O governo dos Emirados Árabes Unidos criou corredores aéreos seguros para permitir a saída de aeronaves do país enquanto ainda enfrenta a ameaça do Irã. A medida prevê, inicialmente, a autorização de 48 voos por hora, com possibilidade de ampliação conforme a evolução do cenário de segurança.
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Desde a segunda-feira, uma pequena quantidade de aeronaves tem deixado o Aeroporto Internacional de Abu Dhabi e o Aeroporto Internacional de Dubai quase em sequência, em intervalos previamente definidos, o que indica uma ação coordenada. Nesta terça-feira, o ministro da Economia e do Turismo, Abdulla bin Touq Al Marri, detalhou a estratégia.
— São 48 voos por hora com possibilidade de aumentar este número posteriormente, a depender dos últimos desenvolvimentos de segurança — afirmou Al Marri ao portal GulfNews.
Segundo o ministro, a iniciativa foi adotada em coordenação com países vizinhos — que não foram citados — e em parceria com a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência da ONU responsável por regulamentar a aviação civil.
Ele também comunicou que de 1º de março até hoje (3 de março), um total de 17.498 passageiros viajaram em 60 voos. Na próxima fase, estão programados 80 voos com companhias aéreas nacionais, totalizando 27 mil passageiros. As etapas seguintes serão lançadas de acordo com a evolução da situação de segurança e quando as condições forem consideradas seguras.
Ainda não há confirmação oficial sobre a existência de vigilância especial ao longo dos corredores, como escolta por caças. A expectativa, no entanto, é que os pontos estratégicos da rota sejam monitorados com maior rigor pela Força Aérea dos Emirados. O trajeto inicial dos voos prevê deslocamento em direção a Omã, considerado um eixo seguro de saída do espaço aéreo em meio às tensões regionais.
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— São 48 voos por hora com possibilidade de aumentar este número posteriormente, a depender dos últimos desenvolvimentos de segurança — afirmou Al Marri ao portal GulfNews.
Segundo o ministro, a iniciativa foi adotada em coordenação com países vizinhos — que não foram citados — e em parceria com a Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), agência da ONU responsável por regulamentar a aviação civil.
Ele também comunicou que de 1º de março até hoje (3 de março), um total de 17.498 passageiros viajaram em 60 voos. Na próxima fase, estão programados 80 voos com companhias aéreas nacionais, totalizando 27 mil passageiros. As etapas seguintes serão lançadas de acordo com a evolução da situação de segurança e quando as condições forem consideradas seguras.
Ainda não há confirmação oficial sobre a existência de vigilância especial ao longo dos corredores, como escolta por caças. A expectativa, no entanto, é que os pontos estratégicos da rota sejam monitorados com maior rigor pela Força Aérea dos Emirados. O trajeto inicial dos voos prevê deslocamento em direção a Omã, considerado um eixo seguro de saída do espaço aéreo em meio às tensões regionais.









