Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou na noite de sexta-feira a aprovação do orçamento nacional para 2026, uma iniciativa do governo que representou um importante êxito político para o partido do governo. A proposta em geral foi aprovada por 46 votos a favor, 25 contra e a abstenção da senadora cordobesa Alejandra Vigo, do partido Provincias Unidas.
Caputo: Argentina quer evitar venda de títulos em janeiro
Entenda: Por que o Banco Central entrou no alvo do TCU por causa do Master e quem é o ministro à frente do caso
O mandatário postou na sua conta no X após conhecer o resultado da votação, e acompanhou a mensagem com uma foto do painel de votação.
Initial plugin text
Minutos depois, o mandatário voltou a fazer uma publicação na qual, por meio de uma mensagem mais extensa, comentou a votação e afirmou que a aprovação do projeto é “um fato histórico”. “Não há registro da aprovação de um orçamento com equilíbrio fiscal por um espaço não peronista com esses números. O único comparável foi o orçamento de 2017, mas, infelizmente, tinha déficit fiscal”, destacou.
Em seguida, agradeceu à chefe da bancada libertária no Senado, Patricia Bullrich, ao ministro do Interior, Diego Santilli, e a todos os que votaram a favor do projeto, sobre os quais afirmou que deram um “exemplo de patriotismo e responsabilidade”.
Initial plugin text
Por outro lado, Milei também comemorou a aprovação do projeto denominado “Inocência Fiscal”:
“Esta lei é revolucionária. Estamos blindando as economias dos argentinos para sempre. Nenhum governo que venha depois de nós poderá roubar as economias dos argentinos de bem”, postou o presidente.
Mudanças: Milei afrouxa política de câmbio na Argentina e anuncia plano para acumular reservas
E acrescentou:
“Ela vem reparar o golpe que o Estado aplicou aos argentinos durante 40 anos, devolvendo-lhes a liberdade de usar suas economias e protegendo-as para que nenhum político do futuro possa tirá-las deles”.
Initial plugin text
“Estamos modificando os limites a partir dos quais o Estado podia perseguir os argentinos diante de uma eventual evasão de impostos. Até hoje, na Argentina, alguém podia ser investigado como evasor simples por diferenças de 1,5 milhão de pesos. O limite de evasão simples sobe para 100 milhões de pesos, e o de evasão agravada para 1 bilhão”, afirmou.
As reações
Este é o primeiro orçamento redigido de próprio punho pela governo de Milei. Nos dois últimos exercícios, a administração nacional governou com orçamentos reconduzidos, sem a aprovação do Congresso.
PIB: Economia argentina cresce 0,3% no 3º trimestre, abaixo do esperado
Rapidamente, outros funcionários também comemoraram a vitória do governo e se manifestaram nas redes sociais.
Uma delas foi a agora senadora Patricia Bullrich, que escreveu:
“Felizes pela conquista de um Orçamento histórico. E muito contentes com os senadores que votaram a favor da Argentina e com a equipe que trabalhou para alcançar o objetivo”.
Initial plugin text
O presidente da Câmara dos Deputados, Martín Menem, publicou uma foto com sua equipe após conhecer o resultado favorável ao governo e afirmou:
“Com Milei, ordem e equilíbrio fiscal”.
Initial plugin text
Por sua vez, o chefe de Gabinete, Manuel Adorni, escreveu no X:
“Senhores, temos Orçamento 2026. Além disso, como deve ser: temos um sem déficit fiscal. Que Deus abençoe a República Argentina”.
Com dólar mais barato: Argentinos desembarcam em peso no Brasil e geram maior déficit no turismo do país
Também Luis Petri, ex-ministro da Defesa e recém-empossado deputado, manifestou-se no X:
“Vamos!!! A Argentina tem Orçamento 2026 e, sobretudo, tem futuro!!! Em 2025 nos atacaram com tudo, tentaram quebrar o plano econômico e derrubar o governo, e não conseguiram! Agora, com outro Congresso, graças a milhões de argentinos que não afrouxam, não querem voltar atrás e se animam com o futuro, com a liderança do presidente Javier Milei, estamos tornando a Argentina grande novamente!”.
