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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (18), que está sendo discutida uma reestruturação dos Correios, que enfrenta dificuldades financeiras. O presidente descartou a privatização da empresa e disse que estão em estudo propostas para que a estatal “fique sarada, totalmente de pé e produtiva para o país”.

“Enquanto eu for presidente, não tem privatização”, afirmou Lula.

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“O que pode ter é construção de parcerias. Eu sei que tem empresas italianas querendo vir aqui discutir com o Correio, tem outras empresas brasileiras que querem discutir o Correio”, disse em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto. “Pode existir parceria, pode transformar a empresa em empresa de economia mista, mas privatização não vai ter”, reafirmou Lula.

Para o presidente, o problema é a “gestão equivocada” que foi feita nos Correios. “Nós resolvemos colocar a mão na ferida e resolver […]. Vamos tomar as medidas que tiver que tomar, mudar todos os cargos que tiver que mudar”, acrescentou.

Em setembro, o governo mudou o comando da estatal. Para o novo presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, um dos fatores que contribuíram para as contas negativas foi a crescente concorrência no comércio eletrônico.

Já a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou em declaração recente que a situação foi agravada pelo fato de governos anteriores terem colocado a estatal em uma lista de possíveis privatizações, inibindo investimentos em reestruturação.

Pouco depois de assumir, Rondon apresentou as medidas que integram a primeira fase do plano de reestruturação financeira e operacional para garantir sustentabilidade e modernização da estatal. Entre elas, a empresa negocia com bancos o empréstimo de R$ 20 bilhões.

Também está em negociação com o governo o aval para obter esses empréstimos e o recebimento do Tesouro Nacional. De acordo com o Ministério da Fazenda, os recursos disponibilizados devem ficar abaixo dos R$ 6 bilhões inicialmente cogitados pela estatal. Qualquer ajuda financeira, entretanto, será condicionada ao plano de reestruturação da empresa.

Para Lula, o Brasil não pode ter uma empresa pública dando prejuízo, “por mais importante que ela seja”. “Uma empresa pública não precisa ser a rainha do lucro, mas ela não pode ser a rainha do prejuízo. Ela tem que se equilibrar”, disse.

Em meio à crise nos Correios, o governo federal criou um mecanismo para que empresas estatais federais não dependentes (com receitas próprias) em dificuldades possam reorganizar as contas sem serem automaticamente classificadas como dependentes do Tesouro Nacional. Na semana passada, um decreto alterou normas sobre o processo de transição entre empresas estatais dependentes e não dependentes.

Lula recebeu jornalistas para um café da manhã, no Palácio do Planalto, seguido de coletiva de imprensa. Ele foi acompanhando dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Casa Civil, Rui Costa; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; e do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

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Vídeos de uma briga generalizada em uma área da alfândega na Flórida que transformou o embarque de um cruzeiro em cenas de pancadaria viralizaram nas redes sociais. A confusão, que aconteceu antes mesmo de o navio partir, ocorreu na segunda-feira, no condado de Miami-Dade, quando a tripulação se preparava para uma viagem da Carnival Cruises com destino às Bahamas, e terminou com 16 passageiros banidos pela companhia.
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Drone registra momento em que tubarão-branco persegue dupla em stand up na Califórnia; vídeo
Veja vídeo:
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Mulher de 26 anos morre após colisão de jet skis em Nova York; homem é acusado de homicídio culposo
Segundo autoridades, a discussão envolveu duas famílias que já estavam em conflito. De acordo com documentos judiciais vistos pela publicação, Lisa Horace, de 51 anos, e Tonya Nelson, de 58, começaram a se agredir com tapas depois que uma acusou a outra de estar na fila errada.
Imagens registradas no local mostram a briga se espalhando pela área de embarque, com grupos menores e duplas trocando socos enquanto outros passageiros tentavam se afastar para não serem atingidos. Em um dos momentos, duas mulheres aparecem agarradas pelos cabelos, sem que nenhuma delas soltasse a outra.
Enquanto as duas tentavam ganhar vantagem, um homem entrou no tumulto para tentar separá-las. Seguranças e policiais também aparecem tentando conter a confusão, mas as mulheres continuaram se arrastando pela área da alfândega. Ao fundo, outros envolvidos trocaram socos e arremessaram malas e objetos uns contra os outros.
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Em seguida, um segundo homem entrou na briga entre as duas mulheres, que ainda estavam presas uma à outra pelos cabelos. Ele passou a desferir socos contra uma delas, atingindo-a no rosto, na cabeça e no tronco, até ser afastado por outros homens. A agressão fez a pancadaria se intensificar, levando mais pessoas a se envolverem.
A confusão continuou por pelo menos mais dez segundos, até que seguranças conseguiram separar os envolvidos. Ao fim da briga, a área da alfândega ficou em meio ao caos, com malas e outros itens espalhados pelo chão.
Não houve prisões nem apresentação de acusações. Ainda assim, os 16 passageiros envolvidos foram banidos e incluídos na lista de pessoas impedidas de embarcar em cruzeiros da Carnival Cruises, segundo um porta-voz da empresa.
“Eu só sinto muito por estarmos aqui”, disse Nelson posteriormente ao juiz durante uma audiência.
A Carnival Cruises atrai um público variado por causa de seus cruzeiros econômicos pelo Caribe, com preços a partir de menos de US$ 200 (cerca de R$ 1 mil) por pessoa, segundo o site da companhia.
Dois terremotos devastadores atingiram a Venezuela quase simultaneamente na quarta-feira, deixando pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos, em meio à destruição generalizada de prédios e cenas de pânico em Caracas e outras partes do país, segundo relatos oficiais. O primeiro terremoto, de magnitude 7,2 na escala Richter, teve seu epicentro a 21 km a oeste de Morón, às 18h04 (horário local, 19h04 em Brasília), e foi seguido quase um minuto depois por um terremoto mais forte, de magnitude 7,5, a poucos quilômetros de distância, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Os terremotos foram sentidos também no Brasil e na Colômbia.
Aos gritos: venezuelanos procuram por parentes em meio a escombros após terremoto
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Prédios destruídos, feridos e pânico: veja imagens de destruição causada por terremoto na Venezuela
“Neste momento, temos relatos de 32 mortos” e “mais de 700 feridos”, disse a presidente interina Delcy Rodríguez, observando que ainda não tinha dados do estado de La Guaira, adjacente à capital e a área mais afetada, especificou ela. “Há dezenas de prédios desabados e estamos empenhados em árduos esforços de resgate para salvar as vidas que Deus nos permitir salvar”, disse Rodríguez em uma mensagem à nação após a meia-noite.
As cenas em Caracas eram de destruição e pânico, segundo um jornalista da AFP, que viu um prédio de 22 andares completamente destruído na área de Chacao, na zona leste da cidade. Pessoas nas ruas gritavam os nomes de seus parentes e alguns voluntários escalavam os escombros.
“Precisamos de lanternas”, implorava um deles ao cair da noite.
Do lado de fora do shopping Sambil, também em Chacao, Heidi Romero, uma comerciante de 42 anos, expressou seu espanto com a magnitude dos tremores.
“Não, eu nem sei quanto tempo durou. Eu estava no último andar. Muitas coisas caíram de algumas lojas. Saímos pelas escadas de emergência; “Foi assim que nos tiraram de lá”, disse ela à AFP. “A escada cedeu, a parede inteira rachou. Coisas caíram do teto. Foi horrível”, disse Odalis Escalona, ​​uma funcionária de banco de 54 anos.
O presidente Donald Trump disse que os dois terremotos causaram um “número devastador” de mortes.
“Os Estados Unidos estão prontos, dispostos e aptos a ajudar! Ordenei a todas as agências do nosso governo que se preparem para agir rapidamente.” Estaremos lá para nossos novos e queridos amigos.” “Os primeiros relatos não são bons”, escreveu Trump em uma rede social.
A Venezuela é frequentemente atingida por terremotos
Federico Parra/AFP
A maioria dos países da América Latina também expressou solidariedade e ofereceu ajuda. O governo interino declarou estado de emergência devido à gravidade dos danos e declarou La Guaira uma “zona de desastre”.
Aeroporto fechado
Diversas áreas ficaram sem energia elétrica. Muitas ruas estavam cobertas de cacos de vidro. Prédios desabaram em várias partes de Caracas, relataram jornalistas da AFP. Dezenas de socorristas trabalhavam entre os escombros em busca de possíveis sobreviventes.
“Houve 20 réplicas; este é um evento grave, […] alguns estados foram particularmente afetados”, observou Delcy Rodríguez.
Os tremores danificaram parte das instalações do Aeroporto Internacional de Maiquetía, em La Guaira, a cerca de 40 km de Caracas. “O Aeroporto de Maiquetía está fechado devido aos graves danos em sua infraestrutura”, declarou a presidente. Caracas também possui o Aeroporto Militar de La Guaira, Carlota, localizado no centro da cidade.
Diversas áreas atingidas por terremoto na Venezuela ficaram sem energia elétrica, e muitas ruas estavam cobertas de cacos de vidro
Manaure Quintero/AFP
A líder da oposição e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, enviou uma mensagem de apoio.
“Meu coração, meu abraço infinito e minhas orações estão com todos os lares venezuelanos nestas horas de angústia”, escreveu Machado, que está fora da Venezuela desde novembro.
Na Colômbia
O terremoto foi fortemente sentido nos estados de Trujillo, Carabobo, Miranda e La Guaira, segundo o Ministro do Interior, Diosdado Cabello. A Venezuela é frequentemente abalada por tremores. Os terremotos mais fortes dos últimos tempos foram os de Cariaco (nordeste) em Em 1997, um terremoto causou 73 mortes, e em Caracas, em 1967, outro deixou 236 vítimas fatais.
O terremoto foi sentido até mesmo na capital colombiana, Bogotá, onde lâmpadas balançaram, alarmes soaram e alguns moradores evacuaram prédios por precaução, segundo jornalistas da AFP. Registros de tremores também foram relatados no Brasil, nas capitais Belém e Manaus, além das cidades de Santarém do Pará (PA), Macapá e Cutias do Araguari (AP).
Pouco depois do terremoto na Venezuela, um terremoto de magnitude 7,2 atingiu o norte do Japão na quinta-feira, informou a agência meteorológica do país, sem relatos de vítimas ou danos materiais.
“Antonio, Antonio, sou eu, sua mãe. Antonio, sou eu, sua mãe, estou aqui”, grita uma mulher desesperadamente em frente às ruínas de um prédio residencial de pelo menos 22 andares em Caracas, que desabou completamente durante os fortes terremotos que atingiram a Venezuela nesta quarta-feira. Vizinhos assistem impotentes enquanto os restos do prédio desmoronam. Alguns sobem nos escombros de enormes lajes de concreto, tentando ouvir algum ruído ou grito de socorro. Mas só há silêncio. Um policial os acompanha, aguardando a chegada dos socorristas.
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“Precisamos de lanternas”, pede um dos voluntários improvisados ​​ao cair da noite. “Tania, Tania”, outro grito ecoa em frente ao prédio, que fazia parte do complexo residencial Petúnia, no bairro de Los Palos Grandes, uma área nobre de classe média com muitos restaurantes e cafés.
Um homem chora baixinho na rua. Por volta das 18h (horário local, 19h em Brasília), a Venezuela foi abalada por dois fortes terremotos, quase consecutivos, de magnitude 7,2 e 7,5 na escala Richter. Os venezuelanos correram imediatamente para as ruas e muitos demoraram a retornar para suas casas e escritórios, temendo tremores secundários.
Pessoas do lado de fora gritavam os nomes de seus parentes, e alguns voluntários escalavam os escombros
Federico Parra/AFP
Os terremotos foram sentidos com intensidade desde o estado de Trujillo, nos Andes, até La Guaira. Os danos ainda não foram quantificados e não se sabe se houve vítimas. A Venezuela é frequentemente abalada por tremores, mas não sofria um terremoto de magnitude semelhante desde 1967. Naquela época, o bairro de Los Palos Grandes, na zona leste de Caracas, também foi o mais atingido, com prédios inteiros desabando. O número final de mortos naquele terremoto foi de 236.
“Tivemos que esperar”
A poucos quarteirões do complexo Petúnia, no shopping Sambil, um dos maiores de Caracas, as pessoas saíam às ruas, assustadas.
“Tudo começou a se mover como se estivéssemos na água, como ondas. Foi horrível”, disse à AFP Odalis Escalona, ​​uma bancária de 54 anos. Zenia González, de 52 anos, consolava uma adolescente ainda em lágrimas. “Esperamos passar [o terremoto] e descemos correndo a escada rolante. Tivemos que esperar porque estava tremendo muito. Durou bastante tempo”, contou à AFP.
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Dezenas de pessoas tentaram fugir da área; uma mulher gritava: “Jesus Cristo é o Senhor”. Em La Castellana, um bairro na divisa com Los Palos Grandes, María Romero escapou às pressas de seu apartamento.
“Estava tremendo violentamente e parecia um rugido profundo”, disse à AFP a engenheira de 48 anos. “Por um segundo pensei em me esconder debaixo da mesa, mas decidi sair: subi em um banco e pulei o muro do meu apartamento”, que ficou com várias paredes rachadas, acrescentou.
Caracas teve vários prédios destruídos, e o Aeroporto de Maiquetía, que serve a capital venezuelana, foi fechado devido aos extensos danos. Pouco depois do terremoto na Venezuela, um terremoto de magnitude 6,9 ​​atingiu o norte do Japão na quinta-feira, informou a agência meteorológica do país, sem relatos de vítimas ou danos.
Um incêndio foi deflagrado em um depósito de combustível em Krasnodar, cidade no sul da Rússia, após o local ter sido atingido pelos destroços de um drone ucraniano abatido, anunciaram as autoridades locais nesta quinta-feira.
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“Após a queda dos destroços do drone, deflagrou um incêndio no depósito de petróleo de Poltavskaya. Os serviços de emergência e intervenção já estão a trabalhar no local”, escreveu Alexander Kharitonov, chefe do distrito de Krasnorameisky, na região de Krasnodar, nas redes sociais.
Os militares ucranianos atacam refinarias, oleodutos e depósitos de petróleo na Rússia quase todas as semanas, com o objetivo de privar Moscou das receitas provenientes da venda de hidrocarbonetos, que são utilizadas, entre outras coisas, para financiar a sua campanha militar na Ucrânia desde 2022.
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Estes bombardeios provocam frequentemente incêndios de grandes proporções, mas o seu impacto na produção russa permanece difícil de avaliar.
De acordo com um relatório recente da Energy Intelligence, uma empresa americana de pesquisa energética, cerca de um terço da capacidade de refinação de petróleo da Rússia foi paralisada devido aos ataques ucranianos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu ajuda à Venezuela após o país ter sido atingido por dois fortes terremotos, de magnitude 7,2 e 7,5, que provocaram momentos de pânico em Caracas e em outras regiões do país.
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“Os dois grandes terremotos que acabaram de atingir o grande povo da Venezuela são de proporções enormes e deixaram um número devastador de mortos”, escreveu Trump em sua plataforma de mídia social, Truth Social.
“Os Estados Unidos estão prontos, dispostos e aptos a ajudar! Ordenei a todas as agências do nosso governo que se preparem para agir rapidamente. Estaremos lá para nossos novos e grandes amigos”, acrescentou.
Trump diz que Estados Unidos estão ‘prontos e dispostos’ a ajudar a Venezuela após terremotos
Reprodução
Os tremores também foram sentidos na Colômbia e no Brasil e foram seguidos por 20 tremores secundários, segundo informações divulgadas pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e, posteriormente, pela presidente interina do país, Delcy Rodríguez. O número de feridos e mortos ainda é desconhecido, mas o USGS informou que, com base nos dados dos terremotos e no tipo de estruturas comuns na região, é provável que tenha ocorrido um desastre de grandes proporções, incluindo muitas vítimas e danos extensos.
O governo venezuelano declarou estado de emergência após os terremotos. O primeiro tremor, de magnitude 7,2 na escala Richter, teve seu epicentro a 21 km a oeste de Morón às 18h04 no horário local (19h04 em Brasília) e foi seguido quase um minuto depois por um tremor mais forte, de magnitude 7,5, a poucos quilômetros de distância, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
As cenas em Caracas eram de destruição e pânico, de acordo com um jornalista da AFP que viu um prédio de 22 andares completamente destruído na área de Chacao, na zona leste da cidade. Pessoas do lado de fora gritavam os nomes de seus parentes, e alguns voluntários escalavam os escombros. “Precisamos de lanternas”, implorava um deles ao cair da noite.
Do lado de fora do shopping Sambil, também em Chacao, Heidi Romero, uma comerciante de 42 anos, disse que era “inacreditável”.
“Nem sei quanto tempo durou. Eu estava no último andar. Muitas coisas caíram de algumas lojas. Saímos pelas escadas de emergência; foi assim que nos tiraram de lá”, disse ela à AFP. “As escadas cederam, a parede inteira rachou. Coisas caíram do teto. Foi horrível”, disse Odalis Escalona, ​​uma bancária de 54 anos.
Diversas áreas ficaram sem energia elétrica. Muitas ruas estavam cobertas de cacos de vidro. Pessoas que evacuaram prédios em Caracas esperaram mais de uma hora antes de retornar. Prédios desabaram em diferentes partes de Caracas, confirmaram jornalistas da AFP. Dezenas de socorristas trabalhavam entre os escombros em busca de possíveis vítimas e sobreviventes.
Efeitos na Ásia
Um terremoto, revisado para magnitude 7,2, atingiu o norte do Japão nesta quinta-feira, informou a agência meteorológica do país, sem relatos de vítimas ou danos. O tremor ocorreu próximo à região norte de Iwate e seu epicentro foi a uma profundidade de 44 km, informou a Agência Meteorológica do Japão, descartando a possibilidade de tsunami.
“Até o momento, não há informações que indiquem vítimas, mas continuaremos monitorando e avaliando a situação”, disse o porta-voz do governo, Minoru Kihara.
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Uma mulher na cidade de Hashikami, onde o tremor foi sentido com mais intensidade, disse à AFP que o único dano em sua casa foi uma fotografia emoldurada que caiu. Imagens da emissora pública NHK mostraram o trânsito fluindo normalmente na cidade de Hachinohe, com os semáforos funcionando normalmente.
O Japão é um dos países com maior atividade sísmica do mundo, situado sobre quatro grandes placas tectônicas no “Anel de Fogo” do Pacífico. A nação, um arquipélago de 125 milhões de habitantes, normalmente experimenta centenas de terremotos a cada ano.
Um terremoto, revisado para magnitude 7,2, atingiu o norte do Japão nesta quinta-feira, informou a agência meteorológica do país, sem relatos de vítimas ou danos. O tremor ocorreu próximo à região norte de Iwate e seu epicentro foi a uma profundidade de 44 km, informou a Agência Meteorológica do Japão, descartando a possibilidade de tsunami.
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A agência havia relatado anteriormente uma magnitude de 6,9 ​​e uma profundidade de 50 km.
“Até o momento, não há informações que indiquem vítimas, mas continuaremos monitorando e avaliando a situação”, disse o porta-voz do governo, Minoru Kihara.
Uma mulher na cidade de Hashikami, onde o tremor foi sentido com mais intensidade, disse à AFP que o único dano em sua casa foi uma fotografia emoldurada que caiu. Imagens da emissora pública NHK mostraram o trânsito fluindo normalmente na cidade de Hachinohe, com os semáforos funcionando normalmente.
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O tremor ocorre pouco após dois fortes terremotos atingirem a Venezuela quase consecutivamente nesta quarta-feira, causando destruição generalizada, feridos e pânico em Caracas e outras regiões.
O Japão é um dos países com maior atividade sísmica do mundo, situado sobre quatro grandes placas tectônicas no “Anel de Fogo” do Pacífico. A nação, um arquipélago de 125 milhões de habitantes, normalmente experimenta centenas de terremotos a cada ano.
Ao não apenas sobreviver à guerra, mas também emergir com uma posição de destaque nas negociações de paz em curso, o governo iraniano sente-se fortalecido. Ainda assim, um ajuste de contas nacional se avizinha, à medida que o país mergulha cada vez mais na crise econômica e sua população permanece profundamente dividida após os protestos antigovernamentais que varreram o país pouco antes da guerra. Para evitar esses desafios, o governo iraniano está explorando a indignação popular com o ataque sofrido pelo país por potências estrangeiras. O Estado e seus apoiadores projetam um senso de unidade que acreditam poder alcançar grupos muito além de sua base de apoio mais radical. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Na madrugada de 19 de junho, um foguete decolou silenciosamente da Península de Māhia, na Nova Zelândia. Não houve transmissão ao vivo nem comunicado oficial. A Rocket Lab, empresa responsável pelo lançamento, e a Força Espacial dos Estados Unidos ficaram em silêncio por dias. Mas o que se descobriu foi que a missão secreta pôs uma espaçonave militar em órbita em menos de 17 horas para testar a perseguição de um possível adversário, feito inédito que pode alterar o equilíbrio estratégico entre as grandes potências. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O governo venezuelano declarou estado de emergência após dois fortes terremotos atingirem o país quase consecutivamente nesta quarta-feira, causando destruição generalizada, feridos e pânico em Caracas e outras regiões. O primeiro terremoto, de magnitude 7,2 na escala Richter, teve seu epicentro a 21 km a oeste de Morón às 18h04 no horário local (19h04 em Brasília) e foi seguido quase um minuto depois por um tremor mais forte, de magnitude 7,5, a poucos quilômetros de distância, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Os tremores foram sentidos até na Colômbia e no Brasil.
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As cenas em Caracas eram de destruição e pânico, de acordo com um jornalista da AFP que viu um prédio de 22 andares completamente destruído na área de Chacao, na zona leste da cidade. Pessoas do lado de fora gritavam os nomes de seus parentes, e alguns voluntários escalavam os escombros. “Precisamos de lanternas”, implorava um deles ao cair da noite.
Do lado de fora do shopping Sambil, também em Chacao, Heidi Romero, uma comerciante de 42 anos, disse que era “inacreditável”.
“Nem sei quanto tempo durou. Eu estava no último andar. Muitas coisas caíram de algumas lojas. Saímos pelas escadas de emergência; foi assim que nos tiraram de lá”, disse ela à AFP. “As escadas cederam, a parede inteira rachou. Coisas caíram do teto. Foi horrível”, disse Odalis Escalona, ​​uma bancária de 54 anos.
Diversas áreas ficaram sem energia elétrica. Muitas ruas estavam cobertas de cacos de vidro. Pessoas que evacuaram prédios em Caracas esperaram mais de uma hora antes de retornar. Prédios desabaram em diferentes partes de Caracas, confirmaram jornalistas da AFP. Dezenas de socorristas trabalhavam entre os escombros em busca de possíveis vítimas e sobreviventes.
Aeroporto Fechado
A presidente interina Delcy Rodríguez declarou estado de emergência devido à gravidade dos danos. “Vinte réplicas foram registradas; este é um evento com sérias consequências, […] alguns estados estão particularmente afetados”, declarou Delcy. Os tremores danificaram parte das instalações do Aeroporto Internacional de Maiquetía, em La Guaira, a cerca de 40 km de Caracas.
“O Aeroporto de Maiquetía está fechado devido aos graves danos em sua infraestrutura”, indicou a presidente.
Sentido até na Colômbia
O terremoto também foi fortemente sentido nos estados de Trujillo, Carabobo, Miranda e La Guaira, segundo o Ministro do Interior, Diosdado Cabello. O ministro indicou que ordenou o corte do fornecimento direto de gás para os prédios em Caracas.
“Temos algumas estruturas danificadas e não queremos que ocorra nenhum tipo de acidente com o gás”, disse ele. “Não há tsunami, nenhum perigo decorrente do recente terremoto” perto da costa venezuelana, indicou o sistema de alerta de tsunamis dos EUA, que emite previsões meteorológicas oficiais, no Canal X.
Terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingem a Venezuela
Carmen Guédez, de 69 anos, estava no quarto da irmã em Caracas quando o tremor começou.
“A intensidade foi aumentando”, disse a administradora, que mora em um bairro de classe média nas montanhas acima da capital, à AFP. “Comecei a ver as janelas se mexendo e, então, tudo tremeu. Minha irmã, uma vizinha e eu ficamos lá rezando, abraçadas. Não podíamos sair. Os vizinhos ainda estão na rua”, acrescentou.
A Venezuela é frequentemente atingida por terremotos. Os mais fortes dos últimos tempos foram os de Cariaco (nordeste) em 1997, que mataram 73 pessoas, e os de Caracas em 1967, que mataram 236. O terremoto foi sentido até mesmo na capital colombiana, Bogotá, onde lâmpadas balançaram, alarmes soaram e alguns moradores evacuaram prédios por precaução, segundo jornalistas da AFP.
A agência de gestão de riscos da Colômbia indicou que não houve relatos de emergências e descartou um alerta de tsunami. Pouco depois do terremoto na Venezuela, um terremoto de magnitude 6,9 ​​atingiu o norte do Japão na quinta-feira, informou a agência meteorológica do país, sem relatos de vítimas ou danos.
Os dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram a Venezuela nesta quarta-feira tiveram reflexos em território brasileiro. Registros de tremores foram relatados nas capitais Belém e Manaus, além das cidades de Santarém do Pará (PA), Macapá e Cutias do Araguari (AP).
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Nas redes sociais, o prefeito da capital paraense Igor Normando disse que prédios nos bairros Umarizal, Jurunas, Cremação e Pedreira foram evacuados por precaução e irão passar por avaliação das equipes técnicas.
“Seguimos monitorando a situação e adotando todas as medidas necessárias para garantir a segurança da nossa população”, escreveu Normando em uma publicação no X, antigo Twitter.
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Ao g1, o professor universitário Luiz Cláudio Fernandes, morador do bairro Batista Campos, disse que tremores foram sentidos no edifício em que mora, mas pelos moradores dos andares mais altos.
“Eu estava na academia do prédio, mas não senti, porque é embaixo. Mas a galera do alto, todo mundo sentiu. Todo mundo desceu correndo. Algumas famílias foram para casas de parentes”, disse o professor ao canal de televisão.
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Os tremores também foram sentidos em Manaus. Segundo a Rede Amazônica, moradores optaram por deixar alguns prédios da capital após sentirem o terremoto.
“A minha esposa veio do quarto correndo perguntando o que estava acontecendo, porque estava tremendo tudo lá onde ela estava. Então nós imediatamente descemos e comunicamos os vizinhos”, disse um morador do Condomínio Singolare, na Zona Centro-Sul de Manaus.
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Em Macapá, moradores também relataram tremores em prédios. O Corpo de Bombeiros informou que até o momento não há registros de danos estruturais e nem feridos. Na capital, um prédio de 23 andares foi evacuado, enquanto bombeiros faziam uma inspeção na edificação.
Os tremores também foram sentidos na Colômbia e foram seguidos por diversos tremores secundários, segundo informações divulgadas pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e pela agência de notícias AFP. Os abalos provocaram o desabamento de prédios na Venezuela.
“O tremor principal, de magnitude 7,5, foi precedido, com um intervalo de 39 segundos, por um tremor preliminar de magnitude 7,2”, afirmou o USGS, atualizando uma estimativa anterior sobre a magnitude deste último.

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