Um menino de 9 anos foi encontrado em Hagenbach, na região de Haut-Rhin, após mais de um ano fora do sistema escolar e vivendo em condições precárias dentro de uma van.
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A descoberta ocorreu após uma vizinha ouvir gritos e acionar as autoridades. Segundo os investigadores, a criança foi localizada “deitado em posição fetal, nu, coberto por uma manta sobre um monte de lixo e próximo a excrementos”.
Como o menino desapareceu?
O menino havia sido matriculado no primeiro ano do ensino fundamental em Mulhouse no ano letivo de 2023-2024.
Após a mudança da família para Hagenbach, deixou de frequentar a escola. O pai declarou à prefeitura que as três crianças da casa estavam escolarizadas, sem que houvesse verificação efetiva da informação.
De acordo com o reitorado de Estrasburgo, os pais têm “prazo de oito dias” para matricular os filhos em uma nova escola após mudança.
O que dizem as investigações?
O pai, de 43 anos, foi colocado em prisão preventiva e reconheceu os fatos. A companheira, de 37 anos, nega saber que o menino estava mantido no veículo.
O casal vivia com duas meninas, de 12 e 10 anos, a poucos metros do local onde a criança foi encontrada.
Falhas no sistema
O caso levou o Ministério da Educação a abrir uma investigação administrativa.
— Precisamos explicar por que ninguém foi capaz de identificá-lo — afirmou o ministro Édouard Geffray, que determinou apuração de seis semanas, ao jornal francês L’Humanité.
Segundo ele, será necessário avaliar se é preciso “mudar as práticas”.
O ministro afirmou que o prefeito é “responsável pela verificação da matrícula de todas as crianças de seu município na escola”, mas reconheceu que o ministério realiza “um acompanhamento mínimo”.
Já o ex-prefeito Guy Bach disse que os municípios não são “habilitados nem autorizados a verificar além do que é declarado” e que não há troca de informações com a Educação Nacional.
Especialistas apontam falhas na circulação de informações.
A alta-comissária para a Infância, Sarah El Haïry, afirmou “que um certo número de crianças infelizmente escapará à vigilância e que pais violentos irão se aproveitar disso”.
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Como o menino desapareceu?
O menino havia sido matriculado no primeiro ano do ensino fundamental em Mulhouse no ano letivo de 2023-2024.
Após a mudança da família para Hagenbach, deixou de frequentar a escola. O pai declarou à prefeitura que as três crianças da casa estavam escolarizadas, sem que houvesse verificação efetiva da informação.
De acordo com o reitorado de Estrasburgo, os pais têm “prazo de oito dias” para matricular os filhos em uma nova escola após mudança.
O que dizem as investigações?
O pai, de 43 anos, foi colocado em prisão preventiva e reconheceu os fatos. A companheira, de 37 anos, nega saber que o menino estava mantido no veículo.
O casal vivia com duas meninas, de 12 e 10 anos, a poucos metros do local onde a criança foi encontrada.
Falhas no sistema
O caso levou o Ministério da Educação a abrir uma investigação administrativa.
— Precisamos explicar por que ninguém foi capaz de identificá-lo — afirmou o ministro Édouard Geffray, que determinou apuração de seis semanas, ao jornal francês L’Humanité.
Segundo ele, será necessário avaliar se é preciso “mudar as práticas”.
O ministro afirmou que o prefeito é “responsável pela verificação da matrícula de todas as crianças de seu município na escola”, mas reconheceu que o ministério realiza “um acompanhamento mínimo”.
Já o ex-prefeito Guy Bach disse que os municípios não são “habilitados nem autorizados a verificar além do que é declarado” e que não há troca de informações com a Educação Nacional.
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A alta-comissária para a Infância, Sarah El Haïry, afirmou “que um certo número de crianças infelizmente escapará à vigilância e que pais violentos irão se aproveitar disso”.