O ministro do Interior, Diego Santilli, um dos responsáveis pelas negociações com governadores e parlamentares, destacou a aprovação do orçamento “com equilíbrio fiscal e aumentos de verbas acima da inflação em áreas prioritárias” e o definiu como “um passo transcendental”.
Reforma trabalhista: Milei quer reforma que prevê jornada de até 12 horas diárias; veja os principais pontos
—Quero ressaltar a responsabilidade e a coragem dos deputados, senadores e governadores que entenderam que o país mudou. Não há mais espaço para o desperdício nem para a mentira do ‘Estado presente’, que só gerou pobreza e informalidade. Lamentamos que ainda exista uma minoria kirchnerista que sente falta do gasto público para se enriquecer às custas dos trabalhadores. A Argentina vai voltar a ser grande! — expressou.
O projeto de orçamento enviado pelo Poder Executivo reuniu apoio em geral de quase todas as forças políticas com representação na Câmara Alta, com exceção da maioria kirchnerista do interbloco Popular, um conglomerado que reúne diferentes expressões do peronismo.
Initial plugin text
Um terremoto atingiu Taiwan e ilhas do sudoeste do Japão na noite de sexta-feira (27). As autoridades taiwanesas informaram inicialmente que o abalo teve magnitude 7,0, enquanto agências do governo japonês registraram o tremor como magnitude 6,7.
O terremoto ocorreu às 23h05 no horário local e teve como epicentro uma área no mar, ao largo da costa nordeste de Taiwan, nas proximidades da Ilha Turtle, uma formação vulcânica considerada dormente. Segundo a Administração Central de Meteorologia de Taiwan, o foco do tremor estava a pouco mais de 70 quilômetros de profundidade.
Os abalos foram sentidos em toda a ilha. Regiões do norte do país, incluindo a capital Taipé, registraram intensidade 4 na escala local, de acordo com relatos oficiais.
Até o momento, não há informações sobre vítimas ou danos graves, e as autoridades seguem monitorando a situação.
Moradores da vila de Jabo, no noroeste da Nigéria, relataram choque, medo e confusão após parte de um míssil disparado pelos Estados Unidos atingir a comunidade na quinta-feira, caindo a poucos metros da única unidade de saúde local. A população afirma não haver histórico de atuação do Estado Islâmico (EI) ou de outros grupos jihadistas na região, contrariando a justificativa apresentada pelo governo americano para a ofensiva.
Contexto: Trump afirma que os EUA lançaram ‘numerosos’ ataques contra o Estado Islâmico na Nigéria
Entenda: Ataque ordenado por Trump contra supostos alvos do Estado Islâmico expõe violência étnica e religiosa na Nigéria
Jabo fica no distrito de Tambuwal, no estado de Sokoto, uma área rural majoritariamente muçulmana e baseada na agricultura. Segundo relatos de moradores à CNN, o projétil cruzou o céu por volta das 22h de quinta-feira, provocando uma forte explosão ao atingir o solo e fazendo com que os habitantes corressem em pânico.
— Não conseguimos dormir naquela noite. Nunca vimos nada parecido — disse Suleiman Kagara, morador da vila, que contou ter ouvido um estrondo e visto chamas antes do impacto.
Só depois Kagara soube que o que testemunhara fazia parte de um ataque conduzido pelos Estados Unidos. Horas após o episódio, o presidente americano, Donald Trump, declarou que Washington havia realizado um “ataque poderoso e mortal” contra militantes do Estado Islâmico na Nigéria. Em uma mensagem pública, Trump acusou o grupo de “alvejar e matar brutalmente, sobretudo, cristãos inocentes”, em níveis que, segundo ele, não eram vistos “há muitos anos, ou até séculos”.
De acordo com o Comando dos Estados Unidos para a África (Africom), a operação neutralizou vários militantes do EI. A explicação, no entanto, gerou perplexidade entre os moradores de Jabo e autoridades locais.
— Em Jabo, vemos os cristãos como nossos irmãos. Não temos conflitos religiosos, então não esperávamos algo assim — afirmou Kagara.
