Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Uma montanha-russa parou repentinamente a mais de 45 metros de altura e deixou cerca de 20 passageiros presos durante um passeio no parque Warner Bros. Movie World, na Austrália. Imagens do momento circulam nas redes sociais e mostram o resgate em meio ao calor de aproximadamente 30°C.
Vídeo: Dançarina ‘pega fogo’ durante apresentação na China e corre para rio para sobreviver
O incidente ocorreu na terça-feira (7), quando a atração DC Rivals HyperCoaster apresentou uma falha ao iniciar uma subida íngreme, pouco antes de uma descida quase vertical. Sem entender o que havia acontecido, os ocupantes permaneceram imobilizados na estrutura metálica, sob forte exposição ao sol.
Resgate sob calor intenso
Funcionários do parque iniciaram uma operação para retirar os passageiros, precisando escalar a estrutura da montanha-russa e conduzir cada pessoa em segurança até o solo. A ação levou mais de duas horas. Parte dos visitantes recebeu guarda-chuvas enquanto aguardava a retirada.
Em nota, um porta-voz da Village Roadshow Theme Parks informou que a interrupção foi causada pela ativação de um sensor de segurança. Segundo a empresa, todos os passageiros permaneceram seguros durante o incidente, com comunicação constante mantida pela equipe. A operadora destacou ainda que os protocolos de segurança funcionaram conforme o previsto.
Considerada a mais alta do hemisfério sul, a DC Rivals HyperCoaster pode atingir até 115 km/h e alcançar cerca de 60 metros de altura. O caso ocorre semanas após outro incidente em parque de diversões, quando crianças precisaram ser resgatadas de um brinquedo após falha mecânica, reforçando a atenção sobre a segurança em atrações do tipo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que Washington está trabalhando com o Irã para retirar material nuclear enterrado em instalações atingidas por bombardeios, incluindo operações com aviões B-2. Segundo ele, o objetivo é impedir definitivamente o enriquecimento de urânio pelo país.
Veja também: Em tom de vitória, secretário de Defesa dos EUA diz que Irã ‘implorou pela trégua’ e que Forças Armadas foram dizimadas
Irã: País diz que atacou Kuwait e Emirados Árabes após bombardeio a instalações petrolíferas
Em publicação nas redes sociais, Trump declarou que os dois países atuariam em conjunto para remover o que chamou de “poeira nuclear” localizada em áreas subterrâneas. “Não haverá enriquecimento de urânio, e os Estados Unidos irão, trabalhando com o Irã, escavar e remover toda a ‘poeira’ nuclear profundamente enterrada (pelos bombardeiros B-2)”, escreveu.
Publicação de Donald Trump
Reprodução: Truth Social
O presidente acrescentou que o local atacado permanece sob vigilância desde a ofensiva. “Nada foi tocado desde a data do ataque”, afirmou.
Não está claro se Trump se referia aos bombardeios realizados em junho contra instalações nucleares iranianas ou a ataques mais recentes no contexto do atual conflito envolvendo o país.
Leia mais: Catar aciona ONU e cobra indenização do Irã por ataques, enquanto cessar-fogo é marcado por novos bombardeios no Golfo
Trump também disse que negociações envolvendo tarifas e alívio de sanções fazem parte de um plano de paz mais amplo. “Estamos, e estaremos, discutindo alívio de tarifas e sanções com o Irã”, declarou.
Na véspera, o presidente havia afirmado que uma proposta iraniana de cessar-fogo com dez pontos era “viável”. Já nesta quarta-feira, sugeriu que diversos itens de seu próprio plano, com 15 pontos e anteriormente rejeitado por Teerã, teriam sido aceitos.
Apesar das declarações, o Irã não confirmou qualquer acordo com os Estados Unidos, nem reconheceu a intenção de cooperar na retirada do urânio enriquecido enterrado após os ataques. Trump também ameaçou impor tarifas de 50% a países que vendam armas ao Irã.
Uma apresentação artística com fogo terminou em momentos de pânico na cidade de Nantong, na China, após uma dançarina ser envolvida pelas chamas durante uma performance noturna, no ínicio do mês de abril. Vídeos que circulam nas redes sociais registram o instante em que o espetáculo, inicialmente coreografado, foge do controle.
A artista se apresentava em um parque de vida selvagem com um vestido longo vermelho, cuja barra era cercada por um anel de fogo. A coreografia previa movimentos próximos ao solo, com a dançarina ajoelhada e gesticulando entre as chamas, criando um efeito visual planejado.
Assista:
Initial plugin text
Falha transforma espetáculo em emergência
As imagens mostram que, em determinado momento, o mecanismo que sustentava o aro em chamas não se desprende como previsto. O fogo se espalha rapidamente pelo figurino e atinge também o cabelo da dançarina. Em segundos, a apresentação se transforma em uma situação de risco.
Ainda em chamas, a mulher corre pela areia em direção ao rio Yangtzé, nas proximidades, e mergulha na água para conter o incêndio. Segundo informações locais, ela foi levada a um hospital e não sofreu ferimentos graves. A apresentação foi suspensa e está sob avaliação das autoridades responsáveis por segurança.
Em outro episódio que também ganhou repercussão nas redes, desta vez nos Estados Unidos, uma motocicleta explodiu após um acidente em uma rua residencial no Texas. O veículo pegou fogo depois de atingir o meio-fio, formando uma bola de chamas.
O motociclista e duas crianças que estavam próximas conseguiram fugir rapidamente. Um vizinho utilizou uma mangueira para ajudar a conter o incêndio. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
Horas depois do presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar um cesser-fogo no Golfo Pérsico, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, usou seu habitual tom maximalista para declarar que o Irã “implorou pela trégua”, e que o país foi derrotado no campo de batalha. Hegseth repetiu as alegações de que as Forças Armadas iranianas foram “dizimadas”, e que houve uma “mudança de regime” em Teerã, aparentemente ignorando que as autoridades no poder seguem fiéis à República Islâmica.
— A Operação Fúria Épica foi uma vitória histórica e esmagadora no campo de batalha — disse Hegseth, em entrevista coletiva no Pentágono.
Hegseth, um ex-apresentador da rede Fox News, afirmou que o programa de mísseis iraniano foi “funcionalmente destruído”, que a Marinha “está no fundo do mar” e que os Estados Unidos estão no controle dos céus iranianos. Contudo, países árabes e Israel afirmaram que os lançamentos de mísseis de drones continuaram mesmo depois do anúncio do cessar-fogo — segundo analistas, resultado do modelo descentralizado de comando, que dificulta o contato com algumas unidades — e o Estreito de Ormuz segue sob controle iraniano. Na terça-feira, horas antes do anúncio da pausa nos combates, os EUA realizaram cerca de 800 ataques contra o território iraniano, completou Hegseth.
Na noite de terça-feira, depois do anúncio de um acordo preliminar para suspender as hostilidades por duas semanas (que também envolve Israel), os dois lados declararam vitória. Pelo lado iraniano, a confirmação feita por Trump de que seu plano de 10 pontos iria guiar as negociações foi uma conquista após mais de um mês de resistência aos bombardeios — a proposta prevê o fim das sanções, a manutenção do direito ao enriquecimento de urânio e algum tipo de controle sobre Ormuz. Veículos de imprensa do país estamparam suas capas com frases sugerindo que os EUA capitularam.
Para a Casa Branca, foi uma “uma vitória para os Estados Unidos, conquistada pelo Presidente Trump e pelas nossas incríveis Forças Armadas”, disse a Secretária de Imprensa Karoline Leavitt em comunicado. No texto, ela diz que “Trump estimou que seria uma operação de 4 a 6 semanas”, e que “graças às capacidades extraordinárias dos nossos guerreiros, alcançamos e superamos os nossos principais objetivos militares em 38 dias”. Em publicação na rede Truth Social, na manhã desta quarta-feira, o presidente declarou que trabalhará “em estreita colaboração com o Irã”, citando sua versão questionável de que houve uma mudança de regime e prometendo discutir “o alívio de tarifas e sanções com o Irã”.
Em atualização
O Irã lançou ataques contra o Kuwait e os Emirados Árabes Unidos nesta quarta-feira, após bombardeios contra suas instalações petrolíferas, que ocorreram apesar do anúncio de um cessar-fogo com os Estados Unidos, segundo a TV estatal. Kuwait e Emirados Árabes Unidos declararam que estavam sob ataque iraniano havia várias horas.
