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O Iraque anunciou, nesta quarta-feira, a reabertura de seu espaço aéreo e de todos os aeroportos do país após o cessar-fogo firmado entre Estados Unidos e Irã, em meio a sinais de estabilização na região. A decisão ocorre após semanas de tensão no Golfo e interrupções no tráfego aéreo, provocadas pela escalada militar.
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As informações foram divulgadas pela emissora Al Jazeera, com base em comunicado oficial da Autoridade de Aviação Civil do Iraque.
Espaço aéreo reaberto “com efeito imediato”
Segundo a Autoridade de Aviação Civil, a reabertura passa a valer imediatamente. Em nota divulgada pela Agência de Notícias Iraquiana (INA), o órgão afirmou que a decisão foi tomada após a “estabilização da situação e o retorno à normalidade”.
“Foi decidido reabrir o espaço aéreo iraquiano ao tráfego aéreo a partir de hoje”, informou a autoridade no comunicado.
Com a medida, todos os voos civis estão autorizados a operar novamente no país. Isso inclui sobrevoos, decolagens e pousos em aeroportos iraquianos, desde que respeitadas as normas vigentes.
De acordo com a autoridade, a retomada segue “em conformidade com os regulamentos e instruções estabelecidos”, indicando um retorno gradual das operações aéreas após o período de restrições.
Segurança aérea e coordenação internacional
O órgão também destacou que continuará adotando medidas rigorosas de segurança. Em nota, reafirmou seu “compromisso total com a implementação dos mais altos padrões de segurança aérea”.
Além disso, a autoridade informou que manterá coordenação contínua com organizações internacionais relevantes, com o objetivo de garantir o funcionamento “tranquilo e eficiente” do tráfego aéreo no país.
Contexto regional
A reabertura ocorre após o anúncio de um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, que tenta conter a escalada militar registrada nas últimas semanas no Oriente Médio.
O conflito provocou impactos diretos na aviação e no transporte internacional, com o fechamento de espaços aéreos estratégicos e aumento dos riscos para companhias aéreas na região. A decisão do Iraque sinaliza uma tentativa de retomada da normalidade, embora o cenário ainda seja considerado instável.
O cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, anunciado pouco antes do prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump, provocou uma série de reações internacionais, com apoio à trégua e apelos por uma solução definitiva para o conflito no Oriente Médio.
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O acordo ocorre após mais de um mês de confrontos iniciados em 28 de fevereiro, com ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, e amplia a pressão internacional por uma solução diplomática duradoura, diante dos impactos econômicos e do risco de escalada regional.
Nações Unidas
O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou o acordo, mas defendeu o respeito ao direito internacional e a necessidade de avançar rumo a uma paz duradoura. “O secretário-geral saúda com satisfação o anúncio de um cessar-fogo de duas semanas por parte dos Estados Unidos e do Irã”, afirmou seu porta-voz, Stéphane Dujarric.
Ele acrescentou que o chefe da ONU “faz um chamado a todas as partes no conflito atual no Oriente Médio para que cumpram suas obrigações sob o direito internacional e respeitem os termos do cessar-fogo, a fim de abrir caminho para uma paz duradoura e global na região”.
Paquistão
O primeiro-ministro Shehbaz Sharif, cujo país atuou como mediador, afirmou que o cessar-fogo é “imediato” e abrangente, incluindo o Líbano. “Tenho o prazer de anunciar que a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos da América, junto com seus aliados, acordaram um cessar-fogo imediato em todas as partes, incluindo o Líbano e outros lugares, COM EFEITO IMEDIATO”, disse.
O gabinete do primeiro-ministro israelense, no entanto, afirmou que o acordo “não inclui o Líbano”.
Emirados Árabes Unidos
O assessor presidencial Anwar Gargash afirmou que seu país “saiu vitorioso de uma guerra que sinceramente havíamos tentado evitar”.
Egito
Em conversa com o enviado americano Steve Witkoff, o chanceler Badr Abdelatty agradeceu a decisão de “dar uma oportunidade à diplomacia e iniciar um processo sério de negociação entre iranianos e americanos”.