Em nova onda: Estado Islâmico usa inteligência artificial para recrutar jihadistas no Reino Unido
Bashar Isah Jabo, parlamentar estadual que representa Tambuwal, descreveu a vila como uma “comunidade pacífica”, sem qualquer histórico conhecido de atuação do Estado Islâmico, do grupo Lakurawa ou de outras organizações terroristas. Segundo ele, o projétil caiu em um campo a cerca de 500 metros de um centro de saúde primário. Não houve feridos, mas o episódio “causou medo e pânico na comunidade”.
Ataques coordenados
O Ministério da Informação da Nigéria confirmou posteriormente que o governo, em coordenação com os Estados Unidos, conduziu “operações de ataque de precisão” contra esconderijos do EI em florestas do distrito de Tangaza, também no estado de Sokoto. A pasta reconheceu, porém, que durante a operação “destroços de munições utilizadas caíram em Jabo”, além de outra área no estado de Kwara, no centro-norte do país. Segundo o governo nigeriano, não houve vítimas civis.
Embora partes do estado de Sokoto enfrentem problemas recorrentes de insegurança, como banditismo, sequestros e ataques de grupos armados, moradores afirmam que Jabo não é conhecida por atividades terroristas. O grupo Lakurawa, citado por autoridades, é classificado pela Nigéria como organização terrorista por suspeitas de vínculos com o Estado Islâmico, mas não há registros públicos de sua atuação direta na vila atingida.
Sob o véu da incerteza: Europa enfrenta dilema de repatriar mulheres jihadistas do Estado Islâmico
A ofensiva ocorre após semanas de declarações de Trump e de setores conservadores dos EUA acusando o governo nigeriano de falhar na proteção de comunidades cristãs. A Nigéria é oficialmente um Estado laico, com população quase igualmente dividida entre muçulmanos e cristãos. Grupos que monitoram a violência no país afirmam não haver evidências de que cristãos sejam mortos em maior número, destacando que a maioria das vítimas dos ataques jihadistas tem sido muçulmana.
O ministro das Relações Exteriores da Nigéria, Yusuf Tuggar, disse à CNN que conversou com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, antes da ofensiva, e que o presidente nigeriano, Bola Tinubu, deu sinal verde para a operação. Tuggar ressaltou, no entanto, que a ação não teve motivação religiosa, mas buscou garantir a segurança de civis na região.
Especialistas em segurança apontam que a violência persistente na Nigéria tem múltiplas causas. Além do extremismo religioso, o país enfrenta conflitos comunitários e étnicos, bem como disputas entre agricultores e pastores por acesso a terras e recursos hídricos. Para Nnamdi Obasi, conselheiro sênior do International Crisis Group, os ataques aéreos americanos podem enfraquecer alguns grupos armados e representar uma escalada relevante em um conflito com o qual as forças nigerianas têm dificuldade de lidar.
— [Ainda assim,] é improvável que interrompam a violência multifacetada em diferentes partes do país, impulsionada em grande parte por falhas de governança — disse.
Às vésperas da reunião na Flórida entre Donald Trump e Volodimir Zelensky, a Rússia lançou neste sábado um novo ataque com drones e mísseis contra Kiev, deixando ao menos um morto e centenas de milhares de pessoas sem luz nem aquecimento.
Encontro com Trump: Zelensky e relata avanço em negociações de paz mediadas pelos EUA
‘Caça às bruxas’: Trump pede que Justiça também exponha democratas ligados a Epstein após divulgação de documentos
O alerta antiaéreo permaneceu ativado por horas após fortes explosões registradas durante a noite, segundo constataram repórteres da AFP.
Uma mulher de 47 anos morreu no ataque, de acordo com o governador da região de Kiev, Mikola Kalashnik. Onze pessoas foram hospitalizadas, segundo informou a prefeitura. Ainda conforme o governo regional, cerca de 320 mil pessoas ficaram sem fornecimento de energia elétrica.
O bombardeio ocorreu na véspera do encontro previsto na Flórida entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky. Na reunião, os dois devem discutir o plano promovido por Washington para pôr fim ao conflito, que completará quatro anos em fevereiro.
Antes de embarcar para os Estados Unidos, Zelensky afirmou que o ataque demonstra que Moscou “não quer pôr fim à guerra”. Segundo ele, os russos “buscam qualquer desculpa para causar à Ucrânia um sofrimento ainda maior e aumentar a pressão sobre outros”.