AO VIVO: Trump e Irã confirmam acordo de cessar-fogo e suspendem ataques por duas semanas; acompanhe
As Forças Armadas do Kuwait afirmaram na rede X que receberam “uma intensa onda de ataques iranianos, incluindo 28 drones que tinham como alvo o Estado do Kuwait”, muitos dos quais foram interceptados.
Segundo o exército do Kuwait, os ataques causaram “danos materiais significativos” a instalações petrolíferas, usinas de energia e estações de dessalinização de água.
Os Emirados Árabes Unidos disseram que suas defesas aéreas estavam lidando com mísseis e drones lançados do Irã, horas depois do anúncio do cessar-fogo.
A televisão estatal iraniana afirmou que “ataques com mísseis e drones foram realizados contra os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait poucas horas depois que instalações petrolíferas na ilha de Lavan foram alvejadas”.
A emissora citou a Companhia Nacional Iraniana de Refino e Distribuição de Petróleo, que afirmou que a refinaria de Lavan “foi alvo de um ataque covarde” por volta das 6h30 GMT (03h30 no horário de Brasília).
Em meio à incerteza sobre a fragilidade do cessar-fogo, a Guarda Revolucionária declarou que “não confia” nas promessas dos Estados Unidos e que está “com o dedo no gatilho”, apesar da trégua.
Trump e Irã confirmam acordo de cessar-fogo e suspendem ataques por duas semanas; acompanhe Presidente dos EUA colocou como principal condição para cessar-fogo temporário a reabertura do Estreito de Ormuz; país persa afirmou que rota marítima será reaberta
O governo do Catar notificou, nesta quarta-feira (8) formalmente a Organização das Nações Unidas (ONU) de que responsabiliza o Irã pelos ataques com drones e mísseis contra seu território na última semana, elevando o tom diplomático em meio a um cessar-fogo ainda instável no Golfo. Em duas cartas, Doha afirma que Teerã deve “indenizar o Estado do Catar por todos os danos sofridos”, segundo o New York Times.
Kuwait diz sofrer ‘intensa onda de ataques’ do Irã nas primeiras horas após cessar-fogo com os EUA; Iraque e outros países do Golfo também foram atingidos
Ao vivo: Trump e Irã confirmam acordo de cessar-fogo e suspendem ataques por duas semanas
A medida ocorre no momento em que a trégua de duas semanas entre Irã e Estados Unidos, anunciada pelo presidente Donald Trump, tenta abrir espaço para negociações de paz. Apesar do acordo, relatos de novos ataques no Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e no próprio Catar indicam que o cessar-fogo ainda não se consolidou no terreno.
Trégua sob pressão e danos crescentes
O entendimento prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, rota vital para o comércio global de petróleo, e negociações mediadas pelo Paquistão. O Irã aceitou suspender temporariamente as hostilidades sob a condição de coordenação militar para garantir a passagem segura, enquanto Washington interrompeu suas operações.
Ainda assim, a sequência de ataques após o anúncio da trégua reforça a fragmentação do comando militar iraniano e a dificuldade de implementar um cessar-fogo imediato. Países do Golfo relataram danos a infraestruturas críticas, como instalações petrolíferas e usinas de energia, ampliando o impacto econômico regional.
No plano político, tanto Teerã quanto Washington tentam capitalizar o acordo. Autoridades iranianas classificam a trégua como uma “vitória”, enquanto Trump a descreveu como “total e completa”, afirmando que a questão nuclear será resolvida.
População entre alívio e desconfiança
Em Teerã, houve celebrações após o anúncio do cessar-fogo, mas o sentimento predominante é de cautela. Moradores relatam alívio temporário após semanas de bombardeios, embora temam uma retomada dos confrontos a qualquer momento.
A desconfiança é alimentada pelo histórico recente: rodadas anteriores de negociação foram seguidas por novas ofensivas. Ao mesmo tempo, os danos acumulados, com centenas de mortos e infraestrutura comprometida, aumentam a pressão interna por uma solução duradoura.
A iniciativa do Catar na ONU adiciona um novo elemento ao cenário, ao deslocar parte do conflito para o campo jurídico internacional. O gesto sinaliza que, mesmo diante da trégua, os países da região se preparam para disputas prolongadas — não apenas militares, mas também diplomáticas e financeiras.
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou, nesta quarta-feira, que mantém “o dedo no gatilho” apesar da trégua concluída entre o Irã e os Estados Unidos, e acrescentou que não confia nas promessas dos Estados Unidos.
A Guarda, “com o dedo no gatilho”, está preparada para responder “se o inimigo vier a repetir seus erros de cálculo”, afirmou o exército ideológico da república islâmica em seu canal no Telegram.
“O inimigo sempre foi enganoso, não temos nenhuma confiança em suas promessas e responderemos a qualquer agressão com um nível superior”, sustentaram.
(Em atualização)
O anúncio de um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã abriu uma janela para a reativação do tráfego no Estreito de Ormuz, mas cerca de mil navios seguem retidos no Golfo Pérsico, segundo levantamento da empresa multinacional de notícias Euronews, e companhias de navegação demonstram cautela diante da possibilidade de retomada das operações, destacando a necessidade de regras claras antes de autorizar novas travessias.
Veja também: Refinaria iraniana foi atacada horas após anúncio de cessar-fogo, diz TV estatal
‘Ghost Murmur’: CIA usou pela primeira vez tecnologia secreta para localizar piloto no Irã ao rastrear batimentos cardíacos, diz jornal
O acúmulo de navios, somado ao conflito, tem gerado prejuízos elevados. A Hapag-Lloyd calcula perdas semanais de cerca de US$ 55 milhões (cerca de R$ 285 milhões), em meio a custos crescentes com seguros, taxas portuárias e demurrage — cobrança aplicada quando embarcações permanecem além do prazo acordado nos portos.
Apesar das incertezas, sinais de retomada já começaram a surgir. Dois navios mercantes foram os primeiros a atravessar o estreito após o anúncio do cessar-fogo. O graneleiro grego NJ Earth cruzou a via às 08h44 (horário local), enquanto o Daytona Beach, de bandeira liberiana, realizou a travessia às 06h59, pouco depois de deixar o porto iraniano de Bandar Abbas, segundo dados da plataforma MarineTraffic.
Lancha trafega pelo Estreito de Ormuz perto da costa dos Emirados Árabes Unidos
FADEL SENNA / AFP
Entenda reabertura
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a reabertura como condição central do acordo, defendendo a reabertura “completa, imediata e segura” do Estreito de Ormuz e prometendo apoio americano na gestão do tráfego. Já o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que, desde que ataques ao país cessem, a passagem segura poderá ocorrer durante o período de trégua, mediante coordenação com as Forças Armadas iranianas e respeitando limitações técnicas.
Comércio: Países da Ásia garantem acordos com o Irã para que seus navios atravessem o Estreito de Ormuz, enquanto Trump eleva ameaças por acordo
Autoridades regionais indicaram ainda que Irã e Omã devem passar a cobrar taxas de trânsito — uma mudança relevante em relação ao histórico de gratuidade da rota. Valores e regras, no entanto, ainda não foram divulgados.
Outras empresas, como a japonesa NYK Line, seguem monitorando a situação de perto. Mesmo uma liberação parcial pode permitir que parte dos navios deixe o Golfo e reduza perdas acumuladas nas últimas semanas. Ainda assim, operadores alertam que exigências militares e novas tarifas adicionam camadas de complexidade que precisam ser resolvidas antes de decisões operacionais mais amplas.
Com negociações diplomáticas previstas para começar em Islamabad, mediadas pelo Paquistão, o cenário permanece em evolução. Por ora, o que se desenha é uma reabertura limitada e altamente controlada — insuficiente, ao menos no curto prazo, para dissipar a pressão causada pela longa fila de embarcações à espera de passagem em uma das rotas mais estratégicas do comércio global de energia.
Israel realizou uma série de ataques contra vários bairros de Beirute, capital do Líbano, e seus subúrbios do sul, reduto do Hezbollah, segundo divulgou o meio de comunicação estatal libanês nesta quarta-feira.
Colunas de fumaça foram vistas em diferentes pontos da cidade e da região metropolitana, de acordo com imagens da AFPTV.
Jornalistas da AFP relataram cenas de pânico nas ruas da capital após as explosões.
(Em atualização)

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress