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Viagens de avião podem ser tensas e, por vezes, gerar momentos divertidos em família mesmo diante de cenários inesperados. No caso do voo de Amanda Rae ao lado dos pais, o jeito foi rir ao se surpreender negativamente com o espaço entre as poltronas da aeronave de uma companhia aérea canadense de baixo custo. A pequena distância entre o assento e o encosto da poltrona da frente tornou a viagem desconfortável, com mudanças de postura para tentar caber no espaço apertado. A experiência foi dividida com internautas, numa publicação nas redes sociais, surpreendendo e gerando revolta.
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A família estava em viagem no último dia 27 de dezembro em Edmonton, Canadá. A experiência desconfortável foi a bordo de uma aeronave da WestJet, criada no país.
No curto vídeo — que viralizou ao ser postado no TikTok e acumula mais de 1 milhão e visualizações — Amanda aparece fazendo perguntas aos pais sobre como estão se sentindo ao estarem apertados entre as poltronas. O pai dela é quem tem mais dificuldades. Por ser alto, a depender da posição em que se acomoda os joelhos batem no encosto do assento da frente. Para evitar isso, é preciso se sentar com as pernas direcionadas para o lado, em direção à esposa.
— Pai, você pode esticar as pernas aí? — perguntou Amanda ao vê-lo tentando se acomodar da melhor forma.
Ele e a esposa responderam:
— Impossível — enquanto riem.
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A família continua conversando, e a mãe diz que terá que dividir seu pequeno espaço com o marido:
— Vou ter que dividir o espaço das minhas pernas com ele.
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Amanda segue e, de forma descontraída, diz que só havia espaço suficiente para uma perna e, para a outra, teria que pagar a mais. Em algumas das aeronaves da WestJet essa afirmação pode ser real, uma vez que, desde outubro, os assentos padrão têm o “menor espaço para as pernas”, como a empresa anunciou. Para ter mais distância para se esticar, é preciso desembolsar mais, como na classe executiva, com custo maior por passagem.
A WestJet reconfigurou suas aeronaves Boeing 737-8 MAX e 737-800 para oferecer uma “experiência de cabine moderna”, o que, na prática, quer dizer que diminuiu o espaço entre as filas de poltronas para acrescentar mais uma. A justificativa foi de reduzir o valor da passagem, o que impactou diretamente no conforto do público, noticiou o New York Post há três meses.
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O vídeo de Amanda gerou uma repercussão negativa para a empresa. Muitos reclamaram que a nova configuração é absurda, enquanto outros disseram que não vão mais escolher a companhia por temerem passar por situação semelhante.
“Recuso-me a voar com a WestJet por causa disso. Tenho 1,83 m de altura, então não consigo imaginar o que as pessoas mais altas passam. Os assentos deles são assim há anos”, disse uma pessao no comentário.
“Apelo à WestJet… MELHORE! Isso é inaceitável!’, pediu outro.
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Cumprir desafios extremos na internet em troca de dinheiro. Pode parecer o roteiro de um episódio da série “Black Mirror”, mas a prática acontece na vida real e, na última semana, teve consequência fatal. O streamer catalão Sergio Jiménez Ramos, de 37 anos, morreu durante uma transmissão ao vivo em que ingestão de álcool e cocaína fazia parte de um desafio estipulado por seguidores que pagavam para assistir. O caso ocorreu na noite de 31 de dezembro, no município de Vilanova i la Geltrú, na província de Barcelona, e está sob investigação das autoridades espanholas.
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Conhecido nas redes como Sancho ou Sssanchopanza, Jiménez teria aceitado consumir uma garrafa de whisky, várias latas de bebidas energéticas e até seis gramas de cocaína em três horas como parte de um conteúdo pago por espectadores. Por volta das duas da manhã do dia 1º de janeiro, a mãe de Sergio disse, ao jornal catalão El Periódico que encontrou a porta do quarto do filho entreaberta.
— Perguntei o que ele estava fazendo, mas ele não respondeu. Tentei entrar, porém havia roupas ou algum objeto espalhado no chão do quarto, e não consegui.
Ele foi encontrado sem vida por seu irmão, com a câmera ainda transmitindo no momento em que o computador mostrava mensagens de participantes incentivando o desafio, que publicavam frases como “Já dormiu, Sergio? Ainda não conseguiu terminar a garrafa de uísque?”.
— Meu irmão estava ajoelhado no chão, com a cabeça apoiada no colchão. O computador estava ligado, e eu conseguia ouvir vozes perguntando se ele estava dormindo para curar a ressaca — relatou.
A família relatou que o influenciador vinha criando conteúdos cada vez mais perigosos por recompensa financeira e que havia alertas anteriores sobre os riscos desse tipo de transmissão. A “live” do dia 31 não foi realizada em em plataformas públicas, uma vez que Sergio tinha sido banido de serviços como Kick, Dlive e Pump.fun por violar suas políticas. Desde então, transferiu sua atividade para grupos privados no Google Meet e no Telegram, onde criou um sistema de associação chamado “os diplomáticos”. Os seguidores acessavam esse conteúdo mediante pagamentos que variavam entre 40 e 120 euros (R$ 254 e R$ 761), o que permitia manter um ambiente fechado e menos regulado.
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Os Mossos d’Esquadra (polícia regional da Catalunha) abriram inquérito para determinar as causas oficiais da morte e se houve incitação a comportamento de risco ligado aos pagamentos dos espectadores.
Especialistas e autoridades estão preocupados com a crescente prática de “trash streaming”, em que desafios extremos são realizados em troca de doações, muitas vezes sem qualquer suporte de segurança ou advertências adequadas. Esse caso segue a linha de incidentes semelhantes registrados internacionalmente, que levantam debate sobre a responsabilidade das plataformas e dos públicos nesse tipo de conteúdo de risco.
Sergio Jiménez Ramos ganhou projeção no streaming ao adotar um modelo inspirado no influenciador Simón Pérez, conhecido por transmissões extremas e desafios pagos. Pérez, que passou a viver de doações após perder o emprego em 2017, anunciou a morte de Sergio em uma live e foi citado durante o velório como possível responsável pelo ocorrido. Após o caso, sua conta no TikTok foi apagada — ele já havia sido banido da plataforma de streaming Kick, após a morte do streamer francês Raphaël Graven, também em live, após ser submetido a violência e outras humilhações. O vídeo de sua morte foi amplamente compartilhado nas rede sociais.
A Tailândia acusou nesta terça-feira o Camboja de “violar” o cessar-fogo em vigor há dez dias, em seu mortífero conflito fronteiriço, com disparos de morteiro que feriram um de seus soldados.
Em 27 de dezembro, um cessar-fogo pôs fim a três semanas de combates, que causaram ao menos 47 mortos e provocaram o deslocamento de quase um milhão de pessoas em ambos os lados desses dois vizinhos do Sudeste Asiático.
O conflito tem origem em uma antiga disputa sobre a demarcação da fronteira de 800km, estabelecida no período colonial francês, assim como em uma série de templos antigos situados ao longo da linha divisória.
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“O Camboja violou o cessar-fogo” ao disparar “projéteis de morteiro na área de Chong Bok”, afirmou nesta terça-feira o Exército tailandês, em um comunicado.
“Um soldado ficou ferido por estilhaços”, acrescentou, sem precisar a gravidade dos ferimentos.
O governo do Camboja não reagiu de imediato à acusação.
Na trégua acordada, os dois países turísticos haviam se comprometido a congelar suas posições militares e a cooperar nas operações de desminagem das regiões fronteiriças.
O acordo sucedeu a um primeiro episódio de confrontos em julho, que resultou em 43 mortos em cinco dias.
As cheias dos rios isolaram várias localidades e arrastaram milhares de cabeças de gado no interior de Austrália, informaram as autoridades, enquanto o primeiro-ministro, Anthony Albanese, sobrevoava a área afetada nesta terça-feira.
As fortes chuvas dos últimos dias inundaram vastas extensões do estado de Queensland, uma região agrícola que abriga algumas das maiores explorações pecuárias do país.
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Mais de 16 mil cabeças de gado morreram ou desapareceram, segundo as autoridades estaduais, enquanto centenas de quilômetros de cercas foram destruídos.
Albanese voou até a cidade mineradora de Cloncurry para avaliar os danos, a mais de 1.500 quilômetros para o interior a partir da capital do estado, Brisbane.
Alguns animais sobreviveram aglomerando-se em pequenas colinas que se elevavam acima das águas, segundo mostram fotos publicadas nas redes sociais.
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As autoridades de Queensland utilizaram helicópteros para lançar fardos de alimento perto dos rebanhos sobreviventes.
Várias localidades, como a pequena vila de Winton, ficaram completamente isoladas pelas inundações.
Um homem caminhou com dificuldade pela lama, que lhe chegava aos joelhos, por quase 40 quilômetros para buscar ajuda depois que seu carro ficou atolado, informou o serviço de resgate LifeFlight.
A tripulação de um helicóptero acabou encontrando-o e o resgatou após seguir suas pegadas.
Mais de 100 mil bovinos, ovinos, caprinos e cavalos morreram nas inundações que devastaram o interior de Queensland em março e abril do ano passado.
A primeira lua cheia do ano é chamada de “Lua do Lobo” pela cultura popular do Hemisfério Norte, e estava mais visível no último sábado, dia 3 de janeiro. A nomenclatura vem dos povos originários da América do Norte, que acompanhavam a passagem do tempo pelas fases do satélite natural. Ela recebe essa denominação por ser o período em que os lobos ficam mais ativos no norte do continente americano, sendo reconhecidos por seus uivos sob a luz do astro. Outros nomes atribuídos a essa Lua cheia são “Lua Serena” e “Lua Central”.
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A visibilidade da “Lua do Lobo” pode ser notada ainda durante o pôr do sol, entre as 17h30 e 18h, horário local. O fenômeno também leva esse nome por ser visto somente em janeiro, como explica a agência espacial Nasa.
Segundo a Nasa, a primeira Lua cheia de janeiro também pode ser chamada de Lua do Gelo, Lua após o Yule, Lua Velh, Shakambhari Purnima, Paush Purnima, Lua do Festival Thaipusam, Lua do Festival Ananda Pagoda, Duruthu Poya e Lua Cheia de Tu B’Shevat.
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A “Lua do Lobo” é uma das três “superluas” que poderão ser vistas no ano de 2026. Além de janeiro, ela também poderá ser observada em novembro e em dezembro. Já no fim de maio, haverá uma microlua, fenômeno oposto à superlua, durante a “Lua Azul”, nome dado à segunda lua cheia que aparece no mês. A microlua também ocorrerá em junho e julho.
A superlua é um fenômeno astronômico que ocorre quando a Lua cheia ou nova coincide com o perigeu, ponto de sua órbita em que está mais próxima da Terra. Nessas condições, o satélite natural pode parecer até cerca de 14% maior e 30% mais brilhante no céu em comparação a uma Lua cheia comum, embora a diferença nem sempre seja facilmente perceptível a olho nu. O efeito acontece porque a órbita lunar é elíptica, fazendo com que a distância entre a Terra e a Lua varie ao longo do mês.
Calendário Lunar de 2026
3 de janeiro de 2026: Wolf Moon (Lua do Lobo)
1º de fevereiro de 2026: Snow Moon (Lua de Neve)
3 de março de 2026: Worm Moon (Lua de Minhoca)
1º de abril de 2026: Pink Moon (Lua Rosa)
1º de maio de 2026: Flower Moon (Lua das Flores)
31 de maio de 2026: Blue Moon (Lua Azul)
29 de junho de 2026: Strawberry Moon (Lua de Morango)
29 de julho de 2026: Buck Moon (Lua dos Cervos)
28 de agosto de 2026: Sturgeon Moon (Lua do Esturjão)
26 de setembro de 2026: Harvest Moon (Lua da Colheita)
26 de outubro de 2026: Hunter’s Moon (Lua do Caçador)
24 de novembro de 2026: Beaver Moon (Lua do Castor)
24 de dezembro de 2026: Cold Moon (Lua Fria)
A líder da oposição María Corina Machado afirmou nessa segunda-feira que “uma Venezuela livre” se tornará o “centro energético” do continente americano, dois dias após a captura do governante Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.
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“Vamos transformar a Venezuela no centro energético da América, vamos trazer o Estado de direito, vamos abrir os mercados”, declarou a Nobel da Paz em entrevista à Fox News, em referência à presença no país das maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo.
Machado também disse que planeja voltar “o quanto antes” à Venezuela, embora o presidente Donald Trump pareça tê-la afastado do processo de transição de governo.
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Ela também atacou a presidente interina, Delcy Rodríguez.
“Estou planejando voltar à Venezuela o quanto antes”, disse durante a entrevista, a partir de um local não revelado.
Machado acusou – sem provas – Rodríguez de ser “uma das principais arquitetas da tortura, da perseguição, da corrupção e do narcotráfico” na Venezuela.
Um terremoto de magnitude 6,2 sacudiu a Costa Oeste de Japão, nesta terça-feira (data local), informou o serviço meteorológico japonês, sem que fosse emitido alerta de tsunami.
O tremor foi registrado às 10h18 locais, na província de Shimane, segundo a Agência Meteorológica de Japão, que informou que a região foi afetada pouco depois por réplicas mais fracas, de magnitudes 4,5; 5,1 e 3,8.
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Imagens divulgadas pela emissora NHK da cidade de Matsue, próxima ao epicentro, não mostraram danos.
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O primeiro abalo sísmico atingiu intensidade superior a 5,0 na escala japonesa de Shindo, na cidade ocidental de Yasugi, segundo as autoridades.
Nesse nível, móveis pesados podem cair e motoristas podem ter dificuldades para dirigir.
O Japão está situado sobre quatro grandes placas tectônicas, ao longo da borda ocidental do “Anel de Fogo” do Pacífico, e é um dos países com maior atividade sísmica do mundo.
O arquipélago, onde vivem cerca de 125 milhões de pessoas, registra aproximadamente 1.500 terremotos por ano. A maioria deles é de baixa intensidade.
O país segue traumatizado pelo terremoto de magnitude 9,0 de março de 2011, que provocou um tsunami e deixou cerca de 18.500 mortos ou desaparecidos. Esse tremor ocorreu na Costa Pacífica do país, ao longo da fossa de Nankai.
As danças públicas e o tom irreverente adotado por Nicolás Maduro nas semanas que antecederam sua captura por forças americanas teriam sido decisivos para provocar a reação final da Casa Branca. De acordo com fontes internas citadas pelo New York Times, o comportamento do então presidente venezuelano foi interpretado pela equipe de Donald Trump como zombaria aberta, num momento em que Washington já havia feito alertas claros.
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Maduro foi visto cantando e dançando em eventos públicos ao lado da esposa, Cilia Flores, inclusive no complexo presidencial em Caracas, poucos dias antes da operação que resultou em sua prisão, em 3 de janeiro. Segundo interlocutores do governo americano, a postura foi entendida como uma tentativa de desmoralizar o que o líder venezuelano acreditava ser um blefe da administração Trump.
O episódio mais citado ocorreu durante a inauguração da Escola Internacional de Liderança Feminina, em dezembro, quando Maduro começou a dançar ao som de uma versão eletrônica remixada de um de seus próprios discursos, com o slogan “Não à guerra, sim à paz”. Os movimentos, segundo assessores americanos, lembravam até mesmo os gestos característicos de Trump ao celebrar vitórias, com o punho cerrado no ar — leitura que acentuou o mal-estar em Washington.
Nas semanas anteriores, Maduro também havia cantado publicamente “Imagine”, clássico de John Lennon, apresentando a música como um “hino universal pela paz”.
— Façam tudo pela paz, como dizia John Lennon — declarou à época, em discurso para apoiadores.
Para integrantes da Casa Branca, porém, o contraste entre o discurso pacifista e o desafio simbólico expresso nos gestos públicos foi interpretado como indiferença calculada. Fontes ouvidas pelo New York Times afirmam que esse comportamento foi o ponto de ruptura: a confirmação, para Trump, de que Maduro não levaria a sério os avisos americanos.
Mesmo após ser capturado, o tom não mudou. As primeiras imagens do ex-presidente sob custódia mostraram Maduro desejando “Feliz Ano Novo” enquanto era algemado e conduzido por agentes — cena que reforçou, segundo aliados de Trump, a percepção de despreocupação.
Com Maduro fora do poder, o futuro político da Venezuela segue incerto. A presidente interina Delcy Rodríguez adotou discurso conciliador e pediu “paz e diálogo, não guerra”, defendendo uma reaproximação institucional com os Estados Unidos.
— Nossos povos merecem relações equilibradas e respeitosas — afirmou.
Em sentido oposto, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, manteve tom desafiador e reiterou que Maduro continua sendo, para o chavismo, o presidente legítimo do país.
Já Trump endureceu ainda mais o discurso. Durante viagem a bordo do Air Force One, o presidente americano afirmou que os EUA estão “no comando” da Venezuela após a deposição de Maduro e lançou novas ameaças regionais, citando inclusive a Colômbia e o presidente Gustavo Petro como possíveis alvos de pressão.
O governo brasileiro avalia que Cuba se tornou o país com maior risco de sofrer uma nova intervenção por parte do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, diante da preocupação comum diante da ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, vista por diversos países da região como um marco perigoso, capaz de abrir espaço para novas intervenções unilaterais no continente. Isso se explica, em grande parte, pela cooperação entre Havana e Caracas ao longo da última década, desde os primeiros anos do governo Hugo Chávez, que teve início com programas voltados para saúde e educação, e desembocaram em parcerias em áreas estratégicas, como a guarda presidencial de Nicolás Maduro, inteligência e contrainteligência venezuelana. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Após a operação militar em que os Estados Unidos depuseram à força o presidente venezuelano Nicolás Maduro, cresce a preocupação com possíveis novos alvos de Washington. O temor se intensificou depois de a cúpula do governo Donald Trump reafirmar que o uso da força é considerado uma opção legítima, ao mesmo tempo em que enviou recados ameaçadores a diversos países. Colômbia, México e a Groenlândia — território autônomo ligado à Dinamarca —, citados nessas declarações, rechaçaram as intenções de Trump. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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