Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
A mídia estatal do Irã anunciou neste domingo a mobilização de Forças Especiais Navais ao longo da costa sul do país, finalizando sua preparação para uma potencial invasão por terra de forças americanas, depois de o país não ter alcançado com os EUA no Paquistão um acordo para pôr fim à guerra. Segundo o jornal Wall Street Journal, a rede estatal iraniana Student News Network publicou fotos de soldados com uniformes camuflados perto de uma costa arenosa para “conter qualquer possível infiltração inimiga no território do país”.
Entenda: Controle de Ormuz, estoques de urânio e ativos travam acordo entre EUA e Irã no Paquistão
Após fracasso no Paquistão: ‘EUA agora têm de decidir se podem ganhar nossa confiança ou não’, diz negociador-chefe do Irã
O anúncio ocorreu paralelamente à declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, em sua plataforma Truth Social, de que a Marinha americana vai começar a bloquear “todos os navios que tentem entrar ou sair do Estreito de Ormuz”, uma via navegável crucial por onde passam 20% do petróleo e gás mundial. Um bloqueio naval pode ser considerado um ato de guerra pelo Irã. Seis dias depois de Washington e Teerã terem concordado com um cessar-fogo temporário de duas semanas para permitir negociações para um acordo de paz, o republicano também afirmou que o Exército dos EUA vai “acabar com o pouco que resta do Irã”.
Trump condicionou o cessar-fogo de duas semanas ao fim do controle do Estreito de Ormuz pelo Irã, cujo bloqueio fez com que os preços globais do petróleo disparassem mais de 50% durante o conflito de um mês, que começou no final de fevereiro. No sábado, o Pentágono afirmou que dois navios de guerra dos EUA cruzaram o Estreito de Ormuz para iniciar uma operação de remoção de minas terrestres dessa importante via navegável. O Irã negou a alegação. Na prática, apenas alguns navios transitaram pela via desde o início da trégua. Trump afirmou que a Marinha dos EUA “buscaria e interceptaria” qualquer embarcação que pagasse um pedágio ao Irã para conseguir atravessar a passagem.
‘É o último alerta’: Por rádio, Irã adverte navios de guerra dos EUA que testaram controle iraniano sobre Estreito de Ormuz
Em entrevista à Fox News neste domingo, Trump disse que o Irã estava “extorquindo o mundo” e que os EUA poderiam se beneficiar com a venda de petróleo.
— Não precisamos do estreito, mas outros países precisam — disse ele. — Acreditamos que vários países também nos ajudarão com isso, mas estamos impondo um bloqueio total. Não vamos deixar o Irã lucrar com a venda de petróleo.
Os líderes iranianos não deram qualquer indicação de que pretendem relaxar o controle sobre a hidrovia, que consideram uma moeda de troca crucial. Em uma postagem desafiadora nas redes sociais no início deste domingo, Ali Akbar Velayati, membro da equipe de negociação do Irã, afirmou que “a chave” para o Estreito de Ormuz “está firmemente em nossas mãos”.
Veja mapa: Com mais tropas americanas a caminho, Irã fortalece defesas no Golfo e se prepara para invasão em terra
Washington ordenou o envio de milhares de fuzileiros navais e tropas aerotransportadas para o Oriente Médio, com novos destacamentos previstos após o início do cessar-fogo de duas semanas com o Irã. Embora o presidente dos EUA não tenha afirmado que pretende enviar tropas terrestres, esses destacamentos dariam aos EUA mais opções para ataques ou incursões por terra e desencadearam preparativos no Irã, que nas últimas semanas reforçou suas defesas aéreas, instalou minas e preparou bunkers nas ilhas ao longo de sua costa.
E grande parte da frota de embarcações ágeis da Guarda Revolucionária Iraniana, projetada para controlar o Estreito de Ormuz, permanece intacta, representando uma ameaça mesmo após os EUA terem destruído a maior parte da Marinha iraniana.
Irã aperta controle sobre Estreito de Ormuz e impõe vitória estratégica no conflito contra os EUA e Israel
Editoria de Arte/O Globo
Negociações no Paquistão
Mediadas pelo Paquistão, as negociações deste fim de semana representaram o encontro presencial de mais alto nível entre líderes americanos e iranianos desde a Revolução Islâmica do Irã, em 1979.
Veja foto: Avião que levou delegação do Irã para negociação com os EUA no Paquistão fez homenagem a crianças mortas em escola
O vice-presidente JD Vance, que liderou a delegação dos EUA durante a maratona de negociações no Paquistão, afirmou que os dois lados não chegaram a um acordo porque Teerã se recusou a abandonar seu programa de armas nucleares. Ele partiu para os EUA no início da manhã deste domingo.
O principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse que Washington não conseguiu conquistar sua confiança, enquanto a emissora estatal iraniana atribuiu o fracasso às “exigências descabidas” dos EUA em relação à questão nuclear e ao Estreito de Ormuz. Teerã afirmou que nenhuma nova rodada de negociações foi agendada.
