O enviado americano Steve Witkoff se reuniu na noite desta quinta-feira com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, para tratar do plano esboçado por Washington para pôr fim à guerra na Ucrânia. O encontro ocorreu após a breve reunião do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Em um contexto de intensa agitação diplomática, Witkoff, acompanhado por Jared Kushner, genro do presidente americano, aterrissou em Moscou durante a noite. A Presidência russa anunciou posteriormente o início da reunião.
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Witkoff já se encontrou várias vezes com o presidente russo ao longo do último ano. Desde Davos, ele mencionou os “progressos significativos” alcançados em seu encontro no último fim de semana, em Miami, com negociadores ucranianos.
— Acho que reduzimos o problema a um único ponto — declarou na ocasião.
Após a reunião com Trump em Davos, Zelensky assegurou que a questão dos territórios do leste da Ucrânia continua sem solução, mas anunciou um acordo sobre as garantias de segurança que os EUA ofereceriam em um eventual pós-guerra.
— Tudo gira em torno da parte oriental do nosso país. Tudo gira em torno da terra. Esse é o problema que ainda não resolvemos — afirmou o líder ucraniano a jornalistas na Suíça.
Desde que chegou à Casa Branca há um ano, Trump tem tentado encerrar o conflito mais letal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, iniciado em fevereiro de 2022 com a invasão russa da Ucrânia.
Os esforços diplomáticos esbarram nas divergências entre Rússia e Ucrânia sobre a delimitação de fronteiras em um cenário de paz. A Rússia, que ocupa 20% do território ucraniano, reivindica o controle total da região oriental do Donbass, parcialmente sob seu domínio.
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Zelensky reconheceu que o apoio de Trump é “indispensável”, sobretudo porque a Europa, “em vez de se tornar uma verdadeira potência global, continua sendo um belo, porém fragmentado, caleidoscópio de pequenas e médias potências”.
— A Europa parece perdida tentando convencer o presidente americano a mudar — acrescentou o presidente ucraniano, e sugeriu que haverá uma reunião trilateral entre Ucrânia, Rússia e Estados Unidos ainda nesta semana.
Enquanto isso, quando jornalistas perguntaram a Trump que mensagem queria transmitir ao seu par russo, ele respondeu:
— A guerra deve acabar.
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— Acho que reduzimos o problema a um único ponto — declarou na ocasião.
Após a reunião com Trump em Davos, Zelensky assegurou que a questão dos territórios do leste da Ucrânia continua sem solução, mas anunciou um acordo sobre as garantias de segurança que os EUA ofereceriam em um eventual pós-guerra.
— Tudo gira em torno da parte oriental do nosso país. Tudo gira em torno da terra. Esse é o problema que ainda não resolvemos — afirmou o líder ucraniano a jornalistas na Suíça.
Desde que chegou à Casa Branca há um ano, Trump tem tentado encerrar o conflito mais letal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, iniciado em fevereiro de 2022 com a invasão russa da Ucrânia.
Os esforços diplomáticos esbarram nas divergências entre Rússia e Ucrânia sobre a delimitação de fronteiras em um cenário de paz. A Rússia, que ocupa 20% do território ucraniano, reivindica o controle total da região oriental do Donbass, parcialmente sob seu domínio.
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