Uma turista alemã morreu após se afogar em uma praia conhecida pelas correntes perigosas no litoral da Inglaterra, segundo conclusão de um inquérito conduzido na região, nesta semana. O caso ocorreu em 10 de agosto, na baía de Porthcothan, na Cornualha, na Inglaterra.
Homem é condenado a 11 anos após explodir casa da companheira em ataque de vingança na Inglaterra
Vídeo: incêndio em área industrial no México mobiliza equipes e provoca evacuação de 200 pessoas
Anja Wolf, de 53 anos, estava em viagem com o marido, Johannes Wolf, e havia planejado explorar a costa sudoeste do país de bicicleta. De acordo com depoimento prestado ao Tribunal do Legista da Cornualha, o casal já havia entrado no mar três vezes antes do incidente. Johannes afirmou que a esposa era uma nadadora experiente e habituada a águas frias.
Correntes e isolamento agravaram risco
Na manhã do ocorrido, os dois pedalaram até a praia, uma área descrita pelas autoridades como isolada e sujeita a correntes de retorno intensas, agravadas pelas marés. Segundo o relato, eles não tinham conhecimento dos riscos. Em determinado momento, se separaram, e Anja seguiu em direção à Escadaria de Bedruthan.
Johannes permaneceu cerca de 20 minutos na água e, ao sair, iniciou buscas pela esposa. Sem encontrá-la, tentou contato por telefone e mensagens enquanto retornava ao carro.
Uma testemunha relatou ter visto uma mulher nadando sozinha nas proximidades da Ilha de Diggory por volta das 15h. Segundo o depoimento, ela entrou em um dos túneis naturais da ilha e permaneceu ali entre 10 e 15 minutos. Na última vez em que foi vista, não apresentava sinais de dificuldade.
Horas depois, a guarda costeira recuperou o corpo de uma mulher no local. Anja foi levada à estação de botes salva-vidas de Newquay, onde foi declarada morta às 17h.
O laudo apontou o afogamento como causa principal da morte. A polícia informou não haver indícios de participação de terceiros.
A assistente do legista da Cornualha e das Ilhas Scilly, Emma Hillson, afirmou que, com base nas evidências, é provável que a vítima tenha enfrentado dificuldades ao nadar devido ao mar agitado, à maré crescente e à localização. Segundo ela, Anja possivelmente morreu enquanto tentava resistir às condições adversas.
O caso foi registrado como morte acidental.
Homem é condenado a 11 anos após explodir casa da companheira em ataque de vingança na Inglaterra
Vídeo: incêndio em área industrial no México mobiliza equipes e provoca evacuação de 200 pessoas
Anja Wolf, de 53 anos, estava em viagem com o marido, Johannes Wolf, e havia planejado explorar a costa sudoeste do país de bicicleta. De acordo com depoimento prestado ao Tribunal do Legista da Cornualha, o casal já havia entrado no mar três vezes antes do incidente. Johannes afirmou que a esposa era uma nadadora experiente e habituada a águas frias.
Correntes e isolamento agravaram risco
Na manhã do ocorrido, os dois pedalaram até a praia, uma área descrita pelas autoridades como isolada e sujeita a correntes de retorno intensas, agravadas pelas marés. Segundo o relato, eles não tinham conhecimento dos riscos. Em determinado momento, se separaram, e Anja seguiu em direção à Escadaria de Bedruthan.
Johannes permaneceu cerca de 20 minutos na água e, ao sair, iniciou buscas pela esposa. Sem encontrá-la, tentou contato por telefone e mensagens enquanto retornava ao carro.
Uma testemunha relatou ter visto uma mulher nadando sozinha nas proximidades da Ilha de Diggory por volta das 15h. Segundo o depoimento, ela entrou em um dos túneis naturais da ilha e permaneceu ali entre 10 e 15 minutos. Na última vez em que foi vista, não apresentava sinais de dificuldade.
Horas depois, a guarda costeira recuperou o corpo de uma mulher no local. Anja foi levada à estação de botes salva-vidas de Newquay, onde foi declarada morta às 17h.
O laudo apontou o afogamento como causa principal da morte. A polícia informou não haver indícios de participação de terceiros.
A assistente do legista da Cornualha e das Ilhas Scilly, Emma Hillson, afirmou que, com base nas evidências, é provável que a vítima tenha enfrentado dificuldades ao nadar devido ao mar agitado, à maré crescente e à localização. Segundo ela, Anja possivelmente morreu enquanto tentava resistir às condições adversas.
O caso foi registrado como morte acidental.