Initial plugin text
Analistas afirmaram que as questões que dividiam os dois países eram tão complexas — e suas diferenças tão arraigadas — que fechar um acordo em uma única rodada de negociações era altamente improvável. Mas nem o Vance nem Ghalibaf descartaram outra rodada de negociações antes do término do cessar-fogo de duas semanas, em 21 de abril.
Ghalibaf afirmou nas redes sociais que a profunda desconfiança entre os dois lados representava um obstáculo para se chegar a um acordo. Os Estados Unidos não conseguiram conquistar a confiança da delegação iraniana nesta rodada de negociações, disse ele. “Agora é hora de decidir se eles podem ou não ganhar nossa confiança.”
Trump, que assistia a uma luta do UFC na Flórida durante as negociações, declarou o cessar-fogo na semana passada em parte para amenizar o impacto da perda de acesso a 20% do suprimento mundial de petróleo. Os outros dois pontos-chave eram o destino de quase 408 kg de urânio altamente enriquecido e a exigência do Irã de que cerca de US$ 27 bilhões em receitas congeladas e mantidas no exterior fossem liberados, disseram as autoridades.
Com New York Times
O presidente dos EUA, Donald Trump ameaçou a China, neste domingo (12), com novas tarifas “assombrosas” se o país fornecer apoio militar ao Irã. Washington está em guerra com Teerã desde 28 de fevereiro quando, junto com Israel, lançou bombardeios contra o território iraniano.
Escalada: Trump anuncia bloqueio ‘de todos os navios’ que tentarem entrar ou sair de Ormuz
Alianças: Putin liga para presidente do Irã e oferece ajuda para mediar acordo de paz com EUA
A declaração ocorre um dia após a rede americana CNN veicular, segundo três fontes familiarizadas com o assunto, que a inteligência americana apura informações de que Pequim está se preparando para entregar novos sistemas de mísseis portáteis de defesa aérea (MANPADS) ao Irã, o que a China nega.
— Se descobrirmos que eles estão fazendo isso, eles terão uma tarifa de 50%, o que é impressionante, um número impressionante — disse Trump à Fox News.
O MANPADS podem ser disparados por indivíduos e são capazes de abater aviões e helicópteros, explicaram as fontes. Os americanos afirmam que esses sistemas representam uma ameaça ao transporte aéreo de passageiros, à aviação comercial e às aeronaves militares.
‘É o último alerta’: Por rádio, Irã adverte navios de guerra dos EUA que testaram controle iraniano sobre Estreito de Ormuz
Além da ajuda militar, fontes afirmaram à rede CNN de que há indícios de que Pequim também estaria trabalhando para desviar os carregamentos por meio de outros países, com objetivo de mascarar sua origem. Apontam ainda que Pequim continua vendendo tecnologia de dupla utilização ao Irã, o que permitiria a Teerã continuar construindo armas — o que é alvo de sanções.
Um porta-voz da Embaixada chinesa em Washington disse à CNN que a informação “é falsa” e instou os EUA a “se absterem de fazer alegações infundadas, estabelecer conexões maliciosas e se envolver em sensacionalismo; esperamos que as partes relevantes façam mais para ajudar a reduzir as tensões.”
O presidente dos EUA viajará a Pequim no próximo mês para se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, depois de adiar uma cúpula anterior devido à guerra no Oriente Médio.
Esta não é a primeira vez que Trump ameaça impor tarifas de 50% a países que fornecerem armas ao Irã. Na quarta-feira (8), o republicano disse que iria aplicar a penalidade “sobre todos os produtos que [o país] vender aos Estados Unidos, com efeito imediato. Não haverá exclusões ou isenções.”
Galerias Relacionadas
O Papa Leão XIV expressou, neste domingo (dia 12), sua proximidade com o povo libanês, afirmando haver uma “obrigação moral” de protegê-lo e apelando às partes em conflito para que busquem a paz. O país foi arrastado para a guerra no Oriente Médio no mês passado, em meio às operações militares de Israel contra o movimento xiita Hezbollah, apoiado pelo Irã.
Entenda: Vaticano nega ter recebido repreensão do Pentágono por comentários do Papa considerados críticos a Trump
‘Inaceitável’: Papa Leão XIV critica ameaça de Donald Trump de destruir a civilização do Irã
As autoridades libanesas relataram mais de 2.000 mortos em ataques israelenses no conflito, com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fazendo um apelo especial à proteção das crianças e adolescentes do país.
— Estou mais próximo do que nunca, nestes dias de tristeza, medo e esperança inabalável em Deus, do amado povo libanês — disse o Papa à multidão na Praça de São Pedro após a oração do Regina Coeli, acrescentando: — O princípio da humanidade, inscrito na consciência de cada pessoa e reconhecido pelo direito internacional, implica a obrigação moral de proteger a população civil dos efeitos atrozes da guerra.