O presidente ucraniano acrescentou que a Rússia mobilizou cerca de 500 drones e 40 mísseis no ataque contra Kiev e seus arredores.
Foto do Serviço de Emergência da Ucrânia, em 27 de dezembro de 2025, mostra um prédio danificado durante um ataque russo com drones e mísseis em Kiev
SERVIÇO DE EMERGÊNCIA DA UCRÂNIA / AFP
O Exército russo declarou que o bombardeio teve como alvo instalações militares e infraestruturas energéticas “usadas em benefício das Forças Armadas da Ucrânia”.
Plano atualizado
O plano mais recente apresentado por Washington consiste em uma proposta de 20 pontos que prevê o congelamento da linha de frente nas posições atuais.
O texto também abriria a possibilidade de a Ucrânia retirar suas tropas do leste do país, onde poderiam ser estabelecidas zonas-tampão desmilitarizadas, segundo explicou Zelensky à imprensa no início da semana.
O presidente ucraniano, no entanto, reconheceu divergências com os Estados Unidos em relação à região do Donbás, no leste do país, atualmente sob controle majoritário da Rússia.
Washington tem pressionado Kiev a se retirar dos 20% do território que ainda controla na região de Donetsk, principal reivindicação territorial de Moscou.
A proposta americana também prevê um controle conjunto, entre Estados Unidos, Ucrânia e Rússia, da usina nuclear de Zaporíjia, a maior da Europa, ocupada pelas forças russas desde o início da invasão.
Zelensky afirmou que qualquer cessão territorial só poderá ocorrer com aprovação do povo ucraniano em referendo.
Apesar das resistências, Kiev obteve concessões em relação ao plano anterior, de 28 pontos, considerado excessivamente favorável aos interesses russos.
Foram retiradas, por exemplo, a exigência de que a Ucrânia renunciasse formalmente à aspiração de ingressar na OTAN e a possibilidade de os Estados Unidos reconhecerem, de fato, como russos os territórios ocupados desde 2014, ano da anexação da Crimeia.
O plano inclui ainda acordos bilaterais entre Estados Unidos e Ucrânia sobre garantias de segurança, reconstrução e cooperação econômica, além de um amplo apoio financeiro europeu.
Moscou criticou a nova versão e acusou Kiev de tentar “torpedear” as negociações.
O Kremlin considera uma linha vermelha a continuidade da aspiração ucraniana à OTAN e se opõe ao envio de forças internacionais de paz para supervisionar um eventual cessar-fogo, outro ponto previsto na proposta.
Trump, por sua vez, minimizou a margem de manobra de seu interlocutor.
“Ele (Zelensky) não tem nada até que eu aprove”, disse ao site norte-americano Politico.
“Então veremos com o que ele chega”, afirmou, acrescentando: “Acho que vai se sair bem comigo. Acho que vai dar certo com (o presidente russo Vladimir) Putin”.
Reunião com europeus
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky se reunirá com aliados europeus durante uma escala no Canadá, anunciou em conversa com jornalistas por meio de um aplicativo de mensagens durante seu voo para os Estados Unidos, onde deve se encontrar com Donald Trump no domingo.
“Atualmente estamos em voo para a Flórida, nos Estados Unidos. No caminho, faremos uma escala no Canadá. Terei uma reunião com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney. Juntos, planejamos conversar on-line com líderes europeus”, declarou Volodymyr Zelensky.
Com Donald Trump, ele deve tratar da delicada questão dos territórios, no âmbito das negociações que buscam pôr fim à guerra entre a Rússia e a Ucrânia.
Um engavetamento de grandes proporções envolvendo 67 veículos deixou ao menos dois mortos e 26 feridos na noite desta sexta-feira (manhã no Brasil) na rodovia Kan-Etsu, uma das principais da região de Kanto, no Japão. O acidente ocorreu por volta das 19h30 (horário local), no município de Minakami, na província de Gunma, em meio a uma forte nevasca.
Naufrágio em barco turístico na Indonésia: Quatro pessoas da mesma família estão desaparecidas
Encontro com Trump: Zelensky e relata avanço em negociações de paz mediadas pelos EUA
Segundo a polícia local, 20 dos veículos envolvidos pegaram fogo, o que agravou a gravidade da ocorrência e dificultou tanto o resgate das vítimas quanto a liberação da pista. Até as 13h do dia 27 (madrugada deste sábado, no Brasil), as autoridades confirmaram duas mortes e 26 feridos. Cinco pessoas estão em estado grave e 21 têm ferimentos leves, segundo informações do jornal japonês Asahi Shimbun.
Initial plugin text
A primeira vítima fatal identificada foi Miyuki Wakita, de 77 anos, moradora da cidade de Chofu, em Tóquio. Ela estava sentada no banco traseiro de um dos carros envolvidos e morreu em decorrência de múltiplos traumas. A segunda morte foi confirmada na manhã do dia 27, por volta das 9h (noite de sexta-feira no Brasil), quando equipes de resgate localizaram um corpo no banco do motorista de um caminhão de grande porte. Até aquele momento, a identidade e o sexo da vítima ainda não haviam sido divulgados.
De acordo com a reconstrução feita pela polícia rodoviária, o acidente teve início quando um caminhão de médio porte derrapou na neve e perdeu o controle em um trecho da rodovia que possui duas faixas em cada sentido. Em seguida, um caminhão de grande porte colidiu na traseira do veículo.
Os motoristas que vinham atrás, ao tentarem frear ou desviar repentinamente, acabaram batendo na mureta, no canteiro central ou uns nos outros, desencadeando um efeito dominó que envolveu dezenas de veículos, entre carros de passeio e caminhões.
Condições climáticas adversas
No momento do acidente, a região enfrentava nevasca desde a manhã, com a pista coberta de neve e visibilidade reduzida. Havia uma restrição de velocidade de 50 km/h, imposta justamente pelas condições adversas. Ainda assim, a combinação de pista escorregadia, fluxo intenso de veículos e dificuldade de frenagem contribuiu para a perda de controle inicial e para a impossibilidade de uma parada segura dos veículos que seguiam atrás.
Como consequência do engavetamento, a Via Expressa Kan-Etsu foi totalmente interditada nos dois sentidos entre os intercâmbios Yuzawa e Tsukiyono. A operadora da rodovia, a Nexco Leste do Japão, alertou que a normalização do tráfego exigiria tempo considerável. No pico da ocorrência, a fila de veículos parados chegou a cerca de 700 metros.
Para reduzir o impacto sobre os motoristas retidos, as autoridades autorizaram, de forma excepcional, o uso da pista no sentido contrário para permitir a saída. Durante a madrugada, foram distribuídos alimentos leves, água e banheiros portáteis aos ocupantes dos veículos parados. A liberação completa da fila e o atendimento a todos os motoristas afetados levaram aproximadamente nove horas.
Embora engavetamentos desse porte não sejam frequentes, autoridades lembram que acidentes desse tipo já ocorreram no Japão em condições climáticas severas. Um caso anterior citado pela imprensa japonesa envolveu 186 veículos.
A polícia da Itália prendeu sete pessoas suspeitas de participar do financiamento do Hamas, informaram as autoridades neste sábado. Outras duas pessoas, envolvidas na mesma investigação, são alvo de mandados de prisão internacional e estão fora do país.
Segundo a polícia, a operação também atinge três associações que se apresentavam oficialmente como entidades de apoio ao povo palestino, mas que, na prática, teriam servido de cobertura para o envio de recursos ao Hamas. As informações foram divulgadas em comunicado oficial.
De acordo com os investigadores, os nove suspeitos são acusados de financiar, “num total de cerca de 7 milhões de euros”, associações com sede na Faixa de Gaza, nos territórios palestinos ou em Israel, todas elas “pertencentes, controladas ou ligadas ao Hamas”. Parte dos recursos teria sido destinada a familiares de pessoas envolvidas em atentados terroristas.
Embora o objetivo declarado das associações fosse arrecadar doações “para fins humanitários em favor do povo palestino”, a polícia afirma que mais de 71% dos valores levantados acabaram direcionados diretamente ao Hamas ou a entidades próximas ao movimento.
Entre os presos está Mohammad Hannoun, presidente da Associação dos Palestinos na Itália, segundo a imprensa local. As autoridades avaliam que as três entidades investigadas integram um “projeto estratégico” do Hamas, que mantém uma estrutura internacional complexa, com células atuando no exterior para apoiar os objetivos do grupo.
O ministro do Interior italiano, Matteo Piantedosi, comemorou a operação em publicação na rede X. Segundo ele, a ação foi importante por “retirar o véu de comportamentos e atividades que, sob a aparência de iniciativas em favor da população palestina, escondiam o apoio e a participação em organizações terroristas”.
Pelo menos 15 pessoas morreram na sexta-feira quando um ônibus de passageiros caiu em um barranco na Rodovia Interamericana, no oeste da Guatemala, informaram os socorristas.
“São 15 pessoas falecidas neste acidente de trânsito”, e cerca de 20 feridos foram transportados para hospitais próximos à tragédia, disse aos jornalistas o porta-voz dos bombeiros voluntários, Leandro Amado, no local do acidente.
Encontro com Trump: Zelensky e relata avanço em negociações de paz mediadas pelos EUA
Perspectivas 2026: Diplomacia frágil, eleições e ocupação israelense em expansão dificultam avanço na questão palestina
Os falecidos são onze homens, três mulheres e um menor de idade, detalhou. Os corpos das vítimas foram colocados à beira da estrada.
Amado especificou que o acidente ocorreu no quilômetro 174 da Rota Interamericana, em um trecho conhecido como “o cume do Alasca” devido à sua acidentada geografia, no departamento ocidental de Totonicapán.
O ônibus de linha extraurbana Sinaloa, que faz o trajeto entre a Cidade da Guatemala e o departamento de San Marcos, na fronteira com o México, despencou por um barranco de cerca de 75 metros de profundidade por causas desconocidas, acrescentou.
Imagens publicadas pela imprensa local mostraram socorristas, bombeiros, policiais, soldados e civis trabalhando para resgatar as pessoas presas entre os ferros retorcidos do ônibus.
Acidentes fatais nas estradas são frequentes na Guatemala. Em fevereiro, um ônibus de passageiros caiu em um barranco na entrada norte da Cidade da Guatemala, com um saldo de 54 mortos.
Um mês após essa tragédia, o presidente Bernardo Arévalo aprovou um seguro obrigatório para veículos motorizados. Mas a medida foi suspensa após fortes protestos dos transportadores.
O governo desistiu após concordarem em formar uma mesa técnica para colocar em vigor, no prazo máximo de um ano, a regulamentação exigida pela lei de trânsito de 1996 e elaborar uma proposta de iniciativa de lei geral de transporte.
No entanto, neste caso, a Direção Geral de Transportes (DGT) afirmou em um comunicado publicado em sua conta na rede social X que o ônibus operava “com licença temporária e seguro obrigatório vigentes”, portanto, “as vítimas devem ser cobertas por este seguro”.
A DGT, após lamentar o ocorrido, acrescentou que dará “acompanhamento” ao caso e pediu aos empresários de transporte coletivo e aos motoristas que “mantenham as unidades adequadamente”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, instou, nesta sexta-feira, o Departamento de Justiça a “envergonhar” democratas que, segundo ele, também tenham mantido relações com Jeffrey Epstein. A declaração ocorre após o órgão intensificar a análise e a divulgação de milhões de documentos ligados ao financista, acusado de crimes sexuais e morto em 2019 enquanto aguardava julgamento em uma prisão de Nova York.
Encontro com Trump: Zelensky e relata avanço em negociações de paz mediadas pelos EUA
Contexto: Zelensky apresenta plano de paz com zonas desmilitarizadas e garantias de segurança para a Ucrânia
Na semana passada, o Departamento de Justiça iniciou a publicação de parte dos dossiês da investigação sobre Epstein, que era acusado de tráfico de menores para fins sexuais. Entre os materiais divulgados mais recentemente, na terça-feira, há diversas referências a Trump, incluindo registros de voos realizados pelo então empresário no jato particular de Epstein.
Trump já admitiu ter sido amigo do financista, mas afirma ter se afastado quando as acusações vieram à tona. Apesar de setores do Partido Republicano defenderem maior transparência sobre os associados de Epstein, o presidente tem evitado comentar o caso com frequência.
