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Uma fila com ao menos 80 venezuelanos já se formava na manhã de quarta-feira, em frente ao posto de ajuda humanitária do Exército a poucos metros da fronteira com o Brasil, em Pacaraima (RR), quando Antonio Ramón, de 40 anos, chegou com a filha de 10 anos. Ele deixara Caracas no domingo, um dia depois dos ataques dos EUA à capital da Venezuela, e percorreu os 1.200 quilômetros até o território brasileiro após cruzar trechos de ônibus, com caronas que conseguiu na estrada e parte a pé. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou nesta segunda-feira que foi alcançado um certo grau de entendimento com os Estados Unidos em muitas questões, mas deixou claro que um acordo não é iminente. A declaração ocorre dias depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, elevar a expectativa pelo fim da guerra ao afirmar que um acordo tinha sido “em grande parte negociado”, apesar do recuo de domingo, quando apontou que Washington não pretende “se precipitar” para alcançar termos finais sem que os objetivos americanos sejam atingidos.
— É correto afirmar que chegamos a conclusões sobre grande parte das questões, mas ninguém pode afirmar que isso significa que a assinatura de um acordo seja iminente — disse Baghaei a repórteres, em declarações transmitidas pela emissora estatal iraniana.
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Baghaei descreveu o acordo como uma estrutura preliminar que não entra em detalhes sobre as questões mais espinhosas e reiterou a exigência de Teerã de que a guerra termine em todas as frentes, incluindo o Líbano.
— O foco das negociações é o fim da guerra e, nesta fase, não há discussão sobre detalhes nucleares — acrescentou o porta-voz, referindo-se a um dos principais pontos de discórdia: o programa nuclear iraniano.
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O memorando de entendimento supostamente envolve uma prorrogação do cessar-fogo por 60 dias, a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do comércio mundial de petróleo e gás em tempos de paz, e um plano posterior sobre o programa nuclear iraniano.
O porta-voz também afirmou que o Irã estava focado em garantir o trânsito seguro pelo Estreito de Ormuz, mas que o acordo não detalha como seria o processo para a reabertura. Ele sugeriu que Irã e Omã estavam discutindo separadamente uma administração da hidrovia.
Também nesta segunda, durante uma visita à Índia, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que as negociações “ainda estão em andamento”. Para ele, há uma “proposta bastante sólida com prazo determinado sobre a questão nuclear e sobre a capacidade do Irã de reabrir o Estreito de Ormuz”.
Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (centro à esquerda), sua esposa Jeanette (centro) e o embaixador dos EUA na Índia, Sergio Gor (segundo à direita), visitam o Taj Mahal
AFP
— Eu não daria muita importância a isso. Leva um tempo para recebermos uma resposta. [Trump] não tem pressa e não vai fazer um mau acordo — disse Rubio. — Ou chegaremos a um bom acordo ou teremos que lidar com isso de outra forma.
Em meio às negociações, Trump tentou se defender das críticas de figuras linha-dura, incluindo alguns republicanos, de que o potencial acordo com o Irã se assemelha muito a um tratado firmado pelo ex-presidente Barack Obama. “O acordo com o Irã será ótimo e significativo, ou não haverá acordo”, escreveu o presidente em sua plataforma Truth Social nesta segunda, acrescentando que seria “exatamente o oposto” do acordo assinado durante o governo Obama.
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O acordo nuclear de 2015, conhecido como Plano de Ação Conjunto Global (Jpcoa), impôs limites rigorosos ao enriquecimento de urânio pelo Irã, mas não o proibiu completamente. Trump, que retirou os EUA do acordo durante seu primeiro mandato, insiste que o Irã não tem permissão para enriquecer urânio internamente.
Ainda na coletiva de imprensa desta segunda, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que tem testemunhado repetidas mudanças na posição do governo Trump durante a guerra e isso “cria problemas para qualquer processo de negociação”.
— Em poucas horas, você pode se deparar com posições completamente diferentes e, em muitos casos, contraditórias — disse ele. — Não há qualquer garantia de que os Estados Unidos cumprirão seus compromissos.
(Com New York Times)
Uma turista de 33 anos morreu após ser pisoteada durante uma briga entre elefantes em um acampamento turístico na Índia. O caso ocorreu na segunda-feira (18), no acampamento de elefantes de Dubare, em Coorg, no estado de Karnataka, e imagens do episódio passaram a circular nas redes sociais nos últimos dias.
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Os vídeos mostram Tulasi sendo atingida pelas patas de um dos animais enquanto dois elefantes brigavam dentro de um rio. A mulher aparece caída entre os animais enquanto pessoas ao redor tentam retirá-la do local. Segundo relatos, o marido dela conseguiu escapar segurando a filha do casal no colo, mas não conseguiu socorrer a esposa durante o ataque.
Assista:
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A família havia viajado de Chennai, cidade no litoral indiano, para passar dois dias de férias na região. Tulasi observava o banho dos elefantes quando a confusão começou. Um dos animais atacou o outro repentinamente, e a turista, que estava próxima, acabou atingida. Um treinador que estava montado em um dos elefantes não conseguiu conter o confronto.
Mudanças após o acidente
De acordo com autoridades locais, os tratadores conseguiram controlar os animais depois de alguns minutos, mas Tulasi não resistiu aos ferimentos. A elefanta considerada mais fraca na disputa, uma fêmea de 34 anos chamada Marthanda, também morreu na manhã seguinte, apesar de ter recebido tratamento veterinário.
Turista morre pisoteada após se envolver em uma briga com elefantes
Redes Sociais
Após o episódio, autoridades recomendaram que turistas mantenham distância mínima de 30 metros dos elefantes em acampamentos turísticos. A nova orientação também proíbe que visitantes alimentem os animais ou façam fotos muito próximas deles. Especialistas afirmam que, mesmo treinados, elefantes podem apresentar reações imprevisíveis.
O caso ocorreu cerca de dois meses depois da morte de duas turistas durante um safári no Parque Nacional de South Luangwa, na Zâmbia. A britânica Janet Taylor Easton, de 67 anos, e a prima dela, Alison Taylor, também de 67 anos e natural da Nova Zelândia, foram atacadas por uma elefanta enquanto participavam de um passeio ao nascer do sol.
Segundo relatos da polícia local, os guias chegaram a disparar contra o animal na tentativa de conter o ataque, mas não conseguiram evitar as mortes. A investigação apontou que as duas vítimas morreram em decorrência de graves lesões torácicas traumáticas.
O Papa Leão XIV apresentou nesta segunda-feira uma encíclica sobre os riscos da Inteligência Artificial (IA) e fez um alerta a líderes políticos e empresariais para que protejam a Humanidade dos efeitos mais disruptivos da tecnologia. O documento, uma carta aberta a “todas as pessoas de boa vontade” com cerca de 42.300 palavras, expõe a preocupação do Pontífice com a preservação da dignidade e da autonomia humanas em uma era em que sistemas digitais podem substituir pessoas em diversos papéis profissionais e sociais.
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O texto foi apresentado ao lado de Christopher Olah, cofundador da Anthropic, uma importante empresa de IA, em um gesto simbólico de diálogo entre os mundos religioso e tecnológico.
Embora ressalte que “a tecnologia não deve ser considerada, em si mesma, como uma força contrária à Humanidade”, o Papa afirma que “a busca por maiores lucros não pode justificar escolhas que sacrificam sistematicamente empregos”.
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Entre as propostas, Leão defende: a regulamentação das empresas que lideram o desenvolvimento da IA, a proteção e requalificação de trabalhadores ameaçados pela automação, a educação para o uso crítico da tecnologia e medidas para proteger crianças de conteúdos violentos, sexualizados ou falsos. Também pede garantias de que decisões sobre o uso de armas permaneçam sob controle humano.
O Pontífice enfatiza ainda a necessidade de preservar um papel social para todos.
“Uma sociedade que garante emprego a apenas uma pequena parcela da população, apesar de alto nível de desenvolvimento técnico, corre o risco de levar muitos à inatividade forçada, à falta de responsabilidades e de estímulos cotidianos, resultando em empobrecimento humano e cultural”, afirma. “Isso cria um paradoxo de progresso material e regressão antropológica que mina as bases de uma paz social justa e estável”.
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A encíclica era aguardada há meses por religiosos, acadêmicos e especialistas em tecnologia, e já é vista como um dos alertas morais mais contundentes até agora sobre o uso excessivo ou indevido da Inteligência Artificial.
Desde o início de seu pontificado, Leão tem destacado os riscos da tecnologia. Em seu segundo dia como Papa, afirmou ao Colégio de Cardeais que a Igreja abordaria os impactos da IA sobre “dignidade humana, justiça e trabalho”. Desde então, voltou ao tema em viagens internacionais, encontros com universidades católicas e até em celebrações do Dia Internacional da Matemática.
Na semana passada, o Vaticano anunciou a criação de uma comissão de alto nível para discutir os desafios impostos pela IA. O antecessor de Leão, o Papa Francisco, também havia alertado para os perigos da tecnologia e defendido seu uso ético.
Embora tenha sido apresentada agora, a encíclica foi assinada em 15 de maio, data que marca os 135 anos de “Rerum Novarum”, texto de Leão XIII que estabeleceu bases da doutrina social da Igreja ao tratar dos impactos da Revolução Industrial sobre os trabalhadores.
Mais de 900 casos suspeitos de ebola foram identificados na República Democrática do Congo (RDC), um país assolado por um grande conflito, segundo informou no domingo (24) o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). “À medida que intensificamos os esforços de vigilância na resposta ao ebola na RDC, mais de 900 casos suspeitos foram identificados até o momento, incluindo 101 casos confirmados”, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus em uma publicação nas redes sociais. O diretor, no entanto, não apresentou números atualizados de mortes provocadas pela doença.
O ebola é uma doença viral letal que se propaga por contato direto com fluidos corporais. A enfermidade pode provocar hemorragias graves e falência de múltiplos órgãos. O país declarou um surto em 15 de maio provocado pela cepa Bundibugyo, para a qual não existem vacinas nem tratamentos aprovados. Em uma atualização anterior publicada no sábado, o Ministério da Saúde da RDC informou que 204 mortes foram registradas em três províncias do país da África Central, a partir de 867 casos suspeitos.
O ebola matou mais de 15.000 pessoas no continente africano nos últimos 50 anos.
O Irã anunciou na segunda-feira que começará a cobrar taxas de navegação de navios que transitam pelo estratégico Estreito de Ormuz, em meio às negociações em curso com os Estados Unidos para encerrar a Guerra do Golfo.
“Os serviços prestados, ou seja, os serviços de navegação, bem como as medidas necessárias para proteger o meio ambiente do Estreito de Ormuz, do Golfo Pérsico e do Golfo de Omã, exigem a cobrança de certas taxas”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baqai, durante sua coletiva de imprensa semanal. No entanto, ele assegurou que o Irã “não pretende cobrar pedágio”.
O desabamento de um edifício de nove andares em construção em Angeles, ao norte de Manila, nas Filipinas, deixou quatro mortos e ao menos 17 desaparecidos, informaram autoridades nesta segunda-feira. A estrutura cedeu no domingo, atingiu um hotel próximo e matou um hóspede de origem malaia.
Até 70 pessoas trabalhavam na obra, segundo autoridades locais, embora a maior parte tivesse deixado o local por causa do fim de semana. Entre os desaparecidos estão principalmente operários que dormiam no canteiro quando ocorreu o desastre.
Resgate enfrenta dificuldades entre os escombros
Dois operários que ficaram presos sob os escombros foram encontrados com vida após o colapso, mas morreram apesar dos esforços de resgate.
— O primeiro dos dois foi retirado com vida, mas infelizmente seu corpo não resistiu e ele não sobreviveu. Os médicos não conseguiram reanimá-lo — declarou à AFP a porta-voz regional do corpo de bombeiros, Maria Leah Sajili: — O outro sofreu uma parada cardíaca por volta das 3h da madrugada (19h GMT de domingo). Os médicos não puderam atendê-lo porque ele continuava preso.
As equipes de socorro também localizaram outro corpo entre os escombros nesta segunda-feira. No entanto, ainda não estava claro se o cadáver não identificado pertence a uma das pessoas registradas entre os desaparecidos, segundo balanço atualizado divulgado pelos socorristas.
Diante da incerteza sobre a identidade da vítima, as autoridades mantêm a estimativa de 17 desaparecidos.
Sajili destacou a complexidade da operação de resgate em estruturas colapsadas. Segundo ela, “o resgate em um desabamento de edifício é muito complicado, já que qualquer movimento brusco provocado pelas ações de nossos socorristas pode fazer com que algumas áreas se desloquem e as pessoas que estão embaixo acabem esmagadas”.
Agora, as equipes utilizarão escâneres térmicos “para verificar se há possíveis sinais de vida”, afirmou a porta-voz.
Caso não sejam encontrados mais sobreviventes, as autoridades planejam empregar escavadeiras mecânicas e outras máquinas pesadas para remover os escombros e recuperar os corpos. Não há prazo definido para a conclusão dos trabalhos.
A causa do desabamento ainda é desconhecida e será investigada pelas autoridades filipinas.
Cerca de 20 pessoas ficaram feridas em um shopping center de luxo no centro de Tóquio depois que um homem borrifou uma substância no interior do estabelecimento, informaram a polícia e os bombeiros nesta segunda-feira. O porta-voz da polícia de Tóquio, Yusuke Koide, disse à AFP que um homem borrifou uma substância em um caixa eletrônico no térreo do prédio, enquanto um oficial do corpo de bombeiros afirmou que “cerca de 20 pessoas ficaram feridas” após receberem uma denúncia de “cheiro” forte na área turística da cidade.
As ruas ao redor do prédio, no distrito comercial de Ginza, onde o shopping está localizado, foram bloqueadas após o incidente, e caminhões de bombeiros formaram uma fila na rua. No entanto, os clientes continuaram entrando e saindo do prédio por entradas laterais.
Um repórter da AFP no local viu duas pessoas em macas sendo colocadas em uma ambulância, enquanto bombeiros e paramédicos com trajes de proteção transferiam pessoas do shopping para caminhões especializados para exame.
A emissora pública NHK informou que os ferimentos pareciam ser leves. Uma mulher de 70 anos que estava no shopping contou à emissora que sua garganta começou a coçar e doer quando se aproximou do caixa eletrônico. “Quando cheguei, a confusão já havia começado e pensei que talvez houvesse um pequeno incêndio ou algo assim. Assim que entrei na área dos caixas eletrônicos, minha garganta ficou áspera, quase dormente.”
A polícia está investigando a causa, disse um oficial do corpo de bombeiros no local.
O exército israelense alertou, nesta segunda-feira, os moradores de 10 vilarejos, a maioria no sul do Líbano, para que evacuem suas casas devido a ataques esperados contra supostos alvos do Hezbollah.
“Em vista da violação do acordo de cessar-fogo pelo Hezbollah, as Forças de Defesa de Israel são obrigadas a operar contra o grupo com o uso da força”, afirmou o porta-voz do exército em árabe, Coronel Avichay Adraee, em uma publicação nas redes sociais, listando os nomes dos vilarejos.
“Para sua segurança, vocês devem evacuar suas casas imediatamente e se deslocar para áreas abertas a pelo menos 1 mil metros dessas cidades e vilarejos.”
O dia 25 de maio, Dia Mundial do Futebol, nos lembra de algo que os brasileiros já sabem instintivamente: o futebol é muito mais do que um esporte. É identidade, cultura e conexão. Em 2026, essa linguagem compartilhada estará em plena evidência quando o Canadá, ao lado dos Estados Unidos e do México, sediar a maior Copa do Mundo da FIFA™ da História.
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Esse esforço trinacional sem precedentes demonstra o que é possível quando países trabalham juntos em torno de um objetivo comum. Da coordenação em segurança ao planejamento conjunto, o torneio já está promovendo uma cooperação prática entre fronteiras. Mais do que só sobre esporte, ele oferece um modelo de como abertura, confiança e responsabilidade compartilhada podem gerar resultados em um mundo interconectado.
O Canadá encara a Copa do Mundo da FIFA 2026™ com clareza de propósito. Como um dos poucos países a ter sediado tanto a Copa do Mundo Feminina quanto a Masculina, o país traz experiência e um forte compromisso com uma organização inclusiva e responsável. O torneio será também uma oportunidade de apresentar a diversidade do Canadá e o respeito aos povos indígenas — parceiros essenciais na realização do evento neste território—, garantindo uma experiência segura e acolhedora para todos.
Canadá BC Place, Vancouver.
Divulgação
Para o Brasil, essa conexão é imediata. De Pelé a Marta, o futebol brasileiro ajudou a moldar o futebol mundial. O Canadá também vem registrando um rápido crescimento esportivo — do sucesso olímpico no futebol feminino ao aumento dos investimentos no desenvolvimento de jovens atletas. Essas forças compartilhadas criam oportunidades: avançar a igualdade de gênero no esporte, ampliar o engajamento da juventude e aprofundar os intercâmbios entre nossas comunidades futebolísticas. Sem mencionar a Copa do Mundo Feminina da FIFA™ no Brasil, em 2027, na qual a seleção canadense estará entre as fortes concorrentes.
Os vínculos construídos por meio do esporte entre nossos países refletem uma parceria mais ampla. Canadá e Brasil trabalham juntos para fortalecer o comércio, impulsionar a inovação e promover o crescimento sustentável, ao mesmo tempo em que aprofundam os laços entre suas populações. A diplomacia esportiva acrescenta uma dimensão importante a essa relação: conectando novas gerações, abrindo oportunidades de cooperação e reforçando valores compartilhados e inclusão de maneiras que ressoam muito além dos estádios.
BMO Field, Toronto.
Divulgação
Enquanto o Canadá se prepara para receber o mundo — especialmente em Toronto e Vancouver — o faz em um espírito que os brasileiros reconhecem: celebração, diversidade e profundo respeito pelo poder unificador do futebol. O objetivo não é apenas realizar um torneio bem-sucedido, mas deixar um legado de inclusão, cooperação e respeito mútuo.
A lição de 2026 é simples: quando países constroem confiança, a cooperação se aprofunda — e o sucesso compartilhado se torna possível. Nos vemos em Toronto e Vancouver!
*Embaixador do Canadá no Brasil
No calendário político americano, as eleições de 2028, quando, pela primeira vez em 12 anos, o eleitor não terá a opção de votar em Donald Trump, começam em pouco mais de cinco meses. Não se trata de queimar a largada. É com o mapa do novo Congresso, dos governos e dos legislativos estaduais nas mãos, a partir dos resultados do pleito de meio de mandato, em novembro, que republicanos e democratas iniciam a construção das coalizões com potencial de levá-los à Casa Branca. Para a direita, além do desgaste com um governo extremamente impopular, há dor de cabeça extra este ano com a migração ideológica da barulhenta militância do Faça os Estados Unidos Grandes Novamente (Maga, na sigla em inglês) ainda mais para o extremo. A defesa aberta de pautas antidemocráticas, ente elas o fim do voto das mulheres e a supressão da representação dos negros no Legislativo, embaralha os cenários pós-Trump e oferece oportunidade a uma oposição ainda acéfala, em busca de mensagem unificadora para derrotar o trumpismo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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