Como já fez no passado, sem citar nomes, o Papa americano apelou às partes envolvidas para que busquem uma solução pacífica.
Análise: Papa Leão XIV faz apelo por cessar-fogo em guerra no Oriente Médio, mas especialistas veem contenção em declarações
Ainda assim, a declaração foi feita em meio à uma polêmica envolvendo o presidente dos EUA, Donald Trump, e o Pontífice. Uma informação afirmava que um alto funcionário do Pentágono teria repreendido a ao representante diplomático da Santa Sé nos EUA por comentários considerados críticos ao republicano, o que foi negado pelo Vaticano.
Israel aproveitou a guerra iniciada, ao lado dos EUA, contra o Irã para continuar seus ataques no Líbano, que, afirma, miram o Hezbollah. Teerã, que financia o movimento xiita libanês, incluiu em suas reivindicações para um acordo o fim da guerra entre Israel e Hezbollah, o que foi recusado por Tel Aviv.
O Líbano não foi incluído no acordo de cessar-fogo entre Irã e EUA. Mas, na quinta-feira (9), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que ordenou a abertura de negociações diretas com o Líbano para discutir o “desarmamento do Hezbollah e o estabelecimento de relações pacíficas” entre os dois países, mas sem cessar os ataques contra o país.
Outro front da guerra regional
Os comentários do pontífice de 70 anos foram feitos em meio ao fracasso das negociações, sediadas no Paquistão, entre Irã e Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio. As partes não chegara a um acordo, e o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o bloqueio da entrada e saída “de todos os navios” no Estreito de Ormuz, rota por onde passam 20% de todo petróleo e gás mundial.
‘É o último alerta’: Por rádio, Irã adverte navios de guerra dos EUA que testaram controle iraniano sobre Estreito de Ormuz
No sábado, durante uma oração pela paz, o discreto Leão XVI fez uma de suas críticas mais contundentes à guerra, implorando aos líderes que cessem a violência.
— Parem! É hora de paz! Sentem-se à mesa do diálogo e da mediação, não à mesa onde se planeja o rearme e se decidem ações mortais! Basta da idolatria do ego e do dinheiro! Basta da demonstração de poder! Basta da guerra! — declarou.
O líder dos 1,4 bilhão de católicos do mundo tem reiteradamente pedido a redução da escalada na atual guerra entre EUA e Israel contra o Irã e a necessidade de uma solução diplomática.
Na segunda-feira, o Papa segue para a Argélia para o início de uma viagem de 11 dias pela África, onde levará uma mensagem de construção de pontes com o mundo islâmico.
O principal negociador iraniano e presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, indicou neste domingo que ainda há espaço para a continuidade da diplomacia, após negociações de paz entre Irã e Estados Unidos não resultarem imediatamente em um acordo para encerrar a guerra.
Guerra no Oriente Médio: controle de Ormuz, estoques de urânio e ativos travam acordo entre EUA e Irã no Paquistão
‘É o último alerta’: Por rádio, Irã adverte navios de guerra dos EUA que testaram controle iraniano sobre Estreito de Ormuz
Em uma declaração publicada nas redes sociais, ele afirmou que os EUA foram “incapazes de conquistar a confiança da delegação iraniana nesta rodada de negociações”, mas acrescentou que “agora é hora de decidir se podem ou não conquistar nossa confiança”.
“Meus colegas na delegação iraniana (…) apresentaram iniciativas construtivas, mas, em última instância, a outra parte não conseguiu conquistar a confiança da delegação iraniana nesta rodada de negociações”, disse Ghalibaf na rede X.
Initial plugin text
Em suas primeiras declarações desde o fracasso das conversas no Paquistão, o parlamentar também adotou um tom de vitória.
“Em todos os momentos, vemos a diplomacia forte como um caminho paralelo à ação militar na defesa dos direitos do povo iraniano, e não vamos parar nem por um instante de trabalhar para garantir as conquistas dos quarenta dias de defesa nacional”, escreveu.
Levantamento: Ataques dos EUA e de Israel deixaram escolas e hospitais em ruínas no Irã
Em linha semelhante, o analista conservador Ali Gholhaki, próximo ao governo iraniano, afirmou nas redes sociais que as negociações fracassaram porque os EUA exigiram enriquecimento zero de urânio, a retirada de cerca de 900 libras do estoque do material do país e o “controle da segurança do Estreito de Ormuz em seus próprios termos”.
Segundo ele, os EUA também não ofereceram garantias de que Israel encerraria os bombardeios no Líbano.
“Parece que os americanos não vieram para negociar!”, destacou.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance (à esquerda), conversa com o chefe das Forças de Defesa e chefe do Estado-Maior do Exército do Paquistão, marechal de campo Asim Munir (à direita), e com o vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, Mohammad Ishaq Dar (ao centro), antes de embarcar no Air Force Two, após participar de negociações sobre o Irã em Islamabad, em 12 de abril de 2026
JACQUELYN MARTIN / POOL / AFP
O ex-ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, que liderou a delegação do país nas negociações nucleares de 2015, também atribuiu neste domingo o fracasso das conversas à tentativa dos EUA de “impor” suas condições.
Explosivos espalhados: dificuldade do Irã em localizar minas no Estreito de Ormuz impede abertura rápida de passagem, dizem autoridades dos EUA
“Nenhuma negociação — ao menos com o Irã — terá sucesso com base em ‘nossas/suas condições’”, afirmou Zarif, um dos arquitetos do acordo nuclear firmado com os EUA e outras potências mundiais, abandonado em 2018 pelo presidente Donald Trump.
“Os Estados Unidos precisam aprender: não podem impor suas condições ao Irã. Ainda não é tarde para aprender. Ainda”, acrescentou Zarif em uma publicação no X.
No sábado, autoridades de alto escalão dos EUA e do Irã realizaram negociações de paz no Paquistão, enquanto uma trégua de duas semanas permanece em vigor.
Confira antes e depois da destruição em áreas do Irã
Após o fracasso das conversas, o portal americano Axios citou uma fonte anônima com conhecimento das negociações, segundo a qual os desacordos incluíam a exigência do Irã de controlar o Estreito de Ormuz e sua recusa em abrir mão de suas reservas de urânio enriquecido.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, que liderou a delegação americana, afirmou em entrevista coletiva neste domingo que as negociações duraram cerca de 21 horas e que o Irã “decidiu não aceitar nossas condições”.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, afirmou que as duas partes chegaram a um entendimento em alguns pontos, mas que “persistiam divergências em duas ou três questões importantes”.
O Irã está em guerra com EUA e Israel desde 28 de fevereiro, quando os dois países atacaram o território iraniano e mataram o líder supremo da República Islâmica, Ali Khamenei, desencadeando um conflito que se espalhou pelo Oriente Médio.
(Com New York Times e AFP)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Washington iniciará “imediatamente” um bloqueio ao Estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo e do gás mundial, um dos pontos-chave das negociações entre os países. As declarações foram feitas em suas redes sociais neste domingo, após afirmar que Irã e EUA não chegaram a um consenso sobre as ambições nucleares iranianas. Apesar das tratativas sediadas no Paquistão terem durado 21 horas, os países não chegaram a um acordo para o fim da guerra.
“Com efeito imediato, a Marinha dos EUA, a melhor do mundo, iniciará o processo de BLOQUEIO de todos os navios que tentarem entrar ou sair do Estreito de Ormuz”, escreveu o republicano em uma publicação na sua rede social, Truth Social, acrescentando que os EUA interceptarão todos os navios em águas internacionais que pagaram um pedágio ao Irã: “Ninguém que pagar um pedágio ilegal terá passagem segura em alto-mar.”
Postagem de Donald Trump na Truth Social
Captura de tela
Embora reconheça que a maratona de negociações no Paquistão correu “bem” e que “a maioria dos pontos foi acordada”, o presidente argumentou que as ambições nucleares do Irã estão no centro do fracasso para um acordo e, em outra publicação na sua rede social, reciclou as promessas de que a República Islâmica “nunca vai ter uma arma nuclear”.
Na publicação, o presidente americano disse que o Irã mantev a passagem fechada por conta da dificuldade em localizar todas as minas instaladas no estreito e a dificuldade para removê-las. “Eles dizem que colocaram minas na água, embora toda a sua Marinha e a maioria dos seus ‘caça-minas’ tenham sido completamente explodidos. Eles podem ter feito isso, mas que proprietário de navio gostaria de correr o risco?” disse.
E destacou que Washington está preparado para terminar o conflito e que, “no momento oportuno, estaremos totalmente prontos para a ação”. “Nossas Forças Armadas darão conta do pouco que restou do Irã”, acrescentou.
No sábado, os militares dos EUA anunciaram que dois navios de guerra dos EUA tinham transitado pelo estreito no início de uma operação de desminagem, o que foi rebatido e negado pelo Irã. O Estreito de Ormuz está efetivamente fechado há semanas, desde que Estados Unidos e Israel lançaram uma campanha de bombardeios contra o Irã no dia 28 de fevereiro.
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, deixou o Paquistão sem acordo após conversações no fim de semana com uma equipe liderada pelo presidente parlamentar do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf – a reunião de mais alto nível entre os dois lados desde a revolução islâmica de 1979.
A delegação de Teerã também incluiu o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi.
— Saímos daqui com uma proposta muito simples, um método de entendimento que é a nossa melhor e final oferta. Veremos se os iranianos a aceitam — disse Vance aos repórteres.
O presidente russo, Vladimir Putin, disse ao seu homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, durante uma conversa telefônica feita neste domingo (12), que estava pronto para ajudar a mediar os esforços para alcançar a paz no Oriente Médio, informou o Kremlin em comunicado. As negociações entre Irã e Estados Unidos sediadas no Paquistão terminaram sem consenso.
“Vladimir Putin enfatizou a sua disponibilidade para facilitar ainda mais a busca de uma solução política e diplomática para o conflito e para mediar os esforços para alcançar uma paz justa e duradoura no Médio Oriente”, disse o Kremlin na leitura do apelo.
De acordo com o documento, o presidente iraniano teria expressado “apreço” à posição da Rússi e agradecido “sua ajuda humanitária prestada ao povo iraniano”.
Apesar de 21 horas de tratativas, Irã e Estados Unidos não conseguiram alcançar um acordo para o fim da guerra, que teve início no dia 28 de fevereiro. O vice-presidente americano, JD Vance, que lidera as negociações em Islamabad, disse que deixou o Paquistão após apresentar a “oferta final e melhor”. O Irã, porém, chamou de “irracionais” as reivindicações americanas.
De acordo com a rede americana CNN, a delegação iraniana também já deixou o Paquistão. Os americanos também não deixaram um membro da equipe no país que, até a manhã deste domingo (12), destacou que continuaria mediando as negociações entre Teerã e Washington. O ministro das Relações Exteriores paquistanês, Ishaq Dar, disse que o país “continuará desempenhando seu papel para facilitar o engajamento e diálogo entre as partes” e instou a manutenção do cessar-fogo.
* Em atualização
Quando as negociações entre Estados Unidos e Irã terminaram, pouco antes do amanhecer de domingo, sem um cessar-fogo permanente, os americanos afirmaram ter apresentado sua melhor e última proposta — rejeitada por Teerã. Segundo autoridades iranianas, três principais impasses travaram o acordo: a reabertura do Estreito de Ormuz, o destino de cerca de 900 libras de urânio altamente enriquecido e a exigência do Irã de liberar aproximadamente US$ 27 bilhões (cerca de R$ 135,1 bilhões) em receitas congeladas no exterior.
Guerra no Oriente Médio: após vice dos EUA afirmar que não alcançou acordo, Paquistão diz seguir em negociações com Irã
‘É o último alerta’: Por rádio, Irã adverte navios de guerra dos EUA que testaram controle iraniano sobre Estreito de Ormuz
— Deixamos muito claro quais são nossas linhas vermelhas, em que pontos estamos dispostos a ceder e em quais não estamos — disse o vice-presidente JD Vance, após 21 horas de reuniões com autoridades iranianas de alto escalão no Serena Hotel, em Islamabad.
Vance não detalhou quais seriam essas linhas vermelhas. Nos dias que antecederam as conversas, ambos os lados deram sinais públicos de que permaneciam distantes em questões críticas. Não houve consenso sequer sobre se a trégua de duas semanas firmada na terça-feira incluía os combates no Líbano, divergência que quase inviabilizou o encontro.
Initial plugin text
Até o início de domingo, os entraves persistiam, segundo duas autoridades iranianas com conhecimento das negociações, sem avanço nos pontos considerados centrais pelas duas partes.
Os EUA exigiram que o Irã reabrisse imediatamente o estreito a todo o tráfego marítimo. Teerã, porém, se recusou a abrir mão de sua influência sobre o ponto estratégico para o transporte de petróleo, afirmando que só o fará após um acordo de paz definitivo, disseram as fontes, sob condição de anonimato.
Levantamento: Ataques dos EUA e de Israel deixaram escolas e hospitais em ruínas no Irã
O Irã também pediu reparações pelos danos causados por seis semanas de bombardeios e solicitou a liberação de receitas do petróleo retidas em países como Iraque, Luxemburgo, Bahrein, Japão, Catar, Turquia e Alemanha para financiar a reconstrução. Os americanos rejeitaram os pedidos.
Outro ponto de impasse foi a exigência do presidente Donald Trump de que o Irã entregue ou venda todo o seu estoque de urânio enriquecido próximo ao nível necessário para armas nucleares. O país apresentou uma contraproposta, mas não houve acordo.
— Quando duas equipes sérias, com intenção de fechar um acordo, sentam à mesa, o resultado precisa ser vantajoso para ambos. É irrealista pensar que sairemos disso sem concessões significativas; o mesmo vale para os americanos — diz Mehdi Rahmati, analista em Teerã.
Confira antes e depois da destruição em áreas do Irã
Apesar do impasse, o simples fato de as reuniões terem ocorrido já é visto como um avanço. Apenas seis semanas antes, EUA e Israel haviam matado o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, em um ataque aéreo, levando autoridades iranianas a prometer vingança. Naquele momento, a possibilidade de um encontro de alto nível entre os dois países parecia remota.
Ainda assim, Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do Parlamento iraniano e influente comandante militar, liderou a delegação iraniana e se encontrou pessoalmente com Vance. Os dois apertaram as mãos, e o encontro foi descrito como cordial e tranquilo pelas autoridades iranianas. Embora não tenha havido avanço diplomático concreto, um tabu, moldado por décadas de hostilidade, foi quebrado.