“Agora foram encontradas mais um milhão de páginas sobre Epstein. O Departamento de Justiça é forçado a dedicar todo o seu tempo a esse engodo inspirado pelos democratas”, escreveu Trump na sexta-feira em sua rede social, a Truth Social.
“São os democratas que trabalharam com Epstein, não os republicanos. Divulguem todos os seus nomes, envergonhem-nos e voltem a ajudar o nosso país!”, disse.
“A esquerda radical não quer que se fale do SUCESSO DE TRUMP E DOS REPUBLICANOS, apenas do falecido Jeffrey Epstein, morto há muito tempo. É apenas mais uma caça às bruxas!!!”, acrescentou.
O presidente não citou quais democratas poderiam ser mencionados nos arquivos. O Departamento de Justiça, por sua vez, não cumpriu o prazo legal de 19 de dezembro para a divulgação integral dos documentos. O procurador-geral adjunto, Todd Blanche, atribuiu o atraso à necessidade de proteger cuidadosamente a identidade das vítimas.
Na terça-feira, o Departamento de Justiça saiu em defesa de Trump e afirmou que os arquivos contêm “alegações falsas e sensacionalistas” contra ele, encaminhadas ao FBI antes das eleições de 2020, vencidas pelo democrata Joe Biden. O órgão não detalhou quais acusações seriam falsas.
“Se tivessem um mínimo de credibilidade, sem dúvida já teriam sido usadas como arma contra o presidente Trump”, acrescentou o departamento.
Um homem de 25 anos, com antecedentes criminais que incluem agressão sexual, esfaqueou três mulheres na tarde desta sexta-feira no metrô de Paris. Após fugir do local, ele foi detido horas depois nos arredores da capital francesa, informaram as autoridades.
Naufrágio em barco turístico na Indonésia: Quatro pessoas da mesma família estão desaparecidas
Encontro com Trump: Zelensky e relata avanço em negociações de paz mediadas pelos EUA
As agressões ocorreram em três estações de uma mesma linha, no centro da cidade, segundo a empresa pública de transportes parisienses (RATP), em declaração à AFP. Duas vítimas foram hospitalizadas “sem risco para suas vidas”, enquanto a terceira procurou atendimento médico por conta própria, de acordo com a prefeitura de polícia.
O suspeito foi identificado “graças às imagens das câmeras de vigilância”, informou a promotoria de Paris, procurada pela AFP. A prisão ocorreu “na última hora da tarde em Val-d’Oise”, departamento situado a noroeste da capital.
A investigação foi aberta por tentativa de homicídio e violência com uso de arma branca. De acordo com as autoridades, o homem já era conhecido da polícia por diversos crimes, entre eles danos à propriedade.
“De nacionalidade malinesa, em situação irregular no território nacional, este indivíduo, já conhecido por destruição de bens sob efeito de entorpecentes, foi preso em janeiro de 2024 por roubo qualificado e agressão sexual após ter sido condenado criminalmente”, informou o Ministério do Interior em comunicado.
Libertado em julho, o suspeito estava sujeito a uma ordem de deportação e era procurado pela Justiça, segundo a mesma fonte. Na semana passada, o ministro do Interior, Laurent Núñez, solicitou aos chefes de polícia e responsáveis pela segurança “vigilância máxima” diante da proximidade das celebrações de Ano Novo.
Sem nenhum avanço significativo no campo diplomático desde o acordo de cessar-fogo negociado sob pressão americana em outubro, o futuro da trégua entre Israel e Hamas — após acusações trocadas de descumprimento das duas partes ao longo dos últimos meses — não apresenta qualquer indício de evolução para uma paz duradoura. Enquanto o plano patrocinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, não consegue superar gargalos e prosseguir para uma segunda etapa, forças militares israelenses continuam a operar em parte da Faixa de Gaza e na Cisjordânia, moldando o terreno de uma forma que os palestinos denunciam como uma tentativa de inviabilizar suas pretensões de um futuro Estado. Com a chegada de um ano importante eleitoralmente em Israel e nos EUA, a busca por conquistas estratégicas e políticas podem aumentar ainda mais a tensão na região. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress