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O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, defendeu apuração rigorosa e punição a todos os envolvidos no escândalo do Banco Master, que gerou prejuízos bilionários a investidores e entidades públicas e privadas, segundo o Banco Central (BC).

A declaração foi dada ao jornalista José Luiz Datena, na estreia do programa Na Mesa com Datena, exibido na noite desta terça-feira (10) na TV Brasil.  

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“Você não tem um desfalque, uma fraude, do ponto de vista bancário, que começou ontem. Isso vem lá de trás. Agora, está ficando claro que tinham pessoas dentro do Banco Central, que é o órgão responsável pela fiscalização e pelo acompanhamento do sistema financeiro, que tinham envolvimentos. Já ficou claríssimo isso. Tem que ser feita apuração rigorosa, punição rigorosa”, disse Alckmin.

O vice-presidente também comentou sobre a posição do governo e do presidente Lula em relação ao episódio, e assegurou a total liberdade investigativa da Polícia Federal.

“O presidente Lula tem sido claro. Ninguém no governo limita investigação. Nenhuma. É investigação rigorosa. Polícia Federal tem liberdade, o Ministério Público, Poder Judiciário. É apurar e fazer justiça, é isso que se deseja. E, de outro lado, responsabilizar e aprimorar os instrumentos de controle. Isso já poderia ter sido pego lá para trás”, observou.

Além de investigar e punir os responsáveis, Alckmin defendeu o fortalecimento das instituições, incluindo o BC e outros órgãos de controle. “Esse é um processo permanente de você melhorar as instituições, aprimorar as instituições. Na democracia, tem que ter transparência, tem que ter clareza”.

Na semana passada, o financista Daniel Vorcaro foi preso novamente pela PF, na terceira fase da Operação Compliance Zero. No ano passado, o empresário também foi alvo de um mandado de prisão da operação, mas ganhou direito à liberdade provisória, mediante uso de tornozeleira eletrônica.

A nova prisão foi fundamentada em mensagens encontradas no celular do banqueiro, apreendido na primeira fase da operação. Nas mensagens, Vorcaro ameaça jornalistas e pessoas que teriam contrariado seus interesses..

A Compliance Zero apura fraudes bilionárias no Banco Master, que causaram um rombo de até R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos para o ressarcimento a investidores.

Saída do MDIC

Na entrevista a Datena, Alckmin confirmou que deixará o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio no dia 2 de abril, uma exigência da legislação eleitoral para que ele possa disputar cargos públicos nas eleições de outubro.

Pela lei, a desincompatibilização de cargos executivos deve ser feita até seis meses antes do pleito, e a data limite é 4 de abril. O vice-presidente evitou antecipar seu futuro político e continuará exercendo a vice-presidência enquanto as tratativas eleitorais se definem.

“Olha, Datena, vice-presidente não precisa deixar a vice-presidência, você continua na vice-presidência. Agora, ministério, para qualquer cargo que você for disputar, você tem que se afastar. Então, no dia 2 de abril, cumprindo rigorosamente a lei, nós vamos nos afastar”, garantiu.

A informação já havia sido antecipada a jornalistas na semana passada, durante uma coletiva de imprensa no MDIC, para anunciar os resultados da balança comercial.

Guerra no Irã

Alckmin também comentou os efeitos econômicos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, e previu que o Brasil não deverá ser tão atingido pelo fato de depender mais do comércio internacional com China, União Europeia, Argentina e os próprios EUA, zonas distantes do conflito.

“Todos os países saem prejudicados, mas o Brasil é o menos prejudicado, porque nossos grandes compradores, parceiros comerciais são China, União Europeia, Argentina, Estados Unidos. Agora, já encareceu o petróleo, então claro que afeta gasolina e diesel”, disse.

Eleições

Sobre eleições, Alckmin afirmou que, no mundo inteiro, o cenário eleitoral está marcado pela polarização. Mesmo assim, ele se disse otimista com a percepção da sociedade sobre o bom momento econômico do país.

“No mundo inteiro, você tem eleições bastante polarizadas. Eleição é comparação, você faz uma comparação. Não tem eleição fácil, mas acredito que as coisas tendem a melhorar”, afirmou.

“O desemprego é o menor da série histórica e a inflação é 4,2%, a menor também. Então, você tem um ganho de renda da população. Salário mínimo com ganho real. Vamos lembrar que 60% dos aposentados e pensionistas vivem com um salário mínimo no Brasil”, acrescentou.

PEC da Segurança

Ao ser questionado por Datena sobre os desafios do combate ao crime no país, Alckmin destacou a aprovação recente da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados, e que agora está em análise no Senado.

A proposta original foi apresentada pelo governo e cria o Sistema Único de Segurança Pública, uma tentativa de melhorar a integração entre as forças de segurança no país.

Para o vice-presidente, um dos destaques da proposta é o fortalecimento das polícias municipais.  

“Essa PEC dá mais espaço para a ação local. Não vai trocar as polícias, mas vai trazer mais um. A mudança da PEC dando mais poder à polícia municipal vai fazer a diferença, porque você está muito mais próximo da população local”.

A proposta aprovada pelos deputados também atribui de forma expressa à Polícia Federal o combate a crimes cometidos por organizações e milícias privadas com repercussão interestadual ou internacional.

A Polícia Rodoviária Federal mantém o mesmo nome, mas vai cuidar também das ferrovias e hidrovias federais.

Alckmin também defendeu aumento de pena contra o crime organizado e a necessidade de prisão dos cabeças do crime.

Um segundo navio porta-contêineres foi atingido nos Emirados Árabes Unidos por um projétil não identificado, informou uma agência britânica de segurança marítima, enquanto o Irã intensifica os ataques no Golfo e no Estreito de Ormuz.
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Drones no aeroporto de Dubai
Um ataque com drones nas proximidades do aeroporto internacional de Dubai deixou quatro pessoas feridas nesta quarta-feira e levou as autoridades a orientarem passageiros a se manterem longe das janelas do terminal e a procurar abrigo sempre que necessário. O episódio ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio envolvendo o Irã.
Segundo o gabinete de comunicação do governo de Dubai, dois drones caíram nas proximidades do aeroporto, um dos mais movimentados do mundo. Quatro pessoas ficaram feridas no incidente — dois cidadãos de Gana, um de Bangladesh e um da Índia. O estado de saúde das vítimas não foi detalhado.
Apesar do susto, o tráfego aéreo no aeroporto segue operando normalmente, de acordo com as autoridades locais.
Relatos de passageiros citados pela BBC indicam que folhetos foram distribuídos dentro do aeroporto orientando as pessoas a manter distância das áreas envidraçadas e a buscar abrigo caso necessário. A medida preventiva foi adotada após a queda dos drones nas imediações do terminal.
O episódio amplia a preocupação com a segurança em um dos principais hubs de transporte do planeta, por onde passam dezenas de milhões de passageiros por ano e que funciona como ponto estratégico de conexão entre Europa, Ásia e África.
Novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está ‘são e salvo’ após ferimentos; drones deixam quatro feridos perto do aeroporto de Dubai Chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, alertou que qualquer manifestante que se oponha às autoridades será tratado como um ‘inimigo’ Petróleo, mísseis e conversas travadas: Entenda como a Rússia pode ser beneficiada pela guerra no Irã. Turquia, Rússia, China e Índia: onde estão os aliados do Irã em meio à guerra no país?. Chatbots vão à guerra: como IA generativa e drones kamikazes transformaram a guerra no Oriente Médio
Uma mulher que passou mais de duas décadas presa por um crime que não cometeu nos Estados Unidos foi libertada nesta semana. Carmen Mejia, de 54 anos, foi inocentada da morte de um bebê de 10 meses ocorrida em 2003, no estado do Texas, após tribunais reconhecerem que o episódio foi resultado de um acidente doméstico. As informações são do Innocence Project, organização que atuou na revisão do caso.
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Mejia deixou o Complexo Correcional do Condado de Travis pouco depois da meia-noite de 11 de março de 2026. Embora sua inocência tenha sido reconhecida dois dias antes, ela permaneceu detida temporariamente devido a uma ordem do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE), emitida em razão da antiga condenação. Em 10 de março, porém, a agência informou que revogaria a ordem após a decisão judicial, permitindo sua libertação.
“Nunca perdi a fé e a esperança — nunca as perdi em 22 anos”, afirmou Mejia após deixar a prisão à imprensa local.
A exoneração ocorreu depois que o juiz P. David Wahlberg, do Tribunal Distrital do Condado de Travis, rejeitou formalmente a acusação de homicídio apresentada contra ela em 2003. A decisão foi baseada em um parecer do Tribunal de Apelações Criminais do Texas, a instância criminal mais alta do estado, que concluiu que novas evidências demonstravam que Mejia era “de fato inocente”.
Acidente doméstico reinterpretado pela Justiça
O caso teve origem em julho de 2003, quando Mejia cuidava de um bebê de 10 meses em casa, enquanto também estava com seus quatro filhos. Segundo a reconstrução feita anos depois, a filha mais velha tentou dar banho na criança enquanto a mãe amamentava outro filho. O aquecedor da casa, uma residência antiga sem dispositivos modernos de segurança, permitia que a água atingisse temperaturas extremamente altas.
Em poucos segundos, a água chegou a cerca de 64 °C, causando queimaduras graves no bebê, que morreu no hospital no mesmo dia. Na época, investigadores e peritos sustentaram que as lesões só poderiam ter sido provocadas intencionalmente por um adulto, tese que levou à condenação de Mejia por homicídio e lesão corporal contra uma criança. Ela recebeu pena de prisão perpétua.
Décadas depois, especialistas em queimaduras e segurança doméstica apresentaram novos pareceres afirmando que os ferimentos eram compatíveis com um acidente causado por água excessivamente quente. A própria médica legista responsável pela autópsia revisou sua avaliação e alterou a causa da morte para acidental em 2025.
Além disso, depoimentos gravados dos filhos de Mejia — que corroboravam a versão de acidente — haviam desaparecido antes do julgamento original, impedindo que o júri tivesse acesso às imagens.
Com base nas novas evidências, especialistas do próprio Estado retiraram depoimentos que sustentavam a hipótese de crime. O tribunal concluiu então que nenhum delito havia ocorrido.
Vida marcada pela separação da família
A condenação teve impactos profundos na vida de Mejia. Quando foi presa, seus quatro filhos tinham menos de oito anos. Eles foram adotados em um processo fechado e passaram mais de duas décadas sem contato com a mãe.
Apenas durante as audiências de revisão do caso, a partir de 2024, três das filhas voltaram a encontrá-la. Agora em liberdade, Mejia afirma esperar reconstruir o vínculo familiar após anos de separação.
Apesar da libertação, seu futuro ainda depende de decisões das autoridades migratórias. Nascida em Honduras, Mejia chegou aos Estados Unidos em 1995 e possuía Status de Proteção Temporária (TPS), que lhe permitia trabalhar legalmente no país até sua prisão.
O papel do Innocence Project
A revisão do caso foi conduzida com apoio do Innocence Project, organização jurídica sem fins lucrativos dedicada a identificar e corrigir condenações injustas. O grupo trabalha com advogados, especialistas e novos recursos científicos para revisar processos criminais e libertar pessoas inocentes, além de promover reformas no sistema de Justiça para evitar erros judiciais.
Um ex-ginecologista que atuava na cidade de Arnhem, na Holanda, gerou ao menos 16 filhos ao utilizar o próprio sêmen em procedimentos de inseminação artificial realizados em pacientes durante as décadas de 1970 e 1980, sem o conhecimento das mulheres. O caso foi revelado após uma investigação independente conduzida pelo hospital onde o médico trabalhava, hoje chamado Hospital Rijnstate.
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Segundo o jornal português SiC Notícias, o próprio médico admitiu aos investigadores que usou seu material genético em alguns procedimentos quando o doador originalmente previsto não comparecia. A apuração também identificou que o profissional é portador de uma doença hereditária, cuja natureza não foi divulgada publicamente.
Em comunicado, o hospital afirmou que ainda não é possível determinar quantas crianças podem ter sido geradas a partir dessas práticas. A instituição pediu que pessoas que suspeitem ser filhos biológicos do ginecologista forneçam material genético para análise por meio da Fiom, organização holandesa especializada em questões de paternidade.
— Não se sabe por que razão ele fez isso nem quantos filhos podem existir — afirmou o hospital.
O diretor do Hospital Rijnstate, Hans Schoo, classificou a conduta do médico como “inaceitável”, mesmo considerando os padrões da época.
— Toda criança tem o direito de conhecer os seus pais. Além disso, os pacientes devem poder confiar que um médico cumprirá o combinado. Nesse caso, muitas coisas correram mal. Lamentamos profundamente o ocorrido — disse.
Escândalos semelhantes vieram à tona no país
O episódio não é isolado no sistema de saúde dos Países Baixos. Nos últimos anos, diversos casos semelhantes vieram à tona envolvendo ginecologistas e especialistas em fertilidade que utilizaram o próprio sêmen em procedimentos de inseminação sem autorização das pacientes.
Um dos casos mais conhecidos envolve o ginecologista Jan Karbaat, que morreu em 2017 e posteriormente foi identificado como pai biológico de dezenas de crianças concebidas em clínicas de fertilidade nas cidades de Roterdã e Barendrecht.
Investigações sobre práticas em clínicas de reprodução assistida também indicaram falhas no controle sobre o número de filhos gerados por doadores. A Associação de Ginecologistas dos Países Baixos (NVOG) confirmou que ao menos 85 doadores ultrapassaram amplamente os limites recomendados.
Um ataque com drones nas proximidades do aeroporto internacional de Dubai deixou quatro pessoas feridas nesta quarta-feira e levou as autoridades a orientarem passageiros a se manterem longe das janelas do terminal e a procurar abrigo sempre que necessário. O episódio ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio envolvendo o Irã.
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Segundo o gabinete de comunicação do governo de Dubai, dois drones caíram nas proximidades do aeroporto, um dos mais movimentados do mundo. Quatro pessoas ficaram feridas no incidente — dois cidadãos de Gana, um de Bangladesh e um da Índia. O estado de saúde das vítimas não foi detalhado.
Apesar do susto, o tráfego aéreo no aeroporto segue operando normalmente, de acordo com as autoridades locais.
Relatos de passageiros citados pela BBC indicam que folhetos foram distribuídos dentro do aeroporto orientando as pessoas a manter distância das áreas envidraçadas e a buscar abrigo caso necessário. A medida preventiva foi adotada após a queda dos drones nas imediações do terminal.
O episódio amplia a preocupação com a segurança em um dos principais hubs de transporte do planeta, por onde passam dezenas de milhões de passageiros por ano e que funciona como ponto estratégico de conexão entre Europa, Ásia e África.
O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está “são e salvo” apesar de ter sofrido ferimentos durante a guerra, afirmou nesta quarta-feira o filho do presidente da república islâmica.
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“Ouvi a notícia de que Mojtaba Khamenei havia sido ferido. Perguntei a amigos que têm contatos e me disseram que, graças a Deus, ele está são e salvo”, escreveu na rede social Telegram Yusef Pezeshkian, filho do presidente Masoud Pezeshkian e assessor do governo.
Mojtaba Khamenei, de 56 anos, teria sido ferido durante o ataque que matou seu pai e antecessor, o aiatolá Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva israelo-americana que, em 28 de fevereiro, desencadeou o atual conflito.
Ainda não há detalhes sobre a gravidade de seus ferimentos, e ele não apareceu em público desde então.
Segundo o jornal The New York Times, que citou três autoridades iranianas nesta quarta-feira, Khamenei teria sofrido ferimentos principalmente nas pernas, mas está em segurança em um local de alta proteção, embora com possibilidades limitadas de comunicação.
Manifestantes serão tratados como ‘inimigos’
O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, alertou na terça-feira que qualquer manifestante que se oponha às autoridades será tratado como um “inimigo”, enquanto a República Islâmica entra em seu décimo segundo dia de protestos.
“Se alguém agir de acordo com os desejos do inimigo, não o consideraremos mais um mero manifestante, mas um inimigo. E o trataremos como tal”, disse o chefe da polícia nacional, Ahmad Reza Radan, em declarações transmitidas pela emissora estatal IRIB.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conclamou os iranianos a tomarem o poder durante seu pronunciamento no início dos ataques coordenados ao país. Dois meses antes, uma onda de protestos foi brutalmente reprimida e deixado dezenas de milhares mortos nas ruas de Teerã.
Na madrugada desta quarta-feira, o Irã lançou uma nova onda de ataques no Oriente Médio, incluindo bombardeios com drones contra um campo de petróleo saudita, enquanto a Agência Internacional de Energia (AIE) considera a maior liberação de reservas de petróleo bruto de sua história para acalmar os mercados em meio à guerra.
O conflito desencadeado por ataques dos EUA e de Israel contra Teerã se espalhou por toda a região do Golfo, causando aumento nos custos de energia, racionamento de combustível e preços mais altos em todo o mundo.
Três pessoas morreram e quatro ficaram feridas em um incêndio ocorrido durante a noite em um edifício na cidade de Miranda de Ebro, no norte da Espanha, informaram nesta quarta-feira os serviços regionais de emergência.
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As equipes de socorro atenderam sete pessoas: duas morreram no local e outras cinco foram levadas ao hospital. Uma das vítimas hospitalizadas morreu posteriormente, segundo comunicado do centro de emergências da região de Castela e Leão, onde fica Miranda de Ebro.
Entre os feridos encaminhados a unidades médicas estão duas crianças de 11 e 7 anos, informou a mesma fonte.
Os serviços de emergência receberam as primeiras chamadas por volta das 22h44 de terça-feira, relatando um incêndio em um prédio da cidade, onde pelo menos duas pessoas estavam presas.
Várias ambulâncias e equipes médicas foram enviadas ao local.
“Meu mais sentido pesar e carinho às famílias das pessoas falecidas, e meus melhores desejos de pronta recuperação aos feridos”, escreveu na rede X o presidente da região de Castela e Leão, Alfonso Fernández Mañueco, que afirmou estar “consternado” com o ocorrido.
A prefeitura da cidade decretou três dias de luto oficial pelo incidente, informou em comunicado.
O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, alertou na terça-feira que qualquer manifestante que se oponha às autoridades será tratado como um “inimigo”, enquanto a República Islâmica entra em seu décimo segundo dia de protestos.
“Se alguém agir de acordo com os desejos do inimigo, não o consideraremos mais um mero manifestante, mas um inimigo. E o trataremos como tal”, disse o chefe da polícia nacional, Ahmad Reza Radan, em declarações transmitidas pela emissora estatal IRIB.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conclamou os iranianos a tomarem o poder durante seu pronunciamento no início dos ataques coordenados ao país. Dois meses antes, uma onda de protestos foi brutalmente reprimida e deixado dezenas de milhares mortos nas ruas de Teerã.
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Depois de 160 anos após afundar no Atlântico, o navio USS Monitor voltou a ganhar destaque com a divulgação nesta segunda-feira de novas imagens tridimensionais de alta resolução que revelam, em detalhes inéditos, o estado atual do naufrágio. A embarcação foi um dos mais importantes da Guerra Civil Americana e revolucionou a engenharia naval no século XIX.
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De acordo com o periódico americano CBS News, as imagens foram produzidas com tecnologia de sonar avançado e veículos subaquáticos autônomos durante uma missão coordenada pela NOAA, em parceria com a empresa de defesa Northrop Grumman. O material integra uma linha do tempo digital interativa que mostra a evolução do navio desde sua construção até a situação atual dos destroços no fundo do oceano.
O Monitor repousa a cerca de 73 metros de profundidade, próximo à região de Outer Banks, na costa da Carolina do Norte. Lançado ao mar em janeiro de 1862, em Greenpoint, em Nova York, o Monitor foi o primeiro protótipo de navio de guerra blindado da Marinha dos Estados Unidos.
Seu principal objetivo era enfrentar o CSS Virginia, embarcação da Confederação. O confronto entre os dois navios ocorreu em março de 1862, durante a histórica Batalha de Hampton Roads, considerada a primeira grande batalha entre navios blindados da história.
Novas imagens em 3D revelam estado de naufrágio icônico da Guerra Civil Americana após 160 anos no fundo do mar
Reprodução/Facebook
Esse duelo marcou um ponto de virada na guerra naval e influenciou profundamente o desenvolvimento de embarcações militares nas décadas seguintes.
Hoje, os destroços do Monitor formam um recife artificial repleto de vida marinha, com peixes e outras espécies ocupando a estrutura metálica do antigo navio. Segundo Tane Casserley, arqueólogo marítimo do Monitor National Marine Sanctuary, as novas digitalizações mostram que a embarcação permanece surpreendentemente bem preservada.
Novas imagens em 3D revelam estado de naufrágio icônico da Guerra Civil Americana após 160 anos no fundo do mar
Reprodução/Facebook
— É um local difícil de visitar. É muito profundo e há um limite para o que podemos fazer como mergulhadores. Mas agora temos essas imagens detalhadas — afirmou o especialista à emissora WAVY-TV.
As varreduras revelam detalhes estruturais do casco e da torre do navio, ajudando pesquisadores a entender melhor a engenharia da embarcação. O Monitor afundou na véspera de Ano Novo de 1862, durante uma forte tempestade nas proximidades do Cabo Hatteras. Dos tripulantes a bordo, 47 foram resgatados, mas 16 marinheiros morreram.
O local do naufrágio permaneceu perdido por mais de um século, até ser redescoberto por pesquisadores em 1973.
Posteriormente, a NOAA designou a área como o primeiro santuário marinho nacional dos Estados Unidos, iniciativa que abriu caminho para a proteção de importantes patrimônios marítimos do país.

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