A Casa Branca afirmou nesta quinta-feira que o hematoma visível na mão esquerda do presidente Donald Trump foi causado por uma batida no canto da mesa durante uma cerimônia de assinatura do Board of Peace, realizada em Davos, na Suíça. A marca chamou atenção após imagens do evento circularem nas redes sociais.
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Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, o ferimento ocorreu de forma acidental. Um assessor acrescentou que Trump tem maior propensão a apresentar hematomas porque faz uso diário de aspirina — informação já divulgada anteriormente por seus médicos.
A repercussão online se intensificou após registros mostrarem o presidente com curativos ou o que aparentava ser maquiagem cobrindo a mão em compromissos públicos recentes. O episódio reacendeu especulações sobre sua saúde, prontamente rebatidas pelo governo.
Em entrevista ao The Wall Street Journal no início do ano, Trump disse tomar uma dose elevada de aspirina por considerar que o medicamento ajuda a “afinar o sangue”, afirmando ser resistente à ideia de reduzir a quantidade por superstição.
No fim de 2025, o presidente anunciou ter realizado uma ressonância magnética como medida preventiva. Em memorando divulgado em 1º de dezembro, o médico da Casa Branca, Sean Barbabella, informou que exames avançados feitos no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed não identificaram anormalidades.
— O objetivo é preventivo: identificar problemas precocemente, confirmar a saúde geral e garantir vitalidade e função a longo prazo — afirmou Barbabella no documento, acrescentando que o sistema cardiovascular do presidente está “perfeitamente normal”, sem sinais de inflamação, estreitamento arterial ou coágulos.
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Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, o ferimento ocorreu de forma acidental. Um assessor acrescentou que Trump tem maior propensão a apresentar hematomas porque faz uso diário de aspirina — informação já divulgada anteriormente por seus médicos.
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Em entrevista ao The Wall Street Journal no início do ano, Trump disse tomar uma dose elevada de aspirina por considerar que o medicamento ajuda a “afinar o sangue”, afirmando ser resistente à ideia de reduzir a quantidade por superstição.
No fim de 2025, o presidente anunciou ter realizado uma ressonância magnética como medida preventiva. Em memorando divulgado em 1º de dezembro, o médico da Casa Branca, Sean Barbabella, informou que exames avançados feitos no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed não identificaram anormalidades.
— O objetivo é preventivo: identificar problemas precocemente, confirmar a saúde geral e garantir vitalidade e função a longo prazo — afirmou Barbabella no documento, acrescentando que o sistema cardiovascular do presidente está “perfeitamente normal”, sem sinais de inflamação, estreitamento arterial ou coágulos.