Líder supremo do Irã: Mojtaba Khamenei teve o rosto desfigurado mas está lúcido, diz agência
O encontro entre Vance e Ghalibaf foi o de mais alto nível entre representantes dos dois países desde o rompimento das relações diplomáticas em 1979, após a Revolução Islâmica. Pouco depois, a embaixada americana em Teerã foi invadida, e diplomatas foram feitos reféns.
— Essas são as negociações diretas mais sérias e duradouras entre Estados Unidos e Irã e refletem a intenção de ambos de encerrar a guerra — afirma Vali Nasr, professor da Universidade Johns Hopkins e especialista no país. — Há um impulso claramente positivo para que as conversas avancem e não colapsem.
Um drone de vigilância da Marinha dos Estados Unidos MQ-4C Triton segue desaparecido desde quinta-feira, quando emitiu um sinal de socorro sobre o Estreito de Ormuz. Até o momento, a aeronave não tripulada não retornou à base de origem na Estação Aeronaval de Sigonella, na Itália, e não há informações sobre seu paradeiro. Um incidente semelhante a um drone do mesmo modelo aconteceu em fevereiro deste ano, mas com desfecho positivo.
Desdobramentos: Após vice dos EUA afirmar que não alcançou acordo, Paquistão diz seguir em negociações com Irã
Em meio ao cessar-fogo: Navios de guerra dos EUA cruzam o Estreito de Ormuz em operação para retirada de minas navais enquanto negociações ocorrem no Paquistão
De acordo com relatos do site The War Zone, no dia 9 de abril, a aeronave não tripulada, que pode chegar a custar US$ 200 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão), havia concluído cerca de três horas de monitoramento no Golfo Pérsico e na região do estreito e aparentava estar retornando à sua base, a Estação Aérea Naval de Sigonella, na Itália.
Dados do site de rastreamento aéreo Flightradar24 indicam que o drone acabava de cruzar o espaço aéreo da Arábia Saudita quando fez uma curva em direção ao Irã. Dados disponíveis, citado pelo site TWZ, afirmam que o drone desceu rapidamente até desaparecer. No momento da descida, a aeronave estava transmitindo o código 7700, usado para emergências gerais.
Explosivos espalhados: Dificuldade do Irã em localizar minas no Estreito de Ormuz impede abertura rápida de passagem, dizem autoridades dos EUA
Ainda não está claro se o equipamento caiu ou foi abatido, algo nunca antes registrado com o modelo.
Mapa de ação do drone americano MQ 4C desaparecido no golfo pérsico
Reprodução: FlightRadar
O incidente ocorreu dois dias após Estados Unidos e Irã chegarem a um acordo de cessar-fogo.
Caso similar, mesmo modelo e local
O desaparecimento de quinta-feira não foi o primeiro incidente a ser registrado com o modelo sobre o Estreito de Ormuz. Um outro MQ-4C Triton também teria desaparecido sobre a região em fevereiro, após emitir um sinal de socorro. A ação ocorreu poucos dias antes do ataque surpresa dos EUA e Israel contra o Irã.
Em 22 de fevereiro, segundo informações do portal ucraniano Defense Express, um MQ-4C Triton havia decolado de uma base aérea dos Emirados Árabes Unidos e voava sobre o Estreito de Ormuz, quando de repente emitiu o código de emergência 7700. Pouco tempo depois, ele desapareceu dos serviços de observação.
‘É o último alerta’: Por rádio, Irã adverte navios de guerra dos EUA que testaram controle iraniano sobre Estreito de Ormuz
O sumiço alimentou especulações de que o Irã pudesse ter abatido o drone. Mas, como registrado posteriormente, o MQ-4C Triton conseguiu retornar à base aérea dos Emirados Árabes Unidos.
Destruição confirmada
Em junho 2019, um protótipo do MQ-4C Triton — um RQ-4A Global Hawk BAMS-D — desapareceu quase exatamente sobre o mesmo ponto do MQ-4C Triton que sumiu em fevereiro. Naquela ocasião, porém, ele teria sido de fato abatido pelo sistema de mísseis Sevom Khordad, conforme informou o governo iraniano.
Teerã disse na época que o protótipo havia entrado em seu espaço aéreo, perto de Kuhmobarak, na província de Hormozgan, acompanhado de uma aeronave americana. Os iranianos argumentaram ter emitido dois alertas antes de abater o equipamento americano e que evitaram atirar na aeronave tripulada.
Relatos: ‘Chegamos a atender cerca de 60 pacientes em poucas horas’, diz ao GLOBO médico libanês após ataques israelenses
Washington, porém, informou que a aeronave estava em espaço aéreo internacional. O presidente Donald Trump estava em seu primeiro mandato e, segundo o New York Times na época, teria aprovado uma ação militar em retaliação, mas desistiu no último minuto.