Turquia
A chancelaria turca afirmou que “o cessar-fogo temporário deve ser plenamente aplicado no terreno” e pediu que “todas as partes respeitem o acordo alcançado”.
Iraque
O governo iraquiano declarou que “recebe com satisfação” a trégua, mas defendeu um “diálogo sério e sustentável” entre as partes.
Facções armadas pró-Irã no país anunciaram a suspensão por duas semanas de ataques a “bases inimigas”.
China
“A China dá as boas-vindas ao anúncio das partes sobre a conclusão de um acordo de cessar-fogo”, disse a porta-voz Mao Ning, acrescentando que o país seguirá atuando pela paz na região.
União Europeia
A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, afirmou que a trégua cria uma oportunidade para reduzir ameaças, interromper ataques e retomar negociações.
Ela também destacou que o estreito de Ormuz deve “ser reaberto ao trânsito” de mercadorias.
Alemanha e França
O chanceler alemão Friedrich Merz defendeu que o objetivo agora deve ser negociar um fim duradouro da guerra e garantir a liberdade de navegação no estreito de Ormuz.
O presidente francês Emmanuel Macron classificou o anúncio como “algo muito bom” e disse desejar que a trégua inclua o Líbano.
Espanha
O chanceler José Manuel Albares considerou “inaceitável” que Israel mantenha combates no Líbano. O presidente do governo, Pedro Sánchez, classificou a trégua como “uma boa notícia”.
Japão
O governo japonês pediu “medidas concretas” para reduzir a tensão e garantir a navegação segura no estreito de Ormuz, rota essencial para o petróleo.
“Esperamos que se alcance um acordo definitivo por meio da diplomacia o mais rápido possível”, afirmou o porta-voz Minoru Kihara.
Coreia do Sul
A Coreia do Sul saudou o cessar-fogo e expressou expectativa de que ele permita a passagem segura de navios e contribua para a estabilidade regional.
Austrália
O governo australiano afirmou que deseja que a trégua seja respeitada e alertou para os impactos econômicos e humanos de uma guerra prolongada.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (7) que o país obteve uma “vitória total e completa” após o anúncio de um cessar-fogo de duas semanas com o Irã.
“Vitória total e completa, 100%. Não há dúvidas sobre isso”, disse Trump em uma breve entrevista por telefone à AFP.
O presidente evitou dizer se retomaria ameaças de atacar infraestruturas civis iranianas, como usinas e pontes, caso o acordo fracasse. “Vocês terão que ver”, afirmou.
Trump também declarou que o urânio enriquecido do Irã estará ‘perfeitamente controlado’ sob os termos do acordo, sem detalhar como isso será feito.
“Isso estará perfeitamente controlado, ou eu não teria fechado um acordo”, disse, ao comentar um dos pontos centrais do conflito, que envolve impedir que o Irã desenvolva armas nucleares.
O presidente afirmou ainda acreditar que a China teve papel nas negociações. “Ouvi dizer que sim”, declarou ao ser questionado se Pequim ajudou a levar o Irã à mesa de diálogo.
Está prevista uma viagem de Trump a Pequim em maio, quando deve se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping.
O Exército de Israel realizou nesta quarta-feira uma série de bombardeios no sul do Líbano, após emitir uma nova ordem de evacuação para a região da cidade de Tiro, segundo a Agência Nacional de Informação oficial.
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Os ataques ocorrem apesar do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, em vigor desde a madrugada. Israel afirmou que a trégua não se aplica ao território libanês e declarou que “a batalha continua” no país.
O movimento pró-iraniano Hezbollah não reivindicou nenhum novo ataque contra Israel desde a 01h00, horário local (22h00 GMT de terça-feira), momento em que o cessar-fogo passou a valer.
‘Alerta elevado’
O Exército israelense indicou nesta quarta-feira ter suspendido seus ataques contra o Irã após completar uma série de bombardeios noturnos, mas destacou que permanece em alerta para responder a qualquer eventual violação do cessar-fogo anunciado por Washington.
“Seguindo as diretrizes do comando político, o Exército cessou o fogo na campanha contra o Irã e se mantém em estado de alerta elevado, pronto para responder a qualquer violação” da trégua, indicaram as forças armadas em um comunicado.
“Na madrugada de quarta-feira, [as forças armadas israelenses] executaram uma ampla onda de ataques contra pontos de lançamento de mísseis” em diferentes locais do Irã, acrescentou o texto.
Nesta terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o cessar-fogo de duas semanas com apoio de Irã e Israel, a poucas horas do fim do ultimato para a reabertura do Estreito de Ormuz, enquanto negociações mais amplas seguem previstas.
A trégua, mediada pelo Paquistão, contrasta com declarações anteriores do republicano, que chegou a ameaçar a destruição de “toda uma civilização”, gerando críticas internacionais e questionamentos legais.
Organismos como ONU e Anistia Internacional classificaram a retórica como potencial violação do direito internacional humanitário, enquanto aliados e opositores nos EUA também reagiram com preocupação.
Apesar da pausa, o conflito já atingiu infraestruturas civis estratégicas, elevando o risco de escalada regional e até de incidente nuclear, segundo agências internacionais.
Sob pressão interna e externa, tanto Washington quanto Teerã tentam capitalizar a trégua, ainda que as exigências para um acordo definitivo indiquem um caminho prolongado para o fim da guerra.
O Exército israelense indicou nesta quarta-feira ter suspendido seus ataques contra o Irã após completar uma série de bombardeios noturnos, mas destacou que permanece em alerta para responder a qualquer eventual violação do cessar-fogo anunciado por Washington.
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“Seguindo as diretrizes do comando político, o Exército cessou o fogo na campanha contra o Irã e se mantém em estado de alerta elevado, pronto para responder a qualquer violação” da trégua, indicaram as forças armadas em um comunicado.
“Na madrugada de quarta-feira, [as forças armadas israelenses] executaram uma ampla onda de ataques contra pontos de lançamento de mísseis” em diferentes locais do Irã, acrescentou o texto.
Ataques no Líbano
No entanto, as forças israelenses realizaram uma série de bombardeios no sul do Líbano, após emitir uma nova ordem de evacuação para a região da cidade de Tiro, segundo a Agência Nacional de Informação oficial.
Os ataques ocorrem apesar do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, em vigor desde a madrugada. Israel afirmou que a trégua não se aplica ao território libanês.
O movimento pró-iraniano Hezbollah não reivindicou nenhum novo ataque contra Israel desde a 01h00, horário local (22h00 GMT de terça-feira), momento em que o cessar-fogo passou a valer.
Nesta terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o cessar-fogo de duas semanas com apoio de Irã e Israel, a poucas horas do fim do ultimato para a reabertura do Estreito de Ormuz, enquanto negociações mais amplas seguem previstas.
A trégua, mediada pelo Paquistão, contrasta com declarações anteriores do republicano, que chegou a ameaçar a destruição de “toda uma civilização”, gerando críticas internacionais e questionamentos legais.
Organismos como ONU e Anistia Internacional classificaram a retórica como potencial violação do direito internacional humanitário, enquanto aliados e opositores nos EUA também reagiram com preocupação.
Apesar da pausa, o conflito já atingiu infraestruturas civis estratégicas, elevando o risco de escalada regional e até de incidente nuclear, segundo agências internacionais.
Sob pressão interna e externa, tanto Washington quanto Teerã tentam capitalizar a trégua, ainda que as exigências para um acordo definitivo indiquem um caminho prolongado para o fim da guerra.
À primeira vista, parecia apenas um pedaço de planta insignificante. Mas foi justamente um fragmento de musgo que acabou se tornando peça-chave para solucionar um esquema de profanação de túmulos nos Estados Unidos.
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O caso teve início em 2009, após a descoberta de irregularidades no Burr Oak Cemetery, nos arredores de Chicago. Funcionários do local foram acusados de exumar sepulturas antigas, deslocar restos mortais dentro do próprio terreno e revender os jazigos, um esquema que pode ter afetado dezenas de famílias.
Durante as investigações, agentes encontraram ossos enterrados em outra área do cemitério. Junto a eles, estava um fragmento de musgo a cerca de 20 centímetros de profundidade. O detalhe, inicialmente banal, chamou a atenção dos peritos.
O “detetive” microscópico
Especialistas do Field Museum, em Chicago, identificaram a espécie como Fissidens taxifolius, conhecida como “musgo de bolso comum”. A análise revelou que a planta não era típica da área onde os restos haviam sido encontrados.
Ao examinar o restante do cemitério, os pesquisadores localizaram colônias do mesmo musgo em outro setor, justamente onde os investigadores suspeitavam que os corpos estavam originalmente enterrados. A evidência indicava que os restos haviam sido removidos e realocados dentro do terreno.
Para esclarecer quando a violação ocorreu, os cientistas analisaram a clorofila presente no musgo. A degradação do pigmento permitiu estimar o tempo desde a remoção da planta de seu ambiente original. Os testes apontaram que o fragmento tinha entre um e dois anos, contradizendo a versão da defesa de que o crime teria ocorrido antes da contratação dos funcionários.
Com base no conjunto de provas, incluindo a análise botânica, quatro funcionários foram condenados em 2015 por profanação de restos humanos. O caso ganhou repercussão científica posteriormente, ao demonstrar o potencial de evidências vegetais em investigações criminais, um campo ainda pouco explorado, com poucos registros semelhantes ao longo do último século.
Para os pesquisadores, o episódio reforça que até organismos discretos podem funcionar como testemunhas silenciosas, ampliando as ferramentas disponíveis para a perícia e abrindo novas possibilidades para investigações futuras.
Um inventor independente chinês desenvolveu, em 2025, na cidade de Chengdu, drones em formato de espada controlados por gestos das mãos, usando sensores de movimento e processamento em tempo real para transformar comandos físicos em ações no ar, em um projeto que busca aproximar tecnologia e ficção inspirada no cinema wuxia.
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O sistema ganhou repercussão internacional após vídeos das chamadas “espadas voadoras” viralizarem nas redes sociais. Na prática, os dispositivos são drones customizados com estrutura alongada, capazes de voar de forma coordenada e responder diretamente aos movimentos do operador, sem necessidade de controle remoto convencional.
O diferencial está na interface. Sensores captam os gestos das mãos e os convertem em comandos digitais, permitindo que ações como levantar o braço ou girar o pulso sejam traduzidas em movimentos precisos no ar. A proposta elimina joysticks e controles físicos, tornando a operação mais intuitiva.
Apesar do formato incomum, os drones seguem princípios clássicos de engenharia de voo. Cada unidade possui múltiplos rotores distribuídos ao longo da estrutura, garantindo sustentação e estabilidade. O equilíbrio do centro de gravidade e o controle eletrônico refinado evitam oscilações, mesmo em uma geometria não convencional.
O funcionamento depende da integração de sensores inerciais, sistemas de captura de movimento e algoritmos capazes de interpretar padrões em tempo real. Esse processamento exige baixa latência para garantir respostas rápidas e seguras durante o voo.
Inspirado no cinema wuxia, gênero tradicional chinês em que guerreiros controlam armas à distância, o projeto conecta elementos culturais a aplicações tecnológicas contemporâneas. A estética e o comportamento dos drones remetem diretamente a essas narrativas, o que contribuiu para a popularização do experimento.
As demonstrações mostram ainda a operação simultânea de múltiplos drones, que se movimentam de forma sincronizada, mantendo posição relativa e evitando colisões. Esse controle coletivo amplia a complexidade do sistema e aponta para possíveis evoluções.
Apesar do impacto visual, a tecnologia ainda está em estágio experimental e não possui aplicação comercial direta. O projeto foi desenvolvido principalmente como demonstração técnica e de entretenimento, sem uso industrial ou militar imediato.
O conceito, no entanto, indica possibilidades futuras. Interfaces baseadas em gestos podem ser aplicadas em áreas como resgates, operações industriais e sistemas interativos, reduzindo a dependência de controles físicos e tornando a interação com máquinas mais natural.
2026 continua a surpreender com espetáculos astronômicos de grande impacto, e o mês de abril prepara mais um evento capaz de chamar a atenção de observadores ao redor do mundo.
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Após ter começado com a chamada Lua Rosa — a primeira lua cheia desde o equinócio da primavera —, o mês se prepara para outro fenômeno de destaque: um alinhamento planetário, também conhecido como “desfile de planetas”.
Segundo o site de astronomia Star Walk, o fenômeno está previsto para ocorrer no próximo sábado, 18 de abril. O alinhamento será visível no hemisfério norte durante a manhã e reunirá quatro planetas do Sistema Solar.
Quando e como observar o fenômeno
O alinhamento poderá ser observado cerca de 30 minutos antes do amanhecer no hemisfério norte e entre 60 e 90 minutos antes do nascer do sol no hemisfério sul.
Os corpos celestes que formarão o desfile serão Mercúrio, Marte, Saturno e Netuno. Desses, apenas os três primeiros poderão ser vistos a olho nu. Para visualizar Netuno, será necessário o uso de telescópio, já que sua visibilidade costuma ser bastante limitada nas primeiras horas da manhã.
Embora o dia 18 de abril seja considerado uma data estratégica para a observação, ele não será o único momento em que o fenômeno poderá ser visto.
O alinhamento também será visível nos dias anteriores e posteriores, ampliando a janela de observação para quem deseja acompanhar o evento astronômico.
O exército sul-coreano informou que Pyongyang disparou pelo menos um “projétil não identificado” nesta quarta-feira, cerca de uma hora depois de relatar um lançamento semelhante no dia anterior, próximo à capital norte-coreana.
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A Coreia do Norte lançou “um míssil balístico não identificado em direção ao Mar do Leste”, disse o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul, referindo-se às águas também conhecidas como Mar do Japão.
Mais cedo, já nesta quarta-feira, Seul informou em um comunicado que suas forças armadas “detectaram outro ‘projétil não identificado’ lançado da região de Pyongyang na terça-feira”, acrescentando que suas “características técnicas” estavam sendo analisadas em conjunto com os Estados Unidos.
Esses lançamentos ocorrem depois que Seul expressou pesar pelas incursões de drones civis em território norte-coreano em janeiro, que o presidente Lee Jae-myung classificou como “irresponsáveis”, observando que autoridades participaram da operação.
Após suas declarações, a influente irmã do líder norte-coreano Kim Jong-Un disse que o gesto de Lee foi um “comportamento sensato”. Mas, na terça-feira, um alto funcionário do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte descreveu o Sul como “o Estado inimigo mais hostil”.
Um dos criminosos mais procurados da Colômbia, com duas ordens de captura internacionais por casos de homicídio e desaparecimento forçado, foi detido após uma troca de tiros na Bolívia, informou a polícia local nesta terça-feira. Jorge Isaac Campaz, líder máximo do grupo armado Los Espartanos, que opera violentamente na cidade portuária colombiana de Buenaventura, foi detido junto com outras 13 pessoas, 11 delas colombianas e duas bolivianas, durante uma operação na cidade de Santa Cruz, na qual não houve feridos.
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“Ele tem notificação vermelha internacional por crimes de associação criminosa, fabricação, tráfico e porte de armas, homicídio e outras infrações”, afirmou o coronel da polícia Pompeo Sánchez, em declarações à emissora de TV Red Uno.
O governo regional de Valle del Cauca, na Colômbia, confirmou em separado, nas suas redes sociais, a detenção e identificou Campaz, conhecido como “Mapaya”, como o “líder máximo” da rede criminosa, sobre quem pesavam duas ordens de prisão internacionais.
“Ele vinha praticando atividades criminosas há 14 anos”, indicou a instituição.
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O grupo Los Espartanos mantém uma violenta disputa territorial com outro grupo denominado Los Shottas pelo controle territorial do porto de Buenaventura, o mais importante do país por seu comércio e pesca, situado na região de Valle del Cauca.
Esta facção tentou firmar um acordo de paz para renunciar às armas com o governo de Gustavo Petro e diminuir a violência no país. Este processo segue em andamento, apesar dos percalços. O governo boliviano não informou que decisão vai tomar sobre Campaz.

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