguarda novos resultados laboratoriais.
De acordo com informações locais, a mãe já teria faltado a diversas consultas anteriores na mesma unidade de saúde onde o filho está sendo tratado.
A mulher passou a noite detida em uma delegacia de Marbella e deve comparecer ao tribunal acompanhada do companheiro. A audiência ocorrerá a portas fechadas, como prevê o sistema judicial espanhol para esse tipo de caso na fase de instrução. A expectativa é que o casal seja liberado sob fiança enquanto as investigações seguem.
Um tribunal de Hong Kong condenou nesta quarta-feira o pai de uma ativista pró-democracia procurada pela Justiça, após ele ser julgado por administrar dinheiro pertencente à filha no exterior.
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Este é o primeiro veredicto desse tipo emitido sob a rigorosa lei de segurança nacional que vigora na cidade semiautônoma, uma antiga colônia britânica devolvida à China em 1997.
As autoridades desse centro financeiro se comprometeram a perseguir os “foragidos” no exterior acusados de colocar em risco a segurança nacional e, até agora, ofereceram recompensas por 34 pessoas, medidas que alguns países ocidentais condenaram como repressão transnacional.
Hong Kong ofereceu uma recompensa de um milhão de dólares de Hong Kong (128 mil dólares americanos) pela ativista pró-democracia Anna Kwok em 2023. Posteriormente, passou a considerar crime que qualquer pessoa administrasse os fundos ou outros ativos financeiros de um foragido.
Seu pai, Kwok Yin-sang, de 69 anos, foi considerado culpado nesta quarta-feira de tentar sacar um saldo de cerca de 11 mil dólares ao encerrar uma apólice de seguro que havia contratado para a filha quando ela era bebê.
Anna Kwok afirmou nas redes sociais que as autoridades de Hong Kong estavam retaliando contra seu ativismo e qualificou a condenação como um “sequestro”.
“Hoje, meu pai foi condenado simplesmente por ser meu pai”, escreveu, acrescentando que as acusações se baseavam em uma “ficção incoerente”, já que ela não recebeu fundos dele nem de qualquer outra pessoa em Hong Kong.
A Human Rights Watch classificou o veredicto como “cruel e vingativo”.
Joey Siu, porta-voz da Anistia Internacional Hong Kong Overseas, disse que a condenação é uma “escalada preocupante” no uso, pela cidade, de sua lei de segurança nacional, aprovada em 2024 depois que a China impôs ali uma legislação semelhante a partir de 2020, após protestos massivos pró-democracia, alguns violentos.
Kwok permaneceu em prisão preventiva aguardando a sentença em 26 de fevereiro.

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