A derrubada do protótipo do MQ-4C Triton aconteceu em meio à escalada de atritos nas relações entre Irã e EUA. No ano anterior, em maio de 2018, Trump retirou Washington do acordo nuclear assinado em 2015 e retornou com as sanções a Teerã.
Um drone caro
Para além da tecnologia de ponta, uma das principais características dessa aeronave não tripulada é o seu valor — durante aquisição em 2024, a Marinha americana desembolsou US$ 187 milhões por drone (quase R$ 1 bilhão). Ainda assim, de acordo com a revista Forbes, seu custo de aquisição não representa o preço total que, em 2024, teve custo bruto estimado em US$ 243 milhões para cada MQ-4C (cerca de R$ 1,2 bilhão).
Criado pela americana Northrop Grumman, o MQ-4C Triton é uma evolução do RQ-4C Global Hawk da Força Aérea americana. Foi projetado para missões estratégicas de vigilância de longa duração, especialmente em áreas sensíveis como rotas marítimas, em grandes altitudes.
Vídeo: Libanesa de 13 anos registra fuga desesperada durante ataques de Israel na quarta, descritos como os piores desde 1982
Diferentemente de aeronaves convencionais, o modelo é capaz de operar por mais de 24 horas a altitudes superiores a 15 mil metros, com alcance de aproximadamente 13,7 mil quilômetros. Ele detecta, rastreia e classifica alvos e objetos de forma mais rápida, além de compartilhar essas informações com mais agilidade.
De acordo com o site da Northrop Grumman, um MQ-4C Triton pode oferecer quatro vezes mais a cobertura ISR (sigla em inglês para inteligência, vigilância e reconhecimento) do que outras aeronaves não tripuladas, sem perder altitude, alcance ou autonomia.
Até 2025, a Marinha dos EUA contava com cerca de 20 unidades do Triton, com planos de ampliar a frota. Apesar do valor atual, o Triton foi projetado originalmente para ser um auxiliar de baixo custo para plataformas tripuladas. Ele atua em conjunto, por exemplo, com aeronaves de patrulha P-8A Poseidon, fabricado pela Boeing, funcionando como plataforma de observação de grande altitude.
Galerias Relacionadas
O nome da ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, voltou a movimentar as redes sociais neste sábado, quando foi ao X para fazer uma série de desabafos (e ameaças). Em resposta a um vídeo de Melania Trump em que ela negava ter relação com o criminoso sexual Jeffrey Epstein, Amanda afirma que esteve “ao redor” do casal Trump por 20 anos e que vai tomar medidas legais contra Melania e “seu marido pedófilo”, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Mas quem é Amanda Ungaro?
Saiba mais: ‘Vou derrubar o seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida’, diz Amanda à Melania
Entrevista exclusiva: ‘Tinha umas 30 meninas, bonitas e bem novinhas’, conta Amanda, sobre voo no avião de Jeffrey Epstein
Amanda Ungaro em início de carreira
Divulgação
Deportada pelo ICE
Amanda chegou ao Brasil em outubro de 2025 deportada pela polícia de imigração americana, o ICE, depois de 23 anos nos EUA. Uma medida que, em entrevista exclusiva ao GLOBO em fevereiro, ela creditou à influência do ex-companheiro, o empresário italiano Paolo Zampolli, nos bastidores do poder em Washington.
Uma reportagem do New York Times confirmou a afirmação da brasileira, apontando que Zampolli de fato procurou um alto funcionário da imigração para que Amanda fosse levada a um centro de detenção do ICE antes que ela fosse libertada da prisão sob fiança. De acordo com a publicação, Zampolli tinha como objetivo recuperar a guarda do filho, Giovanni, de 15 anos, que ele e Amanda disputam na Justiça.
Entrevista de Amanda Ungaro
O ex-marido e a proximidade com Trump
Acima da esquerda para a direita: Donald Trump, Melania Trump, Paolo Zampolli e Amanda Ungaro. Abaixo, da esquerda para a direita: Amanda Ungaro, Donald Trum e Melania Trump
Arquivo Pessoal
Nascido em Milão, Zampolli chegou a Nova York em meados dos anos 1990, mesma época em que conheceu Donald Trump. Os dois começaram a trabalhar oficialmente juntos em 2004, mas foi nas eleições presidenciais de 2016 que a camaradagem virou lealdade. Diante de sua defesa de políticas migratórias mais duras, Trump viu a imprensa questionar se sua esposa, Melania, trabalhara como modelo nos EUA com um visto inadequado antes de conhecê-lo. Zampolli então se apresentou como o responsável pela documentação da atual primeira-dama, afirmando ter usado sua posição como agente de modelos na época para garantir o visto de trabalho dela. Em 1996, ano da emissão do documento, Zampolli atuava junto à americana Metropolitan Models. No ano seguinte, ele fundou sua própria agência de modelos, a ID Models.
Amanda descreve Zampolli como a persona ostentatória que agrada a Trump: almoços diários no restaurante Cipriani, em Nova York, festas de aniversário extravagantes com direito a filhotes de tigre entre as atrações e um círculo social composto por modelos, champanhe e a atenção dos tabloides. Nos 19 anos em que estiveram juntos, ela conta que Zampolli a levou a noitadas comandadas pelo rapper e produtor americano Sean “Diddy” Combs, atualmente cumprindo pena de quatro anos por transportar mulheres para prostituição, e a festas em iates em que a lista de convidados incluía celebridades e integrantes da realeza europeia. Nesses eventos, diz ela, Zampolli costumava levar o próprio garçom para ter certeza de que ninguém colocaria drogas em sua bebida.
No avião de Jeffrey Epstein
Documento indica que o nome de Amanda Ungaro aparece na lista de passageiros do Lolita Express. A imagem mostra dezenas de nomes no voo de 27 de junho de 2002, entre Paris e Nova York, incluindo o do próprio Jeffrey Epstein (“JE”), de Ghislaine Maxwell (“GM”) e de Brunel
Departamento de Justiça dos EUA
O círculo social de Zampolli e Trump envolvia ainda um terceiro personagem: Jeffrey Epstein, financista morto em 2019 enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual. A ID Models, agência de Zampolli, era frequentemente visitada por Epstein em Nova York, e os dois tentaram, juntos, comprar em 2004 a Elite Models, uma das maiores agências de modelos do mundo. Zampolli aparece dezenas de vezes nos arquivos do caso Epstein liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA.
A ex-modelo Amanda Ungaro acusa o ex-companheiro, Paolo Zampolli, de abuso sexual e violência doméstica
Márcia Foletto
Amanda já foi convidada, mas ainda não intimada, a depor perante o Comitê de Supervisão do Congresso americano que investiga o caso. A brasileira esteve uma vez com Epstein, em 2002, quando embarcou no Lolita Express, um dos aviões do financista, de Paris para Nova York, onde participaria de um casting. Ela viajou acompanhada de seu agente na época, o francês Jean-Luc Brunel, conhecido como o olheiro de Epstein no Brasil. No mesmo ano, em 2002, Amanda encontraria com Zampolli também em Nova York.
— Tinha mais ou menos umas 30 meninas no avião. Achei aquilo muito estranho. Elas eram mais parecidas com estudantes do que com modelos. Bonitas e bem novinhas, mas não tinham perfil de modelo — conta Amanda.
Ameaças à Melania
Galerias Relacionadas
“Eu te conheço há 20 anos. Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida — todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive enviando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016. Algo claramente estava errado, mas eu não faço parte de nenhuma missão maligna envolvendo crianças. Então o que você fez, Melania? Você tentou me envolver, mas falhou — porque eu tenho caráter”, acusou Amanda, no X.
Em outro comentário, a ex-modelo disse que vai “expor tudo” o que sabe sobre o casal e que pretende tomar medidas legais contra Melania e o presidente americano, quem chamou de “pedófilo”.
“Eu vou derrubar o seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Eu vou até o fim — não tenho medo. Talvez você devesse ter medo do que eu sei… de quem você é e de quem é o seu marido (…) Eu não tenho mais nada a perder na minha vida. Eu vou derrubar todo o sistema — tome cuidado comigo, sua idiota”, acrescentou.
Pelo menos 30 pessoas morreram após um tumulto em uma fortaleza histórica no Haiti neste sábado, informou a mídia local. Após o incidente, o governo do país expressou “profunda tristeza”. As autoridades informaram, em comunicado divulgado na página oficial do Governo do Haiti, que o incidente ocorreu na Citadelle Laferriere, em Milot, durante “uma atividade turística que reunia muitos jovens”.
Veja: ‘Primeiro contato’ que pode ter levado à vida complexa na Terra é finalmente observado por cientistas
Saiba mais: Ferramentas prometem identificar falsificações feitas por IA, mas elas realmente funcionam?
Nas redes sociais, circulam vídeos que mostram a parte interna da edificação lotada de pessoas. Elas demonstraram dificuldades de respirar.
Initial plugin text
Initial plugin text
Initial plugin text
Jean Henry Petit, chefe da proteção civil no norte do Haiti, disse ao jornal local Le Nouvelliste que pelo menos 30 pessoas morreram na fortaleza do século XIX, reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO.
Ele alertou que o número de mortos pode aumentar, já que muitas pessoas ainda estão desaparecidas. Dezenas de outras pessoas ficaram feridas e foram levadas para hospitais, embora o número exato não tenha sido divulgado.
Os primeiros relatos sugerem que a multidão ficou congestionada em uma única entrada, o que levou a um confronto entre aqueles que tentavam entrar e sair do local. A AFP entrou em contato com o governo haitiano para obter mais informações.
Citadelle Laferriere, em Milot, Haiti
Trip Advisor/Divulgação

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress